quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Honda Fit Shuttle: Agora em versão perua

Salão de Chicago rolando nos EUA e Salão de Genebra praticamente esperando a virada do mês para abrir, e a Honda mostra o preview do que será a versão perua do nosso conhecido New Fit. Não sabemos se teremos essa versão em terras tupiniquins, mas para enfrentar o Prius que ganhou versão SW no Salão de Detroit (merece um post que estou devendo e por isso vou aproveitar que a família em breve aporta em Genebra) terá versão híbrida e plugável além dos conhecidos motores e quem diria, a volta do econômico câmbio CVT com a carcaça arrumada. A Honda avisa que maiores informações somente no mês que vem.

Lancia Ypsilon: Compacto é a novidade italiana da marca na invasão americana

Esperado no Salão de Genebra, a nova geração do Ypsilon mostra a nova grade "Chrysler" e ganha a configuração inédita na linha de cinco portas. Virá com mimos luxuosos que farão alguns médios daqui se sentirem pé-rapados de tão pobres que são, como GPS Tom-Tom com sistema Blue-me com rádio e reprodutor de CD e MP3 com 500 watts de potência com surround. Tem tela sensível ao toque de 4,3 polegadas e está conectado na Europa com o sistema HD Traffic que usando uma rede baseada em celulares GSM e satélites atualiza de 2 em 2 minutos as informações do tráfego e sugerindo os melhores trajetos. Tem sensores crepuscular, de chuva e de estacionamento além de "piloto automático" (Cruise Control) e um sistema que mede o tamanho da vaga para o estacionamento chamado "Magic Park". Os vidros estão mais espessos e o teto tem um material fonoabsorvente de poliéster que absorve 2 Db, o que garante um baixo nível de ruídos em marcha. Há um teto solar disponível e haverá um kit de personalização que acrescenta alguns cromados nos espelhos retrovisores, faróis e painéis das portas. A iluminação do painel e do interior é feita por LED´s brancos.
Os faróis são Xenon com luzes complementares a LED além da nova grade mais ao estilo Chrysler. Os motores são o 1.3 Multijet diesel, preferência na Europa, que rende 95 cv e torque de 20,4 Kgm/f com sistema start&stop e turbinas de geometria variável e já atende as severas normas Euro V tanto que emite somente 99 g/km rodado. Outro motor é o 1.2 a gasolina que também pode ser bi-combustível, ao combinar gasolina e gás natural. Só para relembrar, flex é quando os dois (ou mais combustíveis) podem ser admitidos na câmara de combustão a qualquer porcentagem de mistura, ou puros. Esse propulsor rende parcos 69 cv que emite 110 gm/km de CO² e vem com pneus de 15 polegadas de baixo atrito.
Espetáculo á parte é o Multiair de 0,9l que rende 95 cv. Graças a um sistema hidropneumático que controla precisamente o levantamento e abaixamento das válvulas de admissão e escapamento, o motorzinho de motocicleta rende 95 cv e tem torque de motor médio: 14,7 kgm/f. As emissões acompanham o tamanho reduzido do propulsor e são de 97 g/km com câmbio semi-automático e 99 g/Km com câmbio manual. Esse motor tem uma opção "ecológica" em que potência e torque são reduzidos para dimunuir ainda mais as emissões. Há uma remota possibilidade de vermos esse propulsor no 500. Todos os motores tem o sistema start&stop e o painel vem com o sistema GSI que indica ao condutor o melhor momento para a troca de marchas para economizar combustível e diminuir as emissões, a neurose do velho continente.
Tem porta-trecos no console central opcional e ar condicionado automático, além de volante revestido de couro.
Sacada semelhante ao Veloster (veja aqui), mas bem melhor acabada, é a maçaneta oculta na coluna "C" das portas traseiras.
As rodas são de 16 polegadas e as lanternas traseiras tem elementos em LED, assim como as luzes de posição diurnas dianteiras.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Chrysler 200: O mais europeu dos americanos

Esse título não é só por causa do porte do carro, da tecnologia herdada da fusão desfeita com a Daimler (Grupo que compreende Mercedes, Maybach e smart) e o fato de que, excetuando a Inglaterra, será vendido como Lancia e ressucitando um nome lendário dessa marca. O último item inclusive merece um post à parte, junto com outras velhas novidades da Lancia graças à ao acordo de cooperação tecnológica entre a Fiat e a Chrysler, que logo acabará em fusão se a empresa de Turim continuar comparando as ações da última com o mesmo apetite que seus donos demonstram quando vêem um prato de macarronada.
Apresentado como um conceito elétrico ano retrasado, vem enfrentar os principais concorrentes domésticos da categoria, de tamanho médio por lá e grande por aqui, como o Fusion e o Malibu.
Apesar dos motores grandes, o carro está em sintonia com a proposta imposta pelo governo de redução do consumo de combustível. O V6 Pentastar de 3.6l rende 283 cv de potência com torque de 36 kgm/f. Na cidade faz razoáveis 8,1 km/l mas na estrada chega a 12,3 km/l graças ao câmbio de seis marchas que aproveita melhor a curva de torque e potência do propulsor. Tanto que o 4 cilindros em linha com 173 cv e torque de 23 kgm/f tem praticamente o mesmo consumo na estrada e na cidade perde por quase 500 metros por litro por causa do arcaico câmbio de quatro marchas oferecido com esse motor.
O interior tenta imitar a elegância de um carro europeu mas ao entrar no veículo se percebe de cara o acabamento e a disposição dos comandos "Made in USA". Não saberemos ainda se os futuros clientes Lancia engulirão isso, apesar da Chrysler ter um padrão de luxo semelhante à Cadillac e a Lincoln, mas sem cobrar um preço exorbitante por isso. Virá com tudo que os americanos gostam como rádio via satélite, cruise control, sistema "hands free" para celulares, conectividade para i-Pod, HD de 30 GB para armazenar arquivos multimída e etc. A cabine foi projetada para minimizar ao máximo os ruídos externos e os produzidos pelo motor e suspensão. Essa ganha 36 buchas e o parabrisas recebe tratamento acustico para minimizar os ruídos externos. O pacote de segurança vem com apoios de cabeça ativos, vários air-bags e a sopa de letrinhas de controle de freios e estabilidade. Por enquanto só tenho o preço do conversível que parte lá nos EUA a partir de 26 mil dólares e chega na versão de topo a 31 mil. Mas será que os italianos aceitarão numa boa que esse americano com sotaque europeu use o escudo da Lancia?
Quadro de instrumentos de desenho esportivo iluminado por LED´s
O interior iluminado por LED´s, com pacote de segurança inclui apoios de cabeça ativos
A cabine do conversível que pode comportar quatro adultos.
Faróis, lanternas e luzes de posição e neblina são todos em LED´s
Duas opções: o V6 Pentastar de 3,6l e um quatro em linha de 2.4l
A Chrysler espera enfrentar o Fusion e o Malibu de igual para igual com o 200.
Barra cromada une as lanternas pelo elementos de ré translúcidos.
O conversível em seu habitat: praia e muito sol.
Só a antena do radio é que ficou em posição inadequada no porta-malas

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Renault CAPTUR: Descobrindo o mundo a dois

A Renault vai apresentar no Salão de Genebra o CAPTUR, um crossover para dois ocupantes. “ O CAPTUR é um crossover alegre e esportivo, destinado a um casal jovem, pronto para descobrir o mundo” diz Laurens Van den Acker, “No Salão de Frankfurt de 2009, a Renault apresentou a sua nova identidade de marca, que coloca o ser humano no centro de suas preocupações. Como consequência, a nova e ambiciosa estratégia de design é baseada nas várias etapas da vida, com cada uma delas assumindo a forma de um carro-conceito”
As linhas são suaves e ao mesmo tempo musculosas como todo crossover que se preze, e as principais fontes de inspiração de Julio Lozano, Designer de Exteriores da Renault, foram os esportes radicais e os atletas. “Para desenhar o CAPTUR, parti da imagem de um sprinter (corredor) nos starting-blocks, com seus músculos tensionados e a potência produzida quando ele dispara”, conclui o designer. Bem acho que vi isso em algum lugar... (confira aqui e aqui).
O interior abusa dos tons laranjas do exterior e os detalhes são minimalistas. “Meus principais temas de inspiração são o corpo humano, os esportes outdoor ou ainda o estilo urbano”, explicou Kana Watanabe, Designer de Cores e Materiais da Renault. “Queria que o veículo transmitisse aconchego e dinamismo”, explica a designer. Muito bom para que é récem-casado...
O interior usa um material translúcido retroiluminado, que expõe os cordames que revestem os bancos, paineis laterais e o fundo do compartimento de bagagens. Esses cordames nos painéis laterais do compartimento de bagagem são elásticos e podem ser usados como dois bancos de emergências como nas caminhonetes de cabine estendida.
Novidade mesmo é o motor 1.6 Dci bi-turbo que entrega até 160 cv de potência (o que é um milagre em motores diesel) com bom torque de 38,7 kgm/f desde as 1.750 rpm. E as emissões são limitadas a 99 g/ km, um motor diesel do mesmo tamanho emite 10 gramas a mais por quilômetro e com metade da potência desse conceito. A transmissão é de dupla embreagem, mas podemos apostar que deve ter mais de seis marchas. O conjunto faz o 0-100 km/h em 8 segundos com máxima de 210 km/h, lembrando que é um motor a diesel 1.6l puxando 1.300 quilos de peso. Não sabemos se desse conceito sairá um carro de produção normal, como foi o caso do Veloster da Hyundai (veja aqui a versão definitiva e aqui o conceito) mas é uma boa idéia longe daquele blablablá sobre mobilidade urbana e transporte coletivo X transporte individual.
O interior usa materiais translúcidos retroiluminados.
Os cordames foram inspirados em esportes à vela.
A grade dianteira segue o mesmo padrão do DeZir.
O teto rígido pode ser retirado transformando-o em carro aberto.
As rodas pretas com detalhes brancos com pneus 250/40 R22 tem 22 polegadas.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nissan ESFLOW: A versão japonesa do DeZir

A Nissan apresentará o ESFLOW, a versão japonesa e melhorada do Dezir (veja aqui) no Salão de Genebra que abrirá mês que vem. A marca reafirma que o modelo, um coupé de dois lugares, foi projetado já como um carro elétrico e não um projetado originalmente para usar um motor de combustão interna que foi adaptado para a eletricidade.
Segundo a marca, devido ao projeto já prevendo o motor elétrico e as baterias, os engenheiros tiveram a liberdade de colocar os componentes de forma a melhorar a distribuição de massas e dessa forma melhorar o comportamento dinâmico do veículo, que ficará perto da perfeição. Maiores dados e informações serão conhecidos quando o Salão abrir.
O desempenho é superlativo: faz de 0-100 km/h em 5 segundos e tem autonomia de 240 km
A tração é traseira e cada roda é impulsionada por um motor.

Lexus LFA ganha pacote esportivo. Como se precisasse.

Sabemos que o ser humano está sempre insatisfeito com o que tem e ainda quer personalizá-lo por mais exclusivo e caro que seja. O Lexus LFA (veja aqui post publicado em sua apresentação aqui), apesar de ser um dos carros japoneses feito por entusiastas também não escapa disso e a Lexus européia sabendo disso preparou um kit de preparação e aerodinâmica chamado Nürburgring Package, em homenagem ao lendário (e quilométrico) circuito onde o carro foi testado e que também foi palco da última era romântica da Fórmula 1, e que consiste em melhorias para extrair mais 10 cv do V10 e um pacote aerodinâmico que aumenta o downforce (empuxo vertical descendente) além de alguns upgrades na caixa de seis marchas. Quem quiser fazer esse upgrade corra porque serão somente 50 pacotes disponíveis na Europa.
O motor ganha 10 cv a mais de potência passando a 570 cv e a caixa de 6 marchas seqüenciais recebe um upgrade.
O novo pacote tem melhorias técnicas na aerodinâmica que aumenta o downforce e melhora o fluxo de ar.

Kio Rio: Compacto desenhado para a Europa ganha nova geração

Depois de quase 900 mil unidades vendidas Europa afora desde 2005, a Kia irá apresentar a nova geração do Rio, o seu médio para o velho continente. "O downsizing está se tornando uma tendência nesses tempos e um carro no segmento B do mercado, com atrativos como a cabine desenhada para o condutor e opções de interior como na nova geração do Rio, ajuda os consumidores a se sentirem mais confortáveis com a sua escolha. O novo Rio é o próximo grande passo na revolução do design da Kia e nós antecipamos que esse modelo que será ainda mais popular que o modelo atual em produção" afirma confiante Soon-Nam Lee, diretor de marketing exterior da Kia. O designer-chefe da Kia, Peter Schreyer descreve o carro como um esportivo elegante e destaca a linha de caráter na lateral começando com uma linha na porta traseira que sobe em uma curva acentuada na porta dianteira até as maçanetas e contorna a traseira, incluindo as lanternas traseiras, o que segundo o desenhista, dá a impressão de fluidez e movimento mesmo com o veículo parado. O carro será oferecido com opções de 3 e 5 portas e as vendas começarão no início de 2012.
Mais comprido (5,5 cm), mais baixo (1,5 cm) e mais largo (2,5 cm), o carro ganha 7 cm de entre-eixos para alegria dos passageiros do banco de trás.
As opções de motores incluem um diesel de 1.1 litros que rende 70 cv e um a gasolina de 1.2l com injeção direta que será oferecida ano que vem.
Sketche do interior da nova geração do Rio que perderá os detalhes mais futuristas e terá o "efeito jóia", isto é, a impressão de que o consumidor está em um modelo mais luxuoso do que é na realidade.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Chevrolet Prima 2012: Sedan compacto também ganha alguns retoques

A Chevrolet não deixou de fora a versão sedan do Celta, o Prisma, de fora das (poucas) mudanças visuais que está implementando na linha. Enquanto o projeto Ônix não retira todas as plataformas "Corsa B" e reformula as plataformas "Corsa A" (Agile e Montana), além da vinda de novos modelos baseados na extinta Daewoo, a Chevrolet dá um retoque aqui e ali na linha 2012.
O Prisma, do mesmo modo que o Celta, ganha a nova grade bipartida e com a gravatinha sem a moldura redonda que era herança da Opel, já que a subsidiária brasileira está cada vez mais se tornando independente dos projetos dos alemães. Tembém perde a nomeclatura de versões por nomes, agora volta as letras, LS para a básica e LT para a mais completa.
Os motores são o 1.0l e o consumo medido pelas normas NBR 7024 (ABNT) é de 13,7 km/l na cidade e 17,5 a gasolina e com etanol os números são de 9,2 e 12,2 cidade e estrada respectivamente. Para quem acha que motores maiores são beberrões, o 1.4l acaba sendo até mais econômico na estrada com 18,3 km/l a gasolina e 12,4 a etanol. Na cidade perde pro 1.0 por pouca coisa, 700 metros por litro a menos a gasolina e 200 a etanol.
O carro vem com alguns mimos básicos que os departamentos de depenações costumam tirar como espelho de cortesia no para-sol do passageiro e a alça de apoio do mesmo lado, que estão também disponíveis no Celta. O porta-malas é de 439 litros contra 260 do hatrch.
“Os clientes do Chevrolet Prisma, embora sejam ligados e gostem de novas tecnologias, são atraídos por automóveis com amplo porta-malas, econômicos, com baixo custo de manutenção e seguros, características presentes no Chevrolet Prisma”, avalia Ronaldo Znidarsis, diretor geral de Marketing e Vendas da General Motors do Brasil. Os preços sugeridos partem de R$ 31.344,00 no modelo básico e pode chegar a quase 37 mil na LT completa que vem equipado com ar condicionado, vidros dianteiros e travas elétricas com fechamento automático ao atingir 15 km/h e alarme antifurto.
O painel com novo grafismo e hodômetro iluminado a LED branco para garantir melhor leitura. O volante também ganha novo desenho com o miolo prateado em qualquer versão e na LT barras cromadas nas portas.
Interior ganha as mesmas novidades do Celta, como o porta-garrafas duplo no console central, novos tecidos e padronagens para combinar com a iluminação e os novos controles do sistema de ventilação e ar-condicionado.
Motores não apresentam novidades, como o 1.0l VHC-E e o 1.4 Econoflex é menos potente que do Agile (veja aqui): 97 cv e 13,7 kgm/f a etanol, a gasolina tem 2 cv e meio quilo a menos de torque.
Na parte dianteira os mesmo elementos do hatch Celta como o novo parachoque, grade bi-partida e a estribeira na lateral. As portas ganham maçanetas e espelhos retrovisores na cor do veículo.
Tentando passar uma imagem mais requintada como o irmão Vectra, uma barra cromada abaixo da gravatinha dourada que fica no centro do porta-malas liga os elementos translúcidos das lanternas traseiras.

Chevrolet Celta 2012: Gravatinha dourada perde a moldura

Post atualizado em 10/02/2011 com números de consumo e desempenho e preços do modelo.
Cinco anos após o lançamento do Celta "nova geração", o compacto de entrada da GM ganha alguns retoques para garantir algum fôlego enquanto o sucessor não vem. Na parte externa novos para-choques mais esportivos e na cor do carro independente da versão e a grade dupla que perde a moldura prateada que ficava em volta da gravatinha dourada da Chevrolet. Os faróis ganham o acabamento mais escurecido Dark Crome e as lanternas traseiras são fumê o que deve agradar a molecada que vive ganhando um desses toda vez que conseguem passar no vestibular. Segundo Ronaldo Znidarsis, diretor geral de Marketing e Vendas da General Motors do Brasil, salienta que o Celta costuma ser o primeiro Chevrolet de jovens consumidores. “São pessoas que se sentem satisfeitas em ter um carro do porte do Celta, moderno e que combina com estilo de vida deles. Além de todas estas características, o Chevrolet Celta traz outros benefícios que podem ser definitivos no momento da compra. Econômico e com excelente autonomia, o modelo se destaca pelo baixo custo de manutenção e reparabilidade, baixo valor de seguro e ótimo valor de revenda”, afirma o executivo.
As denominações por das versões por nomes deixam de existir e terá somente duas: a básica LS que virá em versões de 3 e 5 portas e a mais equipada LT, somente com 5 portas. E seguindo a onda da Fiat com o seu multicolorido Uno (veja aqui), e demonstrado com o show car Celta White no Salão do Automóvel de São Paulo (agora aqui), há 80 itens para personalizar o carro. Vem com novos porta-objetos como os porta-copos próximos da alavanca de freio de mão. Os porta-objetos nas portas dianteiras foram aumentados e agora têm espaço para uma garrafa pequena de refrigerante ou água. E o carro vem também com espelho na sombreira e alça no teto, ambos do lado do passageiro.
O motor é o velho conhecido 1.0 VHC-E que desenvolve 77 cv a gasolina e 78 a etanol com torque de 9,5 e 9,7 kgm/f respectivamente. Em ato falho, o blogueiro não viu os dados de consumo na ficha técnica do carro fornecida pela assessoria, que são de 13,8/9,5 km/l (G/E) e 16,9/12,2 km/l (G/E) cidade e estrada respectivamente, o que garante que se o tanque for abastecido somente com gasolina e completamente cheio a autonomia pode chegar a até 900 quilômetros. E o desempenho é o que se espera de um motor 1.0l com 0-100 km/h em 13,4 segundos e a máxima de 161 km/h. E a marca ainda informa que o isolamento acústico melhorou com mantas mais espessas e que o motor está mais robusto. “Essas mudanças de qualidade são feitas ao longo de toda a vida do produto. Algumas delas são solicitações dos clientes e outras observadas durante avaliações constantes feitas pela Engenharia e pela a Área de Pós-Vendas da GM em todos os carros à venda no Brasil”, observa Mônica Azzali, diretora geral de Qualidade da General Motors para a América do Sul.
“Confiabilidade, robustez e economia são alguns dos atributos do Chevrolet Celta que, com estas alterações passa a ter uma imagem ainda mais fortalecida no mercado. Além disso, ele possui características que atendem perfeitamente a seu público alvo, composto por pessoas que buscam um carro compacto, com excelente custo-benefício”, analisa Denise Johnson, presidente da General Motors do Brasil. Os preços do Celta são a partir de 26.115,00 na LS básica duas portas, passando para por 27.833,00 na LS (também básico) quatro portas e chegando a 33.200,00 com pintura metálica inclusa.
O painel ganha alguns retoques como a iluminação azulada e parcialmente em LED´s batizada aqui de "Ice Blue" e os comandos de ventilação e ar condicionado com novo desenho e anéis cromados.
No interior há mudanças nas padronagens e tipos de tecidos e o volante ganha "miolo" com desenho em alto relevo e dois tons: cinza na LS e prateado na versão LS. Hodômetro agora é iluminado a LED.
A grade finalmente fica dividida em dois seguindo o padrão mundial de design Chevrolet e os para-choques ganham defletores nas laterais, além do defletor na estribeira do carro. As rodas de aço estampado de 13 polegadas ganham calotas com novo desenho.
Na traseira o para-choque ganha linhas simulando um extrator e as lanternas traseiras agora tem as seções de ré e piscas direcionais com lentes fumê. A quinta porta ganha defletor no teto e a gravatinha dourada da Chevrolet agora fica no centro.

Renault Wind Gordini: Pequeno cisne em versão esporte

Pouco mais de 30, anos após a sua morte, a Renault resolveu homenagear o seu melhor preparador de carros, que fez os Renault 5, 8, 12, 17 e Caravelle carros dignos de enfrentar a pista. Na década de 60 o Dauphine passou de míseros 29 cv brutos para 40 cv em seu motorzinho de 850 cm³ nas versões de pistas e esportivos de rua graças às mão do "feiticeiro", que acabou batizando com seu sobrenome, Gordini, o que seria o "Dauphine II" aqui no Brasil. Amédeé Gordini chegou até ajudar a realizar o sonho da ex-estatal francesa de ver seus carros azuis correndo na Fórmula 1. Morto aos 80 anos em 1979, a Renault criou ano passado uma divisão de carros esportivados que recebem a cor "Azul França" com as tradicionais faixas duplas em branco, a Gordini.
O quarto modelo que recebe o honrado sobrenome é o Wind, coupé-cabriolet (ou coupé-roadster como quer a fábrica, apesar de não estar errada...) baseado na plataforma do ex-feio Twingo, que foi apresentado como conceito no Salão de Genebra de 2010 (veja aqui) e lançado no mesmo ano. A marca não informou a motorização que será apresentada no Salão, mas provavelmente é o 1.6 16V que ao contrário do nosso é de uma nova geração, que rende 133 cv e tem torque de 16,3 kgm/f (a fábrica usa o método Din que é ligeiramente diferente da Sae que quase todo mundo usa) e com isso o carro vai até o 100 km/h em 9,2 segundos e tem máxima de 200 km/h.
Diversão pura para dois ocupantes, esse carrinho é um lembrete de que dirigir pode ser um prazer sim nesse mundo politicamente correto e histérico demais que quer tornar o ato de dirigir um ato tão abominável quanto fumar.
A capota rígida com teto de vidro se recolhe eletricamente na tampa do porta malas em 12 segundos.
As rodas "diamante negro" são de 17 polegadas e são pintadas em Azul Malta, igual a da carroceria.
Interior recebe apliques azuis e as duas faixas brancas sinaliza a posição em linha reta das rodas no volante.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mitsubishi L200 Triton 2012: Caminhonete ganha caçamba polêmica

A linha L200 Triton da Mitsubishi ganha algumas novidades em relação ao modelo do ano anterior. as boas notícias estão na parte interna que ganha em mais comodidades para o motorista como o GPS e os controles de áudio no volante. E para quem viaja bastante, poder contar com um "cruise control" é um conforto a mais.
O GPS tem mais de 1200 cidades mapeadas e 350 navegáveis e integra o multimídia do carro, com tela de 7 polegadas sensível ao toque e entrada para CD/DVD e USB. Por fora a novidade é a tampa da caçamba na nova versão XB que conta com seis prendedores e está mais alta. Mas o vinco traseiro acima das lanternas deixa o visual pesado em relação ao modelo do ano passado (veja aqui), o que deixa a emenda pior que o soneto. Lembre que boa parte das picapes médias são mais usadas para o lazer que para o trabalho, então, aparência conta, e muito.
Multimídia com GPS, entrada USB com interface para iPod, MP3, sistema Bluetooth com viva-voz e rádio AM e FM e falando em português.
O motor rende de 165 cv de potência e 38,1 kgf.m de torque, e o cambio dispões da tração "Easy Select", com opções de acoplamento 4x2, 4x4 tempo parcial e 4x4 tempo parcial com reduzida.
A caçamba da XB tem comprimento de 1505 mm, largura de 1470 mm, e altura de 460 mm, cerca de 180 mm maior do que a L200 Triton HPE, o que permite maior capacidade de carga.