segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Linha RAM de pick-ups: Modéstia é meu nome

Melhoramos as maiores, potentes e capazes caminhonetes do mundo. Americanos são assim. Se fazem um campeonato de corrida de cortadores de grama e tiver entre seus competidores um chicano, um samoano e um havaiano eles nomeiam o campeonato de "World Mower's Campionship". Se não entendeu, Samoa é um território americano no Pacífico, Havaí é um dos mais de 50 estados norte-americanos e os mexicanos querem ser norte-americanos e tem inveja daquela parte do território que foi vendida ao tio Sam no século retrasado.
Voltando as picapes, vou começar com as séries mais "modestas" a 1500 e 2500. No interior paulista é comum ver playboys de estilo "country" que frequentam bailões animados por duplas sertanejas "universitárias" fazendo graça com as RAM's pela cidade, acelerando o V-Oitão a diesel e pagando de gostoso. E acredite, nos EUA as picapes são carros de trabalho, apreciados por peões, operários da construção civil, prestadores de serviço e boa parte dos trabalhadores que precisam levar algum tipo de carga volumosa. Emfim, é um carro de pedreiro. Agora acho que entendo porque alguém com diploma em direito larga tudo para trabalhar lá lavando pratos e limpando banheiro e sendo chamado de cucaracha...
"As maiores, mais potentes e mais fortes caminhonetas do mundo" como gosta de proclamar aos quatro ventos a Ram, a nova divisão de picapes da Chrysler, vamos com as séries 3500, 4500 e 5500. Ideais para o trabalho pesado, são chamados de trucks pelos americanos por causa de seu rodado duplo e sua alta capacidade de carga. Os motores são o Hemy 5.7 e o 6.7 Turbodiesel da Cummins, enquanto a Ford aposta em motores de 4 cilindros para mover a F-Séries.
"A Ram Trucks continuar a quebrar as regras com seu estilo forte, com melhor qualidade, durabilidade e capacidade ", disse Fred Diaz, Presidente e Chefe Executivo da Ram Truck, a nova divisão de picapes do Grupo Chrysler LLC.
O interior da 1500 ganha sofisticação e acabamento de dar inveja a muitos carros de luxo, com direito a multimídia compatível com I-Pod, ar digital entre outros mimos.
A versão cabine dupla Quad-Cab, cujos passageiros do banco traseiro não ficam espremidos. Versão interessante levando em consideração que os americanos são enormes, tanto horizontalmente quanto verticalmente.
As versões a gasolina vem com o V-8 Hemi de 383 cv e 55 kgm/f de torque, que recebeu melhorias para melhorar o desempenho e consumo.
Nas carrocerias "lisas" da 1500 há um porta-trecos com iluminação interna e com chave.
Essa é a versão Crew-Cab da 1500, conhecida como cabine dupla por essas bandas, mostra a sua vocação para o trabalho com a caçamba maior em detrimento do espaço para a cabine de passageiros.
Novos tempos, o painel completo vem com indicador de economia de combustível e também tem sistema de monitoramento de pressão. E há um "assistente" para ajudar a estacionar essa grandalhona no painel com indicador de distância no painel.
Interior da Quad-Cab é bem amplo em relação às cabines duplas encontradas no mercado, com porta-copos e porta-trecos espalhados em seu interior.
O porta-luvas tem duas seções com aberturas independentes também com chaves e iluminadas internamente.
Dois dos porta-trecos, sendo que o do assoalho é estanque podendo levar algumas ferramentas à ceva geladinha com gelo.
Americano adora um trailer e esse acessório disponível nas versões SLT, TRX e Laramie ajuda a regular o equilíbrio de freios do reboque quando está acoplado, melhorando a (já complicada) dirigibilidade.
Praticidade: O espelho pode ser "esticado" para as laterais quando o trailer for mais largo que a picape, melhorando a visão para trás e diminuindo os pontos cegos, calcanhar de aquiles desse tipo de veículo.
A MOPAR, a envenenadora oficial da Chrysler, não podia ficar de fora e preparou um "kit" de parachoques, estribos e rodas para personalizar a picape.
Um tampão "marítimo" caso a picape seja mais usada como carro também faz parte do "kit" da Mopar.
Ainda em versão Mopar na foto, a picape recebeu a última restilização no meio de 2008, quando ainda era da divisão Dodge.
A picape vem em cinco versões dependendo do uso e do bolso do comprador: ST, SLT, TRX, Sport e Laramie
Essa é a versão "básica" ST, cuja suspensão traseira pode ser regulada conforme a carga e evitar os característicos pulos com a caçamba vazia cuja capacidade chega a quatro toneladas.
A versão "lameira" Power Wagon volta à linha de produção esse ano, os diferenciais são os gráficos no capô...
...e na tampa traseira. Vem com pintura em dois tons.
Na dianteira recebe um guincho de tração com capacidade de 5,44 toneladas e diferenciais autoblocantes, além da tração 4X4...
...além de pneus de 32 polegadas, diferenciais mais curtos para vencer as rampas mais íngremes.
E tem dois motores disponívei, o Hemi 5.7 e um turbo-diesel Cummins de 6.7l, disponível em toda a linha, que produz 350 cv de potência e torque de quase 90 kgm/f.
E por fim a básica ST cabine simples. Sim, o modelo pode receber freios ABS e nas versões a diesel um freio adicional para poupar os freios normais quando carregado ou com algum trailer ou reboque.
E para quem precisar subir na caçamba para carregar a picape, um providencial apoio de pé escamoteável ajuda na tarefa.
O Cummins ainda tem filtro de NOx para atender a norma Euro 5 para motores diesel.
Micro-empresários, frotistas e prestadores de serviço podem equipar a picape 3500 com diversos tipos de carrocerias nessa versão chassi-cabine, que a Chrysler disponibilizou a foto na versão antiga.
O interior continua com as amenidades da série 2500, como o porta-luvas duplo e o multimídia compatível com I-Pod. O painel é projetado para se tornar um escritório móvel, e o console central permite que um lap-top se apoie ali sem malabarismos.
Deixa o SAE ver isso...
...isso é uma "bola" de engate para trailers e reboques em geral, e esses trailers gigantes típicos nas estradas americana fazem esses "trucks" que os rebocam parecerem mini-carretas.
Além da "bola do engate" no meio da caçamba, é de série nas picapes da Ram o apoio escamoteável para os pés.
Além do ar-condicionado, os bancos traseiros, assim como os dianteiros tem aquecimento e resfriamento, rebatimento parcial ou total, porta-copos no descança braços embutido no banco central, que vem inclusive com itens ausentes em modelos vendidos no mercado nacional: Cinto de três pontos e apoio de cabeça.
A grade não nega a origem Dodge da linha de utilitários do Grupo Chrysler. A nova dianteira foi introduzida no meio de 2008 e o desenho da grade reforça a vocação para o trabalho pesado.
O espelho retrovisor vem com piscas integrados e podem ser extendidos para a posição de reboque de série além de ser eletrocromico.
O pessoal da Hyundai deveria aprender a fazer frentes mais agressivas, mas sem as carrancas do São Francisco como a série HD.
Mais preocupações com quem utiliza a picape para rebocar trailers e afins, equilíbrio de freio e tomada de carga para o reboque.
O motor turbodiesel da Cummins é o mesmo da série 2500, e vem acoplada a uma caixa de seis marchas. O outro motor disponível é o V8 Hemi de 5.7l
Essa é a versão cabine-dupla da 3500 com 4X4, reponsável por 50 por cento das vendas de picapes nos EUA. A versão da foto é a top Laramie.
Essa é a Mega-Cab, cujo interior foi mostrado acima, também 4X4 e na top Laramie.
Na série 3500, a caçamba "Marta Rocha" recebeu um desenho mais aerodinâmico.
O eixo traseiro da 3500 conta com amortecedores de dupla função, quando vazia a suspensão é mais macia bem ao gosto americano, mas carregada ela se torna mais firme garantindo uma boa viagem em qualquer situação.
As versões 4500 e 5500 somente estão disponíveis na versão chassi-cabine que pode receber qualquer tipo de carroceria.
Última versão disponível é esse guincho. As séries 3500, 4500 e 5500 podem receber câmbios, todos de seis marchas, manual, automatizado ou automático.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Tata Nano ganha versão Kombinha: Magic Iris

Parece que o senhor Ratan Tata tem alguma coisa contra motos e afins. Depois de lançar o Nano com o sonho de substituir as motos e motonetas que os indianos insistem em lotá-las mais que deveria, a ponto de rivalizar com a PM em desfile da Independência quando fazem aquelas pirâmides com incontáveis policiais, agora lança um sua versão anti-tuc-tuc.
O tuc-tuc, nome popular na Ásia do auto-riquixá, é uma motoneta (Vespa, Lambreta e afins, Bizz é crossover...) adaptada que recebe um par de rodas traseiro, um banco adicional para mais dois passageiros e que serve de taxi nos principais centros urbanos daquela área. Quem assistiu a novela "Caminhos da India"deve ter se cansado de ver os mesmos sete tuc tucs rodando os cenários da novela. Bem, se quiser andar em um não precisa nem ir tão longe, no Peru eles tem uma versão fabricada pela Bajaj e é chamada de...
...mototaxi.
O senhor Tata, espertamente pôs o nome do carrinho de "Magic Iris", que lembra o "Magic Bus", o Kombão da banda inglesa The Who. Mas ao contrário da VW ela leva somente quatro pessoas contando com o condutor: três no compartimento traseiro e o condutor na tradicional posição central. Não espere grande desempenho dessa coisinha, a máxima é de 55 km/h, não muito mais rápida que os tuc-tuc que quer substituir. Vem com um motor diesel de 611 cc e um tanque de moto: 10 litros.

Buick Regal GS: (Verdadeira) Estrela do Salão mostra o que é um Vectra de verdade

Para quem não se se lembra ou caiu no Blog agora há pouco, postei em julho sob o impacto de uma possível venda da Opel para a Magna um especial do Vauxhall Insígnia VXR (veja aqui), versão esportiva do verdadeiro sucessor do Vectra, já que o nosso é um Astra agora defasado em uma geração e o velho Astra que é o campeão de vendas da categoria, duas.
Agora estou mostrando a versão Buick, batizada de Regal que agora ganha uma versão esportiva esperimental só para ver se o público se interessa por esse tipo de modelo segundo o departamento de marketing:
“Projetamos o Regal GS para testarmos o interesse por uma versão esportiva do modelo” disse Craig Bierley, diretor de marketing de produtos da Buick. “Assim como o Regal, a versão GS é baseada no premiado Opel Insignia”. O desempenho é complementado por uma suspensão independente nas quatro rodas e é também equipado com tecnologia IDCS (Drive Control System - Sistema de Controle de Acionamento), que fornece maior estabilidade ao veículo e maior segurança ao dirigir, adaptando também as características de direção do carro às preferências do motorista. No interior, o painel de instrumentos tem brilho em azul claro quando o motorista aciona o modo esportivo do Sistema de Controle de Acionamento (IDCS - Drive Control System). As aberturas de ar são semelhantes ao Insígnia OPC/VXR. A potência do motor 2.0l é estimada em 255 cv e o torque de 40,8 kgfm que combinado com uma transmissão manual de seis velocidades que direciona o torque a um sistema adaptável com tração nas quatro rodas. Um diferencial eletrônico com escorregamento limitado garante que a potência do motor seja distribuída adequadamente durante as curvas.
“A idéia por trás do Regal GS era levar o modelo de produção a uma direção mais agressiva que agradasse aos entusiastas pelo desempenho” disse John Cafaro, diretor de projetos da Buick. “Mas junto com essa postura agressiva, há um estilo sofisticado no projeto que complementa a experiência de condução.”
O carro vem sistema de freios Brembo de elevado desempenho com discos perfurados de 355 mm; pinças de alumínio de quatro pistões e pastilhas de elevado desempenho. Uma hora ele tem que parar...
Internamente, o Regal GS varia da versão "civil" cum um interior totalmente em preto, alavanca de câmbio esportiva e um volante de camurça com a parte inferior achatada, semelhante aos utilizados em corridas.
O Regal é equipado com um motor turbo Ecotec 2.0 litros com tecnologia de injeção direta e transmissão com diferencial de escorregamento limitado e tração integral.
A fábrica estima que o carro possa acelerar de 0 a 100 km/h em menos de seis segundos.
Através do IDCS pode ser escolhido dentre os três modos de operação – normal, esporte e GS – que alteram os ajustes da suspensão, a resposta da aceleração e a sensibilidade da direção através do sistema de direção de esforço variável.

Mustang Boss 302R e GT: Poneis Cars dos novos tempos

Vamos começar a falar da versão que a Ford oferece para quem quer ter um Mustang pronto para track-days, campeonatos amadores e de arrancada. "Para acompanhar a demanda do mercado, a equipe Ford construiu versões modernas dos Mustangs mais potentes e lembrados ao longo dos anos", disse Jamie Allison, diretor da divisão da Ford Motorsports americana. "De Shelbys, Bullitt's, Mach's e Cobra Jet's, agora é o momento para a linha BOSS se juntar à lista dos Mustangs mais cobiçados da América. O original BOSS 302 era um lendário campeão premiado e o novo Mustang Boss 302R vai continuar a tradição. O Mustang foi preparado para correr desde o início, e este novo Mustang é feito para vencer. "
O motor "básico" dessa criatura bestial é um 5 litros ou 305 polegadas cúbicas com 16 vávulas por cilindro, muito nesses tempos de downsizing em que um motor 1.4l tem que ter desempenho de um de 2 e consumir o mesmo que um 1.0, acoplado a um câmbio manual de seis marchas, com gaiola, bancos e cintos preparados para competição, freios Brembo, telemetria por módicos U$ 79 mil. Agora se quiser correr profissionalmente, corra atrás dos seus patrocinadores, já que essa versão não sai por menos de U$ 129 mil.
A Ford Racing preparou esse bólido em homenagem ao aniversário de 40 anos da conquista da Trans-Am, no campeonato de 1970 pelo piloto Parnelli Jones em um Mustang Boss 302 preparado na época pela Bud Moore Engenharia.
Serão fabricadas apenas 50 unidades dessa versão que estarão disponíveis somente no terceiro trimestre de 2010.
A Ford lança essa nova releitura dos lendários GT com um motor moderno construído na clássica configuração em "V" com oito cilindros que ajudou a popularizar nos anos 30. A GM só ia ter o seu 20 anos depois.
Para desespero de Carroll Shelby, os novos GT's continuam oferecendo um interior bem confortável. SE quiser um carro de corrida, peque uma das 50 unidades do Boss que falei acima.
O painel totalmente analógico e completo por sinal pode ter as cores mudadas conforme o gosto do motorista no sistema My Color. São 125 opções.
Bancos em couro e chave programável My Key são mais alguns dos itens de conveniência.
Como está virando "carne de vaca" lá EUA e aqui ainda está em discussão, rádio digital via satélite é opcional obrigatório na terra do tio Sam.
Essa sigla remete aos primeiros Mustang's GT, que tinham versões de 5,74 e 8,19l e potências brutas de 305 e 355 cv nos GT 350 de 1965 e no GT lançado em 1967 respectivamente.
Espelhos com lentes convexas colados nas lentes "sem grau" ajudam na segurança.
Finalmente a usina: 5l, 32 vávulas, 412 cv (não chega a ser uma Ferrari 458 Itália com seus 127 cv/l, mas é uma potência específica muito alta em um motor americano com aspiração natural) e torque de 54 kgm/f.
Rodas de 19 polegadas e pacote de freios Brembo mostram que o GT veio honrar as tradições esportivas que a sua sigla evoca.
A Ford garante a máxima em 256 km/h (160 m/h) e entusiastas esperam o 0-100 em 4 segundos. O GT 67 (lembra da Eleanor de 60 Segundos, se não assista o filme...) fazia de 0-96 segundos em 6,8 segundos e máxima de 220 km/h com um motor de 8 litros....
E para encerrar a carroceria está mais rígida para garantir uma melhor estabilidade e proteção aos ocupantes em caso de alguma eventualidade. E importação só por independente....

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Mais uma estrela do Salão de Detroit: o Chevrolet Agile (Acredita nisso?)

Parece que a assessoria de imprensa da GM brasileira andou trabalhando bastante hoje. Além, de uma promoção de queima de estoque a ser realizada nas concessionárias (veja aqui no Blog do Moquenco), tem a grande novidade internacional.
Sim, a cruza de Corsa de geração anterior com a carcaça do Spark vai ser exposto no Salão de Detroit como uma das "estrelas" do estande da GM. Depois quando escrevo que eles estão sem assunto e novidades o pessoal acha que estou sendo mal-humorado.
O Agile que serás exibido é um veículo na cor amarelo Carman, equipado com rodas de 16 polegadas, na versão LTZ, e será apresentado por Tim Lee, presidente da GMIO – Operações Internacionais da GM, e contará com as presenças de Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul, mais os diretores da GM brazuca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente, Carlos Barba, diretor geral de Design e Pedro Luiz Dias, diretor de Comunicação Social.
Veja o que fala Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul: "O Agile superou todas as nossas expectativas de vendas e tornou-se um sucesso absoluto no mercado brasileiro e Mercosul". E eu que só vi dois na rua...

GMC Acadia Denali: Release de mau gosto

Quase dez anos após a GM sul-americana fechar a sua divisão de caminhões e utilitários que ela transferiu do Brasil para a Argentina ela manda um release sobre um produto que poderia estar sendo produzido e vendido aqui. Deve ser falta de assunto sobre o Salão de Detroit (NAIAS). Vamos lá. Já vou adiantando que se quiser uma em sua garagem, só por importador independente e pelo preço que será cobrado, compensa mais por um Q5 ou X5 na garagem. E se for essa versão ainda, uma Cayenne de segunda mão seria melhor ainda.
Mesmo depois da crise, depois de praticamente ser estatizada, a GM ainda não aprendeu a lição.
A GMC é a divisão de caminhões e utilitários da marca e tem modelos que, tirando algumas diferenças cosméticas, não diferem dos Chevrolets vendidos com outros nomes. Se bem que esse é uma excessão, já que ele é na verdade um finado Saturn Outlook, mas há uma versão Buick também. O Acadia ganha o sobrenome Denali que indica que esse utilitário GMC é um veículo extremamente luxuoso, com requintes como vidros laminados mais grossos e vedações triplas para garantir um melhor isolamento acústico. Com mais de três metros de entreeixos, garante um bom espaço interno para os passageiros, que podem ser sete ou oito dependendo da versão, quase uma Kombi. Vamos ver se algum rapper terá coragem de mostrar esse SUV em algum clipe.
O motor V6 que é o mesmo do Buik Lacrosse tem injeção direta de gasolina 3.6 l com comando de válvulas variáveis que rende 236 cv e tem torque de 36,1. A transmissão é automática de seis velocidades e pode rebocar, item importante no mercado americano, um trailer ou reboque de até 2.300 kg. Tem tração integral disponível, item importante se o lugar neva com frequência. A suspensão é McPherson na dianteira e a traseira é independente.
Interior luxuoso com assentos de couro perfurados com banco do passageiro e do motorista aquecidos e refrigerados e com oito posições eletricamente ajustáveis memorizáveis, mesmo revestimento do painel da porta, volante que também recebe aplique em mogno, acabamento em detalhes de madeira sobre o painel de instrumentos e console central, iluminação na região dos pés, sistema Dual SkyScape de teto solar, com teto frontal deslizante e seção traseira fixa, Display com informações projetado no parabrisas que na GMC chama-se HUD, ar condicionado trizona, Bluetooth, GPS, Rádio via Satélite (só nos EUA), multimídia Bose com entrada USB, 10 autofalantes e tela dobrável no teto e partida por controle remoto.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Noble Fenix - Ressurgindo das cinzas

O projetista Lee Noble adianta o que poderá ser a sua nova "Fenix". O Fênix é um superdesportivo que usará um motor Chevy, o conhecido LS3 V8 do Corvette com compressor que na versão "pacata" rende 480 cv, mas haverá uma opção mais brava com 638 cv. Com contidos 1200 kg, dá uma relação peso-potência de 2cv/kg o que exigirá um controle de tração bem atuante ou um piloto profissional para domar essa fera. "Nosso primeiro protótipo está em construção e o desenvolvimento terá início em cerca de um mês", disse Lee. "Nós vamos estar testando o primeiro protótipo nas estradas de montanha ao redor de Port Elizabeth, África do Sul, onde o carro será fabricado. Mas estou ansioso para levar o carro de volta para o Reino Unido, onde eu posso configurá-lo nas estradas que conheço bem." Projeções mostram que é possível fazer o 0-100 km/h em longos (para um superesportivo) 7 segundos e chega a interessantes 302 km/h.
O preço deverá rondar os 90 mil euros, mas pode subir em mais 30% quando o modelo for lançado comercialmente.

Vauxhall (Opel-UK) Meriva 2010 [fotos oficiais]: Inverter para não contorcer

Não, as portas traseiras não estão abertas do lado errado. A Opel preferiu inverter a abertura das portas traseiras para se diferenciar da concorrência e de quebra aumentar a vocação familiar da minivan. Ao contrário do Mazda RX-8 e do Rolls Royce Phantom, as portas traseiras tem abertura independente e são travadas automaticamente quando o carro está em movimento. Segundo a Opel, isso proporciona um acesso melhor para os pais que tem crianças pequenas e precisa acomodá-las em cadeirinhas e boosters sem que tenha que ficar se contorcendo. E as portas não irão cair porque a coluna C foi bem reforçada. As fotos oficiais são da versão inglesa vendida sob a bandeira Vauxhall, antiga fabricante de carros ingleses absorvida pela GM que perdeu a sua independência e que hoje revende produtos da Opel. Ela segue a linguagem visual do Insígnia e do novo Astra (o europeu).
Destaque para o sistema FlexiSpace, que nada mais é que o sistema de rebatimento e deslizamento dos bancos traseiros já presente no brazuca Foz e seus derivados.
E pode esquecer, a véia Meriva lançada no longínquo ano de 2002 continua firme e forte no mercado nacional. Talvez haja uma derivação do Ágile caso a GM daqui entenda que está na hora de substituí-la.
E tem uma novidade que já virou item obrigatório nesses tempos de histeria pré-apocaliptica do aquecimento global antropogênico: um suporte escamoteável de bicicleta no parachoque traseiro, chamado pela Opel de FlexiFix.
O carro terá seis opções de motores que terão entre 75 e 140 cv e todos com grandes reduções em emissões de CO². O lançamento será em março desse ano e maiores informações a Opel promete divulgar no próximo Salão de Genebra.
As portas abrem em 90º facilitando e muito o acesso ao interior do veículo
Interior ganha o sistema Flexrail que permite que se mude o layout do console central e dos bancos sem dificuldades. Os bancos, tanto dianteiros quanto traseiros podem ser movidos para frente e atrás, melhorando o espaço para as pernas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Agora o Low Cost da Toyota: o Etios

Nem bem o Logan vai ganhar uma restilização, isso se não ficar já com a cara do Sandero de uma vez, e a sua vida de sedã com espaço de médio com custo de compacto vai ficar difícil. Além do Small Car da Honda, ainda vem o Etios que oferece um bom espaço interno em tamanho diminuto até 2012. Lançado no Salão de Delhi hoje como um compacto Low Cost, promete brigar por consumidores que hoje estariam com um Corolla semi-novo na garagem.
Motorização terá opções 1.2 exclusiva do hatch e 1.5 disponível também para o sedã, todos com o conhecido sistema VVT-i de variação de válvulas.

Honda entra no mercado dos Low Cost (veículos de baixo custo)

O título acima faz muito brasileiro babar acordado sonhando que vai ter um belo Honda zero em sua garagem por menos de 20 mil reais. Mas se você pegar o preço do Logan, pelo que ele é vendido na Europa e no Brasil, dá para projetar um valor de revenda aqui nessa terrinha amaldiçoada pela alta taxa tributária na casa dos 30 mil reais. Acredite, mas aqui carro é item supérfluo segundo a regulamentação tributária que classifica a incidência de impostos nos produtos fabricados e comercializados aqui. A Toyota havia anunciado um Low Cost para o mercado indiano e lançou o Etios no Salão de Delhi, na India, em versões sedã e hatch. Se confirmado para cá, terá o mesmo preço do Logan e tomará o lugar de algum Corolla usado na garagem. Então podemos ter essa belezinha em dois ou três anos aqui, afinal a Honda não irá querer ficar atrás, tanto que lançou o Small Car Concept no mesmo salão. Os únicos que não irão gostar desses carrinhos é aquele povo que sonha em ter um "carro de primeiro mundo" na garagem e dirigem um gol bolinha 1.0 e sentem vergonha de serem brasileiros porque a Kombi é fabricada aqui até hoje.
O design foi concebido de dentro para fora: "o máximo para o homem, o mínimo para a máquina".
Mal se percebe que tem quatro portas, já que a maçaneta traseira é escamoteada na quina da janela traseira, na coluna C.
O carro será lançado na India e Tailandia por um preço equivalente à 7500 euros.
O protótipo tem faróis em LED's, que devem ser substituídos por lâmpadas comuns na versão de produção. Os indicadores no retrovisor talvez sejam mantidos nas versões top.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

JAC A5 e A6 - Dados dos novos chineses a aportarem aqui

Uma pesquisa demorada, já que não falo e nem leio chinês, mas relativamente produtiva. Esses são alguns modelos que a JAC, nome que a Jianghuai adota fora da China, pretende comercializar aqui no Brasil. Vou mostrar primeiro os veículo maiores, o sedã J5, também chamado de Heyue B15 e o monovolume M18 que será vendido aqui como J6.
O J5 é um sedã médio que foi desenhado, segundo a marca, nos estúdios Pininfarina. A JAC pretende vender o carro completo, com ABS, ar-condicionado digital, air-bags frontais e laterais e CD player no mercado nacional.
Não foi informada a motorização que será vendida aqui, mas está disponível duas unidades d origem Mitsubishi: um 1.5 com modestos 106 cv e um interessante 1.8 com 143 cv.
A minivan M18 virá completa, assim como o sedã. Os dois são novidades na linha, já que foram lançados no Salão de Shangai realizado em abril desse ano.
Virá com duas motorizações, a 1.8 de 143 cv e uma versão 2.0 com chochos, para a cilindrada, 136 cv.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Ano Novo, Importadora nova...

Mais uma chinesa entra com sola no mercado nacional, já contando com 50 concessionárias e capitaneada pelo Sérgio Habib, ex-Citroën Brasil. A da JAC Motors (Jianghuai Automobile Co. Ltd) virá inicialmente com 4 modelos: o compacto J3 em versões sedã e hatch, o médio J5 (foto acima) e a van J6, segundo release desenhados pelos estúdios Pininfarina. Não foram repassados maiores dados de motorização e capacidade, mas Freios ABS, ar-condicionado digital, air-bags frontais e laterais e CD player serão itens de série dos quatro modelos.
Para o vice-presidente da JAC Motors, David Zhang, “o Brasil é um mercado estratégico para a expansão da empresa fora da China, pois integra o BRIC e ao lado de Índia, China e Rússia constitui o único grupo de países com mercados acima de 2 milhões de carros por ano e com forte potencial de crescimento no setor automobilístico mundial.”
Otimistas, prevêem ambiciosas 50 mil vendas em 100 concessionários já em 2012.