sábado, 28 de novembro de 2009

World of Weels 51

Toda semana no blog World of Weels racing weels, assista:

Novo VW Cross Fox: a raposa com ares de aventura

Carros urbanos com apetrechos de off-road viraram uma praga desde a aparição da Pálio Weekend Adventure. Mas o que importa para quem compra esse tipo de veículo, é o visual fora de estrada e a sensação de que o carro é capaz de enfrentar o festival de crateras, vales e abismos que as autoridades de trânsito e secretários de obras tem coragem de chamar de sistema viário.
Veja o que o vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil, Flávio Padovan diz sobre o veículo: "O veículo incorpora uma imagem de liberdade e ousadia que, no Novo CrossFox, se associa a um nível de sofisticação e conforto superior, cada vez mais exigido pelos consumidores. Da mesma forma que os utilitários esportivos produzidos pela Volkswagen na Europa, o Novo CrossFox prova que é possível unir elegância com robustez e confiabilidade."
Pontos negativos? Maior consumo de combustível devido ao arrasto maior dos pneus meio campo meio cidade causam mais a aerodinâmica afetada pena suspensão alta e pelos adereços aventureiros. E a suspensão mais alta requer um pouco mais de atenção nas curvas para evitar desagradáveis surpresas.
E como os departamentos de marketing adoram criar novos nomes e conceitos para o que existe, inventaram um novo termo: o SUC, de Sport Utility Compact, sendo que o CrossFox de utilitário só tem o estepe preso no porta-malas. Nem bloqueio de diferencial tem, o que garantiria alguma desenvoltura na estradinha de terra que leva à chácara do fim-de-semana em dia de chuva.
Você paga 45 mil só para ter o visual, mas ar condicionado é opcional assim como o espelho retrovisor interno eletrocrômico (antiofuscante), air bag duplo e o volante com comandos do som e I-System. Além do novo painel com computador de bordo com visor com tecnologia TFT e iluminação azulada, o interior ganha revestimentos nos bancos e laterais das portas. Também vem com vidro elétrico nas quatro portas, travamento central, alarme keyless e retrovisores elétricos. E o banco traseiro deslizante continua lá.
Sistema de abertura da quinta porta (porta-malas) continua complicado por causa do estepe, que ganha suporte com acionamento keyless (sem chave). Aliás, o porta malas varia de 260 a 353 litros dependendo da posição do banco traseiro. Agora se for rebatido vai para 1016 litros.
Um novo rack de teto longitudinal com acabamento na cor Satin, mais resistente e aerodinâmico segundo a Volks, já que os teste de aerodinâmica foram feitos em túnel de vento na Alemanha. O teto solar é opcional.
Uma coisa que deveriam resolver é o estepe externo que termina depois do parachoque, o que implica em problemas de segurança em caso de colisões traseiras. Nessas condições não há pescoço e coluna que aguente o tranco. Bem que podia haver alguma instituição que pudesse fazer crash-test para o mercado latino-americano, aí a engenharia acharia uma solução rapidinho.
Como vocês podem ver, o suporte do estepe também recebe modificações e agora está em prata Satin, assim como os simuladores de protetores de cárter e a parte central do estribo.
Destaque para o novo grafismo lateral e as lanternas de neblina que agora incorporam os refletores traseiros. As rodas de liga leve são opcionais com design exclusivo e são calçadas por pneus 205/60 R15. Mais opcionais: ABS, Sensores (de chuva, crepuscular e de ré),
Na dianteira, além da nova dianteira que segue o novo padrão visual da VW, o carro perde aquele "quebra-mato" simulado no parachoque e as luzes milha descem até o spoiler do parachoque onde incorporam as de neblina. Bem criativo.
Para fazer o bichinho correr um motor 1.6 flex de 104 cv com câmbio de cinco marchas, mas não espere muito: 0-100 em 11,3 segundos, máxima de 175 km/h sempre a álcool. Bem que poderia haver a opção do câmbio I-Motion, que já equipa o Polo (veja aqui o que está perdendo), o Gol (aqui) e as versões "civis" da raposa (aqui).
O carro recebe 11 opções de cores, inclusive da conhecida amarelo Ímola e desse laranja denominado Atacama, usado no lançamento. Vem com dois acabamentos internos: malharia Loop Sound e Couro Softline.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Chevrolet Captiva finalmente ganha a linha 2010

Achei que só Sentra estava com ano-modelo atrasado, mas a Captiva só agora entrou no ano-modelo 2010. A GM destaca que as principais novidades para a linha 2010 são as rodas de 17 polegadas com novo design para a versão com motor V6, banco de couro para a versão V6 com tração dianteira, bancos com aquecimento na versão com motor V6 e computador de bordo e sistema de som com controles no volante em todas as versões. A paleta agora inclui a cor cinza Cyber para as duas versões do Captiva e o exclusivo (segundo a GM) branco Ice para a versão com motor V6. As demais cores continuam sendo azul Imperial, preto Ônix e prata Quicksilver.
O Chevrolet Captiva está equipado com o motor GM mais evoluído e potente da categoria no mundo, afinal, não é fabricado aqui. Trata-se do 3.6 litros V6 Alloytec, de 24 válvulas, que desenvolve 261 cv de potência máxima a 6.500 rpm e torque de 32,95 kgfm a 2.100 rpm. Com este propulsor, o Captiva V6 acelera de 0 a 100 km/h em 8s4. Para as versões de entrada um DOHC (Dual Overhead Camshaft, duplo comando no cabeçote), movido a gasolina, com 2.374 cc de cilindrada e 16 válvulas, de quatro cilindros, que desenvolve 171 cavalos de potência a 6.200 rpm, e tem torque de 22,2 kgfm a 5.100 rpm. Com o motor 2.4, o utilitário acelera de 0 a 100 km/h em 11s3.
A sopa de letrinhas que mantém o carro "nos trilhos" está garantida no SUV com o ESP (Electronic Stability Program, Controle de estabilidade), que administra outros sistemas como o ABS (Anti-lock Braking System) e o TCS (Traction Control System, Controle de Tração).
O Chevrolet Captiva tem seis airbags - dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina (para proteção da cabeça no caso de impacto lateral), e os cintos de segurança com pré-tensionadores e apoios de cabeça dianteiros ativos que se movimentam para a frente do veículo no caso de colisão traseira, de modo a aliviar o impacto no pescoço dos ocupantes. Uma sugestão para a assessoria de imprensa, não só da GM, mas das fábricas e importadoras que atuam no Brasil: com tanto lugar legal para fotografar por aí, Ponte Estaiada de São Paulo não dá mais, como diria um crítico de cinema, está ficando "over" demais. Tanto que tinha duas fotos de lá e não postei.
"Trata-se de um dos mais sofisticados veículos do segmento comercializado no Brasil. Tem um design forte, com destaque para a segurança, conforto e desempenho", afirma José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
Bem equipado, espera enfrentar a concorrência que vem renovada como os Mitsubishi Dacar e Outlander, Land Rover Freelander, o imbatível Tucson e para não haver choradeira Kia Sportage, entre outros...
Com duas motorizações, um V6 de 3.6 litros, o mesmo usado no Ômega australiano, e um inédito 2.4l, que não tem nada a ver com a versão rajante que equipou o Vectra, a GM não informou o consumo, que não é o forte da marca.
De novidade mecânica, só as novas rodas de 17 polegadas para essa versão.
A V6, tanto a 4X4 como a 4X2 ganham banco de couro, com opção de aquecimento.
Vários air-bags, computador de bordo e outras amenidades compõe o interior.

BYD e6

Ao contrário dos ocidentais, os chineses fazem tudo mais rápido e mais barato. Afinal eles precisam preencher o hiato entre o atraso do fracassado modelo de socialismo real e o de uma economia moderna. Enquanto alguns modelos de carros elétricos não passam de promessas (veja aqui), apresentam desempenho sofrível (veja aqui um exemplo) ou apresentam um desempenho sofrível encarroçados por fabricantes chineses (outro exemplo aqui), alguns são mais rápidos como a Renault-Nissan, o Grupo PSA Peugeot Citroën e Mitsubishi e a Mercedes que prometem lançar, estão aceitando encomendas ou já estão vendendo unidades de pré-produção.
A BYD, empresa recentíssima no mercado especializada em híbridos e cujos carros lembram, e bem, os modelos da Toyota, e que já assinou alguns acordos de fornecimento de baterias de íons de lítio para grandes fabricantes como a própria, está lançando um veículo totalmente elétrico e acredite, com desempenho e autonomia razoáveis. E o preço de 28 mil euros não será tão razoável assim, apesar de ser mais baixo que os concorrentes japoneses (veja aqui). E ainda teremos que esperar algum crash test, já que os chineses estão bem longe de serem um modelo em segurança. Vamos ver como reage os mercados americanos e europeus a mais esse lançamento.
Ele vem com duas versões, a de 101 cv no eixo dianteiro pode receber mais um motor de 54 cv no traseiro tornando-se um tração integral, o mesmo com a versão de 215 cv.
O desempenho surpreende, apesar de não ser nenhum Audi E-tron (confira aqui caso queira saber do desempenho monstro desse esportivo): 0-100 km/h em 8 segundos e máxima de 160 km/h, um carro a gasolina com essa configuração passa dos 190 tranquilo.
A autonomia é razoável, são 400 km com uma recarga que pode ser feita em 10 minutos em modo emergencial em tomada trifásica de 400v (50% da carga), ou sete horas em carga normal.
O interior comporta cinco adultos e um porta-malas de 450l, o entre-eixos é de 2,80 o que garante um bom espaço para as pernas. Virá com direção hidráulica, vidros e trava elétricos, direção hidráulica, ABS e controle de estabilidade e air-bags frontais.
O crossover contará com CD, pelo menos os mais exigentes poderão escutar música erudita sem serem perturbados pelo ronco do motor, e o câmbio é quase igual um automático: Park, Drive (para frente), Neutral (neutro) e a Ré...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Chevrolet garante boas estrelas em Crash-Test na Europa

E os dois modelos testados serão vendidos no Brasil em breve. Só para silenciar os teclados daqueles malas que adoram dizer que carro nacional é uma porcaria e que somos enganados pelos fabricantes, etc, etc,...
...eles receberam as cinco estrelas nos testes de colisão da Ncap, órgão que avalia a segurança dos veículo na Europa. No Cruze (foto acima) o teste mostrou que um passageiro adulto (em uma eventual colisão ou perda de controle o piloto se torna passageiro, nunca imaginei que ia usar alguma máxima que o Galvão adora falar na F1) estaria bem protegido durante um acidente.
O pequeno Spark (abaixo) também recebeu quatro estrelas devido à proteção só adequada no tórax e joelho de um ocupante adulto, o que em uma colisão grave pode significar algum ferimento. Tanto no Spark quanto no Cruze, a proteção para a vítima de atropelamento está no limite do mínimo aceitável, então dirija com mais responsabilidade. Vou publicar mais resultados de testes da Ncap européia de modelos que serão vendidos aqui no Brasil.
Agora teremos que pensar duas vezes antes de comprar um modelo chinês que recebeu uma estrela ou menos...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

BMW lança a nova Série 5: Desse jeito ficaremos mal acostumados

A BMW apresentou ontem a sua sexta geração do sedã da série 5. Desculpem a demora, mas traduzir 84 páginas e manter o essencial não é fácil e sou um só. É fácil escrever a nova BMW está aqui, mas dar todos os detalhes, só aqui. Vamos lá: No desenho, apesar de manter o estilo "Chris Bangle", o desenho foi suavizado, as arestas aparadas e a identidade BMW com sua grade em duplo rim, faróis duplos e o tradicional recorte da janela traseira foi mantido. Segundo a fábrica bávara, o desenho foi cuidadosamente estudado para o carro passar a quem olha a impressão de ser um produto de um segmento superior. Como se precisasse. A distribuição de peso é de 50 por cento em cada eixo, garantindo um perfeito equilíbrio nas reações do veículo em movimento. Além disso o novo carro já atende a nova norma de emissões Euro 6 com recursos como recuperação de energia em frenagens, direção eletromecânica que "rouba" menos energia do motor e sistema start&stop. A carroceria recebeu itens feitos em materiais mais leves, como as portas em alumínio 23 kg mais leves e aumentou a rigidez estrutural.
A BMW se esmerou para trazer um habitáculo agradável ao motorista e passageiros. No painel destaca-se a tela de 10 polegadas do sistema de entretenimento.
Há pelo menos cinco combinações de cores, três tipos de tapetes com cinco cores cada e três tipos de combinação de cores da cabina com cinco variações a escolher. Vai ser difícil ver uma igual a outra se depender da personalização do interior.
Painel com informações essenciais mais o computador de bordo, controles do volante atendem até celular com Bluetoth.
Interior conta com sistema de som e multimídia com 6 autofalantes e multicanal, teto solar corrediço, trava elétrica das portas, partida do motor sem chave entre outros luxos. E bom espaço para as pernas graças ao bom entre-eixos de quase 3 metros.
Outra novidade da BMW para o Série 5 é o ConnectedDrive, que oferece internet, GPS, sistema de informações para o condutor como situação de tráfego, locais de entretenimento como restaurantes e cinema por exemplo, tudo armazenado em um HD de 12 a 80 GB. Não foi informado se parte desses serviços serão ativados aqui no Brasil.
Se acha que um sistema de ar-condicionado bi-zona é um luxo, o dessa BMW humilha: é quadri-zona com controles independentes para o condutor e para cada um dos passageiros.
O porta-malas em uso normal tem 520 litros, com bancos rebatíveis tamanhos 40/60% garante o transporte da compra do mês e de objetos volumosos, como o novo plasma de 60 polegadas....
Entre os inúmeros porta-trecos de fazer inveja às minivans, destaca-se esse entre os bancos dianteiros com entrada USB e para Ipod.
O painel é um show à parte, com o Head-Up-Display que mostra no parabrisas, informação de velocidade, indicadores do GPS que também informa a velocidade máxima de cada via, e caso haja dúvida o manual do carro é integrado ao sistema iDrive, para resolver qualquer dúvida sobre o carro com informações em texto e imagens animadas explicativas, talvez só assim brasileiro leia o manual do veículo,...
Há um radar dianteiro que alerta o motorista quando ele se aproxima demais do carro da frente, diminuindo as chances de fazer uma frenagem segura, e caso o carro tenha câmbio automático a frenagem e redução de aceleração parciais é feita automaticamente até se obter uma distância segura...
...e em conjunto com a tela de 10 polegadas no sistema Surround View, há um sistema noturno que avisa sobre a presença de pedestres diminuindo a chance de atropelamentos à noite e que facilita as manobras informando a posição de objetos em ângulos cegos do veículo.
Há um assistente de manobras chamado de Distance Park Control que que faz parte do Surround View, ele informa o tamanho da vaga e ajuda a encaixar o carro, desde que caiba nela, o que é informado pelo sistema. Ele também atua usando mais duas câmeras laterais instaladas nos espelhos avisando e auxiliando quando o espaço é estreito, como vagas de estacionamento em condomínios e shoppings. E caso ocorra um atropelamento, o capô se deforma para minimizar os ferimentos na vítima.
Opcionalmente a Série 5 pode receber faróis bi-xenon, adaptação automática dos faróis e sistema de iluminação lateral em curva, regulagem automática do alcance do facho. De série, luz diurna e faróis de neblina, com tecnologia LED.
Discos de freio em alumínio ventilados com pinças flutuantes permitem dosar com precisão a freada. Em algumas versões os discos chegam a 374 mm, o que obriga a utilização de rodas de 17 polegadas e pneus225/55 R 17 nas versões normais e 18 na 550i que usa pneus 245/45 R 18.
Além do ABS, vem com controle de estabilidade dinâmico e automático, auxiliar de frenagens em curva e controle dinâmico da pressão dos freios. Alias, esse controle atua quando houver superaquecimento no sistema aumentando a pressão das pinças e evitando o fading. E para os dias de chuvas torrenciais o sistema seca automaticamente as pinças e os discos deixando os freios sempre em prontidão.
Uma das novidades em que o Série 5 é o pioneiro na categoria é o ECV (Electric Power Steering ou Direção Elétrica Assistida) que varia o número de voltas do volante conforma a velocidade, posição de atuação do controle de estabilidade e tipo de manobra. Se quiser mais emoções o sistema I-Drive seleciona o modo de condução: "Normal", todas as letrinhas da sopa ativas; "Sport", controle de estabilidade reduzido; "Sport +", fortes emoções por sua conta e risco.
A nova Série 5 vem equipada com uma caixa manual de seis marchas, até aí nada demais já que o humilde Siena também tinha uma caixa de seis marchas. A novidade é que há modificações nas engrenagens planetárias e a lubrificação é por carter seco, para reduzir as perdas mecânicas durante as trocas de marcha e reduzir o consumo de combustível.
A caixa automática, ganhou modificações mecânicas que possibilitaram a inclusão de duas marchas a mais que a caixa mecânica, somando oito marchas. A fábrica informa que o consumo é menor do que a caixa manual de 15 km/l, chegando a 16 km/l em uma unidade equipada com motor de seis cilindros, e aumentando o prazer de dirigir quando se pisa mais fundo no acelerador.
Na Europa, duas opções turbodiesel de injeção direta common rail: uma de 3l e seis cilindros que equipa a 530D e 525D e uma de 2l de quatro que equipa a 520D com potências que vão de 184 a 245 cv. O torque vai de 39 a 55 kgm/f entre 1750 a 3000 rpm dependendo da versão. Velocidade máxima varia de 227 a 250 km/h tradicionalmente eletronicamente controlada. Consumos, o forte dos diesel, vão de 15,8 a 20 km/l em ciclo combinado, lembrando que o carro em ordem de marcha pesa mais de 1700 kg. As emissões de CO² atendem já a norma Euro 6.
Para nós pobres mortais que vivem nessa terra de leis ingratas e estatais omissas, quatro opções de motores a gasolina: um 4.3l V8 que equipa a top 550i e 3 de 3l e seis em linha todos de injeção direta que equipa a 523i,528i e um bi-turbo que equipa a 535i com potências que vão de 150 a 306 cv. O torque para esses motores vai de 27,5 a 40,8 kgm/f dependendo da versão. A velocidade máxima varia de 238 na versão de "entrada" a 250 km/h nas demais também tradicionalmente eletronicamente controlada. Consumos vão de 11,7 a 13,1 km/l nessas versões. As emissões atendem à norma Euro 5 de emissões que vão de 177 a 199g por quilômtro de CO². Pelo menos podemos nos divertir.
O V8 twin-turbo (bi-turbo) debita nada menos que impressionantes 407 cv, tem 61,18 kgm/f, além da máxima de 250 km/h. Consumo é de 9,6 km/l em ciclo combinado em norma européia.
Há também o freio de mão eletromecânico. Ele vem com Auto-Hold, que segura o carro no anda e para no trânsito. Pisando no acelerador o freio se solta, travando o carro assim que o freio é acionado novamente.
As novas lanternas agora usam tecnologia LED, e a luz de freios tem dois níveis de acendimento dependendo da intensidade da freada. E a bateria do carro vai no porta-malas, ajudando na distribuição de peso de 50% em cada eixo.
O carro recebe o Integrated Chassis Management (ICM), que "consulta" a "sopa de letrinhas (ABS, ASC, etc...) e dependendo das condições do piso e forma de condução do motorista, ele modifica os parâmetros do controle de estabilidade e da direção eletromecânica adaptativa, tudo para garantir uma boa estabilidade e o prazer de dirigir. O sistema atua em situações de frenagens bruscas.