terça-feira, 13 de abril de 2010

Recordar é viver: Citroën Revolt, O 2CV de imagem

Tentando corrigir uma mancada, já que por motivos por mim ignorados esse blogueiro simplesmente ignorou esse concept apresentado no Salão de Frankfurt de 2009.
Esse concept é mais um híbrido dos que assolaram o Salão de Frankfurt, tomado de assalto pelo pânico causado pela histeria do aquecimento global antropogênico, em que só o simples ato de respirar, já causa grandes elevações de temperatura.
A solução é apresentar projetos como esse híbrido que pode ser recarregável na tomada, com desempenho de gente grande e design fora do padrão.
Escrevi 2CV no título? A Citroën garante que ele é tudo o que o "fusca" francês não foi, um carro rápido, luxuoso e com tecnologia.

O curioso interior de três lugares, com o banco do passageiro dianteiro invertido, a cor predominante é vermelho.
O monitor é sensível ao toque e as informações do painel de instrumentos são projetados no interior do veículo.
Faróis em LEd's mais eficientes e econômicos aumentam a durabilidade da bateria
As lanternas traseiras realmente são em 3D, criando um bonito efeito de profundidade.
As formas "musculosas" pretendem mostrar um carro ágil e ao mesmo tempo mostrar semelhança com o 2CV, apesar de ser diametralmente oposto a ele em conceito.

As lanternas de neblinas também tem o efeito 3 de profundidade.
O teto solar pode ser aberto por quase toda extensão da cabine, semelhante ao antigo 2CV.
O carro pode andar em modo totalmente elétrico com recarga por tomada e em modo híbrido auxiliado por um motor pequeno a explosão.
O teto tem fotocélulas responsáveis por alimentar os instrumentos de bordo e sistema de climatização.

Pequeno, com 1,35 m de altura, 1,73 m de largura e 3,68 m de comprimento, a Citröen pretende mostrar que luxo pode conviver com tamanho compacto.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

BMW Série 5 Chassi Longo: Capricho chinês

Quem vê a foto que abre esse post, do porta malas com caracteres chineses, deve achar que é uma daquelas famosas cópias de qualidade duvidosa que a indústria de lá nos surpreende de vez em quando. Mas é de uma unidade da BMW instalada em Shenyang e atende uma das exigências do público (bem) seleto e exigente: mais espaço para as pernas. Essa versão chamada de LW (Long Wheelbase ou entre-eixos longo) é um dos caprichos do mercado local, que exige que carros de alto luxo tenha uma boa distância para as pernas dos passageiros do banco de trás. Normalmente carros desse tipo são usados por autoridades e altos executivos de grandes corporações, uma tradição herdada do tempo em que carro de luxo eram obrigatóriamente os ingleses Daimler's e Rolls Royces nos tempos em que Hong Kong ainda era uma colônia britânica. Esses sedãs de entre-eixos longos só não são chamados de limusines por não terem a divisão entre o motorista e passageiros, item obrigatório para esse tipo de carroceria. Mas esses carros de entre-eixos longos não ficam atrás em luxo e conforto dos tradicionais ingleses, quando eles ainda eram uma grande referência no segmento.
Na dianteira muito conforto para o motorista que ganha algum espaço nessa versão esticada. O controle do ar condicionado na parte da frente pode ser bizona ou simples (no carro todo: trizona ou quadrizona) e a geladeira fica no porta-braço central entre os bancos.
O painel conta com o sistema "black panel" que somente mostra as informações mais importantes, e opcionalmente o Head-Up display pode ser pedido. Outros recursos como o BMW Night Vision capaz de detectar pessoas individuais à noite, e assistente de estacionamento Lane Departure Warning fazem parte do pacote.
Os bancos traseiros vem com vários itens de conforto como porta copos no descansa braço central escamoteável, e na versão 535 Li duas mesas dobráveis nos encostos dos bancos dianteiros além de controles de áudio e climatização independentes.
Todos os mimos da Série 5 como os monitores com controle remoto nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros, cortinas, uma geladeira e os controles do ar condicionado bizona do banco traseiro entre os bancos dianteiros, espelhos escamoteáveis, bancos traseiros eletricamente reguláveis e sistemas de iluminação de leitura individual, quer mais? Veja aqui.
São vários motores de seis cilindros em linha com VALVETRONIC e TwinPower (bi-turbo) e versões que vão desde a modesta 523Li Standard com motor 2.5l 177 cv (204 cv na "normal") que faz o o-100 em 9,6 s (8.5 na "normal") até a 535 Li com motor 3.0l e 306 cv e os 100 km/h em 6.1 segundos.
A marca garante que os novos modelos de chassi longo estão até 18% mais econômicos que os modelos anteriores, como o 523 Li que faz até 12,7 km/l e emite 187 g de CO². Graças a sistemas que regeneram energia das freadas, à direção assistida elétrica e ao câmbio automático de oito marchas, padrão nesse modelo.
A BMW conseguiu "esconder" os 14 cm a mais de entre-eixos com o desenho que ficou mais harmonico das janelas e das colunas, e nessa versão é 4,4 cm mais longo que o modelo anterior. No total o carro tem 5,04 metros de comprimento.
Por por falar no câmbio de oito marchas, ele vem com troca de marchas com aletas no volante e através do Dynamic Drive Control, selecionável no console central os modos "Confort", "Normal" e "Sport". As rodas vem com 18 polegadas na 535 Li e de 17 polegadas nas demais versões.
O carro vem, igual ao Série 5 de chassi "curto", com faróis bi-xenon com LED's de iluminação diurna e na traseira as lanternas também são a LED's. Recursos interessante é o freio de mão eletro-mecânico que tem o sistema Auto-Hold. O Auto-Hold libera o freio do carro assim que ele é acelerado, diminuindo o desgaste do motorista e do sistema nos engarrafamentos.

Recall da Citroën: desta vez é o C4 Pallas e hatch


A Citroën está convocando os proprietários do C4 Pallas e Hatch anos 2009 e 2010 para atualizar a programação do módulo de controle da direção assistida. O motivo é que pode haver um endurecimento repentino da direção, o que pode dificultar manobras evasivas e provocar um acidente.
Os modelos envolvidos tem chassis 9G533889 a AG518279 e para maiores informações consulte o site (aqui) e verifique se o seu carro participa da chamada, já que há veículos que não estão com o problema, pelo fone:
0800 011 8088

sábado, 10 de abril de 2010

Recordar é Viver: Infiniti Essence

Apresentado no Salão de Genebra do ano passado, esse concept coupé esportivo impressionou por suas belas linhas. Ele se destacou entre os milhares de conceitos elétricos, híbridos, movidos a hidrogênio ou célula de combustível que povoavam esse Salão marcado pela crise mundial e pela urgência das fabricantes em dar resposta uma resposta à questão da responsabilidade das emissões de CO².
Apesar de ser híbrido, o coupé mantém a esportividade ao ter tração traseira impulsionada pelo motor a gasolina com impressionantes 592 cv somados que foram postos à prova no circuito de Goodwood na Inglaterra.
O objetivo dos designers da marca de lato luxo japonesa foi mesclar todos os elementos dos vinte anos de desenho da Infiniti e somar uma nova linguagem de desenho como nunca foi tentado antes na marca. O resultado é um desenho altamente escultural e delicado. O (desenho do) Essence fala sobre poder, (e ao contrário dos muscle cars) não sobre intimidação.
Interior que veste o motorista como um "casulo" como reforça a marca. A cabine assimétrica tem tons negros do lado do motorista e vermelho terra do lado do passageiro. O painel de instrumentos mistura elementos futuristas com desenho clássico, reforçado pelo relógio situado no alto do console central. Couro Alcântara e madeira laqueada de inspiração na arte clássica japonesa fazem parte do fino acabamento.
O parabrisas dianteiro forma uma única peça com a janela traseira. Sistemas de segurança alertam o motorista caso detecte uma mudança de faixa involuntária e sistemas de proteção "preparam" o carro na iminência de algum acidente.
O motor é um V6 de 436 cv da Infiniti biturbo e injeção direta com 434 cv que é ajudado por um motor elétrico de 158 cv. O modo híbrido pode ser paralelo ou de autonomia extendida e em baixas velocidades só o motor elétrico é acionado.
O carro foi desenhado com a "essencia" do design da divisão Infiniti, que comemorou 20 anos de existência. E o câmbio é de dupla embreagem, que tem na extrema rapidez na troca das marchas como a sua principal vantagem, com aletas atrás do volante. Sem conversor de torque, evita desperdício de combustível.
Apesar das proporções clássicas de um coupé berlineta, com o capô longo e a traseira curta, não há nada retrô nesse esportivo. Uma solução usada nos grandes esportivos do passado como o lendário Mercedes SL 300 "Asa de Gaivota" são o conjunto de bagagem customizado da Louis Vuitton.

Seus passos podem iluminar seu caminho

Foto: Lotus Head - SXC.
(com material da Agência Fapesp)
Não, não é um desses temas de blogs de auto-ajuda que tem por aí, mas uma pesquisa feita por cientistas da Unesp apoiados pela Fapesp. Antes que a confusão fique maior ainda vou tentar explicar um fenômeno chamado Piezoeletricidade. Esse fenômeno acontece quando algum cristal piezoelétrico é pressionado e é gerado uma carga elétrica. Alguns isqueiros e acendedores de fogão usam desse fenômeno. Agora se um cristal piezoelétrico recebe uma carga elétrica ele se deforma. Aí é utilizado como twitter (alto falante para altas frequências), nebulizadores dentre outros usos.
Mas a idéia aqui é utilizar os passos dos pedestres em áreas de grande movimento e a passagem de veículos para gerar corrente elétrica que seria aproveitada para a iluminação do local e do sistema de semáforos.
A pesquisa do professor Walter Katsumi Sakamoto, do Departamento de Física e Química da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, utilização de compósitos cerâmicos nanométricos em formato de filmes. O pesquisador costumava importar alguns desses materiais, como o polifluoreto de vinilideno (PVDF), o poliéter-éter-cetona (PEEK) e o titanato zirconato de chumbo (PZT).
No entanto, para desenvolver o sensor piezoelétrico, decidiu encontrar similares nacionais. Foi quando convidou a professora Maria Aparecida Zaghete Bertochi, do Departamento de Química Tecnológica da Unesp, em Araraquara, a participar do trabalho.
“O desafio foi desenvolver um material que apresentasse boa dispersão no polímero e, para isso, precisávamos encontrar o tamanho e a dispersão ideal das partículas”, disse Maria Aparecida que conseguiu bons resultados foram obtidos pela produção de nanopartículas de PZT preparadas por processo químico.
A fim de obter o material, o grupo de Araraquara desenvolveu um novo método de síntese (fabricação) para a cerâmica. O convencional, chamado de mistura de óxidos, exige altas temperaturas, além da submissão do material a um processo de moagem. Os pesquisadores conseguiram dispensar o tratamento térmico e a dispersão em meio aquoso e obtiveram o PZT a temperaturas de 180ºC. “Nosso método também promove menor contaminação ambiental por chumbo”, disse.
Já o compósito desenvolvido com a matriz PEEK suportou temperaturas de até 360º C e a nanocerâmica ficou bem dispersa, formando um filme compósito bastante homogêneo. O filme não precisa ficar na superfície do solo, o que torna o material adequado para a ser aplicado em condições severas. Os pesquisadores estimam que o dispositivo se manteria operante mesmo sob temperaturas inferiores a 0º C e sob água, como no caso de uma enchente, por exemplo.
Para gerar energia, o equipamento necessita de pressão intermitente, que seria exercida pela passagem dos pneus dos veículos e dos passos das pessoas por exemplo. Essa força provoca uma deformação mecânica no material, que produz energia elétrica.
Sakamoto colocou o novo compósito entre duas placas de acrílico. O material gerou energia toda vez que uma das placas foi apertada manualmente, o que foi comprovado com o acendimento de um LED (diodo emissor de luz) conectado ao dispositivo.
“Essa tecnologia poderá gerar energia em áreas movimentadas e não somente a partir da passagem de carros, mas também de pessoas a pé”, explicou Sakamoto.
Segundo ele, shopping centers poderiam utilizar pisos especiais que transformassem os passos dos frequentadores em energia para iluminar os corredores. Algumas estações de metrô no Japão já utilizam pisos desse tipo.
O advento recente das lâmpadas LED, que consomem bem menos energia do que as fluorescentes e incandescentes, deverá, segundo Sakamoto, ajudar a impulsionar o uso da tecnologia piezoelétrica. “Sem contar o ganho ambiental por se produzir uma energia limpa”, salientou.
“Dentro do próprio automóvel, poderíamos instalar geradores piezoelétricos que se alimentariam dos movimentos dos amortecedores, do giro dos pneus e de outras peças móveis”, completa. A fonte alternativa pouparia o motor do carro caso fosse a combustão interna , atualmente o responsável pela alimentação de seu sistema elétrico, ou aumentaria a autonomia caso fosse híbrido.
O grupo de pesquisa tenta agora o desenvolvimento de matrizes poliméricas mais moles, semelhantes à borracha. “Em teoria, quanto maior a deformação do compósito, maior é o sinal gerado”, explicou o professor da Unesp.
Os pesquisadores procuram parceiros que se interessem em investigar novos capacitores que consigam armazenar uma quantidade maior de energia do que os modelos atuais. A nova geração desses dispositivos, apelidados de supercapacitores, é alvo das pesquisas desse tipo de energia.
Sakamoto aponta que a resposta para esse obstáculo estará mais uma vez na nanotecnologia. “O desafio será desenvolver outro nanomaterial com a propriedade primordial de acumular grande quantidade de energia em um tamanho reduzido”, disse.
Foto - Andres Ojeda SXC

As aplicações são inúmeras. Um exemplo seria o uso de compósitos em solas de sapatos, capazes de gerar energia suficiente para alimentar aparelhos celulares e outros eletrônicos portáteis enquanto seus usuários caminham.

Audi TTS: desempenho de superdesportivo

A Audi não poderia deixar de oferecer uma versão bem apimentada do TT, aqui mostrado na versão roadster chamada de TTS. Retocada junto com os mais pacatos TT's mantém o mesmo desenho simpático e ao mesmo tempo intimidante com o desenho da grade que "flutua" sobre as entradas de ar inferiores. Vem com vários detalhes que nos fazem lembrar que estamos dirigindo uma pequena fera sobre rodas e vem com opções de motores bem interessantes. Todos tem a consagrada tração Quattro que tenta segurar a potência dos motores mais apimentados e ajuda a dar trabalho aos Porsches e velocidades máximas em 250 km/h limitados eletronicamente. E se pedir, a divisão Quattro libera a máxima até 280 km/h...
O interior ganha detalhes exclusivos como esses em vermelho, mas de série vem em prata e negro, e elementos em alumínio polido.
Vários lugares como contagiros, manopla de câmbio e pinças dos freios tem a sigla TTS para lembrarmos que estamos com uma ferinha sobre rodas. Na montagem detalhe do acabamento do banco, console central e alavanca de freio de mão.
Assim como as versões mansas, vem com os obrigatórios repetidores laterais dos piscas nos retrovisores.
Motores: Na TTS é um TSFI 2.0 Turbo de 272 cv mas que mantém o mesmo torque da aspirada, de 35,7 kgm/f. Na TT RS a conversa é outra: um 2.5 de cinco cilindros em linha, também sobrealimentado, de 340 cv e torque de 45,9 Kgm/f.
Desempenho: no TTS o 0-100 km/h é feito em 5.2 segundos com câmbio S tronic e a tração Quattro de série; no TT RS faz 4.6 segundos até os 100 km/h com câmbio manual de seis, com o futuro câmbio S tronic de sete marchas e dupla embreagem que será disponibilizado em breve ganha dois décimos de segundo.
As rodas são de 18 polegadas e exclusivas com pneus 245/40. Os consumos são contidos apesar do desempenho: no TTS faz 13 km/l e na TT RS faz 10,9 km/l. E na TT RS os escapes ganham uma válvula interna que deixa o som do cinco em linha mais encorpado.
A capota do roadster é de desenho clássico, mas ocupa pouco espaço no porta-malas quando recolhida, em 12 segundos a até 50 km/h, e são usados materiais leves. Uma forração extra garante um bom isolamento acústico e térmico.
O roadster tem um bom porta-malas de 250l, que independe do fato de a capota estar aberta ou fechada, em relação ao coupé que tem 292l mas que pode chegar a 700l com os bancos traseiros rebatidos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Audi TT ganha retoques no design

Um dos mais simpáticos roadsters fabricados na terra da salsicha acaba de ganhar alguns retoques no visual e mudanças na mecânica. Permanece o sistema Space Frame que usa um adesivo especial para unir as partes de alumínio e aço e dessa forma distribuir igualmente o peso entre os eixos dianteiro e traseiro de forma a dar um bom equilíbrio no carro.
Como de praxe, os carros dessa categoria tem controle suspensão, sendo que nos Audi usa o sistema Magnetic Ride cujo fluido tem micropartículas magnéticas que quando submetidas a um campo magnético muda o comportamento do fluido fazendo o amortecedor amolecer ou endurecer conforme a posição Normal ou Sport selecionável no console central.
O interior é declaradamente um 2+2, quando o banco de trás é usado para acomodar bagagem ou dois passageiros beeem apertados no banco de trás, tanto que os engenheiros da casa de Ingolstadt nem perderam tempo providenciando encostos de cabeça.
O desempenho é o típico da casa, o suficiente para fazer alguns Porsches ficarem ofegantes e os novos motores estão mais potentes e econômicos. Uma boa diversão em pacote compacto.
Interior foi desenhado para dois passageiros, conta com detalhes em alumínio no painel e o banco pode vir com essa combinação bi-color em três cores: marron nougat, cinza titán y vermelho granate.
Bancos traseiros estão ali só para caronas de emergências e bagagem suficiente para viagens curtas, os cintos de tres pontos estão disponíveis estão mas nem os apoios retráteis em forma de vírgula foram colocados.
Os bancos foram desenhados com prioridade para a ergonomia e seguram bem os passageiros em curvas. Destaque para as cinco saídas de ar e o descansa pé. Detalhes em alumínio requintam o interior.

Multimídia que agrega som surround, bluetooth e GPS e o couro tratado para não esquentar quando ficar ao sol são outros cuidados da marca. O volante com base plana já virou regra nos esportivos. E os ponteiros do painel vão até o fim do curso quando a ignição é iniciada.
Novidades são a anilha em alumínio em torno do farol de milha e os doze LEd's que fazem a iluminação diurna, item obrigatório em carros desse segmento. Os faróis podem ser opcionalmente bi-xenon.
As rodas são de 16 polegadas com pneus 225/55, menos no 2.0 TFSI que vem de série com 17 polegadas e rodas 245/45. E os discos de freios são ventilados e os amortecedores vem com o sistema magnetic ride que controla o comportamento da suspensão.
Três motores estão disponíveis começando com um tradicional (na Europa e resto do mundo) 2.0 TDI (Turbo Diesel Injection) com 170 cv e 36,7 kgm/f entre 1750 e 2500 rpm. Avarento, faz 18,9 km/l e emite contidos 149 g/km, 19g acima da meta dos ecologistas de 120 g/km de CO². A segunda oferta é um 1.8 TFSI de 160 cv e 25,5 kgm/f entre 1500 e 4500 rpm que faz 15,6 km/l e emite 149g/km e para terminar o mais potente 2.0 TFSI com 211 cv e 35,7 kgm/f entre 1600 e 4200 rpm e que se contenta com 15,2 km/l e emite 199 g/km de CO². E acima dos 120 km/h esse aerofólio é acionado para aumentar o "downforce".

Desempenho: 0 2.0 TFSI faz o 0-100 km/h em 6.1 com caixa manual de seis marchas e com a caixa S tronic de dupla embreagem e tração permanente Quattro faz 7 décimos a menos e chega a 245 km/h. Com o 2.0 TDI são 7.5 s para chegar aos 100 km/h e máxima de 226 km/h com tração é integral. O 1.8 TFSI faz o 0-100 em 7.2 e máxima também em 226 km/h.

Nissan Livina S: Não é um modelo, mas um pacote

A Nissan divulga o novo pacote "S" aplicado à minivan Livina. O pacote inclui equipamentos como air bag para passageiro, travamento e destravamento das portas por controle remoto, rádio com função MP3 e entrada auxiliar, entre outros, dependendo do modelo, que podem ser o Livina, Grand Livina e X-Gear.
Na Grand Livina a "S" vem com air bag para o passageiro e o rádio com função MP3. Além das barras longitudinais de teto a partir da versão 1.8 S MT.
“A inclusão da versão S é um importante aprimoramento no custo-benefício da família Livina, que sempre ofereceu nível de equipamentos de série e preços diferenciados no segmento. Os três modelos ficam mais competitivos e atraentes com este novo pacote de equipamentos” diz Mário Furtado, gerente de Marketing – Produto da marca.
Versão intermediária no Livina, básica na X-Gear e na Grand Livina vem travamento e destravamento das portas por controle remoto; air bag para o passageiro; rodas de liga leve de aro 15 e rádio CD Player com função MP3, entrada auxiliar, display integrado e quatro alto-falantes.
Os preços da minivan Livina nas versões "S" são: 1.6 MT: R$ 48.690; 1.8 AT: R$ 52.690; X-Gear S 1.6 MT: R$ 51.700; Grand Livina S 1.8 MT: R$ 58.890; Grand Livina S 1.8 AT: R$ 63.890.
O motor 1.6 16V, disponível para o Livina e também para o X-Gear, desenvolve 108 cavalos de potência e oferece torque de 15,3 kgfm quando abastecido com etanol e é acoplado a um câmbio de 5 marchas.
Opcional, o motor 1.8 16V é encontrado nos três modelos da família, e pode ser associado com o câmbio automático de quatro velocidades ou manual de seis. Com etanol, a sua potência atinge 126 cavalos e o torque máximo é de 17,5 kgfm.

World of Weels - 65 Racing Weels

Confira na edição desta semana do World of Wheels. O programa aborda a movimentada etapa da Malásia da F-1, em Sepang:

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ferrari 599 GTO: Sem Homologação

Para quem não entendeu o título acima, a sigla GTO significa "Gran Turismo Omologato" e era usada para designar os carros "de rua" que a Ferrari (e qualquer outro fabricante mas sem a sigla...) eram obrigados a construir para homologar a versão de corrida na FIA para poder disputar provas importantes como Le Mans. Mas esse não é de corrida e sim uma versão limitada a 599 unidades do 599XX apresentado no Salão de Genebra (foto de Abertura). Esse concept era um estudo de um coupé com tecnologias de Fórmula 1. Em relação ao GTB Fiorano (veja aqui a versão GTB China) ganha 50 cv no V12 mas perde 100 quilos, graças a materiais mais leves como fibra de carbono e compósitos usados em carros de competição e vidros mais finos. O resultado é pouco mais de 2 quilos por cavalo, o que o faz mais rápido que o mítico Ferrari Enzo em três décimos no 0-100 e 1 segundo na pista de Fiorano com 1 minuto e 24 segundos e usando pneus normais de rua. Pena que não foi para homologação, mas não custa sonhar com essa Ferrari disputando as provas de GT3, mesmo a decadente versão feita aqui no Brasil.
Interior sem luxo algum com profusão de fibra de carbono, e o tradicional "manettino" aciona vários controles eletrônicos.
Novidades tecnológicas são a suspensão com amortecedores de controle magnético SCM2 que funciona em conjunto com o controle de tração e o VDC (controle dinâmico do veículo) e o ABS regulável, em que o nível de intrusão do sistema é diminuído, o suficiente para se ganhar alguns décimos de segundos na pista.
O V12 a 65º de 5,999l tem 670 cv de potência, 50 a mais que o GTB, a 8.250 rpm e tem torque de 63,2 Kgm/f a 6.500 rpm. Faz o 0-100 em 3,35 segundos e a máxima é de 335 km/h.
As rodas são de 20 polegadas com pneus 285/30 com 9,5 polegadas de largura na dianteira e 315/35 com 11,5 polegadas na traseira. Os freios Brembo fazem o carro a 100 km/h parar em 32,5 metros segundo a fábrica.
Apesar da boa relação peso-potência de 2,23 kg por cv já que vazio e sem fluidos pesa 1.495 kg, o carro é ainda gastão apesar da Ferrari garantir que o consumo "melhorou": 5,9 km/l de gasolina e preocupantes 411 g/km.

Recall também para o Mitsubishi Pajero TR4


A Mitsubishi anunciou recall do Pajero TR4 Flex por um possível problema na válvula de admissão de ar pelo motor. Os parafusos de fixação do dispositivo podem perder torque (e desenroscar) e, se utilizado nesta condição, o motor do veículo pode manter rotação acima do normal e ocasionar dificuldade de frenagem com risco de acidente.
O recall envolve modelos 2009-2010 e 2010 com chassis entre 40536 e 45405.
Informações no site da empresa (aqui) e no telefone:
0800 7020404.