Mostrando postagens com marcador Renault. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Renault. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de maio de 2011

Renault Sandero 2012 e Sandero Stepway 2012: Antecipando a concorrência

Sucesso de vendas da Renault, o Sandero vem crescendo de participação de mercado ano após ano, passando de 2,5% no segmento em 2008 para 4,8% em abril deste ano segundo a marca francesa. Mas antevendo a concorrência que está se mexendo, como por exemplo a Fiat que mal esfriou o Pálio fase 4, já prepara nova geração do modelo e VW que pretende por a nova frente que é padrão mundial da marca no seu campeão de vendas, o Gol. Para se ter uma idéia, até o Jetta e Golf de primeira geração ainda fabricados na China não escaparam do facelift global da marca.
“Com mais de 180 mil unidades comercializadas até abril deste ano, a linha Sandero ocupa a posição de “carro-chefe” da marca no País. Em 2010, a gama Sandero representou 43% das vendas da Renault do Brasil”, afirma Gustavo Schmidt, Vice-Presidente Comercial da Renault do Brasil.
E a Renault não esperou os habituais quatro anos ou mais para aplicar um facelift mais profundo na dianteira que retirou a discreta grade entre os faróis e alterou o desenho dos parachoques. Mas perdeu a oportunidade de incluir faróis com duplos refletores, já que até o Fiesta "alienígena" tem (veja aqui). Na traseira as modificações se resumiram às lanternas traseiras que ganham máscaras coloridas, vermelha nas versões 1.0 e 1.6l e cinza na aventureira Stepway.
A motorização é composta por três motores, um 1.0l 16 válvulas, e dois 1.6l com 8 e 16 válvulas. O propulsor 1.0 16V Hi-Flex, único com quatro válvulas por cilindro da categoria, vem nas versões Authentique e Expression e rende 76 cv (gasolina) e 77 cv (etanol). São 9,9 kgfm de torque com gasolina no tanque e 10,1 kgfm com etanol, sendo que 80% desse valor já estão disponíveis a 1.500 rpm. Com este motor, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 14,2 segundos (gasolina) e 14,1 segundos (etanol).
O motor 1.6 8V Hi-Torque, por sua vez está presente nas versões Expression e Privilège, gera 92 cv de potência com gasolina e 95 cv com etanol. A principal característica é o torque de 13,7 mkgf (E22 ou gasolina) e 14,1 mkgf (E100 ou etanol) a 2.850 rpm, faixa de rotação mais utilizada pelos motoristas brasileiros. Aos 2.500 rpm, 95% da força já está disponível, qualidade que elimina as constantes trocas de marcha nos percursos urbanos. Os números de desempenho do Hi-Torque nas acelerações são 11,7 segundos no 0 a 100 km/h abastecido com etanol e 12,1 segundos na mesma prova quando abastecido com gasolina.
Já o motor 1.6 16V Hi-Flex é exclusivo da versão Stepway. Alimentado com gasolina, o tempo na prova 0 a 100 km/h é de 10,2 segundos e de 10,1 segundos com etanol. A velocidade máxima é de, respectivamente, 181 km/h e 184 km/h. O torque máximo é de 15,1 kgfm (a gasolina) e 15,5 kgfm (etanol) com 90% do torque máximo disponível já a 2.000 rpm. O 1.6 16V Hi-Flex é um motor com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC, do inglês, double overhead camshaft) com comando que aciona as válvulas de admissão, e o outro as de escape, o que favorece a combustão. O balancim é roletado, solução que reduz o atrito entre as peças móveis e, conseqüentemente, o consumo.
Por dentro as novidades são as melhorias no sistema de isolamento acústico, rádio com ambientalização "3D", e abertura interna do bocal do tanque de combustível.
O rádio AM/FM com reprodutor de CD-Player, conta com processamento digital de som (DSP) e reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WMV. Em sua parte frontal, ele conta com duas entradas: uma auxiliar, do tipo “jack”, e outra para conexão USB/iPod, controlado pelo comando satélite instalado na coluna de direção. Além disso o novo rádio disponibiliza a tecnologia Bluetooth, que permite conectar um telefone celular ao sistema de áudio do veículo, permitindo realizar e atender chamadas pelo comando satélite. O Novo Sandero e Novo Sandero Stepway tem como opcional quatro alto-falantes, do tipo “full range” e também conta com um sistema de processamento de som (DSP), cujo objetivo é o de se obter uma qualidade sonora em três dimensões. Trata-se do é o “3D sound by Arkamys (empresa francesa especializada em customização de som automotivo)”, que proporciona uma qualidade sonora semelhante a um “home theater” doméstico.
“Os Novos Sandero e Sandero Stepway são frutos de um projeto que, desde o início do seu desenvolvimento, teve foco nos brasileiros. As alterações na gama 2012 vão ao encontro das aspirações dos consumidores a partir de clínicas e pesquisas de opinião”, explica Jean-Michel Jalinier, Presidente da Renault do Brasil.
O desenho do carro é baseado nos carros conceitos “Sand’Up” (apresentado no Salão do Automóvel de 2007) e “Stepway Concept” (exposto no salão do ano passado, veja aqui). “Esses dois carros conceitos foram fundamentais no processo de desenvolvimento do Novo Sandero e do Novo Sandero Stepway, para que conseguíssemos produtos mais modernos e que acompanhassem a nova identidade mundial da marca Renault. O Novo Sandero Stepway não foi feito na França para o Brasil. É um automóvel concebido e produzido no Brasil para consumidores brasileiros e sul-americanos. Com ele, o Renault Design América Latina se tornou realidade em 2008. Os consumidores brasileiros, em geral, dão muita importância ao interior do veículo e valorizam o acabamento, mesmo em uma versão de entrada”, acrescenta Vincent Pedretti – Designer Chefe do Renault Design América Latina (RDAL). “O Novo Sandero Stepway é nossa interpretação de um modelo esportivo e sofisticado, com base em estudos e pesquisas com consumidores brasileiros que são muito exigentes quanto à qualidade dos materiais utilizados”, conclui o executivo.
São três anos de garantia total de fábrica ou 100.000 quilômetros, o que ocorrer primeiro. Além disso estão previstas revisões em intervalos de 10.000 km com o programa “Revisão Preço Fechado” que permite ao proprietário saber com antecedência exatamente quanto vai gastar com peças e mão-de-obra. O valor é fixo e válido para toda a rede de concessionárias da Renault no País. “A meta da Renault foi fazer o possível para minimizar o custo de manutenção e reduzir o tempo de uma eventual imobilização do automóvel”, explica Luiz Fernando Pedrucci, Diretor de Pós-vendas da Renault do Brasil. “Há marcas que divulgam os valores das revisões excluindo o custo da mão-de-obra, induzindo os consumidores ao erro”, afirma o executivo.
Outro benefício importante é o “Pacote Preço Fechado”, que inclui os principais componentes de desgaste natural do veículo: amortecedores, pastilhas de freios, palhetas do limpador do pára-brisa e silencioso.
Abaixo as versões e preços do Sandero 2012:

À direita o quadro de instrumentos das versões 1.0 e 1.6l e à esquerda à do Stepway que ganha aros vermelhos no velocímetro e conta-giros. Os intrumentos ganham nova grafia e estilo diferenciado entre a Stepway e as demais. Indicador de temperatura e de nível de combustível continuam no display digital, mas ganham aviso de "tanquinho" de gasolina vazio.
Na foto acima os bancos das versões 1.0 e 1.6l e embaixo à esquerda a versão Stepway que ganham novas padronagens de tecidos, bicolor na última e monocromático nas demais. No canto inferior direito o painel da versão Stepway em tons de cinza-claro. Volante nos carros com direção assistida ganha ajuste de altura, junto com os bancos com esse item.
Acima, no canto superior esquerdo o console central que ganha acabamento em preto brilhante. No lado direito, em cima a versão 1.0 e 1.6l e em baixo a Stepway, que ganham novo acabamento e controle dos vidros elétrico nas portas em console separado do puxador. Não é o ideal, mas é melhor do que estava antes. Abaixo à esquerda abertura interna do bocal do tanque de combustível.
A linha 2012 ganha novos desenhos de rodas e calotas conforme o aro e a versão. São dois modelos de calotas integrais: “Mures 14”, de nove raios, para as versões com motor 1.0; e “Taranis 15”, restrita ao Expression 1.6. As rodas de liga são de aro 15 ou 16. A “Del Arte 15” foi especialmente concebida para a versão Privilège; e a “XR 16” para a versão Stepway.
São 320 litros disponíveis para bagagem no porta-malas, e a tampa é sustentada por dois amortecedores telescópicos, com grande ângulo de abertura para facilitar as operações de carga e descarga do veículo. O encosto do banco traseiro é rebatível na proporção 40/60 dependendo da versão caso precise ampliar o espaço de carga do veículo.
A dianteira do Stepway que ganha uma abertura de refrigeração em relação aos modelos "civis" com emulação de quebra-mato e detalhes prateados no para-choque inferior simulando protetor de carter. Faróis principais ganham máscara negra e os de neblina moldura reforçada que termina no porta-placa.
Nas versões 1.0 e 1.6l, a grade de abertura de refrigeração abaixo dos faróis é escondida pela cor negra. Detalhe do farol é a seta que migra das laterais externas para as internas ao centro. Na 1.6l os faróis de neblina ganham contorno em colméia na cor negra com moldura prateada
Acima, no Sandero as cores são Prata Etoile, Vermelho Vivo e Vermelho Fogo, Preto Nacré, Cinza Acier, Branco Glacier, Bege Poivre e Azul Crepúsculo. Abaixo as cores no Stepway são Prata Etoile, Vermelho Vivo e Vermelho Fogo, Preto Nacré, Cinza Acier e Azul Crepúsculo.
As rodas são de liga leve aro 15 opcionais no Sandero e 16 de série no Stepway calçadas por pneus 195/60 R16 Continental Cross Contact no último. A suspensão é a McPherson, com triângulo inferior, na dianteira e semi-independente com barra estabilizadora na traseira. Altura de rodagem do Stepway é de 18,5 cm de altura.

Na traseira além das lanternas traseiras que ganham novo desenho com máscara, cinza na Stepway e vermelha nas demais versões, com lentes transparentes nos segmentos da seta e ré. O logotipo que identifica o modelo migra para o centro do porta-malas, abaixo do logotipo da Renault.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Renault Kangoo Maxi ZE: Eletricidade tamanho família

A Renault vai lançar no Salão de Genebra, que começa amanhã, a sua versão tamanho família da Kangoo ZE que ganha o sobrenome Maxi. A multivan vem com opções de 2 a 5 lugares, e opções de 2, 4 e 6 janelas laterais conforme a necessidade do cliente. As dimensões contidas como a altura de 1,82 m permitem que a van acesse estacionamentos para automóveis cujos tetos costumam ser rebaixados. O preço parte de 21 mil Euros, mas com incentivos que alguns governos oferecem de até 5 mil euros, o preço fica razoavelmente competitivo (um carro popular como os Ladas e Dacias partem de 7.500 euros por lá).
A bateria será vendida em sistema de leasing de 72 Euros por mês, além do custo estimado de 1,5 euro da carga completa da bateria de 22 Kw. A autonomia chega a 170 km e a velocidade máxima limitada eletronicamente é de 130 km/h. O motor tem potência equivalente a 60 cv mas o torque tem picos que podem chegar a 23 kgm/f. O carro não tem câmbio, só um diferencial redutor que liga o motor às rodas. Para quem tem eletricidade a preços razoáveis, é uma boa pedida. Pena que aqui os usineiros vêem o carro elétrico como uma ameaça ao programa do etanol, sendo que um complementaria o outro...
O compartimento de cargas pode chegar a 4,6 m³, 1,1 m³ a mais que a versão curta, e o comprimento do vão de carga é de 2,90m.
A versão de 5 lugares com portas corrediças chega a 4,60 metros de comprimento, 40 cm a mais que a Kangoo normal (veja foto que abre o post acima).
As configurações que vão de 2 a 5 lugares, com ou sem janelas na categoria "crew-cab", opção inexistente aqui no Brasil.
O tempo de recarga pode levar de seis a oito horas e a autonomia pode chegar a 170 km se o motorista seguir as indicações de condução "ecológicas" no painel.
Ausência de escapes é outro indicador de que se trata de uma unidade elétrica do Kangoo Maxi, que custará 22 mil euros e terá 2 anos de garantia na Europa.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Renault CAPTUR: Descobrindo o mundo a dois

A Renault vai apresentar no Salão de Genebra o CAPTUR, um crossover para dois ocupantes. “ O CAPTUR é um crossover alegre e esportivo, destinado a um casal jovem, pronto para descobrir o mundo” diz Laurens Van den Acker, “No Salão de Frankfurt de 2009, a Renault apresentou a sua nova identidade de marca, que coloca o ser humano no centro de suas preocupações. Como consequência, a nova e ambiciosa estratégia de design é baseada nas várias etapas da vida, com cada uma delas assumindo a forma de um carro-conceito”
As linhas são suaves e ao mesmo tempo musculosas como todo crossover que se preze, e as principais fontes de inspiração de Julio Lozano, Designer de Exteriores da Renault, foram os esportes radicais e os atletas. “Para desenhar o CAPTUR, parti da imagem de um sprinter (corredor) nos starting-blocks, com seus músculos tensionados e a potência produzida quando ele dispara”, conclui o designer. Bem acho que vi isso em algum lugar... (confira aqui e aqui).
O interior abusa dos tons laranjas do exterior e os detalhes são minimalistas. “Meus principais temas de inspiração são o corpo humano, os esportes outdoor ou ainda o estilo urbano”, explicou Kana Watanabe, Designer de Cores e Materiais da Renault. “Queria que o veículo transmitisse aconchego e dinamismo”, explica a designer. Muito bom para que é récem-casado...
O interior usa um material translúcido retroiluminado, que expõe os cordames que revestem os bancos, paineis laterais e o fundo do compartimento de bagagens. Esses cordames nos painéis laterais do compartimento de bagagem são elásticos e podem ser usados como dois bancos de emergências como nas caminhonetes de cabine estendida.
Novidade mesmo é o motor 1.6 Dci bi-turbo que entrega até 160 cv de potência (o que é um milagre em motores diesel) com bom torque de 38,7 kgm/f desde as 1.750 rpm. E as emissões são limitadas a 99 g/ km, um motor diesel do mesmo tamanho emite 10 gramas a mais por quilômetro e com metade da potência desse conceito. A transmissão é de dupla embreagem, mas podemos apostar que deve ter mais de seis marchas. O conjunto faz o 0-100 km/h em 8 segundos com máxima de 210 km/h, lembrando que é um motor a diesel 1.6l puxando 1.300 quilos de peso. Não sabemos se desse conceito sairá um carro de produção normal, como foi o caso do Veloster da Hyundai (veja aqui a versão definitiva e aqui o conceito) mas é uma boa idéia longe daquele blablablá sobre mobilidade urbana e transporte coletivo X transporte individual.
O interior usa materiais translúcidos retroiluminados.
Os cordames foram inspirados em esportes à vela.
A grade dianteira segue o mesmo padrão do DeZir.
O teto rígido pode ser retirado transformando-o em carro aberto.
As rodas pretas com detalhes brancos com pneus 250/40 R22 tem 22 polegadas.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Renault Wind Gordini: Pequeno cisne em versão esporte

Pouco mais de 30, anos após a sua morte, a Renault resolveu homenagear o seu melhor preparador de carros, que fez os Renault 5, 8, 12, 17 e Caravelle carros dignos de enfrentar a pista. Na década de 60 o Dauphine passou de míseros 29 cv brutos para 40 cv em seu motorzinho de 850 cm³ nas versões de pistas e esportivos de rua graças às mão do "feiticeiro", que acabou batizando com seu sobrenome, Gordini, o que seria o "Dauphine II" aqui no Brasil. Amédeé Gordini chegou até ajudar a realizar o sonho da ex-estatal francesa de ver seus carros azuis correndo na Fórmula 1. Morto aos 80 anos em 1979, a Renault criou ano passado uma divisão de carros esportivados que recebem a cor "Azul França" com as tradicionais faixas duplas em branco, a Gordini.
O quarto modelo que recebe o honrado sobrenome é o Wind, coupé-cabriolet (ou coupé-roadster como quer a fábrica, apesar de não estar errada...) baseado na plataforma do ex-feio Twingo, que foi apresentado como conceito no Salão de Genebra de 2010 (veja aqui) e lançado no mesmo ano. A marca não informou a motorização que será apresentada no Salão, mas provavelmente é o 1.6 16V que ao contrário do nosso é de uma nova geração, que rende 133 cv e tem torque de 16,3 kgm/f (a fábrica usa o método Din que é ligeiramente diferente da Sae que quase todo mundo usa) e com isso o carro vai até o 100 km/h em 9,2 segundos e tem máxima de 200 km/h.
Diversão pura para dois ocupantes, esse carrinho é um lembrete de que dirigir pode ser um prazer sim nesse mundo politicamente correto e histérico demais que quer tornar o ato de dirigir um ato tão abominável quanto fumar.
A capota rígida com teto de vidro se recolhe eletricamente na tampa do porta malas em 12 segundos.
As rodas "diamante negro" são de 17 polegadas e são pintadas em Azul Malta, igual a da carroceria.
Interior recebe apliques azuis e as duas faixas brancas sinaliza a posição em linha reta das rodas no volante.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Renault DeZir: Paixão plugada

A Renault apresenta no Salão de Paris, cuja cidade é o símbolo do romantismo, o concept DeZir. No rastro do Audi E-Tron, é um superdesportivo elétrico. Se não ganha na velocidade final que é de 180 km/h devido às limitações dos motores elétricos em altas rotações, o seu torque monstro é transmitido às rodas e catapulta o elétrico aos 100 km/h em 5 segundos.
Dispositivos como o sistema que aproveita a energia das frenagens para armazená-las nas baterias de íons de lítio (com autonomia de 160 km) está presente. A tração é total e os motores são acoplados às rodas por redutores de giros, transmitindo mais força às rodas. O chassi tubular é de aço e o carro pesa no total 830 kg. Curioso é o sistema de aberturas das portas (foto acima) em que a abertura do tipo "tesoura" (lambo door) é invertido entre os lados direito e esquerdo.
Primeiro trabalho do novo designer da casa Laurens van den Acker, o carro procura mostrar o novo rumo que a linguagem visual da empresa, que nunca foi uma maravilha, e associá-la ao vermelho paixão e mostrar que a Renault está mais próxima, calorosa e confiável.
O fato de usar motores elétricos é o compromisso de zero emissões sem comprometer o conforto e o desempenho e que a época de que carros elétricos são caixinhas sem graça e com desing exdrúxulo que só servem para te levar do ponto "A" ao ponto "B" sem nenhum conforto e sem um desempenho razoável acabou.
Os bancos e o console flutuantes formam um casulo e com tecidos diferenciados sendo o do lado do motorista liso e do passageiro com detalhes em baixo relevo.
O perfil baixo e esguio permite um Cx de 0,25 e os faróis e lanternas são em LED's, que iluminam mais e consomem menos energia.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Renault Sandero GT Line: Mais um esportivado

A Renault lança no Salão do automóvel de São Paulo outra versão esportivada em série especial limitada, que se conseguir cativar o consumidor, tem tudo para se tornar modelo de linha. Sinceramente, deveria vir com o 2.0l do Megane, mas o preço iria para as alturas além dos maiores custos de adaptação e testes, mas que seria uma versão divertida, seria...
Mas como o mundo não é perfeito e aqui é menos ainda vamos ao que interessa a quem compra esse tipo de veículo. Vem com bastante itens e equipamentos como alarme perimétrico, alarme sonoro de advertência de luzes acesas, computador de bordo e rádio CD player MP3 com comando satélite na coluna de direção. Bola fora típico dos carros nacionais é que, mesmo oferecendo air-bag, encosto de cabeça e cinto de três pontos para o passageiro central nem em sonho, ao contrário da antiga versão Privilège (veja aqui). Os bancos são personalizados exclusivamente para a versão e recebem acabamento em baixo-relevo "embossed", que é uma prensagem a quente que grava formas e desenhos no tecido e espuma.
A série limitada “Sandero GT Line” será vendida em quatro diferentes opções de cores: branco glacier, vermelho vivo, prata etoile e preto nacré, e o preço sugerido de tabela será de R$ 42.590,00. A garantia é de 36 meses de garantia total, limitada a 100 mil quilômetros, com revisões a cada 10 mil quilômetros. O consumidor ainda tem os programas Revisão com Preço Fechado e Pacote de Preço Fechado, que reúnem os principais itens de desgaste e manutenção do veículo e cobram um preço fixo, sem grandes surpresas.
O painel de instrumentos ganha um novo grafismo com fundo quadriculado que lembra a bandeira de chegada usada no automobilismo.
O carro vem equipado com airbags para motorista e passageiro, ar-condicionado, direção hidráulica e travas e vidros dianteiros elétricos.
Os bancos são revestidos com tecidos com gráficos personalizados e a inscrição "GT Line" nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros. Os cintos de segurança são em cor vermelha, lembrando involuntariamente o saudoso Uno 1.5R.
Detalhes estéticos da versão que traz faróis com máscara negra, monograma com a inscrição "GT Line acima da grade esquerda, luzes de neblina com acabamento negro personalizado, lanternas traseiras fumê, repetidora lateral dos piscas com adesivo personalizado.
O propulsor é o conhecido 1.6 16V Hi-Flex que equipa o Stepway, que rende a potência máxima de 112/107 cv (E/G) a 5.750 rpm, e torque máximo de 15,5/15,1 kgfm (E/G). Legendas (E=Etanol/G=Gasolina)
O torque está sendo disponibilizado em 90% desses valores acima estão disponíveis somente a 2.000 rpm, contrariando a tese que motores 16 válvulas precisam de altas rotações para deslanchar.
Na lateral os retrovisores são pintados em preto brilhante, além do adesivo "esportivo" que começa no para-lamas e avança para as portas dianteiras que recebem maçanetas na cor da carroceria.
O único equipamento oferecido como opcional é o sistema de freios ABS, com preço sugerido de R$ 1.000,00 e as rodas de 15 polegadas pintadas em preto são exclusivas da versão.
Na traseira, o GT Line se diferencia com a presença do aerofólio na cor preto brilhante, pelas lanternas fumê e pela ponteira do escapamento cromada.
Na tampa do porta-malas, vai a identificação do veículo com uma faixa com a inscrição “GT Line” e um adesivo personalizado que tenta identificá-lo com competições automobilísticas.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Renault Sandero Stepway Concept: Show Car Fashionista pode antecipar facelift do modelo

A Renault mostra um carro conceito baseado novamente na versão Stepway do Sandero, e agora o alvo são os fashionistas, isto é, aquele pessoal que entende ou acha que entende de moda. O primeiro foi o mezzo bug e mezzo picape Sand'up concept em 2008. Segundo Vincent Pedretti, Designer Chefe do RDAL (Renault Design América Latina), a intenção foi explorar ao máximo novas tonalidades e texturas, criando algo que surpreendesse pela criatividade e efeito visual. “Para isso, pesquisamos exaustivamente novos materiais e buscamos conceitos modernos e de alta tecnologia que traduzissem o perfil do modelo”, explica Vincent.
As cores escolhidas são a Titanium Brilhante que recobre os para-choques dianteiros e traseiros, capô dianteiro, teto, coluna "C" e a quinta porta, e um tom de cobre fosco que por sua vez contrasta com as outras partes do veículo ao recobrir os para-lamas dianteiros e as portas laterais (lembre que em um hatch e também peruas, SUV's e assemelhados a "tampa" do porta-malas é considerada uma porta adicional, por isso um coupé tem duas portas, um sedan cinco, um hatch três ou cinco).
O motor é o velho conhecido 1.6 16V Hi-Flex com quatro cilindros em linha, montado na transversal, e que desenvolve 107 cv/112 cv (G/E) a 5.750 rpm e gera 15,1/15,5 mkgf (G/E), a 3.750 rpm acoplado a um câmbio de cinco marchas. Outros detalhes são semelhantes ao carro de produção (que você confere aqui). Segundo dados da Renault que não informa dados relativos a consumo, o carro faz o 0-100 em 10,5 e chega aos 177 km/h. O interior vou ficar devendo as fotos por enquanto, mas quando a Renault disponibilizar o post será atualizado, então quem tem Twitter, Byngoo ou segue meu perfil no Dihitt fique atento. Só posso adiantar que o carro ganhou novo painel e quadro de instrumentos e o acabamento é em tons cobreados.
Na dianteira a grade bipartida dá lugar um vinco trapezoidal que na parte inferior abriga uma abertura para a refrigeração. Os faróis e luzes de direção e auxiliares são em LED's que tem melhor luminosidade e menos gasto de energia sem falar na durabilidade.
Os para-choques e soleiras dão aquele ar robusto típico de jipes e SUV's e são pintadas em Platina Champanhe. As rodas bicolores de 17 polegadas, combinando o Titânio da carroceria com a platina da parte inferior do caro, são calçadas por pneus de perfil baixo na medida 195/60 R17.
Os designers escolheram além das cores contrastantes e de diferentes texturas, detalhes com desenhos delicados de flores em preto ou cobre dependendo da seção estampada. O teto envidraçado melhora a luminosidade da cabine.
As lanternas traseiras e luzes de neblina em LED's ganham um novo desenho que integram bem os piscas e a luz de ré e disfarçam bem o desenho bem "geométrico". No para-choque traseiro mais detalhes que remetem robustez dos veículos off-road em Platina Champanhe.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Renault DeZir: Autoentusiasmo e tomadas combinam?

A Renault apresentou fotos oficiais do seu novo concept a ser apresentado no Salão de Paris que será realizado no final de Setembro. A função desse concept é fazer o consumidor se "apaixonar" pelos novos veículos da serie ZE (Zero Emission) da empresa francesa, tomada por concorrentes que se abastecem por tomada, mas com ares racionais, ou até broxantes demais.
Saído das mãos do designer Laurent van den Acker, o concept abusa das curvas sinuosas e sensuais. Segundo a diretoria da Renault, ele é o primeiro de uma série de carros conceitos na nova linha de desenho chamado "Ciclo de Vida", representado por um casal quando se apaixona, começa a explorar o mundo, começa uma família, começa a trabalhar, se aposentar e ganhar experiência.
"O DeZir anuncia a nossa nova linguagem formal, que exprime o movimento, a sensualidade, a emoção... com proporções ideais, como um objeto desenhado pela natureza. Um design quente e dinâmico, muito Renault”, afirma Axel Breun, Director do Design de Concept e Show Cars.
“O elemento líquido, o movimento das ondas e os contrastes de luz criados pela ondulação da superfície foram a minha primeira fonte de inspiração”, explica Yann Jarsalle, designer de exteriores. “Inspirei-me mais na escultura que na arquitectura, desenhando directamente os volumes e não as superfícies".
O carro consegue ser lindo, mas o release mais parece a descrição de um desfile de alta costura em plena semana de moda francesa...
O interior com bancos e console central flutuantes e iluminação espetacular dão um clima pra lá de futurista, algo que já está fazendo a tradição em carros conceitos franceses. A falta de janela traseira é compensada por câmeras instaladas atrás do carro e mostradas em monitor no painel.
Os bancos são fixos e a cor vermelha do exterior, detalhes do interior quer representar o momento que alguém se apaixona, quanto o amor se torna mais tórrido. E a cabina foi inspirada em caças.
O motor é elétrico montado em posição central traseira que tem 150 cv e 23 kgm/f de torque. Longe de ser animalesco como o Audi E-tron (veja aqui) faz o 0-100 km/h é feito em 5 segundos e a velocidade máxima é de 180 km/h.
O carro conta com sistemas de freios regenerativos que aproveita a força das frenagens para gerar energia para as baterias de íons de lítio que dão autonomia de 160 km com carga total.
Inédita são as portas "tesoura" que se abrem em sentido inverso em cada lado, como uma "amorosa harmonia" como ying e o yang segundo a Renault. As rodas são de 21 polegadas. Faróis e lanternas são em LED's.
Para recarregar tem três modos: em postos especiais o sistema Quick-Drop para troca de baterias em três minutos, uma tomada trifásica de 400 V com 80% da carga em 20 minutos e a normal de oito horas.