A Audi apresenta em Genebra o seu A1 em versão normal (veja aqui) e a elétrica que ganha o sobrenome e-Tron, esse é o segundo modelo dessa família sendo o primeiro e-Tron baseado no R8 (veja aqui). Segundo a Audi, o urbanino agora é um "MVC", sigla de Mega City Vehicle. Precisamos arranjar alguma coisa para os marketeiros fazerem. Segundo os marketeiros, os MVC são veículos adequados à realidade das megápoles, com seu trânsito complicado e caótico.
A parte "revolucionária" para por aqui, já que o carro é um híbrido de autonomia extendida em que o motor a combustão só recarrega as baterias. Tem soluções interessantes, como o sistema de ar condicionado que usa o calor retirado da cabine para esquentar as baterias e melhorar o rendimento ou no caso de esquentar a cabine, inverter o processo.

Interior continua os mesmos quatro lugares que recebem couro assim como o volante. Detalhes do interior são pintados na mesma cor da carroceria, o que dificilmente vai agradar a imprensa brasileira, contrastando com outras peças com acabamento em alumínio.

Interior continua os mesmos quatro lugares que recebem couro assim como o volante. Detalhes do interior são pintados na mesma cor da carroceria, o que dificilmente vai agradar a imprensa brasileira, contrastando com outras peças com acabamento em alumínio.
Painel ganha display que simula instrumentos analógicos em alumínio, cujas informações podem ser programadas pelo motorista.

O motor elétrico recebe essa tampa de cristal que segundo a Audi mostra a tecnologia limpa escondida em seu interior. Mais escondidas ainda são as baterias de íons de lítio que ficam no túnel central e embaixo do banco traseiro, formando um desenho em "T".

Tirando a grade em tons "alumínio escovado" quase nada muda no "MVC", apesar de ser elétrico, o radiador continua, para refrigerar o motor a combustão, as barerias e os motores elétricos e tirar o maior rendimento possível.

Rendimento que possibilita o carro partir de 0-100 km/h em 10,2 segundos e tem velocidade máxima de 130 km/h. O peso do carrinho é de pouco mais de 1.100 kg, quase igual a de um Pálio bem equipado.

Tirando a grade em tons "alumínio escovado" quase nada muda no "MVC", apesar de ser elétrico, o radiador continua, para refrigerar o motor a combustão, as barerias e os motores elétricos e tirar o maior rendimento possível.
Rendimento que possibilita o carro partir de 0-100 km/h em 10,2 segundos e tem velocidade máxima de 130 km/h. O peso do carrinho é de pouco mais de 1.100 kg, quase igual a de um Pálio bem equipado.
As rodas gigantescas pra o tamanho do carro são de 18 polegadas calçadas por neus 215/35 R18, contra 16 do modelo de produção. Novidade que dará frio na espinha de usuários escaldados com o recente recall da Toyota e os acidentes com Airbus são os freios brake by wire (sem fios) que também recuperam a energia cinética.

O motor elétrico tem 61 cv mas em modo de potência máxima chega aos 102 cv, com torque de 16 kgm/f a 25 kgm/f respectivamente. Em modo de autonomia extendida anda 631 km com o tanque cheio, já que o motor tipo Wankel tem rotor de 250 cc (equivalente a 0.5l de deslocamento em motores a pistão) emite somente 45 g/km de CO² e consome 52,6 km/l.

Para recarregar na tomada, é preciso de tr6es horas e voltagem especial de 380 volts, caso não se queira usar o motor a combustão e tentar viver a vida sem emitir CO².

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