quarta-feira, 24 de março de 2010

Audi A8 Hybrid: Economia, baixas emissões e desempenho andam juntos

A Audi apresentou como um "estudo"esse A8 praticamente pronto para a produção, com alguma diferenças estéticas em relação à versão "normal" de produção (veja aqui). Diferença fica para o painel de instrumentos que mostra os diferentes modos de comportamento do sistema que ora está em modo totalmente elétrico (por 2 km a até 65 km/h), ora está recarregando as baterias instaladas no encosto dos bancos traseiros, ora pelo uso normal do motor em velocidades mais altas ou quando o motor elétrico funciona em modo "boost" e indica através de um sinal em forma de galho estilizado que o condutor está dirigindo de modo ecologicamente mais eficiente.
E também com os logotipos "e-tron" nos para-choques dianteiros e traseiros. No mais, é um Audi como outro qualquer, se é que me entende...
O interior mantém o mesmo padrão executivo da linha. Apesar das baterias da íons de lítio, no porta-malas cabem ainda 400 l de bagagem.

O painel de instrumentos exibe através do display o modo de condução do carro. Quando é verde indica recarga das baterias ou condução em modo híbrido, quando laranja está no modo "overboost".
A configuração é híbrida paralela, entre o motor a combustão e as oito marchas do câmbio Tiptronic há um elétrico de 45 cv e um bom torque de 21,5 kgm/f, mas quando está inativo trabalha como gerador para recarregar as baterias, como em frenagens por exemplo.
O motor 2.0 TFSI tem 211 cv e 35,7 kgm/f e junto com o elétrico têm 245 cv e 48,9 kgm/f. Tem dois eixos de balanceamentos para compensar vibrações que os engenheiros denominam de segunda ordem e que derrubam o desempenho do motor. As rodas são de 21 polegadas e os pneus são 265/35.

O desempenho é típico de carros diesel: 0-100 km/h em 7,6 segundos e máxima de 235 km/h. Consumo e emissões ficam em razoáveis 16,1 km/l e 144 g/km de CO² (sempre ciclo combinado europeu para carros estrangeiros).

Carros Híbridos de Alto Luxo: Tendência ou contra-senso?


Quem acompanha esse blog percebe que entra Salão e sai Salão de automóvel, sempre aparecem as propostas híbridas. Restritas aos médios mais plebeus e a utilitários, agora ganham cada vez mais terreno no segmento de alto luxo.
Um dos motivos é o fato que toda empresa sediada ou que comercializa em território europeu agora é responsável por todo o CO² emitido pelo veículo produzido por sua fábrica. E dá-lhe comprar grandes áreas, criar viveiros e estufas para plantar árvores e mostrar aos consumidores preocupados com o aquecimento global de que a empresa é "ambientalmente responsável".
Com as normas de emissões cada vez mais restritivas, muitos fabricantes de alto luxo estão lançando modelos híbridos, como a pioneira Lexus, seguida da Mercedes e agora Audi, Infiniti e Porsche.
Muita gente já sabe, mas vou explicar novamente e resumidamente o funcionamento de um híbrido paralelo, o mais comum: é um motor elétrico ligado ao diferencial que auxilia o motor a combustão nas arrancadas e retomadas, fator de maior gasto de combustível. Em casos mais usuais o motor elétrico atua em baixas velocidades. A vantagem é que o motor a combustão pode ter a sua faixa de cruzamento entre potência e torque mais "estreita" aumentando a sua eficiência e diminuindo consumo e emissões. E é comum os híbridos fazerem consumos melhores na cidade do que em estrada, quando o motor elétrico é mais atuante.
A pergunta é: híbridos de luxo combinam com consciência ambiental? Por incrível que pareça, um híbrido precisa de mais materiais e energia para ser produzido, o que o tornaria menos ecológico. E um de luxo consome mais materiais e energia ainda.
Outro fator que aponta um contrasenso é que para ser ecológico o dono precisa ter um certo desapego dos seus bens e evitar ao máximo o consumo compulsivo e individual. E os carros de luxo estão longe disso.
Na verdade, todos os projetos de mobilidade individual "verdes" apresentam acabamentos franciscanos, espaço interno ideal para anões, número de passageiros limitados e autonomia limitada. E isso pela falta de capacidade de desenvolverem seriamente algo que funcione adequadamente, que seja prático, que caiba uma família de classe média e as compras da semana ao mesmo tempo, que tenha autonomia para ir e voltar ao trabalho ou estação do metrô durante a semana sem reabastecer.
Como não conseguem, criticam o peso dos carros que cresceu graças aos reforços estruturais na carroceria e itens de segurança como air-bags. E é uma falta de responsabilidade de eco-engenheiros como Rui Négre (que tenta vender o seu carro movido a ar) comparar os carros atuais com carros mais antigos, que não ofereciam esses itens.
E o máximo de propostas funcionais que são oferecidas por ONG's como o Greenpeace são o radinho a manivela em que você recarrega a bateria girando a maldita durante uma hora para ouvir 10 minutos, baterias solares que recarregam parcialmente celulares durante horas e um monte de regrinhas estúpidas como tomar banho em 2 minutos para não gastar água.
E o pior é ver que as melhores soluções são feitas por gente séria ou visionários sem nenhuma intenção fazer alguma revolução contra "o sistema proprietário" e aparecem não no "Globo Ecologia" mas no "Globo Rural".
Se for levar em consideração que carros de alto luxo (voltando ao assunto) tem desempenho esportivo, e que o motor elétrico tem torque abundante a partir de 0 rpm (é isso mesmo, curiosamente o motor elétrico tem mais torque parado) e que isso é uma forma de se ter uma condução prazerosa e esportiva (apesar de dirigir ser um ato pecaminoso para muitos verdes) sem abrir mão da diminuição das emissões, acredito que não seja um contra-senso. É só a engenharia automotiva criando soluções para problemas criados pela chamada opinião pública...

Honda Accord ganha mais luxo para 2010

A Honda lança a versão 2010 do Accord, sedã médio-grande que cresceu em suas oito gerações. Importado desde 92, é mais fácil de achar modelos até o ano 96 quando o "boom" dos importados foi contido pela alta do dólar. O Accord dos anos seguintes, assim como o Camry, foi reposicionado para o setor de alto luxo em que atua carros com preços acima dos 100 mil reais. Agora na versão 2010 deixa de ser importada a versão LX e é substituída pela EX.
A linha Accord traz ainda diversos recursos antifurto, chave de várias funções, que conta também com o sistema immobilizer --capô e as portas estão protegidos para evitar o arrombamento. Pena que não foram disponibilizadas fotos da versão V6, que externamente só difere da versão 4 em linha pelo teto solar elétrico, os piscas no retrovisor e pelos escapes duplos na traseira. E a versão V6 ainda traz sensor de chuva que aciona automaticamente os limpadores de para-brisa.
O sistema de áudio, da versão topo de linha, possui áudio premium com capacidade para seis CDs e MP3 que também conta com 4 alto-falantes e 2 tweeters, porém com a presença de 1 subwoofer que acentua os sons graves e também conta com o sistema de microfonia ANC (Active Noise Control). O sistema é composto por dois microfones no interior do veículo (um na parte dianteira e outro na traseira), rádio e alto-falantes (os mesmos de uso convencional do veículo, AM/FM e CD). Quando os microfones captam ruídos externos (vindos do motor ou vento com o carro em velocidade) e enviam para uma ECU (microprocessador do sistema de som), que, independente do rádio estar ligado ou não, emite ondas sonoras de mesma frequência pelos alto-falantes, porém com sentido oposto, anulando assim boa parte do ruído e tornando o habitáculo ainda mais silencioso.
A versão EX V6 possui seis airbags, frontais, laterais e do tipo cortina, enquanto a nova versão EX 2.0 conta com airbag frontal para motorista e passageiro dianteiro e ambas as versões contam com o Sistema de Restrição Suplementar (SRS), em dois estágios, que inflam o airbag de acordo com a intensidade em caso de uma colisão frontal.
Como novidade, a versão também traz bancos de couro com regulagem elétrica. Além de portas laterais, volante e manopla de transmissão revestidos em couro. Os bancos traseiros são rebatíveis e contam com descansa-braço e porta-copos. Os principais controles de som e do piloto automático são integrados ao volante de couro, que também possui regulagem de altura e de profundidade.
Agora tem ar-condicionado Dual Zone, painel black-out com indicador de temperatura externa, sistema de som com 160 watts com radio AM/FM e CD Changer com capacidade para 6 discos e reconhecimento de arquivos MP3/WMA com sistema RDS (Radio Data System) e tomada auxiliar P2 para MP3 Player no console central.
A transmissão automática de cinco velocidades com Shift Hold Control detecta automaticamente as condições de condução e seleciona as marchas adequadamente, proporcionando transições muito mais suaves.
A versão EX V6 é equipada com motor 3,5l, i-VTEC 24V (SOHC), de comando simples no cabeçote (SOHC). Alcança uma potência de 278 cv a 6.200 rpm e 34,6 kgfm de torque a 5.000 rpm. Com o sistema VCM2 (Variable Cylinder Management ou gerenciamento variável de cilindros). Esse sistema identifica qual a melhor opção e aciona 3, 4 ou 6 cilindros, de acordo com a velocidade, a carga e o tipo de piso, sem afetar a condução aumentando a economia de combustível e reduzindo a emissão de poluentes. Já a EX 2.0 tem motor i-VTEC 16V (SOHC). Tem 156 cv de potência a 6.300 rpm, além de 19 kgfm de torque a 4.300 rpm.
Mal de família: O porta-malas tem capacidade de 453 litros, pouco levando em consideração que o caçula City tem 506 litros. Pelo menos é iluminado. E as informações são poucas de desencontradas, nem o release e nem o "hot-site" do carro informam se os bancos traseiros são rebatíveis.
Os faróis ganham opcionalmente na versão V6 o HID (High Intensity Discharge) com faróis de xenônio (que possuem lavadores externos), regulagem automática de altura e luminosidade que acendem ao anoitecer, sem prejudicar a visão de outros motoristas. As duas versões possuem rodas de liga leve de 16 (EX 2.0) e 17 polegadas (EX V6).
As lanternas traseiras vem com lâmpada única, e abaixo do parachoque traseiro vem a ponteira do escapamento cromada (uma saída para a versão EX e duas para a EX V6).

A suspensão dianteira é do tipo Double-Wishbone e a traseira, possui sistema Multilink. O carro conta com o VSA (Vehicle Stability Assist), que melhora a estabilidade do veículo, aplicando força de frenagem independente a cada uma das quatro rodas e, ao mesmo tempo, interage com os sistemas de aceleração, funcionamento do motor e controle de tração.
As duas versões também chegam ao país com o ACE (Advanced Compatibility Engineering), uma tecnologia com estrutura frontal capaz de dissipar o impacto de uma colisão.
Há também os freios a disco nas quatro rodas com ABS (Anti-lock Braking System) e EBD (Electronic Brake Distribution).
Importado do Japão, o Honda Accord tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem, e está disponível nas cores Crystal Black Pearl, Alabaster Silver Metallic e Polished Metal Metallic. O preço público sugerido é de R$ 99.800,00 (EX 2.0) e R$ 144.500,00 (EX V6).

WoW 61 - Racing Weels

Veja o programa dessa semana do WoW. Expectativas para 2a etapa da f1 o GP da Austrália, além de Indy e a MotoGP:

terça-feira, 23 de março de 2010

Volvo S60: Uma bela dor de cabeça para BMW Série 5, Audi A4 e A5 e Mercedes Classe E

Esportividade. Palavra dificilmente associada a uma marca conhecida por ser um sonho de consumo dos nerd's norte-americanos. De pacatos sedãs de professores universitários a simpáticas e práticas peruas preferidas por donas de casa, os carros da marca sueca sempre tiveram a imagem associada a carros seguros e confiáveis. Vendida recentemente para a Geely, o novo S60 é o último carro da marca na era Ford. Sem abrir mão dos avançados sistemas de segurança (bem) ativa e (nada) passiva, a nova geração do S60, apresentada no Salão de Genebra, quer ser mais esportiva, mais jovial e mais agressiva. Os sistemas eletrônicos que monitoram o carro não são intrusivos, e agora pode-se desligar o controle de estabilidade que agora está mais esperto e mais rápido tornado o carro mais sobreesterçante. Se a marca sueca vai dar um pouco mais de trabalho para o consagrado trio alemão, o futuro dirá.

Segurança passiva e ativa sempre foram a assinatura da Volvo, e no S 60 não é diferente, com quatro zonas de deformação e sistemas de detecção de cochilo do motorista. O Blind Spot Information System (BLIS) ajuda a detectar a presença de veículos em pontos cegos na traseira em ambos os lados da carro. Uma luz de advertência ao lado do espelho retrovisor acende para alertar o motorista sobre o perigo.
Som com surround tem 12 auto-falantes e o sistema MultEQ elimina distorções causadas pela acústica da cabine do carro, permitindo som mais nítido e claro, com o melhor palco sonoro para todos dentro do carro.
A marca conseguiu 30mm a mais de espaço para os joelhos dos ocupantes do banco traseiro. Há dois tipos de cor do estofamento em couro, e foram inspirados no clássico da marca P 1800.
Um novo sistema de "infotainment" totalmente novo onde a informação do multimídia, sistema de navegação, telefone celular e outras funções são apresentadas em tela colorida em cinco polegadas ou sete polegadas na parte superior do console central.
O painel recebe o já tradicional console central flutuante que agrega vários controles de conforto e comportamento do carro. O fabricante faz questão de instalar a tela em posição elevada para evitar que o motorista desvie os seus olhos na estrada.

Banco traseiro exemplar com cinto de três pontos e apoios de cabeças para TODOS os lugares. Poucos nacionais tem isso.
Além de estarem bem protegidos, os passageiros do banco de trás contam com displays instalados nos encostos dos bancos dianteiros.
Opção de seis motores, três a diesel e três a gasolina. O mais "fraquinho" é o econômico 1.6 D Drive de 4 cilindros em linha, com 115 cv e 27,5 kgm/f de torque. Ele faz mais de 23 km/l em ciclo misto padrão europeu e as emissões são de 115 g/km CO². A mais potente é o T6, que é um 6 em linha a gasolina com 304 cv e 44,9 kgm/f de torque. Faz o 0-100 em 6,5 segundos e a velocidade máxima é 250 km / h. E tudo isso com consumo de 9,8 km/l, já que o carro tem a caixa Geartronic de seis marchas e tração integral.
O carro ganha mais sistemas de segurança ativa baseados em radar. O detector de pedestres que pára o carro totalmente em velocidades abaixo de 35 km/h, acima dessa velocidade o sistema tenta diminuir os danos à vítima. E mais um que evita colisões traseiras em velocidades a até 30 km/h caso o motorista esteja distraído ou não tenha visto o carro da frente desacelerar ou parar. Acima disso o Full Auto Brake diminui os prejuízos com o acidente. E tem o cruise control adaptativo que mantém uma distância segura do carro da frente.
Profusão de LEd's nos faróis dianteiros que são combinados com as opcionais luzes bi-xenon direcionais...
...na repetidora lateral no espelho retrovisor que também avisa quando algum veículo se esconde nos pontos mortos do carro...
...e nas luzes traseiras, cujos segmentos cortados pela tampa do porta-malas também acendem para dar continuidade às formas da lanterna.

O carro tem 4,63 metros de comprimento e o entre-eixos tem 2,78. Haverá duas configuração de suspensão, uma mais firme para quem quer conduzir o carro mais esportivamente e uma mais voltada para o conforto, para enfrentar pisos ruins como os nossos.
O sistema AWD (tração integral) disponível na T6 e opcional na diesel D5 foi reprogramado para ser dirigido esportivamente até os limites de aderência do carro. O chassi está mais rígido em relação à geração anterior e ganha o sistema FOUR-C. Em meras frações de segundo, os amortecedores são ajustados de acordo com o tipo de condução informado por uma série de sensores que monitoram continuamente o comportamento do carro. E o controle de tração pode ser regulado para três modos de condução: Comfort, Sport ou Advanced

E os freios tem também seus recursos, como um que evita que o freio motor seja usado em pisos escorregadios, e o Hydraulic Brake Assist detecta uma redução e dá uma pinçada antes do motorista pisar no freio, para ajudar a parar melhor e mais rápido o caro em situações de emergência.

VW Jetta Variant: um bom motivo para não comprar o Corolla Altis


Muita gente ficará com raiva porque eu não estou recomendando um produto nacional, e sim um alemão importado. E um que quando cai no mercado de usados, não é recomendado pelos mecânicos pela dificuldade e preços de suas peças. No caso, estou falando de carros novos e comparativamente temos 17 cv a mais, uma marcha automática a mais, um cilindro a mais e para quem tem dificuldade para estacionar um carro desse porte, sensores de ré. E por R$ 7.000.00 a menos ainda ganha um bom bagageiro já que a Fielder foi descontinuada e deixou saudades entre os fãs da marca. Não tenho nada contra o tanque de guerra Toyota Corolla, mas sim contra o PREÇO que a marca exige para que o seu topo de gama freqüente a garagem do corajoso comprador.
Vamos ao carro em si:
O conjunto de instrumentos, onde se destacam o velocímetro e o contagiros circulares, tem novo desenho, trazendo ao centro um display digital multifunções. O volante multifuncional com três raios, revestido em couro, é o mesmo utilizado no Passat CC e a coluna de direção tem regulagem longitudinal e de altura, facilitando ao motorista encontrar o posicionamento ideal para dirigir.
Ao centro do painel, sobre o console, destaca-se o novo rádio e cd-player mp3 RCD 510, com tela de 6,5 polegadas sensível ao toque, que permite utilização mais fácil e intuitiva. O equipamento, com 10 altofalantes, possui entrada auxiliar que permite conectar equipamentos como externos, como iPod, e também aceita cartões de memória tipo SD.
Logo abaixo ficam os comandos digitais do ar-condicionado, com duas zonas de climatização independentes, cujas funções também são expostas na tela do sistema de som. Uma particularidade do sistema é a possibilidade da ativação automática da recirculação do ar: o equipamento é capaz de detectar quando a presença de poluentes é mais acentuada, como ao passar ao lado da descarga de um caminhão, bloqueando imediatamente a entrada de ar e garantindo uma atmosfera mais limpa no interior do veículo.
Pequenos detalhes não foram esquecidos: no console central, o portacopos pode ser ajustado pelo posicionamento de uma travessa que pode ser removida e usada como abridor de garrafas.
bancos traseiros também contam com apoio de braços central, que pode ser rebatido.
O sistema de direção Servotronic tem assistência elétrica, que se adapta à velocidade do carro.
A segurança passiva é reforçada pelos cintos dianteiros com pré-tensionador e regulagem de altura e um conjunto de seis airbags, que inclui bolsas tipo cortina que também atuam em toda a área envidraçada lateral. Os airbags dianteiros têm duplo estágio de abertura, variando com a intensidade do impacto e o do passageiro pode ser desativado.
O Novo Jetta Variant chega ao mercado até o final do mês de março, e o melhor, tudo isso e mais embaixo com preço sugerido de R$ 83.990,00.
Os bancos dianteiros oferecem regulagem de altura tanto para o motorista como para o passageiro, além de ajuste lombar, para maior conforto. Os passageiros de trás contam com bolsas porta-objetos nos encostos dos bancos dianteiros e luzes de leitura individuais, além de portacopos e tomada elétrica de 12V.
Um dos destaques do novo Jetta Variant é o teto solar panorâmico Skyview, oferecido como opcional. Com várias possibilidades de abertura e isolamento do interior por uma cortina retrátil, ele se estende até a parte traseira do habitáculo, reforçando a luminosidade do interior.

O painel tem novo acabamento, em que a esportividade é destacada por insertos em material "Black Pyramid", simulando fibra de carbono, também presentes no revestimento das portas, em contraponto a frisos em aço escovado.
As manobras de estacionamento são facilitadas também pelos sensores de distância dianteiros e traseiros, que também representam uma proteção adicional contra arranhões e pequenos danos aos parachoques. Infelizmente o Park Assist está disponível somente no Tiguan.
O motor 2.5, com cinco cilindros de 170 cv e torque de 24,5 kgm/f a 4.250 rpm, vem com câmbio automático com seis marchas Tiptronic. O carro atinge 100 km/h em 8,9 segundos e tem velocidade máxima de 205 km/h.
Os sistemas de segurança ativa incluem bloqueio eletrônico do diferencial e controles computadorizados de tração (ASR) e estabilidade (ESP), associados aos freios a disco nas quatro rodas com sistema antibloqueio (ABS). A suspensão traseira é independente, tipo 4-link, assegurando um excelente comportamento nas curvas.
Na parte traseira, onde o desenho é o menos feliz do carro, as lanternas estão mais escuras. As longas travessas sobre o teto, em preto fosco, permitem a fixação de bagageiros ou racks. Ainda na parte superior, junto à traseira, uma nova antena estilo "shark". O encosto posterior pode ser dobrado totalmente ou em 60 ou 40 por cento da largura, possibilitando o aumento do volume do porta-malas dos 505 litros originais até 1.550 litros e facilitando o transporte de objetos de grandes dimensões.

Chrysler pretende produzir o Fiat 500 EV

Desde que o então presidente norte-americano George W. Bush afirmou que os americanos estão viciados em combustíveis fósseis, várias frentes para substituir o carvão mineral e o petróleo estão sendo abertas. Apresentado em Detroit, o Fiat 500 ganhou uma variante elétrica e o sobrenome EV.
"A aliança com a Fiat apresentou novas oportunidades para mesclar conhecimentos de engenharia do Grupo Chrysler com novas plataformas e o do Fiat 500EV é um exemplo extraordinário de nossos esforços", disse Scott Kunselman, Vice Presidente Senior de Engenharia do grupo. "O Fiat 500 é pequeno, tem uma plataforma leve perfeita para integrar a tecnologia do veículo eléctrico".
O sistema de propulsão do Fiat 500EV é composto por três sistemas principais: um propulsor elétrico de alta potência, as baterias de íons de lítio, e uma unidade de controle EV para gerir os fluxos de energia. Iniciará em 2012 a fabricação do Fiat 500EV para o mercado norte americano. Toda a engenharia de powertrain e desenvolvimento do veículo será na sede do Grupo Chrysler em Auburn Hills, Michigan e os preços e dados técnicos serão anunciados próximo do lançamento, mas segundo a fabricante será competitivo com os similares elétricos vendidos no mercado. O problema é ONDE irá ser recarregado o carrinho, já que não foi mostrado nenhum carregador eólico ou solar ou alguma central de reabastecimento baseado em energia limpa ou biocombustível. Quanto a isso, a Chrysler disse que irá desenvolver parcerias no futuro.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Kia Magentis ganha nova geração em NY

"A próxima geração Optima possui o poder de surpreender", diz Peter Schreyer, Chefe de Design da Kia. "É um carro que as pessoas simplesmente não esperam da Kia - e é exatamente isso que nos propusemos a alcançar. "
Com essas palavras que o chefe de design mostra em fotos o novo Magentis (Optima em outros mercados), um sedã médio-grande primo do "nem-tão-inspirado-assim" Sonata da Hyundai que também pecava pelo design estranho e ar de carro de tiozão.
Agora incorpora a nova frente "cara de tigre" (asiáticos sempre são poéticos) com os novos grupos óticos circundando-os.
"O novo Magentis/Optima encarna com confiança a nova direção do design da Kia", diz Schreyer. "É um carro global, com apelo individual."
E bonito, muito bonito.
Detalhe do arco que vai da coluna "A" até a coluna "C" e quase engole o porta-malas. o detalhe da janela traseira também é muito original.

Detalhe das lanternas e da traseira mostrada em sketches

Novidades para a linha Hyundai i-30 na Europa e aqui

Para a meia-dúzia de fãs do i-30 temos algumas boas e talvez más notícias. Depende de quem a recebe, a notícia pode ser boa ou má. A Hyundai vai substituir o i-30 atual na Europa e Ásia por um novo baseado no concept i-Flow apresentado no Salão de Genebra, que terá linhas semelhantes ao ix-35. Para a alegria (ou desgosto do consumidor brasileiro) é bem provável que a CAOA possa ampliar a linha de produção para encaixar o i-30 que, apesar de ser importado e não ter motor flex, é o campeão da categoria.
Essa é a versão Edition apresentada na Inglaterra pela Hyundai (foto na abertura do post e acima) que ganha novos para-choques e faróis com máscara negra.
As boas vendas do hatch animaram a CAOA a trazer a i-30 Estate, uma boa surpresa e uma nova opção no segmento de peruas médias, setor que praticamente estava em extinção. Quem cantou a bola foi o Fernando Calmon em sua coluna.
O concept i-Flow que já adianta as linhas do sedã i-30/Elantra e do resto da linha. O sucessor será apresentado em Maio na Europa e Coréia.
Linhas fluidas e mais aerodinâmicas estarão presentes no novo sedã da linha, sem previsão de vir para o Brasil.
Lanternas traseiras serão semelhantes ao ix-35 e o desenho será um pouco mais civilizado.