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terça-feira, 19 de abril de 2011

VW New Beetle: Quase um Porsche

O New Beetle, que apesar de só lembrar o original Fusca no desenho modernizado, se tornou sucesso entre os que queriam um carro com personalidade e que se destacasse na multidão de SUV´s e sedans em sóbrios tons de prata, chumbo, grafite e preto. Quando a VW decidiu renovar o seu carro mais icônico, o desafio foi refrescar o visual sem "estragar" o seu alegre desenho que fez a alegria de descolados, intelectuais ou só de quem gostou de seu desenho.
Houve tentativas de modernização que fracassaram, como a linha "a ar" da Volks alemã na década de 70, o Mini que ganhou uma frente moderninha que não vendeu também nos anos 70 e por aqui o Karmann Ghia TC que foi descontinuado em 1976, mas por causa de problemas de corrosão, enquanto o original sobreviveu até 1974 quase sem retoques.
Tanto que Klaus Bischoff, supervisor de design da Divisão de Produtos VW sob a supervisão de Walter de Silva, designer chefe do Grupo VW, tiveram cuidado de recriar o carro sobre uma ótica mais esportiva, com desenho mais baixo, quase tornando-o um Porsche 356. Se houver alguma versão "saia e blusa" futuramente, periga ela de se parecer com a versão conversível que era mais "quadrada". Afinal o New Beetle se tornou, de ícone popular de acesso ao carro próprio das massas trabalhadoras para um descolado carro cult em sua recriação comprado especialmente por um público jovem. O resultado é que o desenho está mais "másculo" e "musculoso", com o perdão das mulheres que ainda irão continuar a querer um em sua garagem, com o carro mais baixo (1,48 m), mais largo (1,80m) e mais comprido que seu antecessor (4,27m).
Apesar da mecânica continuar a ser a "de Golf", segue no conceito de ser motores econômicos e estão mais eficientes, e pela primeira vez será oferecido com um motor turbo-diesel. É um 2.0l de 140 cv com promessas de consumos na casa dos 12,3 km/l na cidade e 17 km/l na estrada segundo padrão americano e dados, como sempre, fornecidos pelo próprio fabricante. O câmbio dessa versão é um manual de seis marchas, sendo opcional um automatizado de dupla embreagem com o mesmo número de marchas. Outras opções de motores nos EUA são um 5 em linha de 2.5l de 170 cv que faz 9,35 km/l na cidade e 13,2 km/l a gasolina e o mais quente de todos, um 2.0l TFSI de injeção direta que fornece 200 cv (consumo combinado cidade e estrada: 13,5 km/l) e que faz o besouro alcançar 227 km/h, velocidade que nem o Herbie sonhava na época em que estreava aqueles filmes da Disney. O câmbio é de sete marchas DSG também disponível na versão européia de 160 cv acoplado às rodas traseiras por um diferencial com bloqueio. O diferencial também tem função de distribuir o torque para a roda com maior tração evitando derrapagens e escorregões e auxiliando o controle dinâmico. Para evitar filas e desabastecimentos nas concessionárias da marca a VW programou as datas de lançamento que são para setembro/outubro nos EUA, outubro/novembro para a Europa, fevereiro de 2012 na Asia e final de 2012/começo de 2013 na América do Sul, tipo, se sobrar vende aqui também.
Interior conta com seis air-bags, tela sensível ao toque que reproduz CD/DVD e arquiva formatos de mídia em HD de 30 GB. Item de segurança é o destravamento e abertura de portas além de partida sem chave além da carroceria mais rígida que a geração anterior.
Apesar da padronização dos produtos VW, o New Beetle manteve os faróis redondos, mas a abertura do parachoque segue o padrão visual da marca. 15 LED´s fazem a iluminação diurna e também são luzes de posição e os faróis são bi-xenônio.
Aplique na lateral lembra a estribeira do Fusca e o teto está mais baixo lembrando o concept Ragster (veja aqui). O teto solar é panorâmico que bloqueia 99% dos raios UV e 92 da energia térmica e tem abertura 18% maior que o modelo da geração anterior.
Na traseira o carro ganha um aerofólio e as lanternas traseiras "a lá" Panamera segue o padrão visual da marca. Tando a dianteira quanto a traseira ganha elementos triangulares. A coluna "C" está mais larga ajudando na aparência mais musculosa do coupé.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

VW New Beetle: Também dia 18, em três continentes e na maior festa

A VW pretende lançar a nova geração simultaneamente no Salão de Shangai, e em dois shows, um em Nova Iorque com ninguém menos que a banda Black Eyes Peas e outro em Berlim com o duo belga 2ManyDJs. Esses shows serão transmitidos ao vivo em vários países que tem emissoras ou retransmitem a MTV. Quem tiver curiosidade e um inglês razoável pode consultar o site do evento (aqui).
Segundo especulações da blogosfera o carro será inspirado no conceito Ragster (confira o concept aqui). E segundo a Volks a nova geração do besouro terá elementos do carro do povo original mesclado com novas tecnologias com promessas de uma condução divertida e prazerosa para o motorista.
"O Fusca é um ícone do mundo automotivo, assim como a MTV é um ícone do mundo da música. No âmbito desta aliança de marketing, estamos levando o novo Volkswagen diretamente aos nossos clientes e fãs da marca Volkswagen - e estamos fazendo isso globalmente. Estamos certos de que o carro com o novo desenho exclusivo e combinando com a mais recente tecnologia será muito bem recebido pelos clientes", disse Luca de Meo, director de Marketing do Volkswagen Group e diretor do departamento de automóveis de passageiros da marca Volkswagen.

O único "beetle" que os americanos viram no anúncio do Superbow foi esse besouro...

terça-feira, 29 de março de 2011

Linha Volkswagen 2012: Boas novidades e a mesma perfumaria de sempre

A Volks apresenta a sua nova linha 2012 que agora conta com algumas boas novidades na virada do ano/modelo que chegará em abril nas concessionárias. Se o caro leitor pretende comprar algum VW nacional no mês que vem, cheque se o modelo é 2012 ou 2011. O conselho é válido porque o cliente VW sempre faz questão de manter a valorização de seu carro, já que um carro "duas cabeças" ou com ano/modelo defasado dá uma boa depreciação no valor de revenda. Mas se você não liga para isso e as novidades que serão mostradas abaixo não são importantes para decidir a compra, então chore. Chore um bom desconto com o vendedor por conta dessa depreciação, pelo menos você sairá com um carro 0 km com preço de semi-novo. Esse conselho é válido também para outras marcas. Voltando para as novidades da safra 2012 da Volks, são oferecidos rádios, de série, opcionais ou instalados na concessionária da marca com entrada USB para MP3/4 players e pendrives e entrada para cartões SD (aqueles de máquinas fotográficas digitais). Para quem não tem intimidade com a tecnologia, digamos que um pen-drive de 2 GB armazena o equivalente a quase 3 CD´s de dados, e enquanto um CD de música comporta no máximo umas 20 músicas de 4 minutos cada, o nosso pen-drive de 2 GB comporta 512 músicas ou aproximadamente 26 Cd´s de música. Para quem prefere contar com o CD Player, a linha original Volkswagen oferece a opção Single Din, para Gol, Parati e Saveiro, e a Double Din, para as linhas Fox, Golf e Polo. Ambos contam também com entradas frontais para cartão de memória SD-Card e dispositivos USB.
Outro recurso disponível nesses equipamentos é o Bluetooth, que, além de ser uma ferramenta de conversação via celular, que possibilita aos usuários falar ao celular sem tirar as mãos do volante, e também capta os arquivos no formato MP3 armazenados em aparelhos que possuem a mesma tecnologia, sem a necessidade de utilização de cabos. A linha de CD Players possui vários recursos como a interface para I-Pod por meio da entrada USB do rádio. O usuário poderá navegar dentro de todas as suas preferências e playlists criados no "I-tunes". Outro recurso é o "Bluetooth agenda" que permite que os contatos da agenda armazenados no celular do usuário sejam visualizados no display do rádio. O nome do contato que está chamando será mostrado caso esteja na agenda mas caso não estiver na agenda, aparecerá somente o número.
Todos os veículos da marca equipados com os rádios originais e sensores traseiros de estacionamento possuem a função PDC Mute, quando a marcha a ré é engatada, o rádio automaticamente ativa a função Mute, para o motorista ouvir o alerta sonoro dos sensores traseiros de estacionamento e assim evitar possíveis danos no seu veículo e também se for o caso, o de terceiros. E ainda tem o Sistema Interativo Volkswagen I-System, que permite visualizar informações sobre o sistema de som no painel de instrumentos, tais como títulos das músicas, artista e número da faixa em reprodução.
Novidades opcionais são as luzes piscantes de emergência em freadas bruscas, em que o pisca alerta entra em ação quando for detectada uma frenagem de emergência, e o pacote tecnológico I-Trend que acrescenta controle de som pelo volante e rádio com compatibilidade com i-Pods e congêneres.
O Gol "G-IV", que esse blogueiro que vos escreve chama carinhosamente de "Bolinha Fase 3" vem em duas versões Total Flex. A "normal" pode receber o módulo Trend, que inclui, entre outros itens, frisos laterais na cor da carroceria, caixas de rodas pintadas de preto e detalhes internos pintados na cor "Shark Silver". A Ecomotion que pretende economizar 10% em relação ao Gol "normal agora vem com um display digital no painel de instrumentos que indica a marcha correta para aquela condição de uso.
Para quem "matou" a boa e velha Parati antes da hora, a peruinha será sendo vendida na versão 2012 com motor 1.6l em duas versões: a "normal" e a Surf que recebem alterações no acabamento interno, como o novo tecido dos bancos em malharia "Mosaico" cinza. O módulo opcional Trend, inclui detalhes internos pintados na cor "Shark Silver" (molduras dos difusores de ar, gatilhos das portas e painel central) e, exteriormente, caixas de rodas pintadas de preto e lanternas traseiras escurecidas. A Surf tem como novidades internas nova serigrafia do instrumento, novo tecido dos bancos em tear "Alliou" cinza, nova cor dos aros das saídas de ar do painel e detalhes em cor "Shark Silver".
A Saveiro tem novos tecidos no revestimento interno junto também com o novo padrão de iluminação da marca (vermelha nas versões de entrada e branca nas versões superiores). As versões Trooper CS e CE têm novas faixas laterais, lanternas escurecidas, rodas de aço em cor Night Black e preparação para som. Também podem receber opcionalmente as rodas de liga leve escurecidas e assim como a Saveiro Cross, revestimento interno dos bancos e portas em Native Vienna preto.
O veterano Golf recebe algumas novidades cosméticas para enfrentar a concorrência enquanto o "Mark VII", nacional ou mexicano, não vem. Todas as versões agora são equipadas de série com freios ABS, airbags frontais e o I-System. A versão Sportline está mais esportivado, recebendo apliques inferiores em preto fosco no parachoque dianteiro, faróis de neblina com molduras cromadas e saída dupla de escapamento cromada (aparente). Internamente, as modificações incluem novos tecidos dos bancos (couro com tear "Spider" preto), banco traseiro bipartido com três apoios de cabeça (e pelo jeito sem cinto de três pontos para o ocupante do banco central) e painel de instrumentos com iluminação branca. Foi mantida a versão Black Edition, que agora traz novo tecido nos bancos, em couro com tear "Spider" preto. A versão Golf GT 2.0 ganhou banco traseiro bi-partido com 3 apoios de cabeça, retrovisor interno eletrocrômico e sensores de chuva e crepuscular.
O Fox ganha as séries com motor 1.0l SilverFox e BlackFox que vêm com perfumarias como os logotipos de identificação nas portas dianteiras e tampa traseira, manopla da alavanca de câmbio exclusiva, piscas laterais nos retrovisores, faróis duplos com máscara negra, antena no teto, lanternas traseiras com lentes escurecidas e faróis de neblina. Esses dois modelos podem vir equipados com o módulo I-Trend, que acrescenta, entre outros itens, I-System, CD-player com interface para iPod, volante multifuncional, quatro altofalantes e dois tweeters. A linha Fox ganha o terceiro apoio de cabeça para o banco traseiro, que é item de série para as versões Prime e CrossFox e opcional para as versões 1.0 e 1.6. O CrossFox traz como novidade uma alteração no visual externo, com a adoção da cor cinza Ubatuba em detalhes externos. A nova cor foi escolhida para se destacar mais nos carros de cor prata, onde no acabamento anterior, em tom semelhante ao da carroceria, era quase invisível.
O Voyage vem com módulo Trend opcional no 1.6. Na Comfortline 1.6l incorpora novos faróis dianteiros com máscara em cromo escurecido, bolsa porta revistas nas costas dos bancos dianteiros, adesivo de proteção nas soleiras das portas dianteiras e nova serigrafia e iluminação do quadro de instrumentos com novas cores para iluminação, sendo vermelha nas versões de entrada e em cor branca nas versões superiores. Vem opcionalmente com pacote I-Trend, e a versão Comfortline virá opcionalmente com o revestimento interno em Native Vienna.
O BlackFox exclusivo com motor 1.0l traz o exclusivo preto perolizado Magic e vem equipado com rodas de liga leve 15" "SPA" na cor "Edelstahl" revestimentos dos bancos em tecido malharia "Spacer" cinza, coluna B com adesivo preto, volante com design diferenciado, parachoques dianteiro com friso cromado na grade inferior, espelhos de cortesia dos parassóis com iluminação, spoiler traseiro e maçanetas das portas na cor do veículo.
Interior do BlackFox com logotipos de identificação nas portas dianteiras e tampa traseira, manopla da alavanca de câmbio exclusiva, piscas laterais nos retrovisores, faróis duplos com máscara negra, antena no teto, lanternas traseiras com lentes escurecidas e faróis de neblina. De série, também no SilverFox (abaixo), o módulo I-Trend, que acrescenta, entre outros itens, I-System, CD-player com interface para iPod, volante multifuncional, quatro alto-falantes e dois tweeters.
O SilverFox também com motor 1.0l traz a exclusiva prata Sargas e vem equipado com rodas de liga leve 15" "SPA" em preto Ninja, revestimentos dos bancos em tecido malharia "Spacer" cinza, coluna B com adesivo preto, volante com design diferenciado, parachoques dianteiro com friso cromado na grade inferior, espelhos de cortesia dos parassóis com iluminação, spoiler traseiro também na cor preto Ninja e maçanetas das portas na cor do veículo.

sábado, 12 de março de 2011

VW Bulli: Reedição da Kombi não irá atender o japonês da feira

A boa e velha Kombi está com seus dias contados por força de decreto. Em 2014, quando for obrigatório a adoção de air-bags e abs, a nossa velha conhecida irá nos deixar para desespero do pessoal da feira, desde o japonês que frita pastel, do baiano da banca de fruta, do paraíba especializado em verdura passando pelo mineiro que traz queijo fresco, meia-cura e aquela goiabada cascão direto da roça.
Foi assim com o Vocho, a versão mexicana do nosso Fusca, que era adorado pelos taxistas de lá mas com o decreto que obriga os táxis de lá a ter no mínimo quatro portas também obrigou o fim da produção de lá. Os tecnófilos estão felizes com esse conceito elétrico, mas com plataforma pronta para receber um mais realista motor a explosão. E se confirmar a sua fabricação no México poderia vir para cá, sem a cobrança de impostos de importação via acordo Brasil-México.
O que eles esquecem é que essa nova versão da Kombi, chamada pelo carinhoso apelido dado pelos alemães, Bulli é só uma minivan quem mesmo em versão comercial não teria todo o espaço e a praticidade que a velha Kombosa tem, mesmo com o motor traseiro praticamente roubando espaço da porta traseira. Uma marca registrada desde os primórdios de sua fabricação em 1950 quando aproveitava o motor boxer do Fusca.
A Volks afirma que a Bulli é a reedição da "primeira van mundial" mas esquecem da Tempo Matador que foi lançada meses antes com o mesmo motor, só que com tração dianteira, cuja empresa foi absorvida pelo grupo Daimler (Mercedes) na década de 60. Outra pioneira, que hoje faz parte do Grupo VW é a DKW com seu F89 lançada dois meses após a Matador, em novembro de 1948. Também tinha tração e motor dianteiros liberando o compartimento o acesso pelo piso da parte traseira do compartimento de carga. E só em março de 1950 é que a velha Kombosa saiu das linhas de montagem e sete anos depois viria para São Bernardo do Campo para nunca mais sair de linha. Pelo menos até agora...
Voltando ao presente, e talvez futuro, essa revisão do conceito Microbus apresentado em 2001 está praticamente pronta para ser produzida. A plataforma flexível poderá receber motores 1.0l e 1.4l a combustão e relativamente potentes graças ao downsizing motorizado e que também poderá ser feita em diferentes tamanhos para se adequar às peculiaridades dos mercados regionais. Em tamanho compacto, esse conceito tem 3,99 metros de comprimento, 1,75 de largura e 1,70 de altura, esse monovolume pode servir de taxi ou furgão comercial com relativa desenvoltura nos grandes centros congestionados das grandes metrópoles.
E voltando aos tecnófilos, meus caros, se a Kombi sobreviveu até hoje e será retirada de produção por decreto, não é o mercado aqui que é atrasado mas o conjunto das qualidades do veículo que se fazem impor. Agora tentem convencer o feirante e o pequeno empresário que há coisa melhor no mercado...
O painel remete a simplicidade de sua inspirado e o multimídia é controlado pela onda do momento, um tablet como o i-Pad afixado no console central que também controla o sistema de climatização e aquecimento. O quadro de instrumentos é composto por um grande velocímetro que circunda um display que exibe informações do veículo e do multimídia controlado pelo tablet.
Apesar de compacta, tem espaço de sobra para seis pessoas e ainda sobra 370l para a bagagem. Se precisar de mais espaço, 1.600l são possíveis com os bancos traseiros rebatíveis na proporção um terço/dois terços (40/60) abaixados ou que podem formar uma confortável cama.
A versão elétrica tem 115 cv e torque de 27,5 kgm/f e leva o veículo aos 100 km/h em 11,5 segundos. A máxima é de 140 km/h e as baterias podem ser recarregadas no modo carga rápida em uma hora e dão 300 km de autonomia.
O entre-eixos é de generosos 2,62 m ladeado pelas exageradas rodas de 18 polegadas, que virão menores em uma possível versão de produção. Essa pintura "saia-e-blusa" que relembra a Kombi Lotação era chamada de "Samba" na Europa.
Faróis, lanternas e luzes indicativas e diurnas seguem a nova linguagem visual da marca e são compostas por LED´s. A tampa do porta-malas segue o mesmo desenho do conceito antecessor Microbus, mostrado em 2001 no auge do sucesso do New Bettle...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

VW Gol Vintage: Agora são 30

Feito para comemorar os 30 anos do Gol, a versão conceito Vintage do novo Gol da VW agora foi extendida para 30 unidades, uma para cada ano de fabricação do modelo campeão de vendas, com direito à uma guitarra Tagima personalizada especialmente para essa versão (veja aqui a versão apresentada em abril do ano passado). Para manter a exclusividade de cada carro, todos receberão uma numeração exclusiva e o proprietário receberá um certificado especial da série. As rodas de liga leve aro 16 com 4 furos desenvolvidas para essa versão são brancas e utilizam pneus 205/45 R 16 e o motor é o conhecido 1.6 Total Flex. No interior em cinza antracite detalhes em branco como a parte central e as costuras dos bancos revestidos em couro e painel das portas. O volante recebe acabamento em couro perfurado e o quadro de instrumentos, portas, para-sóis, espelho retrovisor interno e alças de segurança serão em cinza Antracite. Os sobretapetes em Antracite trarão detalhes brancos e a iluminação do painel será em LED da mesma cor, com display em vermelho. Os aros do cluster, dos difusores de ar, da alavanca de cambio, gatilhos das portas, esquemas de marcha também serão brancos.
A guitarra Tagima que acompanhará cada unidade foi desenvolvida exclusivamente para a série, assim como o cabo Sparflex que permite a conexão. O instrumento terá sistema de pré-amplificação interno que permite conectá-lo ao sistema de som do carro por meio de uma entrada especial.
"Sem dúvida, será a série mais exclusiva que a Volkswagen do Brasil já fez na sua história", afirma Luiz Alberto Veiga, gerente-executivo de design da Volkswagen do Brasil e um dos responsáveis pelo projeto. Para quem estiver interessado nessa versão exclusivíssima o preço sugerido é de R$ 52.180,00.
Por dentro teto, colunas e bancos revestidos de couro são cinza Antracite. Os bancos contarão com faixas centrais e detalhes perfurados em branco.
Sobre o capô dianteiro há uma faixa preta contrastando com o branco da carroceria e os aros do farol de neblina também são em branco.
A carroceria e as rodas são brancas, com excessão do capô, teto e tampa traseira que são pintados cuidadosamente à mão em preto.
O modelo traz ainda faixas laterais exclusivas com o nome da série, presente também na tampa do porta-malas.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Mental Breakdonw: Kombão Nervoso

Quando escrevi no post da Millyard V10 (veja aqui) que o Salão de Essen mostra o mais bizarro e surpreendente no mundo automobilístico e também motociclístico não estava exagerando. Um desses exageros, se bem que perto de um dragster "normal" ele se mostre bem comedido, é o Mental Breakdown que usa como base nada mais que a nossa velha conhecida Kombi de primeira geração.
Com um V8 Hemi de 8.4l e 1.700 cv preparados pelo especialista Keith Black, ele é ainda modesto perto de alguns dragsters profissionais que costumam ter 5 vezes mais potência e alguns chegam a dar trabalho para turbinas a jato que também participam da modalidade. A única parte original que sobrou foi a parte dianteira da cabine quase rente ao chão, aonde se aloja o piloto. O restante é montado sobre um chassi tubular sob medida, com o motor em posição ideal que é a central entre-eixos e um imenso aerofólio para garantir que as enormes rodas tracionantes do eixo traseiro fiquem pregadas na pista.
O criador, o inglês Wayne Allman, se diverte colocando motores "inadequados" nos mais diferentes veículos, como essa Kombi que trocou o motor 1.500 por um 8.400.
O lendário Hemi preparado por Keith Black usa compressor para ter 1.700 cv, bem longe dos 36 cv originais de quando foi lançada há 60 anos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Recall da VW Kombi: escapamento pode trincar.

A Volkswagen convoca os proprietários da Kombi, a agendar a partir do dia 23 de novembro, em uma concessionária da marca, a inspeção e instalação de suporte no sistema de escapamento.
A marca constatou que em algumas unidades a possibilidade do surgimento de trincas no sistema de escapamento. A utilização nessa condição pode causar a quebra do componente, provocando forte ruido. E se o condutor insistir no uso nessa situação, em casos extremos, pode causar incêndio no compartimento do motor. Os carros convocados são no total 49.000 unidades do modelo no Brasil que abrangem os chassis ano 2009 de 9P 019 162 a 9P 999 999, 2010: AP 000 001 a AP 999 999 e 2011: BP 000 001 a BP 013 884. Para esclarecer qualquer dúvida e verificar o concessionário mais próximo, consulte o site (aqui) e o fone:
0800 019 8866

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

VW Passat CC: sedan esportivo ganha versão mais nervosa

A VW estréia a sua linha esportiva R-Line em terras brasileiras ao trazer o Passat CC R-Line para o Salão de São Paulo. Além do Passat CC cinco modelos já fazem parte deste programa: o Golf R-Line, Scirocco R-Line, Tiguan R-Line e o Passat e Passat Varian R-Line. O carro recebe itens alusivos à linha como as quatro soleiras de portas personalizadas sendo as dianteiras com o logotipo R-Line, além dos bancos esportivos.
Bem equipado, o sedan vem com itens de conveniência como o comando das trocas de marchas por meio das teclas junto ao volante, ou seleção automática. O display multifuncional indica a ocorrência de eventuais inconvenientes, como a perda de pressão dos pneus e permite diversas visualizações e configurações.
O modelo conta também com freio de estacionamento eletrônico com função “auto hold”, que mantém o veículo estático, independentemente da inclinação do piso, enquanto o pedal do acelerador não voltar a ser pressionado (evitando que o condutor tenha que manter o pedal do freio acionado) e sensor de chuva e piloto automático.
Mas o principal atrativo desse carro está embaixo do capô, com um V6 que rende 300 cv a 6.600 rpm e com torque de 35,6 Kgf/m a baixas 2.400 rpm, com transmissão integral permanente 4Motion e o câmbio automatizado DSG Tiptronic de seis marchas, que habilitam o sedan a chegar aos 100 km/h partindo da imobilidade em 5,6 segundos e a máxima é limitada a 250 km/h.
Vem com volante esportivo de três raios com acabamento em couro e comandos multifuncionais também com o logo R-Line.
As rodas de liga exclusivas R-Line tipo “Mallory” vem com pneus 235/40 e 18 polegadas
O Passat CC ganha spoiler dianteiro e as saias laterais, ambos pintados na cor do restante da carroceria.
O pacote também inclui lanternas traseiras escurecidas, sistema Park Assist com câmera de ré e ACC – Controle Automático de Velocidade e Distância.

sábado, 13 de novembro de 2010

VW L1: Sucessor do 1-Litre Concept promete ser o veículo mais eficiente do mundo

Foto abertura: Salão de São Paulo; Demais fotos: VW
Em 2002 a Volks apresentou ao mundo o 1-litre (veja aqui) e em 2009 no Salão de Frankfurt (veja as outras atrações desse salão aqui) foi apresentada a segunda geração do que a marca considera o carro mais eficiente do mundo. O 1-litre devido ao tipo de construção e de materiais na carroceria seria inviável comercialmente, mas a marca arregaçou as mangas e conseguiu mostrar um carro que agora está mais próximo da viabilidade comercial.
Apesar desse carro não ter nenhum enfoque ecológico, ele é ambientalmente correto pelo fato de se buscar uma maior eficiência energética. Duas das principais metas para quem quer construir um carro eficiente é diminuir o peso que melhora o desempenho e o comportamento dinâmico além da economia de combustível, e melhorar o coeficiente aerodinâmico (Cx) que também reduz o consumo de combustível ao diminuir o arrasto aerodinâmico. A carroceria pesa somente 380 g, 90 quilos a mais que o 1-Litre, e o Cx aerodinâmico é de míseros 0,195, o mesmo número do modelo da geração anterior. Lembre que um carro vendido atualmente tem Cx entre 0,30 e 0,40 e que os mais aerodinâmicos conseguem Cx no máximo entre 0,25 e 0,28. As rodas traseiras são totalmente cobertas e os pneus Michelin são de baixa resistência ao rolamento (Energy Saver, 95/60 R16 na dianteira e 115/70 R16 na traseira). A parte inferior do carro também é totalmente coberta e o motor diesel é resfriado por tomadas de ar integradas às laterais da carroceria. Elas abrem e fecham automaticamente, de acordo com a necessidade de refrigeração e a velocidade do veículo. Para Walter de Silva, Chefe de Design do Grupo Volkswagen, “o design do L1 redefine as características clássicas e estéticas dos veículos. É especialmente importante a forma como suas linhas, como as de um foguete, capturam as atenções. Todas as suas partes móveis estão integradas com tanta precisão que a carroceria lembra um míssil ou avião a jato. É uma carroceria que corta o ar com mínima resistência aerodinâmica. Usar o padrão típico, com faróis convencionais e uma grade de radiador ao centro seria totalmente inapropriado neste caso”, explana de Silva. “Foi por isso que escolhemos um layout mais minimalista e integramos os faróis numa faixa horizontal neutra que passa uma impressão mais forte e contemporânea.” O chefe de Design do Grupo continua: “de certa forma, aplicamos os mesmos princípios da dianteira do Scirocco, onde os faróis são unidos por uma faixa preta brilhante e o logotipo da marca também é colocado no capô do motor. Isto enfatiza o caráter dinâmico deste carro." Segundo De Silva, “as mesmas características de estilo da dianteira se repetem atrás nas lanternas, que integramos às grades das duas saídas de ar, gerando uma aparência ainda mais aerodinâmica. Outro item de identificação é a saída de ar diretamente atrás do cockpit, um elemento gráfico quase abstrato que reforça a estética intencional deste veículo.”
Agora a marca revela dados de desempenho, com o 0-100 km/h em torno de 14,3 segundos e a máxima é de 160 km/h. Temos que levar em consideração que a proposta do veículo é te levar do ponto "A" para o ponto "B" com a máxima economia de combustível possível. E a motorização escolhida é um "meio" motor a diesel com 0,8l e potência de 27 cv e torque de 10,2 a 1.800 rpm no modo "Eco" e de 39 cv no modo "Sport", ambas a 4.000 rpm. E para economizar ainda mais combustível tem sistema start&stop que desliga o motor automaticamente quando o carro está parado e auxílio de um motor elétrico de 14cv que trabalha em modo híbrido paralelo, junto com o câmbio automatizado DSG. Com isso a autonomia com o tanque, que cresceu de 6,5l para 10l, foi para 670 km já que o consumo médio do carro é de 1,38l de diesel por 100 km na medida européia o que nos dá uns bons 72,5 km/l. O "meio" é pelo fato do motor do L1 ser metado do 1.6l TDI (turbodiesel de injeção direta) de quatro cilindros usado no Golf e no Polo europeus. Agora bicilindrico e naturalmente aspirado, mantem alguns melhoramentos como melhorias no sistema common rail, sistema de injeção extratificada e melhoramentos na refrigeração do motor.
O "cockpit" recebeu melhorias como sistemas de controle "touch screem", quadro de instrumentos em display e sistema de câmeras que substituem os retrovisores, se bem que legislações restritivas e retrógadas podem obrigar a volta dos retrovisores. O acesso é feito por uma cobertura que se abre lateralmente e como não há janelas, o ar condicionado é obrigatório. Show à parte é a nova tecnologia CFRP que promete pesos e preços reduzidos. Consiste em plástico reforçado com fibras de carbono que revestem o chassi tubular, também em CFRP. Com isso a carroceria pesa somente 124 kg, menos que uma CG 125 Fan. Outra vantagem do material é a sua extrema resistência e a facilidade com que esse material é moldado através da conformação (prensagem). A carroceria tem ainda espaço para um porta-malas de 50 litros.
A VW pretende lançar o veículo em 2013 e para quem esperou 8 anos, mais 2 não serão problema se souber controlar a ansiedade.
A "cabine" tem inspiração aeronáutica, cuja disposição dos bancos em tandem e a abertura lateral do "canopi" é inspirada nos planadores e ajuda a "emagracer" a área frontal do veículo. Há uma área transparente no teto para visualizar os semáforos.
O painel não lembra em nada a simplicidade franciscana da geração anterior, o quadro de instrumentos agora é digital, os controles estão em 180º em torno do motorista e os retrovisores foram substituídos por câmeras e monitores.
A dianteira agora exibe a nova linguagem visual da marca e os faróis continuam totalmente construídos em LED's. Para não prejudicar o Cx, a grade foi substituída por uma faixa contínua e o logotipo deslocado para o capô.
O perfil afilado do carro lembra uma aeronave ou um míssil. Agora o motor diesel tem 0.8 cm³ e tem um câmbio automatizado DSG de sete marchas. Entre os dois há um motor elétrico que auxilia nas acelerações.
As lanternas traseiras também continuam em LED's e a grade traseira reforça a impressão de "míssil" da caroceria. Os extratores não estão ali à toa, servem para "alongar" o perfil aerodinâmico.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Recordar é viver - VW 1 Litre Concept: Carro-conceito de 2002 promete chegar às ruas esse ano

Após a Segunda Guerra Mundial, alguns fabricantes lançaram micro-carros e triciclos de baixo custo como os alemães da Messerschimitt e Gogomobil, os italianos da Iso com a Iseta que inclusive tirou a BMW da falência ao vendê-la sobre licensa em sua terra natal, os triciclos ingleses Bond e Regal, dentre outros. Com a recuperação econômica na década de 50 e 60 os fabricantes mais tradicionais lançaram carro populares como o Fusca, Citroen 2 CV, Mini, Fiat 500 e 600 com preços relativamente acessíveis às camadas populares e com financiamentos de longo prazo. Com isso o mercado de mini-carros praticamente se extinguiu no velho continente, teve alguma sobrevida em alguns países do então chamado terceiro mundo para então dar lugar aos populares que também dominaram esses mercados.
Com o inchaço das metrópoles e agora o chamado aquecimento global antropogênico, os governos e prefeituras estão emitindo leis restritivas e sobre-taxando veículos que façam uso de combustíveis fósseis. Com isso tornou-se imperativo fazer carros menores para o deslocamento urbano. Além do smart, do inchado Mini e do novo 500 que ganhou recentemente um bicilíndrico de 900cm³, há o projeto da BMW chamado Megacity que pode ser o futuro BMW-Isetta, além do Renault Twizzy (veja aqui) e do Nissan Land Glider (e aqui) dentre outros. Mas a Volkswagen já estava mexendo os seus pauzinhos e no longínquo ano de 2002 apresentou um projeto de micro-carro: o 1 Litre Concept.
O carrinho é feito de ligas metálicas leves e fibra de carbono, o que lhe dá o peso-pena de apenas 290 quilos e ajuda o motor monocilíndrico a diesel de apenas 300 cm em posição central-traseira, um pouco antes do eixo traseiro, a dar uma aceleração mais alegre e reduzindo consumo e emissões. Com 8,5 cv a 4.000 rpm, o motor de injeção direta e bloco e cabeçote em alumínio ajuda na impressionante marca de 101 Km/l ou como quer os alemães que batizaram o projeto de 1 Litre, 0,99l a cada 100 km. Com o minúsculo tanque de 6,5 litros que é menor que o de muita moto, a autonomia é de 650 quilômetros. O câmbio é seqüencial de seis marchas acionado por uma alavanca de mudanças na cabine. A suspensão dianteira é composta por duplo wishbone (duplo A se preferir) e a traseira é por eixo De Dion, em que o diferencial é fixo na carroceria e os semi-eixo são oscilantes. Isso ajuda a baixar o centro de gravidade e dar mais estabilidade ao carro. Os pneus tem baixa resistência ao rolamento e as rodas de 16 polegadas são de liga extremamente leve e compósitos. O porta-malas tem capacidade para microscópicos 80 litros.
Apesar de aparentar certa humildade franciscana, o carrinho tem ABS, controle de estabilidade, air-bag para o motorista e a cabine tem zonas de deformação e célula de sobrevivência com resistência equivalente à gaiola de proteção de um carro da categoria GT. Como a marca não divulgou dados de desempenho, fica difícil dizer se o carrinho conseguiu ser ultra-econômico e com desempenho de gente grande. A fábrica prometeu que o veículo estaria disponível para esse ano, refez o projeto que foi batizado de L1 e afirma que em breve estará no mercado. Será um novo Fusca?
Dois lugares em tandem, isto é, o "piloto" no banco dianteiro e o passageiro no traseiro e o "canopi" abre lateralmente para dar acesso à cabine.
O interior simples já previa a substituição dos retrovisores por monitores dentro da cabine que recebe um volante comum.
A cabine estreita tem somente 1,20 m de largura, e junto com o desenho bem aerodinâmico contribuíram para o baixo Cx: só 0,159.
O bom perfil aerodinâmico o baixo peso de 290 kg contribuíram para o consumo de somente 0,89 l/100 km ou impressionantes 101 km/l
Lanternas e faróis integrais em LED's quando a moda na época eram os concepts com faróis utilizando fibra ótica.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

VW Polo Bluemotion: O pioneiro em eficiência sustentável dá às caras no Salão de São Paulo

Foto abertura: Salão de São Paulo; Demais fotos: VW
Lançado no ano passado, o VW Polo Bluemotion firmou o modelo como "mula de testes" da marca para estender aos outros modelos alguma novidade técnica. Primeiro foi o Bluemotion, depois o E-Flex que dispensa o perigoso tanquinho no cofre do motor, que é substituído por resistências que aquecem o álcool antes de ser injetado, facilitando a partida nas manhãs frias. A gauchada deve ter adorado...
Depois veio outro pioneirismo, o cambio automatizado Imotion (veja aqui) que depois foi estendido à nova família Bx (veja aqui e aqui) e também para a família da raposa (também aqui e aqui). Como estava devendo o Polo Bluemotion, aproveito o gancho do Salão de São Paulo onde foi exposto junto com os novos modelos Bluemotion Gol e Fox que serão comercializado sem 2011. Dos três, é o mais eficiente já que consegue diminuir em até 15% o consumo de combustível, contra 10% do Fox e 8% do Gol. O motor é o 1.6 EA 111 que também equipa o Fox Bluemotion, que leva o carro para os 100 km/h em 11 segundos quando abastecido com álcool.
Leves e compactas, as rodas especiais de liga de alumínio Jerez, de aro 14”, fazem o conjunto pesar menos. Além disso, o jogo de pneus “ecológicos” 165/70 R14 usados no modelo também cumpre uma função ambientalmente adequada ao diminuir a resitência ao rolamente em até 32% quando devidamente calibrados. A sílica presente em sua composição diminui o atrito com o piso (sem diminuir a aderência), o que exige menos esforço do motor para tracionar o veículo com eficiência e segurança. Quem quiser levar um para casa precisa desembolsar a partir de R$ 46.270.
Entre os itens de série, o veículo vem equipado com ar-condicionado Climatronic, rádio CD Player MP3 com conectividade Bluetooth, entrada para SD card e para dispositivos USB, quatro alto-falantes e quatro tweeters.
No interior a cor azul foi utilizada no assento e encosto dos bancos e na lista de opcionais vem travamento central das portas com controle remoto e dispositivo de segurança, retrovisores e vidros elétricos, alarme com imobilizador eletrônico, airbags frontais, freios ABS e o Sistema Interativo Volkswagen I-System
A grade vem com menos aletas, para gerar menos turbulência com o carro em movimento. O modelo também ganhou um spoiler integrado ao pára-choque e suspensão levemente rebaixada, em 1,5 cm, o que melhora a penetração aerodinâmica.
Com a mesma finalidade aerodinâmica, há um spoiler integrado ao pára-choque traseiro e um aerofólio no alto da tampa do porta-malas. Os limpadores de para-brisas dianteiros e traseiro são equipados com as novas palhetas Aerowisher, com varredura mais eficiente.

VW Novo Gol Bluemotion Tecnology: A eficiência "sustentável" chega ao best-seller da marca

A palavra "sustentabilidade" é o mote da vez e cada vez mais consumidores querem mostrar aos outros que estão seguindo essa tendência. A VW atenta já tinha lançado o Polo Bluemotion ano retrasado, agora estende essa opção mais eficiente ao Fox (veja aqui), e agora ao novo Gol. Não confunda com o velho Gol na versão Ecomotion (o "Eco" vem de economia, veja aqui o porquê).
Vem com todas as melhorias que garantem maior eficiência no consumo de combustível e de quebra uma redução nas emissões de CO² e de alguns poluentes.
A versão escolhida é a 1.0 e VW conseguiu uma redução no consumo na casa dos 8% e o carro vem recheado (para um mil...) de equipamentos de série e de opcionais somente o pacote porta-objetos. Ar condicionado nem como opcional, se bem que o público franciscano que compra esse tipo de veículo dificilmente faz questão do acessório. O revestimento lateral e das portas é em tecido Mas equipamento de série interessante é o imobilizador eletrônico e para quem carrega celulares e outros "gadgets" (tranqueiras eletrônicas como MP3, 4, celulares, palmtops, notebooks, etc..) há tomadas 12 volts no carro.
A nova calibragem da central eletrônica do motor não afetou significativamente o desempenho do carro, que faz o 0-100 em razoáveis 13 segundos e chega aos 167 km/h quando abastecido somente com etanol. A potência do propulsor fica em modestos 72/76 cv (G/E) a 3.850 rpm e o torque em 9,7/10,6 kgm/f (G/E) a altas 5.250 rpm. Para variar a Volk também não informa o consumo do veículo, o que é uma pena, já que não dá para verificar em quanto o carro ficou realmente mais eficiente. Quando as etiquetas de eficiência que já são referência na compra de eletrodomésticos chegar aos carros de modo obrigatório, a vida desse blogueiro e dos consumidores em geral ficará bem mais facilitada.
Interior ganha porta-revistas no banco do passageiro, banco do motorista com regulagem de altura e espelhos cortesia.
O quadro de instrumento vem com hodômetro parcial, velocímetro e econômetro no computador de bordo.
O carro também adota pneus verdes na medida 175/65 R14, que calçam rodas de aço com supercalotas, que tem baixa resistência ao rolamento e ajuda a diminuir o consumo.
A tampa do porta-malas recebe a identificação da versão e os passageiros do banco traseiro tem que se virar com os cintos não retráteis.