Leia a declaração abaixo, toscamente traduzida pelo Google Translator e revisada pelo blogueiro:Assinatura da Carta de Intenções sobre a introdução ao mercado de veículos elétricos com o desenvolvimento de células de combustível.
"Setembro de 2009, 9 - Stuttgart - Hoje, a Daimler AG anunciou que os principais fabricantes de veículos na tecnologia de células de combustível - Daimler AG, Ford Motor Company, General Motors / Opel, Honda Motor Co., Ltd., Hyundai Motor Company, Kia Motors Corporation , a aliança Renault SA e Nissan Motor Corporation e a Toyota Motor Corporation - deram uma declaração conjunta para o desenvolvimento e introdução ano mercado de veículos elétricos com células a combustível com base em uma Carta de Intenções (Lou). Essas empresas acumularam um notável know-how em tecnologia de célula de combustível e, portanto, a assinatura representa um passo importante para a produção em série de veículos isentos de emissões.
Os fabricantes de automóveis afirmam que a partir de 2015 um número bastante significativo de veículos eléctricos com células de combustível poderão ser comercializados. Este número é estimado em algumas centenas de milhares de unidades ao longo do ciclo de produção em uma escala mundial. Como cada fabricante do veículo irá implementar o seu próprio meio de produção e estratégias comerciais, bem como prazos, comercialização de veículos eléctricos com células de combustível pode ocorrer mais cedo do que o referido ano".
Considerações:
Bem, para quem gosta daquele cheirinho de gasolina na hora que abastece, do ronco do motor na hora daquela aceleradinha, o futuro é meio sombrio. Para eco-chatos de plantão, profetas do apocalipse do aquecimento global, pode ser uma boa notícia, mas que será olhada com reserva. Afinal pequenos fabricantes não terão dinheiro para implementar essa tecnologia e acabarão sendo absorvidos ou fechados. E mais uma vez culparão o "capital transnacional" pelos males do mundo, sendo que a culpa é deles mesmo. Quanto aos motores a explosão a tendência é que eles entrem em extinção nos países desenvolvidos e resistam um pouco mais nos países subdesenvolvidos, isto é, de África para baixo, até que eles tenham dinheiro, ou que barateie a tecniologia para que eles possam adquiri-la. E o pré-sal e o Hugo Chavez vão pro saco também, já que no primeiro caso os custos serão altíssimos e no segundo o país depende somente do petróleo para compor o seu caixa e reservas internacionais.
Talvez os signatários da carta de intenções ganhem alguma trégua da imprensa "verde" até arranjarem alguma nova "denuncia", como por exemplo, sobre alguma toxicidade das baterias de íons de lítio, ou a emissão de CO² por recarga das baterias feita por fontes de energia não sustentáveis...

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