segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Yamaha XJ6 aposenta as FZ 600

A Yamaha apresenta as novas XJ6-N (naked) e XJ6-F (Carenada). Diferenças entre as duas é a N é sem carenagem e a F que além da carenagem tem de série o cavalete que é opcional na N.
Uma boa notícia para quem é baixinho é o novo chassi que alia baixa altura do assento e dimensões gerais compactas, totalmente novo, do tipo diamante feito em tubos de aço de 31.8 milímetros de diâmetro e paredes com 2.3 milímetros da espessura. O projeto desse chassi é simples e limpo, com um mínimo de curvaturas e soldas.

A "criativa" luz de posição da Yamaha não é novidade. A Volks já tinha feito uma gracinha dessas no Polo.

A suspensão traseira monoamortecida Monocross tem regulagem de dureza.


Esquece o motor da FZ, agora é tudo novo: Potência de 77,5 cv a 10000 rpm com torque de 6,09 Kgf/m a 8500 rpm acoplado a um câmbio de 6 marchas.
Painel é semelhante ao da Fazer, com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio, além das luzes espias e o conta-giros analógico.

Na versão F ele fica abrigado pela carenagem e parabrisas.

Banco agora tem novo tecido com melhor "pegada".
O escapamento 4-2-1 com silenciador intermediário tem essa saída intermediária.

Lanterna traseira ainda utiliza lâmpada, enquanto a menor Fazer 250 já usa LED's, que consomem menos bateria.

Novo Chassi: Nele o motor fica ancorado em quatro pontos.

A Yamaha garante que a rigidez lateral do novo chassi proporciona maior confiança na pilotagem.

Apesar de ter a mesma aparência do bloco da FZ, o motor recebeu pistões de alumínio forjados, mapa da injeção de combustível otimizada...

...novo cabeçote, válvulas e do escape da admissão (2 cada, o que dá 4 por cilindro)...

... e eixos de cames (comando de válvula) completamente redesenhados.

A carenada XJ6 F se distingue da peladona XJ6 N, pela adoção da carenagem que abrange o anteparo frontal e a saia até embaixo proporcionando maior conforto em situações de velocidade constante (velocidade de cruzeiro), além de segurança.

Todo esse conforto tem um preço: São seis quilos a mais de peso, somando o cavalete central, opcional na XJ6 N.
Os modelos têm preço público sugerido, posto Manaus de R$ 27.500,00 para a versão N, a partir da segunda quinzena de fevereiro, enquanto a XJ6 F custa R$ 30.500,00 à venda na segunda quinzena de abril. Os produtos Yamaha têm uma ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Yamaha Fazer YS 250: Novo desenho para se manter competitiva


Para quem precisa de uma moto versátil para o dia a dia que enfrente o trânsito, nada melhor que uma 125 ou 150 cm³. Agora quem quer desempenho, uma 600 é um bom começo. Mas se juntar os dois, aí nada melhor que uma 300 ou 250 como essa Yamaha Fazer que ganha algumas melhorias em relação ao modelo do ano passado. Uma delas é o banco que comporta o piloto e o passageiro cujo revestimento escorrega menos e facilita ainda mais a pilotagem afinal, só em Moto GP é que o piloto escorrega para os lados ao fazer uma curva. O tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros de - 4,5 reserva, com tratamento em zinco recebe novo desenho.
Vem ainda com engrenagem compensada com mola amortecedora instalada na extremidade direita do eixo balanceador, engrenagens das cinco marchas reforçadas, caixa de filtro de ar com grande capacidade (3,5 litros) para um melhor funcionamento do motor em baixas e médias velocidades.
O chassi é do tipo berço duplo. A suspensão dianteira com barras de 37 mm de diâmetro tem protetores, enquanto a traseira é monoamortecida com 120 mm de curso e novo link da suspensão por rolete que é de baixa manutenção e mais confortável, o freio dianteiro tem alto poder de frenagem com 282 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos, enquanto na traseira leva um novo freio a disco de 220 mm de diâmetro que agora é de série.

O painel digital multifuncional vem com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio, além das luzes espias e o conta-giros analógico.


O novo farol agora com multirefletor e lente em policarbonato facetado semelhante a sua irmã maior XJ6, acomodando agora uma lâmpada de 60 watts.

O motor, um monocilíndrico de quatro tempos de 249 cc e comando de válvula simples no cabeçote rende 21 cv a 7.500 RPM e torque de 2,10 kgf.m a 6.500 RPM, vem com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor, que junco com o radiador de óleo, melhora a capacidade de arrefecimento.

Os piscas são em forma de gota, e a rabeta "ascendente" recebeu uma nova lanterna em LED inspirada na YZF-R1. Se a lanterna traseira é "fumê", poderiam colocar os piscas também em "fumê" ou transparente, o departamento de estilo da marca precisa ser mais criteriosa na escolha das cores.

Mais novidades: novas rodas de liga leve com três raios (dianteiro MT 2.15 x17 e traseiro 3.00 x17), pára-lamas traseiro agregado ao cobre corrente e desenho do silencioso que abriga o catalisador, também pára-lamas traseiro traz um novo suporte da placa.

O preço público sugerido posto Manaus de R$ 10.950,00 sem alteração de preço, enquanto o modelo 2010 passa a ter o preço de tabela a R$ 10.074,00. As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem tem disponível nas cores vermelha, roxa e preta no modelo 2011.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mega Recall da Toyota: A novela agora mexicana continua com novas emoções


O problema do pedal de acelerador que adora travar, com e sem tapetes continua com mais lances dramáticos e agora com novidades. Depois de emitir um comunicado escrito e o presidente do grupo Akio Toyoda, aparecer na TV pedindo desculpas pelo problema: "Lamento profundamente os problemas e os temores provocados aos clientes pelo recall em muitas regiões", afirmou Toyoda em sua primeira entrevista coletiva desde que a empresa entrou na crise do acelerador na sede da Toyota em Nagoya.
O presidente da maior montadora mundial afirmou ainda que a "segurança dos clientes é primordial". Mesmo assim os advogados da Burg Simpson Eldredge Hersh & Jardine vão entrar com uma ação coletiva contra a fabricante, alegando que ela sabia que seus carros apresentavam o problema e escondeu isso de seus consumidores.
Levando em consideração que ela estava vindo de um ano complicado, onde registrou prejuízo em um ano fiscal, fato inédito na história da fabricante, isso poderá virar um péssimo hábito: o custo do recall será de mais de um bilhão com a reparação dos veículos afetados, que incluem unidades vendidas nos EUA e Canadá, México e alguns países da América Latina, Europa e agora a Rússia entra para o clube.
Depois de uma desastrada sugestão do secretário de Transportes dos Estados Unidos, Ray Lahood para que os clientes deixasse de dirigir os veículos da marca, mas que segundo ele é que tinha se expressado mal e estava aconselhado os cliente para levarem os veículo para o conserto. A Toyota rebateu rápido: “Deixamos claro que o surgimento de problemas com o acelerador é uma situação rara e geralmente não ocorre repentinamente. Nas raras circunstâncias em que o problema se manifestar o veículo poderá ser controlado com firme e constante aplicação nos freios”
A Toyota informa que está iniciando reparos no sistema de pedais do acelerador, com o reforço do mecanismo. Os componentes necessários estão sendo enviados às concessionárias. A empresa promove também um recall para evitar que o tapete do carro provoque travamento do acelerador.
As convocações recentes da Toyota representam 5,4 milhões de veículos nos Estados Unidos (problemas com tapete e pedal juntos ou seperadamente), 1,8 milhão na Europa e 75 mil na China. Outros fabricantes de veículos que utilizam o mesmo mecanismo de pedal também estão promovendo recalls. Hoje a maior fabricante de veículos no mundo nega que tenha alcançado esse volume de vendas às custas da qualidade.
Para encerrar, ironicamente o híbrido Prius está apresentando um problema relacionado a freios e a Toyota garante que está estudando o assunto.

Recall do véio Honda Fit


A Honda confirma que o recall que atinge 600 mil unidades do Fit (Jazz em alguns mercados, veja aqui) e fará uma campanha de convocação se estenderá até o dia 10 de agosto de 2010 e abrangerá somente o descontinuado Fit fabricado de 2003 a 2008 com chassis número 4Z100001 a 8Z218918. São 186.902, quase a totalidade dos veículos produzidos aqui.
Qualquer dúvida ou informação acesse o site (aqui) da empresa ou ligue:
0800-701-3432

Yamaha T115 Crypton 2010: O retorno da pequena guerreira


Descontinuada em 2005, coube à Yamaha Neo (veja aqui), erroneamente chamada de scooter pela marca, o papel de moto de acesso à linha nesses quase 5 anos. Antes de prosseguir é comum a confusão entre CUB's e Scoosters são bem comuns quando as marcas associam erroenamente um veículo de uma categoria em outra por razões mercadológicas e de marketing. A NEO também é uma CUB por não ter plataforma de apoio para os pés sem divisão. O fato de ter câmbio automático não a define como uma scooter apesar de ser um recurso muito comum na categoria, a Vespa e a Lambreta possuem câmbios manuais por exemplo. Definição de uma CUB, que na verdade é um "crossover" entre uma moto e uma motoneta (definição em português Brasil de "Scooter" que é um termo bem europeu) é uma moto com motor mais a frente, com cambio manual, semi-automático ou automático, que possui um espaço entre o guidão e o banco que facilite a passagem da perna do motociclista, que vai sentado, e não montado, na motocicleta. É uma "mobilete" crescida na melhor das definições.

Junto do velocímetro que foi redesenhado está o marcador analógico de nível de combustível com indicação de reserva com 645 ml de combustível no tanque, que tem capacidade total para 4,2 litros e as luzes espias, entre elas a "Top", que mostra engrenamento da quarta e última marcha. Vem também com hodômetro e luzes espia incluindo indicador de ponto morto, pisca e luz de anomalia no circuito elétrico do motor.
Os comandos elétricos dos punhos do guidão também são novos, com mais ergonomia e facilidade de utilização.
Faróis e piscas ganharam novo desenho na diateira com lentes em policarbonato, ao contrário do conjunto ótico traseiro.

Debaixo do banco há um porta-objetos com 4,0 litros de capacidade.

Há uma versão com partida a pedal e freio dianteiro a tambor de 110 mm (K) e uma versão com partida elétrica e freio dianteiro a disco de 220 mm (ED). A Yamaha Crypton tem rodas raiadas de 17 polegadas de diâmetro, suspensão dianteira telescópica conta com garfo de 26 mm de diâmetro, da marca Kayaba de 100 mm de curso.

Novidade é o motor de quatro tempos (o mesmo da Neo) que passou de 102 à 113,7 cc de cilindrada, agora com a potência máxima de 8,2 cv a 7.500 rpm e o torque máximo de 0,88 kgfm a 5.500 rpm. Ainda carburada, está adequada ao Promot 3 de controle de emissões.

O câmbio tem quatro marchas com alavanca acionada pelo pé esquerdo e a embreagem é automática. Tem novo quadro underbone e o freio traseiro é a tambor com 130 mm de diâmetro.

Tudo bem que é um produto de entrada, mas as lanternas que foram restilizadas poderiam ser de policarbonato e os piscas com lentes transparentes como é bem comum entre a concorrência, especialmente entre as newcommers chinesas e na quase onipresente Bizz.

A Yamaha quer vender a Crypton ao público de baixo poder aquisitivo, a quem está fugindo do transporte coletivo e a quem quer ter acesso ao seu primeiro veículo motorizado. A moto tem um ano de garantia sem limite de quilometragem.

A Yamaha T115 Crypton chega a Rede de Concessionárias Yamaha no final do mês de março aos preços público sugerido posto Manaus de R$ 4.550,00 na versão K e R$ 5.200,00 na ED.

As cores disponíveis são o preto, a prata e o vermelho.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Toyota Auris pode ganhar versão híbrida


Se alguém estiver esperando que eu publique algo sobre o recall da Toyota, vou fazer um resumão amanhã. A Toyota antecipa a linha Auris, compacto um pouco menor que o Prius que recebeu alguns retoques de estilo que será mostrado no Salão de Genebra. O interior ganha algumas mudanças como o painel que ganha setas iluminadas em branco e materiais de melhor qualidade segundo a Toyota.

Haverá também o lançamento da versão híbrida que usará a mesma mecânica do Prius, um 1.8 de 97 cv que percorrerá de modo puramente elétrico por 2 km até 50 km/h. O bolso vai sentir a diferença para melhor, já que o consumo aumenta e muito durante as acelerações.

Fiat continua com descontos: Agora é a vez do Punto


Para enfrentar a concorrência (leia-se Ágile), a Fiat resolveu baratear dois pacotes: o Comfort e o Creative. O primeiro vem com ar condicionado, volante com regulagem de altura e profundidade, para-brisa degradê e acabamento prata no painel, que antes saía por R$ 4.268 agora vem por apenas R$ 1.160. O que representa uma redução de 73% caso os equipamentos fossem comprados separadamente já que a soma dos itens sai por R$ 4.268.
O segundo pacote, que na verdade são dois, o Creative 1 e 2 também ganham desconto. O Creative 1 que vem com rodas de liga leve 16 de 16 polegadas, CD Player com MP3, telecomando, retrovisores elétricos, spoiler, painel de instrumentos como o da versão HLX e adesivo Creative, sai agora por somente R$ 1.300 e a Creative 2 que soma a todos os itens da 1 a tecnologia Blue&Me™, por apenas R$ 2.200.

Show car Chevrolet Aveo RS antecipa linhas de 2011

Enquanto nós ficamos com o "Spark anabolizado" Agile, a Chevrolet e a Daewoo oferecem o pacato e sem sal Aveo na Europa e Ásia.
"O car show Aveo RS demonstra como um projeto avançado pode injetar personalidade em um carro pequeno", disse Michael Simcoe, diretor executivo da North American Design Exterior. "Queremos que os clientes o vejam e reajam emocionalmente a ele." Um pouco maior que o Celta e o Corsinha de primeira geração (aqui no Brasil, lá fora é a segunda), é o carro com tamanho ideal para o brasileiro, não muito grande, nem muito pequeno. No Salão de Detroit, na tentativa de seduzir os americanos, mostraram esse show car, um futuro Aveo RS 2011. As linhas serão mais agressivas e com mais personalidade, se bem que a versão de produção ganhará uma "limada" no desenho.
Interior maior e mais aconchegante, prometem os executivos da GM, para a próxima geração do carro. Nessa versão os bancos são de couro.
O quadro de instrumentos foi inspirado em motos esportivas com o contagiros analógico e as outras funções digitais, ao contrário do primo chinês Sail. E o painel simétrico é agora padrão visual da marca.
Motor: o 1.4 Ecotec não entusiasma, já que são 138 cv. Explico, é turbo. O T-Jet que equipa o Punto e o Línea tem 152 cv com a mesma cilindrada. O câmbio manual tem seis marchas e segundo a GM foi escalonado para dar um desempenho esportivo.
Faróis ganham detalhes em alumínio e recebem desenho que lembra as supermotos, segundo a GM.
Lanternas traseiras recebem o mesmo acabamento dos faróis dianteiros e tem a "gravatinha" da GM dentro das lentes "cristal".
Rodas de 19 polegadas calçados por pneus de perfil baixo, só em sonho mesmo, se tiver uma versão esportiva de produção, pode jogar umas três polegadas a menos. As pinças são pintadas em Azul Boracay.
Grade gigantesca, entrada de ar para os freios exageradas, pode ser que isso possa ser civilizado um pouco, mas agora faz parte do visual padrão da marca, para o bem ou para o mal. Veja o vinco que passa sobre a caixa da roda traseira, mostrando parentesco com o Spark.
Já está ficando manjado, solução estilística típica dos Alfa-Romeo, a maçaneta escondida na coluna "C" está virando "carne de vaca". Olha os exemplo: Spark, Honda New Small Concept...
Extrator de ar e duplo escape podem não sobreviver à versão de produção, mas o desenho básico das lanternas, tampa e janelas traseiras vão.

GM quer mandar robô para a Lua


Apesar do Obama dizer não às pretensões da Nasa de voltar à Lua e aposentar os ônibus espaciais no orçamento desse ano, a GM não desistiu de desenvolver o R2, ou Robonauta 2, em parceria com a NASA. A contribuição é antiga e remonta à desde os sistemas de navegação das naves das missões Apollo à confecção do jipe lunar (veja aqui). E essa versão está sendo desenvolvida 10 anos após a primeira. Além de se movimentar como uma pessoa, tem mão com dedos articulados que permitem que se faça tarefas comuns para nós, mas complicadas para quem tem garras e pinças. Eles irão ajudar na exploração do espaço, fazendo caminhadas espaciais, manutençào da nave ou estação e outras missões mais arriscadas.
O sonho da GM por sua vez é usar o robô humanóide em plantas mais seguras, já que (para desespero dos sindicatos) o robô pode executar tarefas mais arriscadas como soldagens e pintura sem erro e praticamente sem risco de acidentes, sobrando para os humanos somente a supervisão.
"Para a GM, isto é sobre carros mais seguros e instalações mais seguras", disse Alan Taub, vice-presidente da GM e presidente da divisão de pesquisa e desenvolvimento globais. "Quando se trata de veículos do futuro, os avanços nos controles, sensores e tecnologia de visão poderão ser usadas para desenvolver sistemas avançados de segurança do veículo. A visão da parceria (com a NASA) é explorar o futuro dos robôs trabalhando juntos em harmonia com as pessoas, na construção de veículos de melhor qualidade, em um ambiente mais seguro de produção e mais competitivo. "

"Essa tecnologia de ponta robótica é uma grande promessa, não só para a NASA, mas também para a nação ", disse Doug Cooke, administrador associado para a Exploração Sistemas de direção da missão na sede da NASA em Washington. "Estou muito animado
sobre as novas oportunidades para a exploração humana e robótica, estes robôs versáteis proporcionam uma vasta gama de aplicações. "