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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mazda Minagi: Em busca do motor mais limpo

Mais um "esquenta" para o Salão de Genebra, o concept desta vez é o de um crossover chamado Minagi. Com as linhas inspiradas no novo padrão visual da marca Kodo - A Alma do Movimento (veja aqui a explicação com o conceito Shinari) o crossover promete surpreender com linhas suaves e bem esportivas que segundo os designers é uma "explosão contida de energia" na paisagem urbana. A marca promete mostrar também a nova linha de motores SKYACTIV, um a gasolina com injeção direta e um diesel mais limpo além de novos câmbios, um manual e outro automático mais eficientes.
A Mazda anuncia que o Minagi irá tentar reunir duas coisas distintas e antagônicas: o prazer de dirigir e uma condução mais limpa.
O crossover irá mostrar a nova tecnologia de motores mais limpos e transmissões mais eficientes SKYACTIV.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Mazda MX-0: Nem sempre tirar zero é algo negativo

Li uma vez no Blog do Mulsanne (veja aqui) que a melhor forma de melhorar o desempenho, a estabilidade e a dinâmica de um veículo é reduzir o seu peso. Dos banhos ácidos aos materiais exóticos, a busca pelo menor peso sem abrir mão da resistência e durabilidade atravessou o século passado e se mostra cada vez mais imprescindível nesses tempos em que reduzir o consumo e emissões se torna algo cada vez mais exigido por governos, ong´s e por fim consumidores, mas sem abrir mão do desempenho. Nessa difícil equação em que nem sempre o que se ganha de um lado compensa as perdas do outro, a Mazda tem uma resposta: Zero.
A marca não informa o peso do conceito que dentre os apresentados é o mais sóbrio e viável, mas como a sua construção é feita a reduzir o número de componentes, que em um carro popular bem básico chega a algumas dezenas de milhares de peças, pretende reduzir a massa total do veículo. Com o alto torque instantâneo do motor elétrico que está disponível a 0 rpm, a marca espera uma dirigibilidade inacreditável em um carro de produção e um desempenho surpreendente. Por isso os engenheiros acham que vale a pena a busca pelo zero, já que zero massa é igual a velocidade máxima.
Segue abaixo das fotos um vídeo (em inglês) do conceito...
O MX-0 de lado mostra a suspensão traseira com menos componentes e que lembra o sistema monochoque típico de motos de trilha.
A marca viabilizar o MX-0 para 2020, acreditando que o uso intensivo de materais mais leves e resistentes tendem a cair com a fabricação em massa.
A marca pretende vender pelo menos meio milhão de unidades por ano do MX-0 ou do veículo de produção derivado desse estudo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mazda Shinari apresenta o KODO - A Essência do Movimento

Todo mundo já viu aqueles documentários na TV paga sobre a vida selvagem no Serengeti (Parque de preservação de vida selvagem localizado na Tanzania) e os inevitáveis closes em câmera lenta no momento em que uma cheetah (ou guepardo) inicia a corrida para capturar a sua presa. Nesse instante, em décimos de segundos, sua silhueta esguia e elegante se transforma em uma máquina brutal de pura velocidade, chegando aos 100 km/h partindo da imobilidade em tempos que deixariam muitos esportivos para trás.
E é essa tensão que o chefe de designer da Mazda, Ikuo Maeda, quer passar com a nova linguagem visual chamada KODO que tenta denomina a essência do movimento e a tensão e energias acumuladas quando um feixe de bambu e torcido ou uma lâmina de aço é dobrada.
(Maiores informações sobre o concept Shinari que antecipa a nova geração do Mazda 6 estão nesse link aqui).
As formas musculosas do sedan lembram os esportivos RX-7 e 8 e a marca não caiu na tentação de chamá-lo de coupé, recurso freqüentemente usado nos departamentos de marketing das fabricantes.
O interior tem a mesma "tensão orgânica" do desenho externo, com destaque para o console central que lembra vagamente uma espinha dorsal flexionando, mas a prioridade é à ergonomia.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mazda BT-50: Contra o estilo quadradão

A Mazda lançou no Salão de Sidney a sua nova picape BT-50, que compartilha a mesma plataforma com a Ford Ranger. O desenho da carroceria optou por linhas sinuosas e musculares revelados pelo conceito Shinari (veja aqui) que está pautando a nova linguagem de desenho da marca. Chamada de KODO, busca reproduzir a tensão do instante anterior à explosão muscular de um ataque à uma presa feita por um predador. Se não entendeu assista algum documentário sobre a vida selvagem na savana africana no canal da Discovery Chanel, National Geografic ou que reproduza alguma reportagem e documentário da BBC de Londres se tiver um canal a cabo ou em algum jornalístico na TV aberta. Os marketeiros da marca afirmam que a picape foi desenhada para quem tem um "estilo de vida ativo" e não só para quem precisa de um utilitário para trabalhar ou empresas e frotistas, e sim também para o lazer. Bem, eles não viram a propaganda da Hoggar (veja a opinião do blogueiro no final do post da Citroën AirCross aqui) em que o cara não faz nada mas que você precisava experimentar o risoto dele (confira o vídeo aqui).
Voltando à picape, os designer queriam passar a impressão de que a picape era uma fera sofisticada, em que os proprietários sentissem orgulho de tê-la ao mesmo tempo em que o utilitário correspondesse às espectativas de utilização esperadas para esse tipo de veículo,ao contrário dos "aventureiros" lançados às dúzias no mercado nacional.
E como Ryo Yanagisawa, o designer-chefe responsável pelo desenho do novo BT-50 explica: "A mensagem da marca Mazda é o Zoom-Zoom, que se refere à emoção do primeiro movimento vivenciado por uma criança. Com o novo BT-50, tivemos como objetivo expressar a emoção através do design, e nós tivemos bastante inspiração de vários "movimentos" no mundo que nos rodeia. Por exemplo, nós temos uma fotografia de um leão. Ele parece um predador magnífico com todos os seus músculos a se contrair como se ele estivesse prestes a atacar a sua presa. Seus nervos estavam esticados prontos para o ataque, e sua juba dava um enquadramento masculino, o seu rosto estava nítido e que parecia dizer: 'Eu sou o rei dos animais com muito orgulho! De perfil, o leão pareceu um ser inteligente e poderoso. Eu queria para o desenho do projeto da picape esse tipo de imagem. Foi com este tipo de inspiração a base do design emocional da nova BT-50 em que trabalhamos tão duro para conseguir (o resultado). "
O quadro de instrumentos tem inspiração mais esportiva e os comandos do rádio e do ar condicionado podem ser manuseados pelos ocupantes do banco dianteiro sem ginástica. As barras em metal polido que parecem "sustentar" o painel dão um ar mais sofisticado ao interior.
O interior tem o desenho inspirado em carros de passeio e o painel tem desenho assimétrico, isto é, são diferentes os lados do passageiro e o do motorista. A idéia é "vestir" o motorista e dar um espaço mais aberto para o passageiro ao lado.
Não foram divulgados dados técnicos e nem sobre o tipo de motorização que a picape terá na Austrália e em outros mercados e que estrarão juntos. Serão novos projetos de motores denominados SKY-G para os motores a gasolina e SKY-D para os motores a diesel.
Esses motores serão mais eficientes e terão a missão ambiciosa de economizar até 30% no consumo de combustível até 2015, se comparado com o nível de consumo dos motores produzidos em 2008, segundo a estratégia "sustentável" Zoom-Zoom da empresa.

sábado, 16 de outubro de 2010

Nova Ford Ranger: Picape australiana com plataforma japonesa ganha o mundo

A Ford apresenta no Salão do Automóvel de Sidney a nova Ranger, que para a alegria da blogosfera e de alguns setores tecnófilos da imprensa, poderá ser fabricada em breve na fábrica de Rosário na Argentina e consequentemente ser vendida aqui sem impostos de importação devido ao Mercosul. Isto é, depois de terminar a reforma da fábrica argentina para se adequar à produção da picape. Antes ela será lançada na Tailândia, onde será fabricada na unidade Rayong para atender a região Ásia-Pacífico, depois será a vez da África do Sul e a unidade Rosário que irão atender as outras regiões, e isso a partir de 2012. Apesar da picape não ter previsão de ser comercializada nos EUA e Canadá, a Ford está confiante de que ela terá boas vendas ja que será vendida em mais de 180 países.
“Esta nova Ranger que apresentamos em estreia mundial é bem demonstrativa do que a nossa
estratégia “One Ford” nos permitiu alcançar,” refere-se Gary Boes, Diretor da linha de veículos Ford baseados na nova plataforma para as pickups compactas. “A nova Ranger foi projetada e desenvolvida por uma equipe de especialistas para ir ao encontro das necessidades dos clientes de picapes em todo o mundo. Para consolidar a sua invejável reputação mundial, a picape está sendo testada nas mais duras condições e nos climas mais rigorosos dos cinco continentes. A Ranger não só respeita os seus consumidores como vai conquistar o seu respeito dia após dia,” afirma confiante Boes sobre a estratégia "One Ford" que pretende criar produtos globais como a nova linha Focus (veja aqui) e Fiesta (também aqui) que terão desenhos similares ao redor do mundo, e a picape que foi desenhado no centro de estilo da Ford australiana também segue o mesmo destino dos outros produtos da marca. A picape compartilhará a plataforma da nova picape da Mazda, a BT-50 (veja aqui) que já tinha sido apresentada no Salão de Paris como prévia do Salão de Sidney.
"Em muitas regiões do mundo, as pickups compactas são extremamente importantes para os clientes" referiu Jim Farley, Vice-Presidente do grupo para o Marketing, Vendas e Serviço. "Em muitos casos, a pickup é o único veículo do agregado familiar e o único veículo com que o chefe de família pode contar no seu trabalho para prover ao sustento da sua família. Estas pessoas, que precisam de uma pickup preparada para realizar qualquer trabalho, ficarão surpreendidas com as novas tecnologias inteligentes da Ranger e a forma como estas contribuirão para facilitar as suas tarefas. Cada vez mais, estes clientes procuram características, tecnologias, espaço e refinamento geralmente só associados aos automóveis, e a Ranger também é inovadora nestes aspectos."
No painel de instrumentos, optou-se por designs que se adaptassem facilmente a componentes modulares, como rádios e comandos do sistema de aquecimento e ventilação, e os materiais utilizados na cabina como os forros dos bancos devem resistir ao desgaste causado por uma utilização mais comercial.
Detalhes da nova Ranger que poderemos ver em 2012, que irá substituir de uma vez duas gerações na América Latina, cujas linhas que seguem a linguagem de estilo “21st Century Tough” projetada pelo centro de estilo autraliano pretende dar um ar mais sofisticado ao utilitário e ao mesmo tempo manter o visual robusto característico do segmento.

Novos motores com destaque para dois novos modelos a diesel Duratorq TDCi da Ford, sendo um 2.2l com 150 cv e 38,24 kgm/f de torque e outro de 3.2l que desenvolve 200 cv etorque de 47,93 kgm/f. Em alguns mercados haverá a opção de um 2.5l a gasolina e todos com câmbios, manual ou automático, de seis marchas.
Apesar do foco ser a economia, a Ford não adiantou dados de desempenho e consumo da picape. Haverá opções de tração 4X2 e 4X4 e dentre os equipamentos haverá ESP e controle dinâmico com calibragem para carga e reboque. A indispensável camera auxiliar de manobras em ré também estará disponível.
A altura de rodagem agora é de 23 cm acima do solo e a suspensão só teve melhorias, sem pirotecnismo técnicos, sendo a tradicional McPherson na dianteira e a traseira usa feixe de molas, típicos da categoria. Mas a calibragem priorizou o conforto e o rodar é semelhante a um carro de passeio segundo a marca.
Além de melhoria na aerodinâmica, ponto crítico nesse tipo de veículos, a caçamba foi alargada em 10 cm e os usuários tem mimos como um compartimento abaixo do banco dianteiro para guardar ferramentas e na ausência de um quinto passageiro no banco traseiro, um descansa-braço com porta-copos estará disponível.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mazda Shinari: Em busca da "essência do movimento"

Faz 50 anos que a Mazda entrou no mundo automotivo com o kei-jidosha R360 (carros microscópicos com motores de 360 cm³ que contam com regras de tamanho e capacidade, isenções ficais e incentivos do governo como até pouco tempo atrás, a não obrigatoriedade de local de estacionamento ou garagem por exemplo) e desde então ela tem procurado inovar o segmento, como os esportivos com motores rotativos sendo os mais conhecidos os RX-7 e 8, só para citar a mais conhecida. Ela é também responsável pelas versões do Escort e Focus americanos que receberam desenhos diferentes das versões sul-americanas e européias respectivas em acordo com a Ford americana que acha mais fácil confiar em um sócio nipônico do que nos companheiros europeus, sul-americanos e asiáticos.
E agora, na nova década que entra a marca procura uma nova linguagem visual baseada no movimento, chamada Kodo - a "Essência do Movimento". Ikuo Maeda, o chefe da Divisão de Design da Mazda, explica o projeto da nova linguagem visual KODO de uma maneira que acha mais fácil de entendermos: "Em nosso trabalho para aprimorar a expressão do movimento, a Mazda Design centrou-se na força, beleza e tensão encontrada no "movimento instantâneo" dos animais no momento em que o movimento começa. Este movimento é tão cheio de vitalidade que excita as emoções de quem o vê. Temos o chamado de "KODO - Essência do Movimento", e o nosso objetivo é expressar o movimento com forte vitalidade e velocidade, que contém o tema do design dos próximos modelos da Mazda. Maeda completa: "há quatro estúdios de design da Mazda localizadas no Japão (Hiroshima e Yokohama), Europa (Frankfurt, Alemanha) e América do Norte (Irvine, Califórnia) que estão se combinando para assumir o desafio que temos proposto e a conseguir um avanço na expressão de movimento no design do carro, e incorporar esta expressão em nossos produtos futuros."
E o primeiro conceito a usar essa linguagem é o concept car Shinari, palavra esta que representa a tensão acumulada quando o bambu é torcido ou o aço é dobrado ou quando um atleta se prepara para executar um movimento "explosivo" como corridas curtas como os 100 metros rasos em provas de atletismo.
O interior para quatro pessoas recebe bastante claridade, como os europeus gostam bastante, através de seu teto transparente e o painel e console central ganham contornos bem orgânicos. O interior ergonômico permite ao condutor mudar as configurações da cabine para três modos: negócios, laser e esporte.
O "cockpit" deixa todos os comandos à mão do condutor e ausência de alavanca de câmbio pressupõe que a propulsão seja elétrica ou a célula de combustível. O console central representa uma coluna dorsal forte. Segundo a marca, a ergonomia é quase perfeita deixando os passageiros e condutor descansados no final de cada viagem.
A grade hexagonal e as lanternas afiladas que são divididas por uma barra de alumínio que segundo os designers representa "as três dimensões da velocidade" deverão ser a nova identidade visual da marca. E os para-lamas além dão continuidade ao "movimento" e são inspirados no sedan esportivo RX-8.
Detalhes em alumínio dão continuidade às formas e dão leveza ao conjunto como os discretos escapes nas laterais dos parachoques traseiros e o estrator, também do mesmo metal, em desenho flutuante. As formas musculosas semelhante a coupés superdesportivos continuam na traseira com seu porta malas alto e para-lamas ligeiramente abaulados, que devem inspirar a nova geração do médio Mazda 6, que ganhará um perfil mais esportivo.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mazda no Salão de Tóquio: Concept Kiora

Falamos no post anterior dos novos motores e transmissão da série SKY e agora é a vez do concept Kiora feito para mostrar o que os motores poderão fazer apresentado no Salão de Paris do ano passado. Baseado na visão de sustentabilidade de produtos, chamada Zoom-Zoom que prevê motores e transmissões mais econômicos e eficientes, carrocerias mais leves e ainda melhorar o prazer de dirigir.
Como escrevi no post anterior (aqui), promete consumos de 32,25 km/l em ciclo combinado e tem recuperação de energia de frenagem, sem contar o sistema i-stop que desliga o motor quando o veículo fica muito tempo parado.
A carroceria utiliza materiais mais leves reduzindo o seu peso em 100 quilos
Linhas fluídas imitando os movimentos do vento e da água são a obsessão dos designers japoneses
Ampla área envidraçada e a ausência de retrovisores denuncia câmeras e monitores de vídeo para se ver os pontos cegos do carroE os LED's permitem construir lanternas cada vez mais finas e com desenhos cada vez mais criativos como essas de movimento bem fluido.

Mazda no Salão de Tóquio: Powertrain

O Salão de Tóquio nem abriu e o pessoal já vem dando mostras sobre as novidades que aguardam os visitantes. E é grande a possibilidade de choverem versões de motores mais eficientes, bom para nós que economizamos um pouco de combustível, fora as propostas híbridas, elétricas e afins.
A Mazda estará mostrando no Salão a nova série de motores SKY, a começar pelo diesel (acima) que promete menores emissões de poluentes. O bloco foi projetado para diminuir o atrito emtre as partes mecânicas durante o seu funcionamento.
Além do diesel SKY-D, há esse a gasolina de 1.3l que promete consumos de (sentem-se) 32,25 km/l com sistema i-stop que desliga o motor quando o veículo está parado, instalado no concept Kiora...
...junto com essa transmissão automática de seis marchas denominada SKY-Drive

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Busão a Hidrogênio

(fotos: Milton Michida/SP notícias)
Está circulando em São Bernardo do Campo o primeiro de cinco ônibus a hidrogênio. O programa é Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em conjunto com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e financiado com recursos do Global Environmental Facility (GEF) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), com o apoio o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O projeto é pioneiro segundo os diretores do programa e envolve também criar pontos de produção (por eletrólise) e distribuição via postos de abastecimento. Os ônibus utilizam célulasde combustível que transformam o hidrogênio em água pura e calor, sem emissões de poluentes ou gases geradores do efeito estufa. São dois conjuntos híbridos que somados rendem 170 cv, e as baterias são recarregadas também pelas frenagens que são regenerativas.
Bem, tudo é bonito, ambientalmente correto, mas financeiramente e industrialmente não cola. Tanto que até o Obama retirou o financiamento para pesquisas com hidrogênio relatado em um post do André Dantas (veja aqui). Tirando a BMW e a Mazda, ninguém mais da iniciativa privada está desenvolvendo e pesquis
ando o uso automotivo do hidrogenio. Veja as razões em outr
o post publicado por esse engenheiro autoentusiasta (aqui).
A carroceria é de um Marcopolo Torino e o chassi foi construído pela Tuttotransportti especializada nesse tipo de ônibus em Caxias do SulÔnibus utiliza hidrogênio como combustível e libera apenas vapor de água