quarta-feira, 25 de maio de 2011

MB Axor 2831 Bluetec 5 e Proncove P7: Alguém vai pagar a conta

Depois do fiasco do Proncove P6 ano retrasado, em que os caminhões sairiam da defasada norma Euro III para entrar na atualizada Euro IV, promovida principalmente pela Petrobrás pela sua incapacidade de fornecer um óleo diesel com baixo teor de enxofre, já vemos ensaios para o Proncove P7 que segue a norma Euro V vigente desde 2009 na Europa. A encrenca é que todo o trabalho de desenvolvimento de motores que atendessem a norma Euro IV quase foi jogado fora, além do dinheiro dispendido no desenvolvimento desses motores.
Agora antecipa-se a norma Proncove P7 em dois anos mas para os eco-chatos de plantão o estrago está feito, são 200 mil caminhões e ônibus estimados que foram fabricados com norma de emissões defasada e que rodarão por no mínimo 30 anos. Além disso, os postos de gasolina ainda não vendem o diesel S10 ou S50 fora do nordeste que tem uma modesta rede de 300 postos de gasolina com capacidade para receber o diesel limpo. E estamos praticamente a seis meses da instituição da norma P7 e não estamos vendo nenhuma movimentação por parte da Petrobrás e das redes de postos de combustível, o que faria os caminhões ficarem nos pátios das transportadoras por falta de combustível adequado. O problema é que sem o diesel limpo, ao contrário do S500 ou S1000 (1000 partes por milhão de enxofre), os motores carbonizarão e não haverá a tão esperada redução de 80% de material particulado (a conhecida fumaça preta) e de 60% de óxidos nitrosos (responsáveis pela chuva ácida e não pela destruição da camada de ozônio como alguns eco-desinformados espalham por aí). Acontece que os tanques que armazenam o S50 são diferentes dos tanques que armazenam S500 ou S1000 e custam a bagatela de80 mil reais cada um. E ainda tem o comércio do líquido catalizador, o ARLA 32 que é composto por 32% de uréia em solução aquosa e é injetado diretamente no escapamento dos caminhões pesados. A solução é responsável por derrubar em 60% das emissões de óxidos nitrosos, resultando em água e nitrogênio.
O terceiro ponto é quem paga a conta, já que esse diesel será mais caro, e ainda será acrescido de 5% de ARLA 32 por quilômetro rodado. Numa conta por cima, baseado nos preços praticados com a gasolina premium (aquela de alta performance...) que custa R$ 3,00 o litro, o blogueiro acredita que esse diesel custará na casa dos R$ 2,50 (preço de São Paulo, tem lugar que cobra na cara-dura mais de três reias o litro...) contra R$ 1,95 do diesel sujo. Fazendo as contas, usando como base um caminhão semi-pesado que segundo nossas contas extra-otimistas faria 5 km/l, em um trajeto de 400 km em asfalto teoricamente perfeito (quando é perfeito paga-se pedágio, e por eixo...), o caminhão gastaria 80 litros. A conta ficaria em R$ 156,00 com diesel sujo, e R$ 200,00 com o diesel limpo. Some a esses R$ 200,00 mais R$ 4,00 de ARLA 32, que segundo especialistas custaria, em previsão nada otimista, quase o mesmo preço do diesel sujo. A conta que fiz indicou um aumento tenebroso de 30,7% nos custos do combustível, resultando que o trabalho de décadas para diminuir o consumo nessa casa feito pelas engenharias das fábricas de motores vai parar nos cofres da Petrobrás. Se bem que aqui no Brasil quase tudo é idêntico à versão de demonstração do inferno que na hora é uma lindeza, e depois que assinou o contrato não tem como chorar e nem voltar atrás. E ainda duvido que algum eco-hippie venha falar em fazer um sacrifício pela "mãe terra" quando ver o preço do tomate orgânico disparar na prateleira do supermercado e a passagem do transporte coletivo aumentar.
O Mercedes Axor 2831 em modelo pré-série já adequado ao Proncove P7 ganha algumas alterações como o painel que ganha indicador de nível de ARLA 32 no tanque, dentro do indicador de combustível.
O caminhão pesado e o chassi de ônibus OF 1722 ganham algumas alterações, como tomada de ar separada, filtro de ar com sensor de humidade, escapamento em aço inox, bomba e reservatório de ARLA 32, que na foto são do ônibus.
No chassi de caminhão, o catalizador fica ao lado da bateria e do tanque de ARLA 32. Segundo a marca, só será necessária a troca do filtro de ARLA 32 a cada 2 anos, e os novos equipamentos duram tanto quanto a vida útil do veículo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Renault Sandero 2012 e Sandero Stepway 2012: Antecipando a concorrência

Sucesso de vendas da Renault, o Sandero vem crescendo de participação de mercado ano após ano, passando de 2,5% no segmento em 2008 para 4,8% em abril deste ano segundo a marca francesa. Mas antevendo a concorrência que está se mexendo, como por exemplo a Fiat que mal esfriou o Pálio fase 4, já prepara nova geração do modelo e VW que pretende por a nova frente que é padrão mundial da marca no seu campeão de vendas, o Gol. Para se ter uma idéia, até o Jetta e Golf de primeira geração ainda fabricados na China não escaparam do facelift global da marca.
“Com mais de 180 mil unidades comercializadas até abril deste ano, a linha Sandero ocupa a posição de “carro-chefe” da marca no País. Em 2010, a gama Sandero representou 43% das vendas da Renault do Brasil”, afirma Gustavo Schmidt, Vice-Presidente Comercial da Renault do Brasil.
E a Renault não esperou os habituais quatro anos ou mais para aplicar um facelift mais profundo na dianteira que retirou a discreta grade entre os faróis e alterou o desenho dos parachoques. Mas perdeu a oportunidade de incluir faróis com duplos refletores, já que até o Fiesta "alienígena" tem (veja aqui). Na traseira as modificações se resumiram às lanternas traseiras que ganham máscaras coloridas, vermelha nas versões 1.0 e 1.6l e cinza na aventureira Stepway.
A motorização é composta por três motores, um 1.0l 16 válvulas, e dois 1.6l com 8 e 16 válvulas. O propulsor 1.0 16V Hi-Flex, único com quatro válvulas por cilindro da categoria, vem nas versões Authentique e Expression e rende 76 cv (gasolina) e 77 cv (etanol). São 9,9 kgfm de torque com gasolina no tanque e 10,1 kgfm com etanol, sendo que 80% desse valor já estão disponíveis a 1.500 rpm. Com este motor, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 14,2 segundos (gasolina) e 14,1 segundos (etanol).
O motor 1.6 8V Hi-Torque, por sua vez está presente nas versões Expression e Privilège, gera 92 cv de potência com gasolina e 95 cv com etanol. A principal característica é o torque de 13,7 mkgf (E22 ou gasolina) e 14,1 mkgf (E100 ou etanol) a 2.850 rpm, faixa de rotação mais utilizada pelos motoristas brasileiros. Aos 2.500 rpm, 95% da força já está disponível, qualidade que elimina as constantes trocas de marcha nos percursos urbanos. Os números de desempenho do Hi-Torque nas acelerações são 11,7 segundos no 0 a 100 km/h abastecido com etanol e 12,1 segundos na mesma prova quando abastecido com gasolina.
Já o motor 1.6 16V Hi-Flex é exclusivo da versão Stepway. Alimentado com gasolina, o tempo na prova 0 a 100 km/h é de 10,2 segundos e de 10,1 segundos com etanol. A velocidade máxima é de, respectivamente, 181 km/h e 184 km/h. O torque máximo é de 15,1 kgfm (a gasolina) e 15,5 kgfm (etanol) com 90% do torque máximo disponível já a 2.000 rpm. O 1.6 16V Hi-Flex é um motor com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC, do inglês, double overhead camshaft) com comando que aciona as válvulas de admissão, e o outro as de escape, o que favorece a combustão. O balancim é roletado, solução que reduz o atrito entre as peças móveis e, conseqüentemente, o consumo.
Por dentro as novidades são as melhorias no sistema de isolamento acústico, rádio com ambientalização "3D", e abertura interna do bocal do tanque de combustível.
O rádio AM/FM com reprodutor de CD-Player, conta com processamento digital de som (DSP) e reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WMV. Em sua parte frontal, ele conta com duas entradas: uma auxiliar, do tipo “jack”, e outra para conexão USB/iPod, controlado pelo comando satélite instalado na coluna de direção. Além disso o novo rádio disponibiliza a tecnologia Bluetooth, que permite conectar um telefone celular ao sistema de áudio do veículo, permitindo realizar e atender chamadas pelo comando satélite. O Novo Sandero e Novo Sandero Stepway tem como opcional quatro alto-falantes, do tipo “full range” e também conta com um sistema de processamento de som (DSP), cujo objetivo é o de se obter uma qualidade sonora em três dimensões. Trata-se do é o “3D sound by Arkamys (empresa francesa especializada em customização de som automotivo)”, que proporciona uma qualidade sonora semelhante a um “home theater” doméstico.
“Os Novos Sandero e Sandero Stepway são frutos de um projeto que, desde o início do seu desenvolvimento, teve foco nos brasileiros. As alterações na gama 2012 vão ao encontro das aspirações dos consumidores a partir de clínicas e pesquisas de opinião”, explica Jean-Michel Jalinier, Presidente da Renault do Brasil.
O desenho do carro é baseado nos carros conceitos “Sand’Up” (apresentado no Salão do Automóvel de 2007) e “Stepway Concept” (exposto no salão do ano passado, veja aqui). “Esses dois carros conceitos foram fundamentais no processo de desenvolvimento do Novo Sandero e do Novo Sandero Stepway, para que conseguíssemos produtos mais modernos e que acompanhassem a nova identidade mundial da marca Renault. O Novo Sandero Stepway não foi feito na França para o Brasil. É um automóvel concebido e produzido no Brasil para consumidores brasileiros e sul-americanos. Com ele, o Renault Design América Latina se tornou realidade em 2008. Os consumidores brasileiros, em geral, dão muita importância ao interior do veículo e valorizam o acabamento, mesmo em uma versão de entrada”, acrescenta Vincent Pedretti – Designer Chefe do Renault Design América Latina (RDAL). “O Novo Sandero Stepway é nossa interpretação de um modelo esportivo e sofisticado, com base em estudos e pesquisas com consumidores brasileiros que são muito exigentes quanto à qualidade dos materiais utilizados”, conclui o executivo.
São três anos de garantia total de fábrica ou 100.000 quilômetros, o que ocorrer primeiro. Além disso estão previstas revisões em intervalos de 10.000 km com o programa “Revisão Preço Fechado” que permite ao proprietário saber com antecedência exatamente quanto vai gastar com peças e mão-de-obra. O valor é fixo e válido para toda a rede de concessionárias da Renault no País. “A meta da Renault foi fazer o possível para minimizar o custo de manutenção e reduzir o tempo de uma eventual imobilização do automóvel”, explica Luiz Fernando Pedrucci, Diretor de Pós-vendas da Renault do Brasil. “Há marcas que divulgam os valores das revisões excluindo o custo da mão-de-obra, induzindo os consumidores ao erro”, afirma o executivo.
Outro benefício importante é o “Pacote Preço Fechado”, que inclui os principais componentes de desgaste natural do veículo: amortecedores, pastilhas de freios, palhetas do limpador do pára-brisa e silencioso.
Abaixo as versões e preços do Sandero 2012:

À direita o quadro de instrumentos das versões 1.0 e 1.6l e à esquerda à do Stepway que ganha aros vermelhos no velocímetro e conta-giros. Os intrumentos ganham nova grafia e estilo diferenciado entre a Stepway e as demais. Indicador de temperatura e de nível de combustível continuam no display digital, mas ganham aviso de "tanquinho" de gasolina vazio.
Na foto acima os bancos das versões 1.0 e 1.6l e embaixo à esquerda a versão Stepway que ganham novas padronagens de tecidos, bicolor na última e monocromático nas demais. No canto inferior direito o painel da versão Stepway em tons de cinza-claro. Volante nos carros com direção assistida ganha ajuste de altura, junto com os bancos com esse item.
Acima, no canto superior esquerdo o console central que ganha acabamento em preto brilhante. No lado direito, em cima a versão 1.0 e 1.6l e em baixo a Stepway, que ganham novo acabamento e controle dos vidros elétrico nas portas em console separado do puxador. Não é o ideal, mas é melhor do que estava antes. Abaixo à esquerda abertura interna do bocal do tanque de combustível.
A linha 2012 ganha novos desenhos de rodas e calotas conforme o aro e a versão. São dois modelos de calotas integrais: “Mures 14”, de nove raios, para as versões com motor 1.0; e “Taranis 15”, restrita ao Expression 1.6. As rodas de liga são de aro 15 ou 16. A “Del Arte 15” foi especialmente concebida para a versão Privilège; e a “XR 16” para a versão Stepway.
São 320 litros disponíveis para bagagem no porta-malas, e a tampa é sustentada por dois amortecedores telescópicos, com grande ângulo de abertura para facilitar as operações de carga e descarga do veículo. O encosto do banco traseiro é rebatível na proporção 40/60 dependendo da versão caso precise ampliar o espaço de carga do veículo.
A dianteira do Stepway que ganha uma abertura de refrigeração em relação aos modelos "civis" com emulação de quebra-mato e detalhes prateados no para-choque inferior simulando protetor de carter. Faróis principais ganham máscara negra e os de neblina moldura reforçada que termina no porta-placa.
Nas versões 1.0 e 1.6l, a grade de abertura de refrigeração abaixo dos faróis é escondida pela cor negra. Detalhe do farol é a seta que migra das laterais externas para as internas ao centro. Na 1.6l os faróis de neblina ganham contorno em colméia na cor negra com moldura prateada
Acima, no Sandero as cores são Prata Etoile, Vermelho Vivo e Vermelho Fogo, Preto Nacré, Cinza Acier, Branco Glacier, Bege Poivre e Azul Crepúsculo. Abaixo as cores no Stepway são Prata Etoile, Vermelho Vivo e Vermelho Fogo, Preto Nacré, Cinza Acier e Azul Crepúsculo.
As rodas são de liga leve aro 15 opcionais no Sandero e 16 de série no Stepway calçadas por pneus 195/60 R16 Continental Cross Contact no último. A suspensão é a McPherson, com triângulo inferior, na dianteira e semi-independente com barra estabilizadora na traseira. Altura de rodagem do Stepway é de 18,5 cm de altura.

Na traseira além das lanternas traseiras que ganham novo desenho com máscara, cinza na Stepway e vermelha nas demais versões, com lentes transparentes nos segmentos da seta e ré. O logotipo que identifica o modelo migra para o centro do porta-malas, abaixo do logotipo da Renault.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mais Recall: Land Rover Defender pode ficar sem freio de mão

A Jaguar e Land Rover Brasil Importação e Comércio de Veículos Ltda. convoca, desde o dia 13 de maio, os proprietários dos veículos Land Rover modelo Defender ano/modelo 2007 a 2011, série 90 2007 a 2011 87A743909 a 8BA823224, série 110 2007 a 2011 87A743656 a 8BA822824 e 130 2007 a 2011 88A756944 a 8AA798532 , a entrarem em contato, com a Rede de Concessionárias da marca para a verificação da caixa de transferência e sistema de freio de estacionamento. Segundo a empresa há possibilidade de vazamento de óleo lubrificante da caixa de transferência do sistema de transmissão, em razão de falha na vedação da caixa. Esse vazamento pode impregnar as lonas do freio de estacionamento e, eventualmente, reduzir o atrito necessário para manter o veículo imóvel quando o sistema é acionado, causando risco de acidentes. Por isso a solução será a verificação e substituição dos componentes de vedação da caixa de transferência e eventualmente das lonas do freio de estacionamento.
Para mais informações entre no site da empresa (aqui) ou pelo fone:
0800 012 2733

Nissan Frontier espanhol: Roda trincada obriga a recall

A Nissan anunciou a partir do dia 20 um recall envolvendo a Frontier Limited Edition, fabricadas entre 2005 e 2008 na Espanha e comercializadas no Brasil, à fim de efetuar a troca das cinco rodas de liga leve dos mesmos, pois, em casos raros, em que o veículo é utilizado em condições de carga total, pode ocorrer trinca na roda. A empresa ressalta que se essa condição for ignorada, em casos extremos, pode haver a quebra da roda. A troca será realizada sem custos ao cliente, que deverá agendar os serviços em uma concessionária Nissan. Os carros envolvidos possuem a numeração do chassi de VSKCVND4060069190 à VSKCVND4070144648.
Segundo a marca todos os proprietários envolvidos serão contatados pela empresa. Maiores informações consulte o site (aqui) ou entre contato pelo fone:
0800 011 1090

sábado, 21 de maio de 2011

Aston Martin V12 Zagato: Uma grande parceria é retomada 50 anos depois

Depois de 50 anos a Aston Martin e o estúdio italiano Zagato (veja a versão do 500 produzida pelo estúdio aqui, também uma reedição de outro clássico do estúdio), que sempre nos brindam com alguns dos carros mais belos do mundo, nos presenteia com esse modelo de fabricação limitadíssima, cujo número de unidades não foi divulgado pela fábrica e nem pelo estúdio.
Mas o carro não será um desses modelos exclusivos que só vêem o sol quando aparece algum concurso de elegância do porte de Villa D’Este, mas irá competir em duas provas de resistência no circuito de Nürburgring. Além de atender os compradores que desejam ter um modelo exclusivo e com nomes tradicionais no mundo automotivo, terá ainda um bólido de competição que realmente anda em pistas, honrando a tradição esportiva das duas casas. É o que explica o CEO da Aston Martin, Dr Ulrich Bez: "A linguagem de design Zagato é um complemento perfeito para o nosso projeto e engenharia. Após 50 anos das duas empresas terem associadas entre si em uma parceria e terem produzidos alguns dos mais icónicos carros do mundo.
É claro que, há cinquenta anos atrás os carrozzieres italianos foram amplamente vistos como visionários liderando o mercado com novos desenhos, mas agora, e apoiado pela nossa independência, a Aston Martin tem a sua casa, na própria capacidade de concepção de modo que este novo empreendimento com Zagato é mais colaborativa do que talvez teria sido no passado.
A tarefa para nós foi a de criar um conceito que é um sucessor natural para os carros icônicos que foram feitos antes. Combinar a tecnologia atual com as habilidades tradicionais é vital para anunciar e entregar um carro esportivo exclusivo com um número limitado de fabricação como o Zagato V12."
Os detalhes são feitos à mão pelos artesãos da Aston Martin, e acredite, nem a mais moderna técnica de fabricação automatizada consegue resultados parecidos.
A base do carro é o Vantage V12, mas com detalhes exclusivos como o aerofólio dianteiro e o teto da cabine com teto com duas bolhas produzidos artesanalmente.
A Aston combinou nesse esportivo a plataforma de alumínio feita a mão com a força do conhecido motor V12 de 6.0l que produz 510 cv e 58,1 kgm/f de torque.
Duas unidades irão correr as 24 horas de Nürburgring no final deste mês e no final de junho como parte da tradição de produzir esportivos rápidos e confiáveis.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ferrari Superamerica 45: Modelo único

Há um departamento levado muito a sério na Ferrari. Tão sério que todo compromisso assumido por esse departamento é cumprido à risca. Mas não chega a extremos como a lenda sobre o triste destino do arquiteto que projetou o Taj Mahal na Índia. O rei ficou tão encantado com a obra que mandou cegar e cortar as mãos do infeliz para que nunca mais projetasse algo tão belo quanto o suntuoso mausoléo. Mas historicamente havia a possibilidade de se construir outro edifício igual, só que em mármore negro do lado oposto do castelo, mas seus filhos o depuseram do trono antes que pudesse iniciar a obra.
Voltando ao departamento, esse se chama "Projetos Especiais", e é encarregado de realizar os sonhos de seus clientes. O último cliente atendido por esse departamento se chama Peter Kalikow e encomendou um projeto chamada Superamerica 45 para comemorar os 45 anos desde que se tornou um cliente da Ferrari. Recebe uma cor exclusiva para combinar com outra Superamerica, um modelo conversível de 1961. Recebe alguns cromados na grade dianteira e detalhes aluminizado como a coluna "A", retrovisores e maçanetas. Está sendo apresentado no Concurso de Elegância de Vila D´Este que acontece nesse fim de semana e que elege os carros mais bonitos de todos os tempos. E os participantes não se inscrevem, simplesmente são convidados ao evento de acesso super-restrito para poucos e felizes convidados.
Baseado na GTB Fiorano 599, recebe rodas exclusivas pintadas na cor do carro, Azul Antille, escolhida para combinar com outra Superamerica do colecionador: uma de 1961 400 de mesma cor.
Na traseira, destaque para o grande difusor traseiro da 599 GTO que também abriga os escapes duplos. O teto em estilo targa abre por meio de eixo pivotante e se encaixa na tampa do porta malas.

Agrale 8500 Brasileirinho: Iam acabar instalando mesmo...

A Agrale, fabricante nacional de caminhões médio e pequenos, lança este mês o Brasileirinho, série especial baseada no caminhão Agrale 8500 E-MEC. O novo veículo é equipado de série com calhas de chuva em acrílico, película nos vidros laterais e traseiro, calotas cromadas, capa para porcas das rodas dianteiras, tapa-estribo nas portas e pintura personalizada. O caminhãozinho possui ainda como itens de conforto interno, apoios de cabeça no banco do carona, climatizador de ar, tapa-sol e jogo de alto-falantes centrais. Opcionalmente, o modelo oferece ainda defletor aerodinâmico no teto e nas laterais, rádio mp3 com entrada USB e spoiler dianteiro. Segundo Ubirajara Choairi, gerente nacional de vendas de veículos da Agrale, o objetivo é oferecer aos clientes um produto mais completo, direto da fábrica. “Esta ação é fruto do trabalho que a Agrale e a sua rede de concessionários têm realizado para maior aproximação com os consumidores, no entendimento e atendimento de seus desejos e necessidades”, explica o executivo. “Como os clientes acabavam, após a compra do caminhão, instalando esses equipamentos, nossa intenção é de já ofertar o veículo completo, direto de fábrica. A série especial Brasileirinho, que será produzida até o final do ano, vai oferecer ao consumidor mais conforto, economia e comodidade, por um preço extremamente competitivo”, explica Choairi.
O modelo possui capacidade de carga útil de até 5.250 kg, motorização MWM 4.10 TCA Euro III de quatro cilindros, com potência de 115 cv a 2.400 rpm, e torque de 40 kgf.m a 1.500 rpm e transmissão mecânica EATON de 5 marchas. Em tempo, para alegria de frotistas e de quem não que acessórios, a versão normal" do 8500 E-MEC continua sendo produzida normalmente...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nissan Frontier 2012: Mais equipada e mais cara

A Nissan lança a linha 2012 da sua picape Nissan Frontier, que ganha alguns equipamentos como o protetor inferior frontal em aço e recebe novo interior em couro. E como é típico de toda fabricante aqui, se o modelo não vende pratica-se alguns descontos, e quando há demanda aumenta-se o preço. Como o caso da picape, que acompanha a crescente demanda por esse tipo de veículo, o preço em média aumentou em torno de R$ 1.400,00 (Compare aqui). Se quiser uma mesmo assim, "chore" um bom desconto na concessionária. Se não, opte por uma 2011 e "chore" ainda mais, já que a mudança de ano-modelo costuma desvalorizar mais esses veículos.
Se quiser esperar mais um pouco, terá a versão 2012 da série especial Strike (veja aqui) com produção limitada e promessa de preço ainda mais atrativo. Prevista para chegar ao mercado ainda neste primeiro semestre, segundo a fabricante, a Frontier Strike tem como base a versão “SE” além de uma série de equipamentos para reforçar o bom custo benefício.
A linha é dividida em três versões de acabamento, a básica XE que agora passa a ter vidros elétricos dianteiros e traseiros. Vem com barras de proteção nas portas contra choques laterais, mas falta air-bag tipo cortina conjugado com um de proteção lombar. Lembre que os piores acidentes acontecem em choques laterais, e dois pilotos que corriam, um na Stock Jr e outro na Copa Montana, morreram em acidentes desse tipo e os carros contavam com gaiolas de proteção.
A caçamba da pick-up mede 45,4 cm de altura, com comprimento de 1.51 m e largura de 1.49 m. Com essas dimensões, a Frontier tem capacidade de carga de até 1.030 quilos e tanque de combustível com capacidade para 80 litros. Ao contrário da edição 2011 que foi lançada no final do ano passado, a 2012 teve o lançamento adiantado.
“Lançamos o ano modelo 2012 ainda no primeiro semestre para proporcionar ao consumidor uma picape mais atualizada e com menor desvalorização ao longo do tempo. Esse ponto se torna ainda mais atrativo somado aos diferenciais da Frontier no segmento, como força, potência, confiabilidade, qualidade e tecnologia japonesa, design robusto e ótimo desempenho”, explica Erik Gottfried, gerente de Marketing de Produto da Nissan do Brasil. Todas tem três anos de garantia. Veja a tabela de preços sugeridos aqui:
O painel de instrumentos vem com iluminação na cor laranja. Destaque para o conta-giros à esquerda e a escala do velocímetro com escala entre 80 a 120 km/h na vertical, boa visualização para quem viaja. A partir da versão LE traz ajuste de altura da coluna de direção e volante com acabamento em couro, além dos comandos de áudio e piloto automático integrados.
A picape já vem de série com direção hidráulica, retrovisores e travas elétricos, regulagem de altura do banco do motorista, limpador de parabrisa com sensor de velocidade e imobilizador de motor na XE e na SE soma-se o novo rádio AM/FM com CD e entrada auxiliar para MP3, chave com controle keyless.
O banco traseiro tem encosto tem inclinação de 23°, uma comodidade a mais para quem viaja atrás. Vem com airbag duplo, barras de proteção nas quatro portas que aumentam a segurança dos ocupantes em colisões laterais e cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores. Na foto os novo bancos em couro exclusivos da LE.
Mais detalhes da LE, a única com opção de câmbio automático de 5 marchas, que vem com piloto automático com controle no volante, espelho retrovisor interno eletrocrômico, bússola digital, revestimento em couro no volante e manopla de câmbio, rádio com capacidade para até seis CD’s.
A XE e SE contam o motor 2.5 16V turbodiesel com intercooler de 144 cv, a 4.000 giros e com torque de 36,3 kgf.m a 2.000 rpm conjugado com câmbio manual de seis velocidades, que na LE passa a 172 cv também a 4.000 rpm e 41,1 kgf.m também a 2.000 rpm com opção de automático de 5 marchas e novo sistema de absorção de vibração.
Na foto detalhes do farol de facho simples que integra a luz de seta direcional. Na LE vem os faróis de neblina, também na foto, mas grade frontal cromada e estribos laterais a partir da SE. As laterais da picape exibem os mesmos contornos largos dos para-lamas e a traseira mantém o desenho das lanternas sem alterações.
A suspensão dianteira é independente com braços triangulares duplos, mola helicoidal e barra estabilizadora. Já o traseiro possui eixo rígido com feixes de mola. Nas subidas e descidas íngremes, conta com ângulo de ataque de 32º, o ângulo de saída de 24º e a capacidade máxima de subida de rampa é de 39º. A altura livre do solo é de 220 mm.
As rodas de 16 polegadas são de série a partir da XE, vem com freios ABS com EBD na SE, sistema de fixação de carga Cargo Channel e e rack de teto na topo de linha LE, e ainda com freios traseiros a tambor autoajustáveis, com válvula sensível à carga (LSV).
Um dos equipamentos da picape é o sistema de tração Shift-on-the-fly, que permite a troca da tração por acionamento eletrônico a até 80 km/h. O sistema traz três modos de seleção: 4x2, 4x4 e 4x4 com reduzida, mais indicada para terrenos excessivamente irregulares, arenosos ou lamacentos. A tampa traseira vem com trava por chave em todas as versões.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Opel Zafira Tourer: Minivam com futuro incerto aqui muda, na Alemanha...

A minivam da Opel ganha nova geração que será lançada no Salão de Frankfurt, em setembro próximo, enquanto aqui a minivam tem futuro incerto e na terra do tango deixou de ser vendida. Por dentro os bancos ganham um inovador sistema de rebatimento da segunda fileira chamado "Lounge Seating", que agora é dividida em três bancos, sendo que o do meio se transforma em um confortável descansa braços com espaço suficiente para apoiar um notebook ou tablet. A intenção dos engenheiros da Opel foi de transformar a cabine de passageiros da minivam em uma "classe executiva". Os bancos da segunda e terceira fileiras podem ser rebatidos para transformar a minivam em um furgão de carga. O condutor e passageiros são beneficiados por um entre-eixos 5,7 cm maior, totalizando 2,76 m. O tamanho da minivam é de 4,66 m. Para quem acha que os 19 cm a mais é muito pode ficar com a atual versão que continua sendo fabricada nas instalações da Opel de Bochum, na Alemanha, e a um precinho mais em conta.
A minivam terá 3 opções de motores a diesel com potências entre 110 e 165 cv e à gasolina ECOTEC turbo 1.4l com potências iniciais de 120 e 140 cv, com sistemas start&stop, sistema flex (E85) para quem não quer gastar com petróleo, além das versões a GNV e GLP, disponíveis na Europa, enquanto as versões apimentadas não vêm. Todos os motores estarão acoplados a caixasde câmbio manuais e automáticas de seis marchas.
Baseada no concept Zafira Tourer Concept apresentado no Salão de Genebra desse ano (veja aqui), praticamente tem o mesmo desenho e funcionalidade da versão conceito, mas sem os tablets pendurados em sua cabine. A carroceria agora é mecatrônica, e é ajustada eletrônicamente pelo sistema FlexRide em conjunto com a suspensão eletrônicamente regulada em três modos de condução: o modo “Standard”, o modo "conforto" “Tour” e o modo mais dinâmico esportivamente “Sport”.
Além disso o carro vem recheado de equipamentos eletrônicos que facilitam o dia-a-dia como o "Adaptive Cruise Control" (ACC), apoiado por radar e com sistema automático de frenagem de prevenção de colisões "Collision Mitigating Braking" (CMB) que monitoriza constantemente a distância dos os veículos à frente. A câmera dianteira "Opel Eye" agora de segunda geração constitui outra das novidades. Além da função de aviso da saída de faixa, "Lane Departure Warning" (LDW), há também a funcionalidade de reconhecimento dos sinais de trânsito, "Traffic Sign Recognition" (TSR) que foi aperfeiçoada e amplamente reforçada. A câmera também é compatível com novas funções, como por exemplo:
A) Função de indicação da distância, "Following Distance Indication" (FDI), que informa visualmente o condutor sobre a distância que o separa do veículo da frente;
B) Função de alerta de colisão dianteira, "Forward Collision Alert" (FCA), que avisa o condutor através de sinais visuais e sonoros sobre a iminência de colisão com o veículo da frente;
C) Sistema inteligente de ajuste do alcance das luzes, o "Intelligent Light Ranging" (ILR) que acrescenta uma nova função ao avançado sistema de faróis direccionais "Advanced Forward Lighting" (AFL) bi-xénon, ao ajustar o feixe das luzes de médios de acordo com a distância em relação ao veículo da frente, adaptando-o continuamente de forma a optimizar a iluminação da estrada sem causar ofuscamento.
Além disso há o modo de alerta para a presença de outro veículo em ponto cego, "Side Blind Spot Alert" (SBSA), que avisa o condutor para a possibilidade de uma colisão se decidir mudar de faixa de rodagem, e para a procura de vagas no tamanho ideal e as manobras de estacionamento o sistema avançado de auxílio ao estacionamento "Advanced Park Assist" (APA), ajuda o condutor a encontrar um espaço adequado para estacionar e orienta as manobras de estacionamento e a câmara traseira, "Rear View Camera", que facilita e muito as manobras difíceis em locais apertados como a garagem do prédio em que fica o seu apartamento em que a construtora prometeu duas vagas por morador e você descobre que na verdade é 1 e meia e dividindo espaço com um poste...
"O Zafira é o ícone da Opel em matéria de versatilidade e nós queremos conferir à terceira geração deste modelo mais emoção e novas qualidades de excelência", explica Mark Adams, Vice-Presidente de Design da Opel/Vauxhall. "O Zafira Tourer marca a diferença com um visual elegante e dinâmico, e com uma imagem de qualidade superior".
A visibilidade foi melhorada graças às colunas "A" mais finas e os retrovisores externos agora montados na porta. O habitáculo recebe grande luminosidade graças ao para-brisa panorâmico opcional, que se estende até o teto solar elétrico que ocupa quase todo o teto do veículo.
Além do banco central da 2ª fileira se tornar um confortável descansa-braço, os outros bancos ainda podem ser deslocados individualmente em 21 cm cada no sentido longitudinal e 5 cm para o lado. Com a 3ª fila rebatida, tem 710l de capacidade e com todos os bancos sobe para 1860l.
Na foto a "prima" inglesa da Vauxhall, que também recebe a nova identidade visual da Opel com os faróis, que podem receber LED´s incrustados em um nicho em forma de bumerangue. Uma barra cromada com o escudo da marca flutua sobre a grade.
Estão disponíveis na Europa três versões do motores turbodiesel 2.0 CDTI, com potências de 110 cv e 130 cv, enquanto a motorização de topo rende 165 cv. À gasolina são dois motores 1.4 ECOTEC Turbo, com potências de 120 cv e 140 cv.
A suspensão dianteira é com sub-chassis isolado e suspensão de tipo McPherson, e na traseira optou-se pelo paralogramo de Watt com eixo de torção. A opção permite que o sistema de transporte de bicicletas escamoável seja instalado no para-choque traseiro.
As lanternas traseiras usam LED´s e são ligadas por uma barra cromada que também emoldura o escudo da marca. Ainda há o assistente de estacionamento "Advanced Park Assist" e a câmera de ré "Rear View Camera" ajudam na baliza mais complicada.

Citroën C3 2012: Enquanto a nova geração não vem...

O Citroën C3 ganha algumas mudanças estéticas tímidas, como os faróis "Cristal Black" e as novas rodas diamantadas além da nova cor Rouge Aden (vermelho), que passa a estar disponível nas versões GLX e XTR. Internamente a "básica" GLX ganha nova padronagem dos tecidos dos bancos feita em fio flocado e denominada C&T Brise. Nas versões Exclusive com o motor 1.6 16V Flex, o Pack Clima Auto que é composto por ar condicionado automático digital, faróis com acendimento automático e limpadores de para-brisa acionados por sensor de chuva, antes opcional, são de série. E os opcionais da topo de gama são o sistema de som RDE2 fornecido pela Pionner que traz rádio AM/FM, leitor de CD e MP3, RDS, Display com Matriz de Pontos Negativos, 18 memórias de estações, entrada auxiliar (P2) para MP3 Player, conexão Bluetooth, USB Box no console e Hifi-like (efeito de espacialização desenvolvido com exclusividade pela Pioneer para a Citroën).
"As mudanças reforçam os atributos do C3 em quesitos como sofisticação, esportividade e jovialidade, além de deixar o carro ainda mais completo, sem majoração de preços", afirma Nívea Ferradosa, diretora de marketing da Citroën do Brasil. O modelo tem preço inicial a partir de R$ 37.990,00 e tem preços de revisões fixos.
A versão básica já oferece direção com assistência elétrica, acionamento elétrico dos vidros dianteiros e traseiros, espelhos retrovisores externos com regulagem elétrica, travas elétricas, computador de bordo e volante com regulagem de altura e profundidade.
As versões de acabamento são a GLX e a "on-road" aventureiro XTR, além da Exclusive, e mantém a disponibilidade dos motores 1,4 litro de 82 cv e 1,6 litro 16V de 113 cv exclusiva da top que também reserva para i a caixa automática de 4 marchas, ambos flex e dados usando etanol.

Outra novidade é a oferta de uma nova roda de liga leve diamantada chamada Coyote, de série nas versões Exclusive e opcional nas demais. Fabricadas somente para o modelo, vem calçadas com pneus 185/60 R15. Acima, na foto de abertura os faróis "Cristal Black" que são de série na versão 2012.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tata Ace Zip e Magic Iris: A cruzada contra as motos continua

André Citroën sonhava, na França do começo do século passado, substituir as carroças da zona rural pelo seu 2 CV que na época estava ainda em fase de protótipo. Quando foi lançado, os vendedores colocavam uma caixa de ovos no banco traseiro e davam voltas nas estradinhas de terra que hoje deixariam muita estrada federal com inveja com sua falta de buracos e também de asfalto. Os ovos sempre voltavam intactos e o 2 Cv virou o carro queridinho dos franceses.
80 anos depois Ratan Tata sonha em substituir as onipresentes motos e triciclos pela dupla Magic Iris (veja aqui), com quatro lugares e três portas, e Ace Zip, a picapinha, lançada ontem na Índia.
Quem ama duas rodas a princípio não entenderia a obsessão do senhor Tata em substituir os veículos de duas rodas por seus produtos até ver o que os hindus fazem com eles. Inclusive o Nano já foi até "vítima" da "criatividade" de seus usuário, já que apareceu no You Tube um deles transportando uma vaca. Transporte em excesso de carga e passageiros está na ordem do dia e o trânsito confuso e inseguro provoca algumas vítimas.
A dupla entra na categoria Ultra Low Cost com preços na casa dos R$ 6.800,00 sem impostos. Se fossem fabricados aqui, ficariam na casa dos R$ 14.000 no mínimo, o que daria para comprar um bom médio com 10 anos de uso. Em tempo, a garantia é de um ano ou 36 mil quilômetro, ou o que chegar primeiro.
A motorização é mínima, que consiste em um motor diesel monocilíndrico de 611 cc que gera irrisórios 11 cv com torque de 3,16 kgm/f. Um Mille tem 6 vezes a potência, e o triplo do torque e do preço.
A capacidade é de 600 kg e a autonomia deve ser razoável com o tanque com capacidade de minimalistas 10 litros de combustível. O raio de curva é de 3,5 metros de ponta a ponta o que agiliza na cidade.
O Magic Iris compartilha a mecânica com o Ace como os pneus radiais de 12 polegadas. A missão dessa peruinha é substituir os tuc-tucs (auto-riquixá) que fazem o serviço de moto-táxi em alguns países asiáticos.
As janelas laterais e traseiras são substituídas por lonas com plástico transparente enroláveis e o acesso ao compartimento traseiro é feito por uma porta adicional ao ao lado da porta do passageiro.