quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Chevrolet Celta 2012: Gravatinha dourada perde a moldura

Post atualizado em 10/02/2011 com números de consumo e desempenho e preços do modelo.
Cinco anos após o lançamento do Celta "nova geração", o compacto de entrada da GM ganha alguns retoques para garantir algum fôlego enquanto o sucessor não vem. Na parte externa novos para-choques mais esportivos e na cor do carro independente da versão e a grade dupla que perde a moldura prateada que ficava em volta da gravatinha dourada da Chevrolet. Os faróis ganham o acabamento mais escurecido Dark Crome e as lanternas traseiras são fumê o que deve agradar a molecada que vive ganhando um desses toda vez que conseguem passar no vestibular. Segundo Ronaldo Znidarsis, diretor geral de Marketing e Vendas da General Motors do Brasil, salienta que o Celta costuma ser o primeiro Chevrolet de jovens consumidores. “São pessoas que se sentem satisfeitas em ter um carro do porte do Celta, moderno e que combina com estilo de vida deles. Além de todas estas características, o Chevrolet Celta traz outros benefícios que podem ser definitivos no momento da compra. Econômico e com excelente autonomia, o modelo se destaca pelo baixo custo de manutenção e reparabilidade, baixo valor de seguro e ótimo valor de revenda”, afirma o executivo.
As denominações por das versões por nomes deixam de existir e terá somente duas: a básica LS que virá em versões de 3 e 5 portas e a mais equipada LT, somente com 5 portas. E seguindo a onda da Fiat com o seu multicolorido Uno (veja aqui), e demonstrado com o show car Celta White no Salão do Automóvel de São Paulo (agora aqui), há 80 itens para personalizar o carro. Vem com novos porta-objetos como os porta-copos próximos da alavanca de freio de mão. Os porta-objetos nas portas dianteiras foram aumentados e agora têm espaço para uma garrafa pequena de refrigerante ou água. E o carro vem também com espelho na sombreira e alça no teto, ambos do lado do passageiro.
O motor é o velho conhecido 1.0 VHC-E que desenvolve 77 cv a gasolina e 78 a etanol com torque de 9,5 e 9,7 kgm/f respectivamente. Em ato falho, o blogueiro não viu os dados de consumo na ficha técnica do carro fornecida pela assessoria, que são de 13,8/9,5 km/l (G/E) e 16,9/12,2 km/l (G/E) cidade e estrada respectivamente, o que garante que se o tanque for abastecido somente com gasolina e completamente cheio a autonomia pode chegar a até 900 quilômetros. E o desempenho é o que se espera de um motor 1.0l com 0-100 km/h em 13,4 segundos e a máxima de 161 km/h. E a marca ainda informa que o isolamento acústico melhorou com mantas mais espessas e que o motor está mais robusto. “Essas mudanças de qualidade são feitas ao longo de toda a vida do produto. Algumas delas são solicitações dos clientes e outras observadas durante avaliações constantes feitas pela Engenharia e pela a Área de Pós-Vendas da GM em todos os carros à venda no Brasil”, observa Mônica Azzali, diretora geral de Qualidade da General Motors para a América do Sul.
“Confiabilidade, robustez e economia são alguns dos atributos do Chevrolet Celta que, com estas alterações passa a ter uma imagem ainda mais fortalecida no mercado. Além disso, ele possui características que atendem perfeitamente a seu público alvo, composto por pessoas que buscam um carro compacto, com excelente custo-benefício”, analisa Denise Johnson, presidente da General Motors do Brasil. Os preços do Celta são a partir de 26.115,00 na LS básica duas portas, passando para por 27.833,00 na LS (também básico) quatro portas e chegando a 33.200,00 com pintura metálica inclusa.
O painel ganha alguns retoques como a iluminação azulada e parcialmente em LED´s batizada aqui de "Ice Blue" e os comandos de ventilação e ar condicionado com novo desenho e anéis cromados.
No interior há mudanças nas padronagens e tipos de tecidos e o volante ganha "miolo" com desenho em alto relevo e dois tons: cinza na LS e prateado na versão LS. Hodômetro agora é iluminado a LED.
A grade finalmente fica dividida em dois seguindo o padrão mundial de design Chevrolet e os para-choques ganham defletores nas laterais, além do defletor na estribeira do carro. As rodas de aço estampado de 13 polegadas ganham calotas com novo desenho.
Na traseira o para-choque ganha linhas simulando um extrator e as lanternas traseiras agora tem as seções de ré e piscas direcionais com lentes fumê. A quinta porta ganha defletor no teto e a gravatinha dourada da Chevrolet agora fica no centro.

Renault Wind Gordini: Pequeno cisne em versão esporte

Pouco mais de 30, anos após a sua morte, a Renault resolveu homenagear o seu melhor preparador de carros, que fez os Renault 5, 8, 12, 17 e Caravelle carros dignos de enfrentar a pista. Na década de 60 o Dauphine passou de míseros 29 cv brutos para 40 cv em seu motorzinho de 850 cm³ nas versões de pistas e esportivos de rua graças às mão do "feiticeiro", que acabou batizando com seu sobrenome, Gordini, o que seria o "Dauphine II" aqui no Brasil. Amédeé Gordini chegou até ajudar a realizar o sonho da ex-estatal francesa de ver seus carros azuis correndo na Fórmula 1. Morto aos 80 anos em 1979, a Renault criou ano passado uma divisão de carros esportivados que recebem a cor "Azul França" com as tradicionais faixas duplas em branco, a Gordini.
O quarto modelo que recebe o honrado sobrenome é o Wind, coupé-cabriolet (ou coupé-roadster como quer a fábrica, apesar de não estar errada...) baseado na plataforma do ex-feio Twingo, que foi apresentado como conceito no Salão de Genebra de 2010 (veja aqui) e lançado no mesmo ano. A marca não informou a motorização que será apresentada no Salão, mas provavelmente é o 1.6 16V que ao contrário do nosso é de uma nova geração, que rende 133 cv e tem torque de 16,3 kgm/f (a fábrica usa o método Din que é ligeiramente diferente da Sae que quase todo mundo usa) e com isso o carro vai até o 100 km/h em 9,2 segundos e tem máxima de 200 km/h.
Diversão pura para dois ocupantes, esse carrinho é um lembrete de que dirigir pode ser um prazer sim nesse mundo politicamente correto e histérico demais que quer tornar o ato de dirigir um ato tão abominável quanto fumar.
A capota rígida com teto de vidro se recolhe eletricamente na tampa do porta malas em 12 segundos.
As rodas "diamante negro" são de 17 polegadas e são pintadas em Azul Malta, igual a da carroceria.
Interior recebe apliques azuis e as duas faixas brancas sinaliza a posição em linha reta das rodas no volante.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mitsubishi L200 Triton 2012: Caminhonete ganha caçamba polêmica

A linha L200 Triton da Mitsubishi ganha algumas novidades em relação ao modelo do ano anterior. as boas notícias estão na parte interna que ganha em mais comodidades para o motorista como o GPS e os controles de áudio no volante. E para quem viaja bastante, poder contar com um "cruise control" é um conforto a mais.
O GPS tem mais de 1200 cidades mapeadas e 350 navegáveis e integra o multimídia do carro, com tela de 7 polegadas sensível ao toque e entrada para CD/DVD e USB. Por fora a novidade é a tampa da caçamba na nova versão XB que conta com seis prendedores e está mais alta. Mas o vinco traseiro acima das lanternas deixa o visual pesado em relação ao modelo do ano passado (veja aqui), o que deixa a emenda pior que o soneto. Lembre que boa parte das picapes médias são mais usadas para o lazer que para o trabalho, então, aparência conta, e muito.
Multimídia com GPS, entrada USB com interface para iPod, MP3, sistema Bluetooth com viva-voz e rádio AM e FM e falando em português.
O motor rende de 165 cv de potência e 38,1 kgf.m de torque, e o cambio dispões da tração "Easy Select", com opções de acoplamento 4x2, 4x4 tempo parcial e 4x4 tempo parcial com reduzida.
A caçamba da XB tem comprimento de 1505 mm, largura de 1470 mm, e altura de 460 mm, cerca de 180 mm maior do que a L200 Triton HPE, o que permite maior capacidade de carga.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ssangyong Actyon SUT Concept: Para agradar a todos

Refeita da crise que quase a fechou e agora sócia da indiana Mahindra, a Ssangyong mostra que carros bonitos agora também fazem parte de seu catálogo. Para o Salão de Genebra irá trazer o conceito SUT 1 Concept que antecipará as linhas da nova geração da picape Actyon Sports (veja aqui) e talvez do SUV Actyon (e agora aqui). As linhas estão mais suaves e a dianteira perde o focinho de tubarão característico do modelo, mas ganha uma saída de ar, que incorpora o pisca auxiliar lateral. em cada paralama dianteiro que não se sabe se é funcional ou não. Alguns frisos nas laterais, chamadas linhas de caráter pelos designers, ganham novos contornos e alojam maçanetas e alteram o formato da lanterna traseira. O "Santo Antônio" é integrado na caçamba e apoia um rack que vai até a parte da frente do teto, enquanto outro rack acompanha a lateral da caçamba. O veredito do blogueiro é que, se for mantida as (boas) qualidades do Actyon nessa nova geração, pelo menos o dono não terá que aturar o vizinho do Gol bolinha prata. Será apresentado no começo de 2012 na Europa, aqui, depende do estoque do importador.
As dimensões são quase as mesmas da atual picape: 5 metros de comprimento, 1,90 de largura, 1,75 de altura e generosos 3 metros de entre-eixos. Terá opção de tração 4X2 e 4X4.
A promessa é de um novo motor 2.0l diesel que atenderá as rigorosas normas Euro V que renderá 155 cv de potência e 36,7 Kgm/f de torque acoplado a um câmbio de 6 marchas.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

VW Gol Vintage: Agora são 30

Feito para comemorar os 30 anos do Gol, a versão conceito Vintage do novo Gol da VW agora foi extendida para 30 unidades, uma para cada ano de fabricação do modelo campeão de vendas, com direito à uma guitarra Tagima personalizada especialmente para essa versão (veja aqui a versão apresentada em abril do ano passado). Para manter a exclusividade de cada carro, todos receberão uma numeração exclusiva e o proprietário receberá um certificado especial da série. As rodas de liga leve aro 16 com 4 furos desenvolvidas para essa versão são brancas e utilizam pneus 205/45 R 16 e o motor é o conhecido 1.6 Total Flex. No interior em cinza antracite detalhes em branco como a parte central e as costuras dos bancos revestidos em couro e painel das portas. O volante recebe acabamento em couro perfurado e o quadro de instrumentos, portas, para-sóis, espelho retrovisor interno e alças de segurança serão em cinza Antracite. Os sobretapetes em Antracite trarão detalhes brancos e a iluminação do painel será em LED da mesma cor, com display em vermelho. Os aros do cluster, dos difusores de ar, da alavanca de cambio, gatilhos das portas, esquemas de marcha também serão brancos.
A guitarra Tagima que acompanhará cada unidade foi desenvolvida exclusivamente para a série, assim como o cabo Sparflex que permite a conexão. O instrumento terá sistema de pré-amplificação interno que permite conectá-lo ao sistema de som do carro por meio de uma entrada especial.
"Sem dúvida, será a série mais exclusiva que a Volkswagen do Brasil já fez na sua história", afirma Luiz Alberto Veiga, gerente-executivo de design da Volkswagen do Brasil e um dos responsáveis pelo projeto. Para quem estiver interessado nessa versão exclusivíssima o preço sugerido é de R$ 52.180,00.
Por dentro teto, colunas e bancos revestidos de couro são cinza Antracite. Os bancos contarão com faixas centrais e detalhes perfurados em branco.
Sobre o capô dianteiro há uma faixa preta contrastando com o branco da carroceria e os aros do farol de neblina também são em branco.
A carroceria e as rodas são brancas, com excessão do capô, teto e tampa traseira que são pintados cuidadosamente à mão em preto.
O modelo traz ainda faixas laterais exclusivas com o nome da série, presente também na tampa do porta-malas.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Chevrolet Sonic: O Aveo ganha casa nova, nome novo, e talvez venha aqui

A Chevrolet nunca foi feliz em adaptar carros compactos pra o mercado estadunidense. Das mal-sucedidas experiências com o Chevrolet Nova, Monza (que não tem nada a ver com o nosso, fabricado entre 82 e 96 e derivado do Opel Ascona) e o Chevette. Mas agora passada a crise causada pela explosão da bolha imobiliária, o que restou no Salão de Detroit foi um cenário mais realista e menos colorido. Nada de apresentações artísticas nos estandes, nada de modelos conceituais revolucionários que irão mudar o futuro do automóvel, nada de carros extremamente luxuosos e esportivos.
Nesse cenário cada vez mais racional, empurrado pelo medo das mudanças climáticas supostamente causadas pelas nossas emissões de CO², a estrela da vez no estande da marca é o compacto Aveo, que lá ganha o nome de Sonic. Apresentado em três versões, a primeira é o nosso já conhecido show-car que frequentou o Salão de Detroit no ano anterior (veja aqui) e que aqui ganha uma versão mais "tunada" e próxima da realidade e o nome , o hatch que foi apresentado em Paris (agora aqui). Ninguém descarta a possibilidade de se vender o "kit" original caso alguém queira personalizar o carro, já que o conceito Sonic Z segue a escola SEMA de visuais tunados.
As versões de rua, que a GM orgulhosamente declara que são os primeiros carros carros compactos a serem fabricados em território americano, e acredito que foi omitido, por uma empresa americana. Bem, lembre que os carros compactos vendidos lá, são na maioria descendentes de japoneses e coreanos e com cidadania mexicana, coreana ou japonesa.
A previsão de fabricação do modelo é para o final desse ano que será no Centro de Montagem da General Motors em Orion, no estado de Michigan, que recebeu investimentos de U$545 milhões de dólares em atualizações e aquisição de novas ferramentas e irá ajudar a devolver aproximadamente 1.000 empregos na área metropolitana de Detroit.
O carro tem pouco mais de quatro metros na versão hatchback (um Celta tem 3,80, um Corsa B 3,83 e um Spark 3,64) e 4,40m na versão sedan (um Classic tem 4,15, um Prisma 4,12 e um Corsa "B"sedan 4,18). Ele só perde em largura e entre-eixos pro Ágile, mas ganha em 10cm de comprimento. Na possibilidade de um Ágile sedan terminar de substituir a família Corsa "B" que já está no bico do corvo, podemos supor que se vier para cá, somente com cidadania mexicana e para concorrer na fatia de compactos "premium" com o "New Fiesta" que foi eleito o adversário direto pela corporação a ser batido (compare vendo o lançamento do "New Fiesta" mexicano em terras tupininquins aqui).
O interior será oferecido em dois tipos de combinações de cores, um mais sóbrio como o que ilustra o hatch bem ao gosto brasileiro com dois tons de cinza e esse mostrado no sedan com acabamento "tijolo" na linha do painel. O quadro de instrumento, semelhante à algumas motos acima das 300 cm² (veja a CBR 600RR aqui e a irmã maior 1000RR também aqui), é um show à parte, só pecando pela fala de um indicador de nível de temperatura. Entã meu amigo, o conselho é o mesmo de sempre: acendeu, desligue o motor imediatamente e vá de ponto morto até o meio-fio ou acostamento e chame o guincho. Se insistir, o que poderia ser uma junta com problema, falta de aditivo no radiador ou até um cebolão travado que pode ser resolvido com aqueles chequinhos pré-datados em 30, 60 e 90 vira uma bela retífica que ficará mais caro que o IPVA de carro novo. O velocímetro e o indicador de combustível ficam em display digital de fundo azul, que engloba uma bússola e um indicador de marchas. Emoldurando o display, há uma guarnição metálica que aloja as luzes de alerta e piscas direcionais e que também aloja um grande conta-giros com escala até 6,5 mil rpm´s que fica no ponto superior do mostrador, do lado oposto do zero, e também há uma "shift-light". Bem esportivo, o painel agrada até pilotos veteranos como o jornalista Bob Sharp pela praticidade, já que ponteiros verticais não exigem que se tire os olhos da pista.
E por falar em pista, o carro terá a mesma motorização do Cruze, um 1.4l Ecotec turbo com 138 cv e pouco mais de 20 kgm/f e um 1.8l com 135 cv e aproximadamente 17 kgm/f. Os dois são 4 em linha e tem coletor de admissão variável em dois estágios. Terá três câmbios, um manual de 5 e uma automática de seis no 1.8l aspirado, e é a primeira vez que vejo em um carro de produção popular uma caixa de câmbio automática ter mais marchas que uma manual e a 1.4l turbo fica só com a manual de seis.
A suspensão é MacPherson na suspensão dianteira com molas helicoidais e uma barra estabilizadora e na suspensão traseira vem com braços multilink (o famoso duplo "A") com amortecedores a gás. As bitolas dianteiras e traseiras são idênticos em 1.509 mm. A direção com assistência eletrônica é de série e possui um compensador de desgaste que ajusta o sistema continuamente com a engrenagem de direção para assegurar uma ação de direção precisa durante toda a vida do sistema. O chassi monobloco vem com o exclusivo “flat top frame”, que por exemplo, assegura a rigidez ideal na parte dianteira do chassi, segundo a marca. Virá com várias opções de rodas com até 17 polegadas e com opção de ABS de quatro canais.
O primeiro americano compacto está pronto para enfrentar a concorrência? Veja as fotos abaixo e comente.
Bancos Recaro em couro em tom caramelo contrasta com a cabine negra.
As rodas esportivas multi-raiadas pintadas de laranja são da prestigiosa BBS.
Assim como a RS, não há grandes alterações na mecânica, mas o pacote pode ser vendido em foram de kit no futuro.
Outro destaque é o enorme aerofólio traseiro em cima do defletor de ar da tampa traseira.
A traseira do hatch, com suas lanternas circulares que fazem parte do novo padrão visual da marca.
Nessa versão bicromática em preto e cinza, destaque para o painel similar ao de motos de competição.
E como parte do padrão visual, o painel simétrico inspirado nos primeiros Corvettes.
Sacada do Aveo/Sonic é a diateira com dois faróis e frente mais bonita, sem deixar de ser agressiva.
Na lateral as portas traseiras escondem a maçaneta na coluna "C", dando um perfil de coupé nesse 4 portas.
Na traseira as lanternas e a tampa do porta malas acompanham o desenho agressivo da dianteira.
Detalhe do porta-malas com as lanternas que seguem o padrão de luzes circulares, mas de desenho mais sóbrio.
O quadro de instrumentos é semelhante ao de motos esportivas, tem contagiros com escala vermelha iniciando na vertical.
O painel bicolor colorido com tons marrons fogem ao gosto brasileiro, mas que é bonito, isso não é dúvida.
As lanternas e faróis de refletores duplos seguem o padrão circular da nova linguagem da marca no mundo.
A dianteira do sedan não tem alterações em relação ao hatchback, como os elementos luminosos em molduras negras.
A vista lateral mostra o sedan com desenho mais sóbrio e as maçanetas migram da coluna "C" para a posição tradicional.
Os dois vincos ascendentes, presentes também no hatch, dão um toque esportivo ao modelo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Citroën C3 Sonora: Você não vai conseguir ouvir tudo isso...

E não vai mesmo, já que a Citroën e o portal Terra fizeram uma parceria e lançaram a versão Sonora do C3, nome que remete ao site de downloads de MP3. Com um aparelho de som exclusivo da Pioneer que dependendo da versão tem algumas funcionalidades a mais que a outra. As versões equipadas com motorização 1.4 Flex são equipadas com o modelo Pioneer RDE1 que traz entrada auxiliar P2 (MP3) e Code Security. Já as equipadas com motorização 1.6 16V Flex recebem o modelo mais funções que incluem a HiFi-like (espacialização), Bluetooth e entrada USB – Box. “Esta parceira é estratégica para nós. Assim como o C3, o Terra Sonora tem espírito jovem. Desenvolvemos uma série especial para uma geração conectada, que valoriza elementos como modernidade, tecnologia, música e Internet”, explica Nívea Ferradosa, diretora de Marketing da Citroën do Brasil. “A série especial C3 SONORA está alinhada à filosofia “Créative Technologie”, que remete à modernidade a serviço do bem-estar a bordo, agora com a possibilidade de desfrutar de uma programação musical gratuita, de excelente padrão”, conclui a executiva. Produzido no complexo fluminense de Porto Real, o C3 Sonora recebeu uma série de modificações elétricas, necessárias aos sistemas Bluetooth e USB-BOX. “Decidimos produzir a série especial integralmente na fábrica, assegurando máxima qualidade de acabamento na instalação dos novos componentes”, afirma Ruy Águas, gerente de Marketing de Produto da Citroën do Brasil. E quem duvidou do título deste post, o comprador dessa série terá a disposição 2 milhões de sons para ouvir no site Sonora e poder baixar na faixa 250 músicas por mês, para maiores informações acesse o site do fabricante do fabricante (aqui), onde o comprador poderá fazer o cadastro e ter acesso ao site de músicas, com arquivos de alta qualidade, Sonora do portal Terra. “A versão especial C3 SONORA – complementa Ruy Águas - foi toda pensada para que a experiência de dirigir seja mais prazerosa, sempre acompanhada pela música: o carro une a possibilidade de ouvir sem limites e baixar todo o catálogo do SONORA com um equipamento de áudio diferenciado”, conclui.
O som exclusivo com sistema de espacialização (surround) HiFi-like com entrada para i-Pod.
Rodas de liga leve exclusivas dão ainda um toque mais esportivo à Série Especial.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

BMW Série 6 Cabrio: prazer a céu aberto

A BMW lançou na fria e decadente Detroit um dos carros mais aguardados pela "golden coast" californiana, a Série 6 Cabrio (de cabriolet, uma carruagem aberta com capota de lona que podia ser recolhida, ou conversível). O departamento de design da marca afirma que os elegantes traços desse cabriolet são derivados de desenhos náuticos. Outro destaque é os grupos óticos que, excetuando os fachos principais dos faróis que usam xenon e tem fachos direcionais, são em LED.
Dentro do carro temos o painel típico das BMW´s que recebem materiais mais finos e tem desenho envoltente. Além das saídas de arejamento da cabine, temos uma tela de 10,2 polegadas que além do sistema multimídia, traz informações do veículo e um GPS funcional de série para os norte-americanos. O carro tem o sistema ConnectedDrive com vários recursos multimídias e também o sistema Surround View que detecta veículos nos pontos cegos do carro, como motoqueiros teimosos que insistem em ficar colados atrás do veículo e no rumo das lanternas traseiras. E já sabe, numa freada brusca de emergência você ganha um motoqueiro voando por cima do capô do carro. Sem contar outros itens de segurança como Night View que detecta possíveis pedestres e animais na pista durante a noite e sistema que alerta o motorista caso detecte uma mudança involuntária de faixa, quando ocorre um cochilo por exemplo. Os bancos e parte do revestimento interno em couro Dakota que são de série para os carros vendidos para os EUA, que também podem optar pelo couro napa. A capota elétrica que pode ser recolhida em 24 segundos e aberta em 19 pode receber três cores diferentes para combinar com as outras setes da carroceria, fora as opções do interior, que dificultará a possibilidade de se verem dois Séries 6 conversíveis iguais.
Com 4,89 cm, o carro cresceu sete centímetros no comprimento e no entre-eixos, que ficou em bons 2,86. O carro está mais largo e mais baixo em alguns milímetros o que garante uma aparência mais esportiva. E apesar de ser um 2+2, pelo menos os ocupantes do bancos traseiro não precisam ficar em posição fetal como no Gol "quadrado" de primeira geração.
No caso de alguma eventualidade, tem cintos pré-tensionados, apoios de cabeça ativos e arco de proteção anti-capotamento com acionamento pirotécnico. Além disso a carroceria está 50% mais rígida que o do modelo anterior. O motor V8 4.4l de injeção direta, cujo turbo é montado curiosamente entre as duas bancadas dos cilindros, rende 407 cv de potência máxima entre 5.500 a 6.400 e tem torque de 62,2 na faixa de 1.750 a 4.500 rpm.
Com a caixa automática de oito marchas (acreditem, a ZF prepara uma de 9 enquanto a Fórmula 1 parou em 7 faz tempo...) ele faz o 0-96 km/h em 4,9 segundos e alcança a velocidade máxima de 250 km/h, sendo que na versão americana é de 208 km/h. Mas se o cliente pedir as rodas de liga de 20 polegadas, o carro tem a velocidade de corte eletrônico igual a da versão européia. As rodas de serie são de 18 polegadas na Europa e de 19 nos EUA, com pneus run-flat (podem rodar vazios quando perfurados) que contam com monitores de pressão. Com o mesmo câmbio faz 9,35 km/l em circuito combinado e emite altas 249 gramas por quilômetro de CO². Junto com a caixa de oito marchas que tenta reduzir as emissões, estão o sistema de regeneração de energia de frenagem, direção assistida eletromecânica e pneus de baixo atrito de rolamento. Opcionalmente o cliente pode pedir uma caixa manual de seis marchas que segundo a marca tem engates fáceis e confortáveis e cujo escalonamento casam com o torque do motor V8.
E por falar em direção assistida, o conversível pode vir com controle dinâmico da carroceria e amortecedores eletrônicos que controlam o carro em qualquer escorregada do motorista, além da opcional Servotronic que controla ativamente as rodas dianteiras, tanto quanto o eixo traseiro. E para variar, tem os sistema de controle dinâmico que controla o comportamento do carro nos modos "normal", "sport", "sport +" e "confort". Além disso tem as sopinha de letras como ABS, DSC dentre outras. E tudo isso com a possibilidade de se fazer a céu aberto.
O sistema head-up display mostra as principais informações do carro no para-brisas com símbolos coloridos e em 3D, para evitar que o motorista tire os olhos da estrada.
As opções de câmbio que acompanham o motor V8 de 407 cv são um manual de seis e ou o automatizado de 8 marchas com caráter mais esportivo.
Outro luxo é o sistema de ar-condicionado que funciona mesmo com a capota aberta e a tela plana de 10,2 polegadas do sistema Connect Drive.
Os assentos podem receber aquecimento e tem apoios de cabeça ativos, que evitam o "ricochete" do pescoço, e os ciintos são integrados aos bancos.
Apesar do espaço roubado pela capota, os dois ocupantes do banco traseiro não ficam apertados, e contam com apoios de cabeça ativos e cintos integrados, assim como os dianteiros.
O reduzido porta-malas tem tamanho variável, dependendo da capota que penaliza o espaço, se a mesma estiver aberta, são 350 litros e recolhida rouba 50l do espaço.
A capota elétrica tem bom isolamento termico e acústico e pode ser aberta em 19 segundos ou recolhida em 24 segundos com o carro em movimento a até 40 km/h.
Lanternas em formato de "L" fazem parte do padrão visual adotado durante a gestão de Chris Bangle na chefia de desenho da marca e que hoje é mantido pela marca apesar das polêmicas.