terça-feira, 8 de setembro de 2009

Lotus desenvolve motor para híbridos-elétricos

Desculpe a redundância no título acima, mas há vários tipos de híbridos. O primeiro é quando há um motor elétrico auxiliar para ajudar onde pesa mais no consumo: acelerações e retomadas. As vantagens é que o consumo cai drasticamente, fazendo que um grande sedã ou SUV tenham consumo de compacto sem perder muito o desempenho. O segundo tipo é quando o motor elétrico assume a aceleração em baixas velocidades e é acionado em retomadas ou situações que exigem mais força do motor como aclives em geral. E o terceiro tipo é quando o que move o carro é o motor elétrico, sendo que o de combustão somente tem a função de carregar as baterias aumentando a autonomia. O Volt, por exemplo, tem mais de 1600 quilômetros de autonomia extendida. Aí é que entra a Lotus: ela desenvolveu um motor 1.2 de 47 cv chamado Ranger Extender somente para essa função. Tricilíndrico, com seis válvulas, peso pluma com seus 56 quilos é também flexível, aceitando etanol, metanol e gasolina. Uma boa pedida para quem quer fabricar o seu híbrido sem gastar o que tem e o que não tem para desenvolvê-lo.

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