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sábado, 10 de abril de 2010

Audi TTS: desempenho de superdesportivo

A Audi não poderia deixar de oferecer uma versão bem apimentada do TT, aqui mostrado na versão roadster chamada de TTS. Retocada junto com os mais pacatos TT's mantém o mesmo desenho simpático e ao mesmo tempo intimidante com o desenho da grade que "flutua" sobre as entradas de ar inferiores. Vem com vários detalhes que nos fazem lembrar que estamos dirigindo uma pequena fera sobre rodas e vem com opções de motores bem interessantes. Todos tem a consagrada tração Quattro que tenta segurar a potência dos motores mais apimentados e ajuda a dar trabalho aos Porsches e velocidades máximas em 250 km/h limitados eletronicamente. E se pedir, a divisão Quattro libera a máxima até 280 km/h...
O interior ganha detalhes exclusivos como esses em vermelho, mas de série vem em prata e negro, e elementos em alumínio polido.
Vários lugares como contagiros, manopla de câmbio e pinças dos freios tem a sigla TTS para lembrarmos que estamos com uma ferinha sobre rodas. Na montagem detalhe do acabamento do banco, console central e alavanca de freio de mão.
Assim como as versões mansas, vem com os obrigatórios repetidores laterais dos piscas nos retrovisores.
Motores: Na TTS é um TSFI 2.0 Turbo de 272 cv mas que mantém o mesmo torque da aspirada, de 35,7 kgm/f. Na TT RS a conversa é outra: um 2.5 de cinco cilindros em linha, também sobrealimentado, de 340 cv e torque de 45,9 Kgm/f.
Desempenho: no TTS o 0-100 km/h é feito em 5.2 segundos com câmbio S tronic e a tração Quattro de série; no TT RS faz 4.6 segundos até os 100 km/h com câmbio manual de seis, com o futuro câmbio S tronic de sete marchas e dupla embreagem que será disponibilizado em breve ganha dois décimos de segundo.
As rodas são de 18 polegadas e exclusivas com pneus 245/40. Os consumos são contidos apesar do desempenho: no TTS faz 13 km/l e na TT RS faz 10,9 km/l. E na TT RS os escapes ganham uma válvula interna que deixa o som do cinco em linha mais encorpado.
A capota do roadster é de desenho clássico, mas ocupa pouco espaço no porta-malas quando recolhida, em 12 segundos a até 50 km/h, e são usados materiais leves. Uma forração extra garante um bom isolamento acústico e térmico.
O roadster tem um bom porta-malas de 250l, que independe do fato de a capota estar aberta ou fechada, em relação ao coupé que tem 292l mas que pode chegar a 700l com os bancos traseiros rebatidos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Audi TT ganha retoques no design

Um dos mais simpáticos roadsters fabricados na terra da salsicha acaba de ganhar alguns retoques no visual e mudanças na mecânica. Permanece o sistema Space Frame que usa um adesivo especial para unir as partes de alumínio e aço e dessa forma distribuir igualmente o peso entre os eixos dianteiro e traseiro de forma a dar um bom equilíbrio no carro.
Como de praxe, os carros dessa categoria tem controle suspensão, sendo que nos Audi usa o sistema Magnetic Ride cujo fluido tem micropartículas magnéticas que quando submetidas a um campo magnético muda o comportamento do fluido fazendo o amortecedor amolecer ou endurecer conforme a posição Normal ou Sport selecionável no console central.
O interior é declaradamente um 2+2, quando o banco de trás é usado para acomodar bagagem ou dois passageiros beeem apertados no banco de trás, tanto que os engenheiros da casa de Ingolstadt nem perderam tempo providenciando encostos de cabeça.
O desempenho é o típico da casa, o suficiente para fazer alguns Porsches ficarem ofegantes e os novos motores estão mais potentes e econômicos. Uma boa diversão em pacote compacto.
Interior foi desenhado para dois passageiros, conta com detalhes em alumínio no painel e o banco pode vir com essa combinação bi-color em três cores: marron nougat, cinza titán y vermelho granate.
Bancos traseiros estão ali só para caronas de emergências e bagagem suficiente para viagens curtas, os cintos de tres pontos estão disponíveis estão mas nem os apoios retráteis em forma de vírgula foram colocados.
Os bancos foram desenhados com prioridade para a ergonomia e seguram bem os passageiros em curvas. Destaque para as cinco saídas de ar e o descansa pé. Detalhes em alumínio requintam o interior.

Multimídia que agrega som surround, bluetooth e GPS e o couro tratado para não esquentar quando ficar ao sol são outros cuidados da marca. O volante com base plana já virou regra nos esportivos. E os ponteiros do painel vão até o fim do curso quando a ignição é iniciada.
Novidades são a anilha em alumínio em torno do farol de milha e os doze LEd's que fazem a iluminação diurna, item obrigatório em carros desse segmento. Os faróis podem ser opcionalmente bi-xenon.
As rodas são de 16 polegadas com pneus 225/55, menos no 2.0 TFSI que vem de série com 17 polegadas e rodas 245/45. E os discos de freios são ventilados e os amortecedores vem com o sistema magnetic ride que controla o comportamento da suspensão.
Três motores estão disponíveis começando com um tradicional (na Europa e resto do mundo) 2.0 TDI (Turbo Diesel Injection) com 170 cv e 36,7 kgm/f entre 1750 e 2500 rpm. Avarento, faz 18,9 km/l e emite contidos 149 g/km, 19g acima da meta dos ecologistas de 120 g/km de CO². A segunda oferta é um 1.8 TFSI de 160 cv e 25,5 kgm/f entre 1500 e 4500 rpm que faz 15,6 km/l e emite 149g/km e para terminar o mais potente 2.0 TFSI com 211 cv e 35,7 kgm/f entre 1600 e 4200 rpm e que se contenta com 15,2 km/l e emite 199 g/km de CO². E acima dos 120 km/h esse aerofólio é acionado para aumentar o "downforce".

Desempenho: 0 2.0 TFSI faz o 0-100 km/h em 6.1 com caixa manual de seis marchas e com a caixa S tronic de dupla embreagem e tração permanente Quattro faz 7 décimos a menos e chega a 245 km/h. Com o 2.0 TDI são 7.5 s para chegar aos 100 km/h e máxima de 226 km/h com tração é integral. O 1.8 TFSI faz o 0-100 em 7.2 e máxima também em 226 km/h.