quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ford Mondeo adianta reestilização que será apresentada em Moscou

A Ford se antecipou e divulgou fotos da reestilização do seu sedan médio-grande que ganha alguns retoques e nova motorização. Os novos motores a gasolina Eco-Boost e a diesel Duratorq acompanhados de um câmbio de dupla embragem. O motivo é aumentar a eficiência dos gastos com combustível por quilômetro e baixar os níveis de CO².
O interior ganha novos tecidos, iluminação por LED's, sistema de som com 265 watts de potência e um novo navegador GPS integrado no painel.
"O Ford Mondeo é já um veículo muito bem equipado, pelo que a introdução de significativas alterações em termos de design e, em particular, a extensa lista de novas tecnologias que agora recebe, não temos qualquer dúvida que o novo modelo reforçará a posição de modelo topo de gama Ford na Europa," referiu John Fleming, Chairman e CEO da Ford Europa. "Este é o Mondeo melhor equipado, mais seguro, mais amigo do meio ambiente e com melhor nível de qualidade que lançámos até hoje e completa a renovação da nossa gama do segmento CD em 2010".
Os faróis agora tem iluminação automática e com LED's diurnos, e a grade agora muda o ângulo das aletas de forma a ajudar o motor a encontrar a temperatura ideal nos tempos mais frios.

A versão hatchback também ganha itens "ecológicos" presentes nos outros modelos como os freios regenerativos, antes primazia de híbridos e elétricos, que ajudam a carregar a bateria do veículo.
O sedan também segue o conceito "kinetic design" da Ford européia (não é o mesmo conceito seguido por Camaçari...) onde a fluidez das linhas impera.
As lanternas traseiras agora ganham elementos em LED e a tampa traseira ganha um novo redesenho como essa versão hatch, estendida ao sedan e perua.
Os motores a gasolina são o Eco-Boost 2.01 turbo com potências de 203 e 240 cv e a diesel são os Duratorq TDCi com 2.0l e potências de 115, 140 e 163cv e a nova unidade 2.3l com 200cv.

O resultado são emissões na casa dos 179 g/km de CO² para os motores a gasolina e 139 g/km a diesel, média conseguida graças ao novo câmbio de seis marchas de dupla embreagem.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Honda Accord Coupé também é retocado nos EUA

Ainda na sexta geração, o Honda Accord veio na versão coupé aqui no Brasil. Só que foram vendidas pouco mais de 700 unidades em um universo de quase vinte mil carros. Somando a extinção do Santana, o fracasso do Tempra Coupé e do Tipo três portas, o encerramento da produção do Escort, selou a ausência desse tipo de veículo no mercado nacional. Eram bem comuns, como o Opala fastback, o Maverick dentre outros, quando quatro portas era considerado como taxi. Hoje os quatro portas dominam, e os carros médios e grandes perderam a esportividade, ficando cada vez mais como carros de tiozão.
Mas no EUA e Austrália esse tipo de carro é bem vindo, e há inúmeros exemplos como o coupé Monaro, que virou o Pontiac G8 e que deixou saudade.
E como a Honda americana não dorme no ponto, lançou junto com o sedã (veja post anterior abaixo ou se veio de link direto clique aqui) a restilização do coupé.
Ao contrario do sedan, ele tem um desenho mais leve e alegre, desses que convidam o motorista dar aquela aceleradinha à beira do limite legal. Senão seria somente mais um duas portas de tiozão, desses que tinham aos montes na década de 80. Lembram do Del Rey?
Interior do coupé é menos sóbrio que o do sedan, e sem os apliques de madeira. Vem com bluetooth, sistema de rádio por satélite e sete alto falantes com um sub de 8 polegadas, somando 270 w.
A grade só tem um friso, contra três do sedan e os grupos óticos tem desenho menos angulosos. Na V-6 a caixa de seis marchas é exclusiva da topo de linha EX-L.
A suspensão é a mesma do sedan, com duplo Double-Wishbone na dianteira e a traseira com o consagrado sistema Multilink, que fez muita alegria de dono de Vectra de segunda geração com seu comportamento exemplar em curvas.
As rodas de liga leve de 17 polegadas é da versão com quatro cilindros e as de 18 são exclusivas da versão V6.
Em formato fastback, não espere muito conforto para os passageiros do banco de trás devido à grande inclinação do vidro e colunas traseiros.
As lanternas ganham um desenho mais ao gosto americano e os dois escapes são exclusividade das versões com motor V6.

Honda Accord recebe alguns retoques nos EUA

O Honda Accord lançado em 2008, modelo semelhante ao que é vendido no Brasil, (veja aqui) em terras estadunidenses ganha alguns retoques e motores mais potentes e econômicos para o ano-modelo 2011. Temos que lembrar que nos EUA já houve épocas em que se trocavam de carrocerias de ano em ano, ao contrário daqui, em que um facelift malfeito é realizado de quatro em quatro anos.
"Para 2011, o Accord evolui novamente com um estilo afiado por dentro e por fora, os ganhos de economia de combustível e uma maior aplicação de acessórios populares", disse Erik Berkman, vice-presidente de Planejamento Empresarial e Logística para a American Honda Motor Co., Inc. "O Accord foi concebido para proporcionar uma experiência gratificante e consistente ao proprietário do sedan e coupe nas áreas mais importantes" completa o executivo.
Nesses tempos em que a eficiência é cobrada cada vez mais, o V-6 3.5-liter, 24 de válvulas e SOHC i-VTEC® ganhou melhorias como redução de atrito nas partes internas e manteve outras como o sistema de desligamento parcial de cilindros e rende 271 cv. As caixas disponíveis são de cinco marchas, tanto a manual quanto a automática. O resultado é que ele faz 8,08 km/l contra 7,6 do anterior na cidade e bons 12,75 km/l na estrada, levando em consideração o porte do veículo. Lembre-se que aqui os dados foram fornecidos pela fábrica e em padrão americano. Há ainda o quatro cilindros em linha, 2.4 DOHC i-VTEC 16 válvulas, que fornece, dependendo da versão de 177 a 190 cv.

Interior foi redesenhado, com controles no console central mais usados perto do motorista, e os bancos recebem apoios lombares laterais mais firmes.
A grade agora tem um desenho semelhante ao novo Civic, junto com o para-choque. Os grupos óticos do farol dianteiro não foram alterados assim como o farol de neblina.
Para garantir a segurança dos ocupantes em alguma eventualidade, o sistema ACE distribui e absorve a força do impacto pela estrutura dianteira do veículo, minimizando possíveis ferimentos.
Os freios a disco são nas quatro rodas e as rodas, de aço ou em liga leve (estamos falando dos EUA...) são de 16 ou 17 polegadas, dependendo da versão.

A parte traseira acabou com as mudanças mais significativas, como esses dois refletores ladeados pelas lanternas traseiras que também não mudaram.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Jaguar XKR 75: Comemorando com esporte fino os 75 anos da marca

Depois de fazer uma participação quase figurativa na famosa 24 horas de Le Mans onde obteve sete vitórias, com um XKR GT2, a marca lança uma versão do mesmo carro comemorativa de seus 75 anos.
O Jaguar XKR 75 é uma série limitada a 75 unidades que infelizmente estarão disponíveis somente no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Bélgica e Países Baixos com preços a partir de 85 mil libras (104 mil euros).
Segundo Mike O'Driscoll, diretor geral da Jaguar Cars, "Os XKR 75 proporcionarão aos seus proprietários exclusividade, emoção e uma pitada da grande história da Jaguar. Esta é uma forma adequada de celebrar o 75º ano do nome Jaguar com as credenciais desportivas do XK" completa o executivo.
O interior ganham acabamento exclusivo e uma placa indicativa da série especial. O cliente ainda pode personalizar o carro com faixas que vão dos faróis para o porta-malas em um pacote de personalização em cima do acabamento externo Stratus Grey (veja aqui outro pacote).
E os controles dinâmicos foram revisados para interferir menos durante a condução, ganhando uma calibração mais esportiva.
"Concebemos o XKR 75 como um carro esporte com uma dualidade de caráter que o torna perfeitamente adaptado à condução em toda a Europa, e também para o (circuito de) Nurburgring, completando algumas voltas muito rápidas, para em seguida voltar para casa novamente", acrescentou Mike Cross, Engenheiro Chefe de Veículos.
E essa era uma tradição vinda de alguns modelos esportivos como Type C, D e o popular E faziam tranqüilamente ao contrário de alguns modelos atuais.
Interior ganha um novo revestimento denominado com bancos de couro na cor carvão que ganham costuras aparentes em marfim e o console central tem acabamento Black Piano.

O pacote aerodinâmico foi revisado com novos spoilers dianteiro e traseiro e extratores, ajudando o chassi rígido a equilibrar ainda mais o carro.
O motor ganhou alguns ajustes e pulou de expressivos 510 cv para 530 cv e o torque é de 66,79 kgm/f contra 63,73 da versão "civil".
E o desempenho melhorou com o 0-100 feito agora 4.6 segundos, dois décimos abaixo do modelo normal e a máxima é limitada eletrônicamente a 280 km/h.
E o sistema de escape foi revisado, agora "afinado" para dar um ronco mais esportivo ao coupé e com saídas maiores.

A suspensão foi endurecida em 25% e rebaixada em 1 cm, os freios ganham pinças pintadas em vermelho encobertos pela belas rodas de liga leve Vortex de 20 polegadas.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Agrale Hybridus: sem baterias

E a Agrale resolveu apresentar por essas bandas o seu Hybridus visto antes no Chile (veja aqui), que apresenta algumas inovações, como em vez usar uma bateria pesada, com autonomia limitada e longo tempo para recarga, vem com o sistema ELFA (Electric Low Floor Axle), desenvolvido pela Siemens, e controlado pela central eletrônica DICO (Digital Input Control), que reúne dois ultrapacitores (U’Caps), cada um com 110 capacitores interligados que produzem entre 600 e 700 Volts. Ainda integram o sistema um gerador de energia, com quatro inversores e Breaking Resistor (Resistência Elétrica). Com a tecnologia empregada, esse conjunto substitui as baterias convencionais de chumbo-ácido e até mesmo as de íon de lítio. Seu tempo de recarga é instantâneo e sua vida útil é muito superior a uma bateria convencional.
"A tecnologia já está desenvolvida e o veículo em fase final de testes, permitindo que o ônibus esteja à disposição dos clientes a partir do inicio do próximo ano. A parceria com grandes companhias, como a Siemens e a Marcopolo, contribuíram de forma significativa no desenvolvimento deste projeto", salienta.
Com o conceito ELFA, o Agrale Hybridus é movido por intermédio da combinação dos dois motores elétricos de tração, com indução trifásica, e potência de 85 kW (106 cv) e torque de 22 kgf.m e um motor auxiliar, de indução trifásica, com potência de 20 kW (27 cv) e torque de 6,2 kgf.m e 450-650 V. O motor auxiliar é utilizado para acionamento do compressor de ar, componentes elétricos, sistema de freios, bomba da direção hidráulica e sistema auxiliar de refrigeração. O veículo também dispõe de motor a diesel Cummins, turbinado, de quatro cilindros em linha, potência de 170 cv e torque de 61 kgf.m.
As novidades técnicas incluem dois sistemas de arrefecimento. Um, para a refrigeração do motor a diesel e outro, para os motores elétricos. O conjunto é complementado por ventiladores para o arrefecimento dos U'Caps. Os circuitos de refrigeração funcionam ininterruptamente, enquanto os motores permanecem ligados, o que garante a manutenção da temperatura ideal para o sistema elétrico. O veículo dispõe também de um compressor de ar para alimentar a operação do sistema de freios, o funcionamento da suspensão e a abertura e fechamento das portas.
O sistema ELFA é complementado por um gerador síncrono trifásico com tensão de trabalho correspondente a 650 V e potência de 183 cv e de ultracapacitores (U’Caps) que armazenam a energia cinética gerada em frenagens. Quando a capacidade de energia do sistema está abaixo de 60% de sua capacidade, os ultracapacitores ligam eletronicamente o motor a combustão para restabelecer o nível necessário de energia elétrica. O acionamento do motor a diesel também ocorre em aclives ou partidas que exijam maior torque. O sistema permite total flexibilidade para a instalação dos componentes de controle e tração do veículo e pode ser utilizado em modelos que operam com diferentes tipos de combustível (gasolina, diesel, etanol ou GNV).
Com esse conjunto, o Agrale Hybridus permite economia de combustível em até 30% e na mesma proporção, redução de poluentes. Tem capacidade máxima de partida em rampa de 16,5% e de rampa máxima em movimento de 28%, dependendo das condições de utilização. Outro atributo importante do Agrale Hybridus é a redução do nível de ruído em relação a veículos convencionais.
O veículo das fotos é um Marcopolo Gran Viale montado sobre chassi Agrale tipo Low-Entry (piso baixo), para facilitar o acesso de idosos e portadores de necessidades especiais, com rampa para cadeirantes. A capacidade do veículo é para o transporte de 73 passageiros, dos quais 20 sentados e 53 em pé. O chassi inclui eixos Dana, com suspensão de molas semi-elípticas e amortecedores pneumáticos de dupla ação. E dispõe de sistema de direção hidráulica ZF Servocom, com círculo de viragem de 18,50 metros, estabelecido para as operações urbanas. A transmissão é feita por uma caixa somadora (Summation Box), marca Flender, com relação única de 1:4.
O sistema de freios é a tambor, do tipo S CAM, para as quatro rodas, com opção de disco para as rodas dianteiras e freio motor que funciona como retarder. O processo de frenagem tem início no momento em que o motorista tira o pé do acelerador o que, além de gerar energia para os ultracapacitores, contribui para a economia do sistema de freios. As rodas são de aço estampado, nas medidas 7,5x22,5 e os pneus são do tipo radial, 275/80R22,5.
O Agrale Hybridus possui tanque de combustível com capacidade para 170 litros e o cárter, com filtro, é de 12,5 litros. Para o sistema de arrefecimento do motor, 22 litros, e do sistema elétrico, 19 litros. A caixa somadora do kit ELFA tem capacidade para 3 litros.
Agora sim há uma possibilidade de uma empresa se apresentar como uma visão mais "ecologicamente correta" e até ganhar alguns créditos de carbono. E sem satanizar os carros e motos pelo futuro incerto de pingüins e ursos polares.

A energia gerada para a locomoção do Agrale Hybridus é utilizada para alimentar os motores elétricos nas partidas e no deslocamento do veículo, de forma silenciosa e isenta de poluição. O sistema de armazenamento de energia conta com dois bancos de capacitores (que totalizam 110 unidades), com tensão de trabalho de 360 V e 0,325 kWh de energia total armazenada.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nova VW SpaceFox 2011: Agora no Brasil e com fotos oficiais

Finalmente saiu em material oficial a nova SpaceFox, que agora segue junto com o seu irmão hactback o mesmo padrão visual da familia VW. Misto de monovolume e perua, a Space agrada a maioria dos clientes que não são da marca, já que os clientes mais fiéis da casa de Wolfsburgo ainda preferem o velho Gol. E ainda tem muitos clientes que criticaram a nova geração do carro que usa agora uma nova plataforma derivada do Polo.
Para Fabrício Biondo, gerente executivo de Planejamento de Marketing da Volkswagen do Brasil, "o SpaceFox se caracteriza exatamente pela versatilidade e jovialidade: ele consegue satisfazer a diferentes tipos de usuários, sem comprometimento de uma imagem que reúne o dinamismo à elegância, que está ainda mais forte nesta nova geração".
Na dianteira, o novo design da grade procura passar alguma elegância, onde se destacam os dois filetes cromados. O cromo também está presente de lado a lado na parte inferior, na altura dos faróis de neblina, reforçando a elegância do modelo, e os faróis agora são de duplo refletor.
Vem bastante equipada: sistema coming-leaving home, sensores crepuscular e de chuva, retrovisor interno antiofuscante, retrovisor lateral tilt-down, sensor de estacionamento e computador de bordo com I-System. Além disso, vem de série com trio elétrico, ar condicionado e direção hidráulica. Mais conforto com banco do motorista com regulagem milimétrica de altura com porta objetos na parte inferior, bolsas porta revistas nos encostos dos bancos. Opcionalmente, pode vir equipado com volante multifuncional, idêntico ao usado no Passat alemão, em duas versões: a primeira incorporando os comandos do sistema de som e a segunda agregando, ainda, os controles do I-System e o airbag.
O carro vem com preparação para instalação de som, com antena, quatro alto-falantes e dois tweeters. Há módulos opcionais de equipamento de som: o Módulo Rádio, com rádio com conexão Bluetooth para telefone celular, com entradas USB e SD Card, e o Módulo CD Player, com CD-Player MP3, conexão Bluetooth e entradas para USB, SD Card e i-Pod.
O banco traseiro corrediço, é item de série que possibilita aumentar o espaço disponível no porta-malas que varia de 430 a 527 litros, mesmo com os cinco ocupantes. O portamalas recebeu novo revestimento e agora conta com abertura "soft touch" (sem esforço) e acionamento keyless, através de comando eletrônico. O motor é o 1.6 VHT Total Flex de 104 cv e 15,6 Kgmf, responsável pela aceleração de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos e a velocidade máxima, de 181 km/h a álcool. Opcionalmente, o Novo SpaceFox conta também com o sistema I-Motion, com transmissão automatizada DSG com cinco velocidades (veja aqui).

O painel de instrumentos vem com display LCD, mostradores duplos de quatro agulhas e iluminação azul. A versão Sportline conta de série com computador de bordo com I-System, que incorpora os avisos de elevação da temperatura do líquido de arrefecimento, pressão do óleo e baixo nível de combustível.
O coeficiente aerodinâmico (Cx) do Novo SpaceFox, de 0,336, é 6% menor em relação ao modelo anterior e agora os sinalizadores de direção aos espelhos retrovisores externos é de série. A versão Sportline vem de série com airbag duplo e freios ABS.

Além das pelas novas lanternas, o parachoque traseiro é inteiramente novo, com um elemento horizontal e com retrorrefletores (olhos de gato) integrados. A terceira luz de freio (brake light) agora está incorporada à tampa traseira.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Opel Astra Sport Tourer quer aliar praticidade com esportividade

Enquanto aqui no Brasil temos que nos contentar com a Meriva (veja aqui a 2011) ou a Zafira, caso precisemos de uma familiar da GM, na Europa o braço germânico do grupo Opel oferece sempre uma versão "Caravan" ou Sport Tourer como essa do Opel Astra, que inclusive chegou a ser importada aqui em pequena quantidade na década de 90 com a gravatinha da Chevrolet. Aqui no Brasil daria um bom pega com a Jetta Variant (veja aqui também), mas o Euro mais caro e os impostos de importação fariam o preço dessa perua ficar no patamar de Audis e Mercedes, o que inviabilizaria a sua comercialização.
Em vez de ser uma familiar bem comportada como as Estates da Mercedes por exemplo, ela tem um caráter mais esportivo como o nome diz, de uma legítima Shootin Brake (veja os dois exemplos aqui e aqui).
Sistemas de detecção e aviso de sinais de trânsito no painel para o motorista, sistema Flexride para ajustes dos bancos dianteiros e Flexfold para os traseiros, que são rebatíveis. O carro tem 2,68 metros de entre-eixos.

Iluminação adaptativa é de série e tem um controle auxiliar de estabilidade para reboques e trailers, muito comuns na Europa, enquanto aqui por causa de filigranas legislativas essa é uma opção de lazer quase extinta por aqui.
O interior conta com 25l de porta-objetos espalhados pela cabine e bancos rebatíveis na proporção 40/60 que ampliam o bom porta-malas de 500l para 1.550l.

Como é de praxe na Europa são 8 motores sendo duas novidades: um 1.4 turbo de 120 cv que irá substituir um intermediário 1.6 da linha e com câmbio de seis marchas e um diesel 1.3l de 95 cv com sistema start/stop.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Chevrolet Meriva 2011

A Chevrolet lança agora a versão 2011 da Meriva, que entre as novidades, o rádio integrado com mp3, as rodas herdadas da extinta versão SS e agora duas versões com motor 1.4 Econo.Flex que rende 105 cv com álcool e 99 cv a gasolina e mais duas com a 1.8 "Powertrain" de 112 cv mas acoplado somente com a automatizada Easytronic.
"Desde que chegou ao mercado, o Chevrolet Meriva quebrou vários paradigmas do segmento. Em 2004, por exemplo, foi o primeiro veículo do segmento a ser equipado com motor bicombustível e ainda hoje continua agradando aos clientes do segmento de monovolumes, que buscam veículos com muita versatilidade", comenta José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.
O auto-proclamado 1.4 mais potente no mercado, segundo a GM, na verdade rende um empate técnico com o motor 1.4 16 v do New Fit que rende 100 a gasolina e 101 cv a álcool, e o torque de 13,4 kgm/f ganha por 400 g contra o concorrente oriental. Isso está relembrando a guerra entre o extinto Golf GTi de 193 cv contra o Civic Si de 192 cv. Acontece que o japonês usava gasolina comum e o alemão precisava da premium além de ser turbinado...
A Chevrolet destaca o sistema de som integrado ao painel, composto por CD Player com Bluetooth®, MP3, além de entrada auxiliar e USB.

Opção de motores 1.4 Econo.Flex na Joy e Maxx e 1.8 "Powertrain" sempre com o Easytronic nas versões Expression e Premium.
Outra novidade para 2011 são as rodas de liga de 15 polegadas herdadas da extinta série "esportiva" SS disponível somente na topo de gama Premium.

Espaço de sobra, só de entre-eixos são 2,6 metros, um razoável porta-malas de 390l ( capacidade igual ao do Classic) que sobe para 1.610l com os bancos rebatidos.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Citroën Xsara Picasso Avatar: Mais um "acalma-criança"

A Citroën está vendendo desde o início do mês a série especial Avatar. Você compra uma Xsara Picasso e ganha de brinde um DVD do filme do neo-ambientalista James Cameron Avatar. E você pretende reunir a familia em casa e assistir a fita certo? Talvez, se os pimpolhos não quiserem esperar chegar até em casa podem assistir os extras no caminho graças ao aparelho de DVD, da marca Clarion (assim como a Scenic aqui), com tela de 9,5 polegadas widescreen. O carro conta com entradas do tipo RCA perto da tomada 12V, o que permite conectar outros equipamentos como filmadoras, e o controle remoto do aparelho funciona até no banco dianteiro. Se os ocupantes do carro quiserem escutar o som do DVD, é só sintonizá-lo no rádio integrado do carro que vem de série.
Prático, o DVD vem com dois fones de ouvido sem fio que permitem que os passageiros do banco de trás assistam o filme ou joguem video-game (não incluso) ao mesmo tempo em que os ocupantes dos bancos dianteiros escutem o rádio integrado no painel de série.

A série especial traz de série ainda rodas de liga leve de 15 polegadas "Melbourne" e Rádio CD Player integrado no painel com comando na coluna de direção. O preço inicial sugerido é de R$ 52.990,00.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Range Rover quarentão na linha 2011

O Range Rover está quarentão (veja aqui) e entra na linha 2011 com alguns melhoramentos.
Ganha novidades na tração com melhoramentos no sistema Terrain Response que vem agfora com o Hill Start Assist (assistente para arrancar em ladeiras) e o Gradient Acceleration Control (controle de descidas íngremes) além do Sand Launch Control (controle de arrancadas em areia).
Destaque para os V8 que ganharam alguns melhoramentos também, como o aspirado que é 7% mais econômico mas 25% mais potente e 10% mais "torcudo" que o anterior de 4.4l.
A segurança está garantida com a sopa de letrinhas e um identificador de objetos em ângulos cegos, além de um auxiliar de manobras com reboques sem contar a obrigatória câmera de ré.
O interior está mais sofisticado, com isolamento acústico revisado, novos vidros escurecidos, e para os mais exigentes um som Harman Kardon High Dynamics, com sistema Logic 7 com nada menos que 19 auto-falantes, 15 canais independentes e 1.200 watts de potência.
Além do DVD e tela de 12 polegadas touch screen que acessa as funções do veículo, e os passageiros do banco de trás contam com ajustes elétricos
“O Range Rover 2011 conserva sua posição como um dos carros de luxo mais completos do mundo. Com desempenho de primeiro nível e uma dirigibilidade refinada, combinados com melhoras de alto nível no interior, oferecem um luxo e conforto inigualáveis que mantém o Range Rover como uma clara referência no segmento", gaba-se o diretor geral da marca Phil Popham.

Esquece o manche: agora para acionar o câmbio automático de marca ZF, de seis marchas na versão a gasolina e 8 a diesel, agora é só girar um botão para selecionar as opções P (estacionamento), R (marcha a ré), N (ponto morto), D (dirigir) e S (modo esporte), que se esconde assim que o carro seja desligado. O sistema é semelhante ao usado pela Jaguar (veja aqui).
O motor LR-V8 de 5 litros vem em duas opções: aspirado com interessantes 375 cv e 52,1 Kgm/f e o turbo com 510 cv e 63,7 kgm/f. O desempenho é interessante levando em consideração os 5 metros e as duas toneladas e meia do jipão: 0-100 em 7,6 (A) e 6,2 segundos (T) e máxima de 210 (A) e 225 km/h (T). E tem o diesel LR-TD V8 4.4l de 313 cv e torque de 71,38 cv, faz 0-100 em 7,8 segundos e máxima 210 km/h. Legendas: A=aspirado e T=turbo.
A suspensão é McPherson na dianteira e duplo triângulo na trapézio. Os freios são a disco ventilados nas 4 rodas com pinças de dois pistões e discos de 360 mm na V8 aspirada e de seis pistões e 380 mm nas demais turbinadas no eixo dianteiro. A suspensão é pneumática com controle de altura e a tração é integral com controles de estabilidade, ladeira, tração e ABS.
Apesar de mais potente, o carro está mais econômico em relação às versões anteriores, com consumo de 10,4 km/l na versão diesel, 7,14 km/l na aspirada e 6,71 km/l na turbo. Todos em ciclo combinado (cidade e estrada) europeu. As emissões de CO² estão 14% menores na diesel de 253 g/km, de 348 g/km que é de 7,4% a menos na turbo e de 326 g/km que é de 7% na aspirada.

Oito opções de cores, cinco de rodas de liga e alguns acabamentos confeccionados em aço e titânio, como as saídas laterais, deixam o carro mais personalizável ao gosto do exigente consumidor. O para-choque dianteiro conta com faróis de neblina e o traseiro tem acabamento em aço.