sexta-feira, 30 de julho de 2010

Audi A7 - Fastback Elegante

O formato fastback teve duas grandes épocas, a primeira na década de 30 até o final da Segunda Grande Guerra quando surgiu os primeiros sedans três volumes em ummestilo de desenho chamado ponton e quinze anos depois quando a equipe liderada por John DeLorean socou um motor gigantesco em um modesto Pontiac Tempest e criaram uma febre chamada "muscle cars" que morreu vítima da primeira crise de petróleo em 1973 cujos cúmplices foram as companhias de seguro e o legislativo estadunidense que votou uma severa lei anti-emissões acima da competência técnica de Detroit.
Na Europa o formato sobrevive em alguns países como a Inglaterra, cujos habitantes adoram o visual esportivo semelhante aos hatchbacks e a praticidade da quinta porta, o que permite levar naquelas emergências aquelas caixas grandes com o banco rebatido, como uma perua.
No rastro da Mercedes que está em vias de apresentar a nova geração do CLS, que deixou de ser fabricado recentemente, no Salão de Paris, a Audi apresenta o seu série 7, uma versão maior do sedan 5 Sportback que de certa forma concorre com o BMW Série 5 GT (que mostramos antes no blog, veja aqui) e que aproveita essa onda de sedans com desenho de coupés apesar de manterem as quatro, ou nesse caso cinco portas. Para os fãs da marca bávara, podem esperar um Série 7 GT.
Com os "Sportbacks" a Audi rompe com a linha de base das janelas retilínes, herança dos simpáticos e fumacentos DKW e do ultra avançado (para a época) NSU Ro, ao criar uma linha ascendente na última janela, sem lembrar os BMW's e mantendo uma elegância ímpar, típica dos germânicos. A marca garante que o desenho inusitado é uma homenagem ao coupé Audi 100 S lançado em 1969.
Na traseira, além das lanternas trapezoidais, uma traseira levemente caída sem quebrar alinhas descendente das janelas e que tem um aerofólio que se ergue quando o carro alcança 80 km/h.
Apesar do desempenho não ser superlativo, e não é a prioridade desse projeto que privilegia o conforto em marcha, os números de potência e de desempenho separam o Sportback dos carros dos mortais comuns.
E tem recursos de comodidade e segurança que não ficam devendo em nada à Volvo e a Mercedes, como o sistema de frenagem de emergência ativo, detector de objetos em pontos cegos e o sistema que monitora o condutor caso ele tire uma "soneca", em que alerta o mesmo caso perceba uma mudança de faixa involuntária.
E o sistema Park Assist que com o auxílio do motorista, que controla o acelerador e o freio, faz a manobra de estacionamento. Ele detecta uma vaga paralela através de sensores ultra-sônicos, e se tiver espaço o bastante, auxilia na "baliza".
E coisas básicas nesse segmento como lanternas integrais em LED's, sendo os faróis bi-xenon de série e integralmente em LED's opcional, ar digital quadrizona e outros itens de conforto estão presentes. Se você queria um sedan com cara de coupé, comportamento de coupé e desenho de coupé, mas sem abrir mão da praticidade das cinco portas que o quase transformam em uma perua familiar, esse é o carro ideal.
O onipresente MMI e o painel com o conceito wrap-around, uma linha que "abraça" o motorista e passageiro dando uma maior sensação de segurança.
Bancos em couro, que poderão ser em Alcântara opcionalmente vem com massageadores e sistemas de climatização, com "qualidade Audi" e produção "quase" artesanal.
Os bancos traseiros, para mais dois passageiros, mantém o mesmo conforto apesar do caimento do teto.

O painel conta com um computador de bordo entre o velocímetro e o conta-giros, além da tela escamoteável do onipresente sistema MMi. E para não tirar os olhos da estrada, head-up display.
Detalhes em alumínio, em madeira de nogueira clara e escura (e mais tarde em carvalho), e couro inclusive Alcântara estão disponíveis.
Praticidade e conforto: se está preocupado com a porta pesada, esqueça, ela abre eletricamente. O porta malas tem 535l de capacidade, ampliáveis para 1.390l com os bancos rebatíveis na proporção 40/60.
Os faróis autoadaptativos, para não ofuscar quem vem ao contrário, são bi-Xenon de série complementados por luzes diurnas e de direção a LED's, podem ser opcionalmente integralmente compostos pelos diodos...
...Assim como as lanternas traseiras que também são integralmente em LED's. Os diodos tem melhor luminosidade com gasto menor de energia.

Quatro motores V6 a injeção direta sendo dois diesel 3.0 TDI. Uma versão com 204 cv, 40,7 Kgm/f de torque e outro com 245 cv, 50,1 Kgm/f de torque. Dois a gasolina, sendo um 2.8l FSI com 204 cv e 28,6 k de torque e o 3.0l TFSI (turbo-comprimido) de 300 cv e 44,8 kgm/f.
Consumo: Os V6 diesel fazem 18,8 km/l na versão mais econômica e 16,7 na mais potente e as emissões ficam em 139 g e 158g respectivamente. O V6 2.8 a gasolina se contenta com 12,5 km/l e o V6 3.0 turbo-comprimido faz 12,2 km/l. As emissões ficam em 187 e 190 g/km.
Desempenho: Os motores a gasolina fazem o 0-100 km/h em 8,3 s com o 2.8 FSI e impressionantes 5,6 s no 0-100 km/h e as máximas ficam em 235 e 250 km/h, sendo a última limitada eletronicamente. O Diesel fazem 8,1 e 6,5 s no 0-100 e tem máximas de 234 e 250 km/h, também limitada.
E tem duas opções de câmbio e tração: Os motores diesel contam com a automática CVT Multitronic que emulam 8 marchas, mas com tração dianteira. Agora os motores a gasolina contam com a automática tradicional S-Tronic de 7 marchas "reais" que podem ser trocadas com aletas atrás do volante e tração integral.

Na traseira o aerofólio que se ergue após o carro ultrapassar os 80 km/h. E para melhorar o consumo e estabilidade, a suspensão adaptativa com amortecedores a ar tem três alturas que podem ser escolhidas pelo condutor. As rodas são de 19 polegadas com pneus 255/45 com monitoramento de pressão. Opcionais são as de 20 polegadas cromadas.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ford Explorer 2011: Reinventar para sobreviver

A Ford considera o seu SUV Explorer o carro que definiu o segmento. De fato, quando foi lançado, o Explorer abriu espaço para a chegada dos crossovers, utilitários com dirigibilidade e agilidade de um sedan. Antes do Explorer, os utilitários eram basicamente versões "peruas" de picapes e caminhõezinhos, alguns com facilidades para enfrentar caminhos mais íngremes como tração 4X4 e bloqueio de diferencial.
Agora, com a histeria de caça aos emissores de carbono ainda aumentou mais com a marcação cerrada do presidente americano Barack Obama, a Ford mais do que nunca, aumentou a eficiência dos motores, com economia de consumo de combustível de 20% no V6 e até 30% no 4 em linha.
“A nova Explorer dará ao consumidores de SUV's de hoje os atributos e os benefícios que eles
realmente desejam, alguns em que inclusive nunca haviam sonhado,” diz Mark Fields, presidente da Ford nas Américas. “Estamos orgulhosos de apresentar a nova Explorer aos clientes e aficcionados ao redor do mundo neste dia, e nos sentimos satisfeitos em começar uma nova era, cuja diferença é unir economia de combustível com desempenho em SUV's.”
“Teria que ser moderna e contemporânea – tanto no interior quanto no exterior – porém ser reconhecida de imediato como uma Explorer,” afirma Jim Holland, chefe de engenharia das marcas. “Depois, a nova Explorer precisava proporcionar a economia de combustível como querem os clientes hoje em dia, combinada com o desempenho, força e potência que se espera de uma SUV.”
A dirigibilidade, algo que em uma SUV não é nada prazerosa, não foi esquecida segundo Carl Widmann, gerente de engenharia de veículos:
“Nosso objetivos para melhorar a dinâmica do novo Explorer foram três: o primeiro foi aumentar drasticamente o conforto em marcha, a potência e a facilidade de dirigir. O segundo foi manter a a capacidade de tração ‘em toda estrada, a toda hora, em todo lugar’ do modelo anterior. Finalmente, buscamos aplicar tecnologia na parte de segurança em reboque, já que os modelos V6 da Explorer tem classificação para 2.268 kg (Observação do blog: lembre que trailers e motorhomes são uma instituição americana, basta assistir uma prova em oval da Indy e ver a quantidade de trailers e motorhomes estacionados na parte central da pista). Cremos que os clientes da nova geração da Explorer estarão satisfeitos nesses três aspectos.”
A nova geração do utilitário já está sendo produzida na fábrica de Chicago e estará disponível nos concessionários da marca no inverno de lá (quando é verão aqui no Brasil).
O interior ganha desenho modernoso, mas não a ponto de chocar o consumidor americano que é muito conservador. O câmbio é de seis marchas e os pedais, espelhos e banco do motoristas tem ajustes elétricos com memória.
O novo painel de instrumentos só mantém o velocímetro como instrumento "fixo", já que o resto do quadro é composto por monitor de 4.2 polegadas, do sistema MyFord, configurável pelo condutor, e que mostra várias funções do computador de bordo e indicadores do veículo como combustível, temperatura e consumo por exemplo.
Bem equipado a versão Limited, promete os mesmos mimos de SUV's de categoria superior por um preço módico: Multimídia com tela sensível ao toque com câmera de ré, controle de velocidade de cruzeiro, ar condicionado bizona, pedais ajustáveis com memória, banco do motorista com 10 posições de memória, espelho interno eletrocrômico, controle remoto de portão universal entre outros.
A Ford não adiantou a capacidade do compartimento de carga que pode vir com rede para prender a carga, mas pode levar até sete passageiros. Destaque para os cintos infláveis da segunda fileira, que podem ser rebatidos na proporção 40/60, sincronizados com os air-bags. Além disso conta com quatro tomadas de 12 volts, e opcionalmente poderá vir com uma tomada de 110 volts.
Mais mimos e detalhes da nova versão: Acima o espelho retrovisor com ajuste com memória e lâmpada de segurança que integra a repetidora do pisca lateral em LED. Na seqüencia abaixo detalhe dos faróis e da grade, tração integral, a nova lanterna traseira que acompanha a identidade Ford para utilitários no formato, antes restrito aos faróis, o bocal do tanque que abre sem chave e a terceira luz elevada e freio no aerofólio traseiro.

O carro virá com duas motorizações: Um V6 de 3.5l com comando de válvulas variável que rende 290 cv e 32,6 Kgm/f de torque, e um quatro em linha EcoBoost com injeção direta (dentro do cilindro) turbinado com intercooler rende 237 cv, A tração é dianteira sendo a opção pela integral opcional somente nas versões V6.
Outros itens para diminuir o consumo são o ar-condicionado com desacoplamento automático, uso de materiais mais leves na construção da carroceria que está mais rígida e na confecção dos componentes mecânicos, direção com assistência elétrica, pneus de baixo atrito e aerofólios para otimizar o fluxo de ar. As caixas automáticas vem com seis velocidades com ênfase em economia de combustível.

O sistema AWD é automático e pode ser selecionado em modo Normal, Areia, Lama, Neve e conta também com assistência em ladeiras. Vem com sistema de controle de estabilidade e de tração, além do controle de rolamento, item muito bem vindo em carros com centro de gravidade elevado como o Explorer.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Recall: Range Rover Sport e Discovery precisam verificar os freios


A Jaguar/Land Rover do Brasil convoca os proprietários dos modelos 2006 a 2009 da Range Rover Sport motor 2.7 turbodiesel V6, com chassis que vai de LS929086 a LS999999 e de LS100000 a LS215618 para comparecerem em uma concessionária para realizarem o reparo na válvula unidirecional do sistema de assistência a vácuo do freio, o que poderá causar perda da eficiência de frenagem, resultando em maior esforço para frear o veículo. A convocação inclui também o Discovery 3 motor 2.7 turbodiesel V6, com chassis que vai de LA 367110 a LA 513325. Ao todo são 221 modelos que precisam passar pela reparação do problema.
Segundo a importadora o defeito pode ocasionar a entrada de óleo do motor no servo-freio, contaminando o cilindro-mestre do freio, fazendo com que também haja perda da eficiência de frenagem, podendo causar acidentes.
Para solucionar o problema, a Land Rover vai substituir a válvula e a mangueira de vácuo, além de substituir o sistema de servo-freio/cilindro-mestre, caso seja constatada a presença indevida de óleo. Para mais informações, os proprietários dos veículos devem ligar para fone:
0800-012-2733.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Fiat Doblò e família Palio ganham motores E.Torq

A Fiat extendeu os novos motores E.Torq para a linha Doblò e a família Pálio, eliminando aos poucos os velhos Fire e os GM Powetrain. Tem que lembrar que o Doblò foi lançado há oito meses e já devia ter a nova motorização, que foi estreada na linha Punto. A única nova versão que irá estrear o novo motor é o Idea que ganhará linhas mais suaves em breve.
O motor E.TorQ 1.6 16V produz 115 cv de potência à gasolina e 117 cv à etanol. O torque máximo é de 16,2 kgfm à gasolina e de 16,8 kgfm à etanol é a 4.500 rpm. Já o 1.8 16V desenvolve 130 cv de máxima rodando com gasolina, e 132 cv, com etanol. O torque máximo de 18,4 kgfm (gasolina) e 18,9 kgfm (etanol) também é atingido a 4.500 rpm. As versões mais simples da Doblò contam com o 1.4 Fire Evo e a intermediária ELX e a Cargo inexplicavelmente não contam com a opção do motor 1.6 E-Torq, que seria mais adequada à multivan.
Caso se interesse por alguma versão, os preços estão aí abaixo:
Fiat Doblò 1.4 – R$ 51.990
Fiat Doblò ELX 1.4 – R$ 55.900
Fiat Doblò HLX 1.8 16V – R$ 58.160
Fiat Doblò Adventure 1.8 16V – R$ 64.550
Fiat Doblò Cargo 1.4 – R$ 40.700
Fiat Doblò Cargo 1.8 16V – 45.590
Fiat Siena Fire 1.0 – R$ 29.740
Fiat Siena Attractive 1.0 – R$ 36.410
Fiat Siena Attractive 1.4 – R$ 39.630.
Palio Essence 1.6 16V Flex 4P – R$ 37.990
Palio Essence 1.6 16V Flex 4P Dualogic – R$ 40.330
Siena Essence 1.6 16V Flex 4P – R$ 41.820
Siena Essence 1.6 16V Flex 4P Dualogic – R$ 44.160
Palio Adventure Locker 1.8 16V Flex – R$ 57.330
Palio Adventure Locker 1.8 16V Flex Dualogic – R$ 59.300
Strada Adventure Locker 1.8 16V Flex Cabine Estendida – R$ 47.670
Strada Adventure 1.8 16V Flex Cabine Dupla – R$ 49.870
O Pálio HLX se torna Essence ganham novos tecidos nos bancos e versões com câmbio Dualogic® Automático além de direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, computador de bordo e volante com regulagem de altura.
A Palio Weekend Adventure, que de perua foi "promovida" pela marca a "SUV Light" vem com grades e para-choques exclusivos, pneus de uso misto, suspensão reforçada e o Locker, além do 1.8 E-Torq ser disponível somente nessa versão, as Weekend's normais contam com o 1.4 Evo.

O Siena, de novidade ganha o 1.6 E-Torq e a versão ELX que agora se chama Essence. Mudanças só nas versões básicas, que ganham os novos 1.0 e 1.4 Evo e novos itens estéticos como o novo tecido e a parte central do quadro de instrumento recebe agora na cor cinza Ghisa além da grade cromada na versão Fire.

Outra que se beneficiou foi a estrada que nas versões básicas e intermediária, recebem o motor 1.4 Fire Evo, enquanto a Locker, esta em cabine estendida ou dupla, vem com o E-Torq 1.8. Cabine simples só nas versões Fire e Working, com motores 1.0 e 1.4 respectivamente.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Honda New Civic 2011: antecipado em seis meses


O ano passou do meio e a Honda resolveu antecipar a linha 2011, fato que só acostuma acontecer no começo do ano (veja aqui a versão pacata e aqui a mais quente Si). A marca também comemora a expressiva marca de 400 mil carros fabricados aqui. A linha Civic é composta por três modelos: a básica LXS, a intermediária LXL e a top EXS.
A básica EXS já vem com o "completo", mais vários porta-objetos, descansa braço deslizante e piloto automático. A intermediária LXL tem volante de três raios com acabamento em prata, controle de áudio no volante, alto-falantes com tweeter, acabamento interno nas alças e na tampa do porta-malas. E a top EXS recebe mimos como ar-condicionado digital, que poderia ser bi-zona, e hodômetro digital que também indica temperatura externa e o consumo médio.
E ainda tem o VSA (Vehicle Stability Assist), sistema de segurança ativa e que está disponível na versão EXS. O sistema aplica força de frenagem independente a cada uma das quatro rodas e, ao mesmo tempo, interage com os sistemas de aceleração, funcionamento do motor e controle de tração.
E todas as versões são produzidas desde o começo do ano com direção com assistência elétrica EPS (Electric Power Steering), que não "rouba" energia do motor e ajuda a economizar combustível. Também no mesmo período, o sistema ECU (Electronic Central Unit) sofreu uma adequação da rotação para a troca automática das marchas graças a um sensor de marcha lenta.
E o comprador do Civic ainda recebe freios a disco nas quatro rodas, ABS (Anti-lock Braking System), EBD (Electronic Brake Distribution), além dos airbags frontais (SRS) e cintos de segurança de três pontos para os cinco ocupantes. Além disso, conta com a tecnologia de estrutura ACE (Advanced Compatibility Engineering), desenvolvida para absorver, com mais segurança, impactos frontais.
O preço das versões são esses:
LXS MT Flex – R$ 68.160,00
LXS AT Flex – R$ 73.430,00
LXL MT Flex – R$ 68.840,00
LXL AT Flex – R$ 74.165,00
LXL MT c/ couro Flex – R$ 70.585,00
LXL AT c/ couro Flex – R$ 75.885,00
EXS AT Flex – R$ 88.750,00
Si MT – R$ 103.650,00.
Motorização: o conhecido i-VTEC 1.8l SOHC Flex com ainjeção multiponto PGM-FI, produz 140 cv a 6.200 rpm, com álcool, e 138 cv também a 6.200 rpm, a gasolina. O torque é de 17,5 kgf.m a 5.000 rpm (gasolina) ou 17,7 kgf.m a 4.300 rpm (álcool). O Si vem com o i-VTEC 2.0l DOHC, com bloco, cabeçote e cárter em alumínio, rende 192 cv a 7.800 rpm e 19,2 kgfm de torque máximo a 6.100 rpm com uma taxa de compressão de 11:1. E sem turbo ou compressor e sem precisar de gasolina especial.
Para quem quiser fugir do onipresente prata disponível em toda a linha que no catálogo ganha o sobrenome Global Metálico: Cinza Spectrum Perolizado, Verde Deep Perolizado, Preto Cristal Perolizado, Branco Taffetá Sólido, Dourado Poente Metálico, Grafite Magnesium Metálico, Verde Vermont Perolizado, e Cinza Palladium Metálico. Já o Civic Si também está disponível nas cores Vermelho Rally Sólido, Preto Nighthawk Perolizado. Todas as versões possuem três anos de garantia, sem limite de quilometragem.

Chevrolet Vectra: "Astrão" ganha ar digital de série e 3 anos de garantia

O nosso querido "Astrão", ops, Vectra acaba de mudar de ano-modelo e ganha alguns mimos para se manter competitivo no mercado. Um deles é o ar condicionado digital de série e agora tem três anos de garantia.
No mais a motorização é o 2.0 8 válvulas que tenta fisgar o consumidor mais tradicional que tem horror a qualquer coisa um pouco mais sofisticada que o motor AP, como os cabeçotes de 16 válvulas por exemplo, muito comuns na concorrência que usa motores de 1.6 e 1.8l.
Com ele a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 10,5 segundos com gasolina e 10,2 segundos com álcool. A velocidade máxima é de 193 km/h com gasolina e 198 km/h com álcool com transmissão manual, em números do ano passado fornecidos pela GM.
"O Chevrolet Vectra, um carro bonito, moderno e funcional, já era bastante completo. Agora, ele ganha novos componentes que vão ao encontro dos anseios de seus consumidores, seja para os que preferem a versão sedã ou o hatchback", observa Ronaldo Znidarsis, diretor geral de Marketing e Vendas da General Motors do Brasil.

O painel do Vectra com ar digital monozona, com grafias distintas nas versões sedan (da Expression à Elite à direita acima) e hatch (GT e GT-X à direita abaixo). O CD player reconhece arquivos MP3, vem com Bluetooth e entrada para Ipod com controle no volante revestido em couro.
Além de receber o ar digital e o duplo airbag como itens de série, o modelo ganhou, nas configurações intermediárias, novas rodas de liga leve aro 17, computador de bordo e controles de som no volante. O cinto com pré-tensionador vem disponível desde o Expression.
Tanto para o sedan quanto para o hacth virá o 2.0Flexpower desenvolve 140 cv a 5.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 133 cv a 5.600 rpm, com gasolina. O torque é de 19,7 kgfm a 2.600 rpm com etanol e 18,9 kgfm a 2.600 rpm a gasolina.
Segundo a GM, o carro faz, a gasolina, 10,8 km/l em ciclo urbano e 16,1 km/l em ciclo rodoviário, (média combinada de 12,7 km/l). Com o combustível da cana, é de 7,6 km/l em ciclo urbano e 11,2 km/l em ciclo rodoviário (média combinada de 8,9 km/l).

A GM extende para o Vectra a garantia de 3 anos sem limite de quilometragem, tanto para a versão sedã quanto para o hatchback, igual à que foi ofereceida ao Malibu. E os preços partem de R$ 56.900,00 no sedan Expression e vão até o Elite com R$ 75.400,00. O hatch fica entre R$ 57.000,00 no GT e R$ 67.000,00 na GT-X.

Recall: Ford Focus apresenta vazamento no tanquinho de partida a frio


A Ford convoca os proprietários do Novo Focus 1.6l 2010 com chassis de 270427 até o 314861 fabricados até 18 de fevereiro desse ano.
Foi constatada um falha na vedação de um lote do tanquinho de combustível, podendo ocorrer, em casos extremos, vazamento caso esteja abastecido com combustível.
Há o risco de maior dificuldade de acionamento do motor em dias frios quando o veículo estiver abastecido com álcool e a fabricante garante que não há risco de incêndio ou de acidentes por causa do defeito.
Mas como é um item que se apresenta algum defeito compromete a segurança, evite abastecer o tanquinho com gasolina, e agende uma verificação em uma concessionária Ford. Para maiores esclarecimentos ligue no fone:
0800 703 3673

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Recall: Honda Civic 2001 e 2002 precisa revisar air-bags


A Honda brasileira está convocando os proprietários do Civic anos-modelos 2001 e 2002 para trocar o insuflador (peça que enche a bolsa de gás rapidamente no momento do acidente) do air-bag do lado do passageiro. Em alguns casos mais extremos o componente pode explodir, rompendo a carcaça do air bag e arremessando fragmentos na cabine podendo causar ferimentos nos passageiros.
São 9 mil unidades dos 33 mil que foram produzidos no período cujos chassis vão do 1Z000001 a ao 2Z117324. A fabricante recomenda que se faça um agendamento na concessionária mais próxima ou de confiança, apesar de ser um procedimento simples, para melhor conforto e conveniência de seus clientes.
Para maiores esclarecimentos visite a página da fabricante com informações sobre este e outros recalls (aqui) ou ligue no fone:
0800-701-3432

terça-feira, 20 de julho de 2010

Murray T.25: Depois do supercarro revolucionário, o minicarro que pretende mudar o mundo

Gordon Murray é um gênio irriquieto. Da bem-sucedida carreira na Fórmula 1 ao superdesportivo MacLaren F1, sempre houve inovações e peculiaridades, como a posição de dirigir central. Aliás, o F1 (veja aqui) é a sua obra prima, o seu trabalho de autor. Depois veio a SLR McLaren, mas aí ele teve que atender as diretrizes da Mercedes. Não que o carro tenha saído ruim, mas poderia ter sido superior ao F1, e no final acabou sendo mais um superdesportivo da Mercedes, o que o joga na vala comum dos carros de sonhos da casa de Stuttgart.
Agora com a Europa e EU querendo diminuir sua dependência de petróleo, que é caro, sujo e poluidor, e querendo descongestionar as cidades, já que a maioria dos carros tem mais ou menos 6 m² de área e só o condutor dirigindo, o que daria para levar 30 pessoas em um ônibus. Várias propostas de mobilidade urbana para quem não quer ou pode andar de ônibus por causa do número de deslocamentos como profissionais liberais ou estudantes apareceram aqui no blog como o Landcruiser (aqui) e o Eporo (e aqui) pela Nissan, o Segway da GM EN-V (veja aqui), o 3RC da Honda (agora aqui), o conceito da Rinspeed o UC? (também aqui) além dos BMW SIMPLE e CLEVER (e aqui) e o confirmadíssimo Twizzi da Renault (agora aqui e também aqui).
Depois do supercarro revolucionário, Gordon Murray propõe agora um meio termo. O seu T.25 (a gasolina) ou T.27 (elétrico) é um micro carro que realmente justifica a categoria que atualmente está pesada e inchada. Mais curto e mais estreito que o smart, leva um passageiro a mais e ainda tem um espaço de carga para levar pequenas bagagens. E o Gordon ainda promete que o sistema de fabricação dele, tanto em versão a gasolina quanto a elétrica que poderão ser feitas na mesma linha de montagem, será mais fácil, rápido e econômico, sem contar que ocupará bem menos espaço, algo em torno de 20%, que uma instalação automobilística atual.
Gordon Murray, diretor executivo de Gordon Murray Design, afirma: "A tecnologia Strategy Board foi extremamente favorável ao programa T.27 e juntos, estamos trabalhando para manter isso no Reino Unido. É uma grande oportunidade de trabalhar com a Zytek Automotive e outros parceiros nossos neste projeto muito excitante. Nós sempre nos esforçamos para liderar as tendências no design automotivo e a nossa meta atual é maximizar a eficiência dos veículos eléctricos ".
Bill Gibson, presidente da Zytek Automotive disse que "o inovador do powertrain Zytek, desenvolvido a partir de nossa experiência substancial em EV (Eletric Vehicle ou Veículos Elétricos) e em programas de produção de veículos híbridos, irá reduzir substancialmente o peso e custo do motor elétrico, enquanto entrega a qualidade, requinte e experiência de condução que os clientes do T.27 exigem. "
E para finalizar, Iain Gray, diretor executivo de Estratégia de Tecnologia da Câmara afirma:
"Este é outro exemplo do posicionamento do próprio Reino Unido a se beneficiar das oportunidades econômicas oferecidas pelos mercados de carbono emergentes. Estes veículos de baixas emissões de carbono. E isso é maravilhoso, o T.27, é um exemplo fantástico de engenharia inteligente e de design sustentável, e está na vanguarda disso. Nós também estamos felizes que fomos capazes de apoiar um projeto que permitiu a Gordon Murray Design e a Zytek Automotive e os outros parceiros a trabalharem juntos para serem verdadeiramente inovadores. ". Há rumores de que Eike Batista está interessado no projeto e pretende produzi-lo no Brasil.
Depois que saiu da McLaren, Gordon Murray fundou o seu próprio centro de design em 2007, de onde desenvolveu o T.25 e o T.27. Promete construir uma fábrica que irá empregar mais de 6.000 pessoas para produzir o T.25/27 e que será ambientalmente sustentável.
Comparativo de tamanho: Um Golf Mk IV, um 500, um T.25/27, um smart e um Mini e ao centro um modelo com dimensões finais do carro de produção. Os carros urbanos estão inchando e engordando cada vez mais.

A disposição de lugares que Murray batizou de i-Centre, permite levar três pessoas e 160l de capacidade de carga ou só o motorista e 750l e que permite seis tipos de configurações diferentes em 20 segundos. E permite um melhor espaço para as pernas dos passageiros que muitos carros da categoria B como o Fit.
Esse é o esquema mecânico do T.25/27 em que os componentes mecânicos ocupam um sanduíche embaixo do assoalho e significa centro de gravidade mais baixo e melhor aproveitamento do espaço. E a cabine tem uma célula de sobrevivência superior em carros de sua categoria além dos equipamentos de segurança ativa e passiva.
Se aqui pudesse estacionar de frente para a calçada, o T.25/27 poderia ocupar um terço do espaço que um carro médio/médio grande ocupa para estacionar nas ruas. Afinal são 2.5 metros de comprimento e 1.3 de largura e raio de curva de apenas 6 metros. Um carro normal mal vira em 11m. E o espaço está cada vez mais escasso nas grandes cidades.
Segundo Gordon Murray a posição central é ideal para o prazer de dirigir, apesar de dirigi-lo ser bem mais simples que um carro comum, já que há somente dois pedais e a alavanca da "caixa" de marchas tem somente as posições "Drive", "Ré" e "Neutro", o painel vem completo na versão a gasolina e um pouco mais simplificado na elétrica.
A versão elétrica pesa 680 kg e tem um desempenho bom para a categoria: 0-100 km/h em 15 s (tem nacional 1.0 que não faz isso) e máxima de 105 km/h. E segundo o Gordon o carro usando somente a energia elétrica vindo de fontes como termoelétricas a carvão comuns na Europa emite de 28 a 48 g/km de CO², enquanto um elétrico convencional emite 195 g/km.

O desempenho do motor a gasolina deverá ser um pouco melhor que o elétrico devido a baixo peso: 550 kg. E os indicadores de direção em posição mais alta junto com os espelhos mais próximos da carroceria evitam acidentes com motoboys. A cabine basculante facilita o acesso ao interior do veículo, o problema é as intempéries.

Volvo XC 60: modelo 2011 em versão "aventureira" da V60


Da nova linha 60 da Volvo a primeira a ser lançada foi essa versão aventureira da peruinha V60 (
aqui) a XC60, depois o sedan (também aqui) e e por último e inexplicavelmente, a perua. Agora a versão "crossover" XC60 ganha o ano-modelo 2011. Bem equipada, ela conta com os mesmos recursos da perua e do sedan da linha 60 que conta com suspensão firme, mas sem abrir mão do conforto, e a marca garante maior prazer de dirigir, um novo foco da marca além da tradicional ênfase em segurança.Além do chassi com maior rigidez torsional (isto é, não "torce"), há o chamada Four-C que escolhe uma configuração de chassi como se fosse um carro de corrida. Sim, carros de corrida tem diferentes ajustes de chassi para cada pista e nesse Volvo e na linha 60 tem três modos: Comfort, Sport e Advanced. Sem contar a sopa de letrinhas como controle de estabilidade dinâmico, auxiliar de ladeira íngreme (tanto para subir quanto para descer) e o assistente de reboque que neutraliza a tendência que um reboque tem de "serpentear" em altas velocidades usando os freios em cada roda do carro em velocidades entre 602 e 160 km/h.E o sistema AWD ajuda a economizar combustível ao deslocar a maior parte do torque para um dos eixos, mas para diminuir o substerço e o sobresterço, a distribuição de potência pode ser alterada pelo sistema.E os motores são 3 a gasolina e um a diesel. Começamos pelo mais potente, um seis em linha turbionado de 3.0l que desenvolve 304 cv e tem uma ampla faixa do torque de 44,87 kgm/f disponível na faixa entre 2.100 a 4.200. Depois vem o aspirado 3.2l que desenvolve 243 cv e tem toque de 32,63 Kgm/f, mas para o mercado americano tem a versão PEZE (emissão parcial zero) em que a potência cai para 231 cv e o torque perde 2 kg. A mais modesta é uma de 4 cilindros e 2.0l Turbo de injeção direta, com 203 cv e torque de 30,59 kgm/f a 1.750 rpm.Há a versão diesel com 2.0l, muito apreciada na Europa e proibido aqui, que rende 163 cv com torque de 40,79 kgm/f e emissão de 187 g/km e que na versão ecológica eDrive que emite 154 g/km de CO² e faz bons 17,2 km/l.
Para encarar a terrinha sem dar vexame tração integral, item muito apreciado onde neva.

E assim como a perua V60, a modularidade dos bancos e grande capacidade de carga.