(fotos: Milton Michida/SP notícias)
Está circulando em São Bernardo do Campo o primeiro de cinco ônibus a hidrogênio. O programa é Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em conjunto com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e financiado com recursos do Global Environmental Facility (GEF) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), com o apoio o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O projeto é pioneiro segundo os diretores do programa e envolve também criar pontos de produção (por
eletrólise) e distribuição via postos de abastecimento. Os ônibus utilizam célulasde combustível que transformam o hidrogênio em água pura e calor, sem emissões de poluentes ou gases geradores do efeito estufa. São dois conjuntos híbridos que somados rendem 170 cv, e as baterias são recarregadas também pelas frenagens que são regenerativas.
Bem, tudo é bonito, ambientalmente correto, mas financeiramente e industrialmente não cola. Tanto que até o Obama retirou o financiamento para pesquisas com hidrogênio relatado em um post do André Dantas (
veja aqui). Tirando a BMW e a Mazda, ninguém mais da iniciativa privada está desenvolvendo e pesquis
ando o uso automotivo do hidrogenio. Veja as razões em outr
o post publicado por esse engenheiro autoentusiasta (
aqui).
A carroceria é de um Marcopolo Torino e o chassi foi construído pela Tuttotransportti especializada nesse tipo de ônibus em Caxias do Sul
Ônibus utiliza hidrogênio como combustível e libera apenas vapor de água
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