sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Nova versão intermediária na linha 2010: Honda New Civic LXL

A Honda estréia a linha 2010 com novidades mecânicas como uma nova direção assistida que deixa de ser hidráulica e passa a ser elétrica e melhoramentos como novo compressor de ar condicionado e a ECU recebeu nova programação melhorando a marcha lenta e a aceleração tornando o motor com funcionamento mais suave.
Segundo a fábrica, isso garante um menor consumo de combustível e melhora a dirigibilidade o que garante melhor prazer de dirigir. Não posso confirmar isso, então faça um teste drive.
Itens de segurança
Volante com acabamento em prata, com várias funções como controle de audio, piloto automático e caso o carro tenha câmbio automático, disponível nessa versão mas antes exclusiva da top EXS, paddle-shift (aletas atrás do volante em bom português).
O multimídia permite reproduzir músicas em formato MP3 e WMA, tem auto falantes com twitter e as entradas USB e para I-Pod permite que se carreguem as baterias dos aparelhos.
Isso é típico do mercado brasileiro: enquanto era somente equipamento de segurança, os repetidores laterais nos paralamas foram cortados por questões de custo. Agora que migraram para os espelhos ganharam status e viraram itens obrigatório em carros premium.
Versão ganha grafismo em cima do logo flex: motor i-VTEC 1.8l SOHC rende 140 cv a álcool e 138 a gasolina, torque fica acima dos 17 kgm/f para ambos os combustíveis. E vem com caixa manual de seis velocidades, uma primazia em um produto nacional. A fábrica não informa o consumo...
As rodas de 16 polegadas são exclusivas dessa versão. Os freios são a disco nas 4 rodas com ABS (anti-travamento), EBD (distribuição da força de frenagem) e na versão top EXS o VSA (Vehicle Stability Assist ou controle de estabilidade), que aplica a força de frenagem independentemente a cada uma das quatro rodas e, ao mesmo tempo, interage com os sistemas de aceleração, funcionamento do motor e controle de tração.
O carro conta com a tecnologia de estrutura ACE (Advanced Compatibility Engineering), desenvolvida para absorver, com mais segurança, impactos frontais.
O cliente pode escolher entre nove cores: Cinza Spectrum Perolizado, Verde Deep Perolizado, Preto Cristal Perolizado, Branco Taffetá Sólido, Dourado Poente Metálico, Grafite Magnesium Metálico, Verde Vermont Perolizado, Prata Global Metálico e Cinza Palladium Metálico. E os preços partem de R$ 65.745,00 na versão LXS, passando por R$ 66.405,00 na LXL, que pode chegar a R$ 85.610,00 na top EXS. Caixa automática pode somar mais R$ 5.000,00 em todas as versões e couro mais R$ 2.000,00 na LXL. Todas as versões tem três anos de garantia sem limite de quilometragem.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

PT Cruiser ganha o que pode ser a sua 16ª e última edição

A Crysler apresenta no Salão de Detroit uma nova versão do PT Cruiser, desta vez inspirada nos hot rods dos anos 30 e 40. Só faltou os dados de pelúcia amarrados no espelho retrovisor. A série especial Couture Edition acrescenta o visual saia-e-blusa popular até o fim da década 50 com o teto preto separado do resto em prata por um filete vermelho. O PT Cruiser pode ter a sua produção encerrada no final de 2010. Só aí saberemos se haverá um sucessor ou não.
O interior em cinza ganha bancos em couro vermelho ou cinza e o painel de instrumentos em prata satin ganha aros cromados nos instrumentos e vem com um relógio analógico com assinatura Chrysler.
A grade ganha um novo desenho exclusivo da série.
Novas rodas de alumínio polido e detalhes cromados complementam o visual do carro.
O carro estará nos concessionários americanos até março desse ano e talvez a mãe Dinah saiba quando chegará aqui.

Dodge Nitro ganha versões e equipamentos em Detroit

A Dodge está oferendo a Nitro agora com mais equipamentos e ganha mais potência no motor. A unidade oferecida é um anêmico V6 de 4l que oferece míseros 260 cv e tem 36 kgm/f de torque acoplado a um câmbio de 5 marchas. Resumindo, deve beber demais e andar de menos. Vendido em três opções, a "basica" Heat, a mediana Detonator que acrescenta decalque no capô, oito
alto-falantes mais subwoofer, partida remota, sistema de assistência de estacionamento ParkSense® e interior em tecido que combina com a cor exterior do veículo. A top adiciona assentos aquecidos em couro e teto solar.
As novas rodas Mopar de 20 polegadas: comente aí embaixo se são de tirar o fôlego mesmo. Fiquei meio insensível e anestesiado após assistir quatro temporadas de "Pimp My Ride" e ver um monte de rodas Asanti e Lexani de 23 polegadas, com aro giratório, com diamantes...
E essa é a pacata versão básica da linha, a SXT, na qual as versões "tunadas" da linha são baseadas.

Peugeot comemora 200 anos com novidades

Pouca gente imaginava que a Peugeot fosse uma das mais velhas indústrias automobilísticas do mundo. Há exatos 200 anos os irmãos Jean-Pierre e Jean-Frédéric Peugeot transformaram o moinho do pai em uma fundição iniciando uma nova era na empresa. De ferramentas a bicicletas, fazer o primeiro automóvel da empresa em fins do século XVIII foi um pulo. Com o veto do primo Eugene Peugeot quando Armand Peugeot montou o protótipo de um triciclo a vapor para mostrar na chamada Feira Mundial de 1889, a mesma em que foi construída especialmente para a ocasião a Torre Eiffel, é criada uma nova empresa: a Lion Peugeot. Enquanto um braço da familia insistia em ferramentas, panelas e bicicletas e chegou a montar até motos, Armand Peugeot inspirado por Gotlieb Daimler (o mesmo que formaria o que é hoje a Mercedes-Benz) apresentou um projeto de um veículo de quatro rodas com um motor também Daimler. Inspirados pelo tio Armand os sobrinhos Pierre, Robert e Jules fundam a Lion Peugeot e começam a fabricar seus próprios carros. Com a morte de Eugene em 1910, as duas marcas da família Peugeot se unem. Da Lion Peugeot, o leão se torna somente o logotipo da empresa. Agora o símbolo do leão ganha um novo visual, perde o fundo azul e nome Peugeot agora é escrito em azul.
Em 1905 é lançado o Peugeot BP1 em 1905 que vendeu 400 unidades, um recorde para a época em que a produção artesanal era a regra, tinha 10 cv potência e foi projetado por ninguém menos que Ettore Bugatti, o mesmo que anos depois lançaria uma marca de automóveis com a sua assinatura. Essa unidade está exposta no Museu de Caramulo em Portugal.
Novos rumos, a Peugeot agora quer diminuir a influência do petróleo em seus projetos e aposta em carros elétricos como o i0n, feito em parceria com a Mitsubishi. Haverá também uma versão comercial que será chamada de Partner Origin. Com máxima de 128 km/h, tem autonomia de 120 km podendo ser recarregado em 8 horas em uma tomada normal ou 80% da carga em 30 minutos em uma tomada especial. O lançamento será no final desse ano.
Além de uma bicicleta elétrica que está sendo desenvolvida em parceria com a empresa Ultramotor, a Peugeot pretende lançar essa scooter totalmente elétrica, a E-Vivacity, que pode ser recarregada em 4 horas podendo ter 80% da carga disponível em 2 e tem autonomia de 100 km. Tem desempenho similar à de uma scooter de 50 cm³ à gasolina.
Com compromisso de reduzir em 15% as emissões de CO² já em 2010, ela lança esse charmoso conceito híbrido conversível que srá exposto no Salão de Genebra, o SR1. Tem um motor 1.6 THP na dianteira de 218 cv e um motor elétrico de 95 cv no eixo traseiro. Ele pode funcionar somente elétrico, híbrido misto que tem consumo em ciclo combinado de 24 km/l e de autonomia extendida. As emissões são de 119 g por km, um feito para um carro de 313 cv. Parte das tecnologias já estarão disponíveis no 3008 Hybrid4.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Hyunday Santa Fe ganha dois motores em Detroit

A Hyundai aproveita o Salão de Detroit para lançar a versão 2010 do Santa Fé que ganha nesse mercado grade na cor do veículo e algumas imperceptíveis alterações como novos parachoques, luzes de neblina e rodas.
Com nota 5 de 5 no NHTSA (Orgão Máximo de segurança de transito nos EUA, avalia os veículos em crash-tests) tem cinto de segurança e apoios de cabeça em TODOS os lugares.
Interior conta com SEIS airbags, se a CAOA contar dois a mais é por conta dela, estou lendo o release oficial da Hyundai. E os air-bags laterais contam com sensores de capotamento que os acionam.
Além da iluminação interna que abrange até os porta copos, tem ar-condicionado de série e na versão Limited de dupla-zona. Vem com bancos elétricos com apoio lombar, computador de bordo e espelhos com desembaçador.
Anti-engarrafamento: O multimídia compatível com vários formatos de arquivos digitais,além de aceitar Bluetooth, tem navegador GPS cujo serviço nos EUA informa em tempo real os engarrafamentos e obstruções pelo caminho e indicando as melhores rotas. E pode esquecer, não há serviço similar no Brasil. E há também a obrigatória câmera de ré.
O SUV ganha dois motores novos: um 2.4i com 175 CV e um 3.5i V6 com 276 CV pertencente à nova geração Theta da marca.
A suspensão dianteira é a tradicional McPherson e a traseira é a Multilink, que foi recalibrada para melhorar o conforto e a estabilidade.
Mais itens como vidros escurecidos (Windows Limo), sistema de monitoramento de pressão dos pneus, controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático), apoios de cabeça ativos, (essa as mulheres vão adorar) quebra-sóis com espelhos iluminados entre outros.
O cliente pode escolher três níveis de acabamento: a "básica" GLO, a esportiva SE e a luxuosa (segundo a fábrica que acha que é só por uns apliques de madeira no painel) Limited.

Mais Detroit: Hyundai apresenta o seu concept Blue Will

A Hyundai mostra em Detroit o seu concept Blue Will que além de dar algumas pistas de como será o futuro i-30, é um laboratório de novas tecnologias da empresa. Desenvolvido no Namyang Design Center o carro tem linhas fluidas lideradas por uma "bocarra" em que se alojam os faróis e a grade. Parece que desenhar a movimentação do ar e da água virou a nova obsessão oriental, em busca de um desenho mais limpo e ao mesmo tempo que indique indiretamente a sua vocação ecológica.
"O Blue-Will tem o corpo esculpido por linhas arrojadas e linguagem de design fluída para dar a expressão perfeita para as avançadas tecnologias amigas do meio-ambiente encontradas em seu interior", disse Oh Suk-Geun, vice-presidente executivo de design da Hyundai. "Numa época de crescente preocupação com o meio ambiente e o nosso futuro energético, o Blue-Will demonstra a compradores eco-conscientes de automóveis em todo lugar que a Hyundai tem soluções híbridas práticas que serão apresentadas na próxima geração de veículos".
Resumindo: até lá vamos poluir do mesmo jeito...
Esquece esse interior viajandão, é muito bonito em feiras e salões mas pouco prático no dia-a-dia.
"Manche" no lugar do volante e painel clean e simétrico dão o tom no interior do conceito.
No interior foram usadas usados bioplásticos que ajudam a aliviar o peso. O multimídia é compatível com Bluetooth.
O painel com seção ultrafina é montado com LED's orgânicos que mostram o conceito Eco-Coach cujos indicadores mostram a forma mais econômica e consciente de dirigir.
Outra novidade para poupar as baterias que garantem 64 quilômetros de autonomia são as foto-células no teto que se encarregam de fornecer energia para o sistema de climatização para manter uma temperatura agradável na cabine .
Para movimentar o carro e garantir até 45 km/l está disponível um motor 1.6 de 152 cv acoplado a um câmbio de variação contínua ajudado por um motor elétrico de 136 cv. O carro pode ser totalmente elétrico ou a combustão, híbrido misto ou de autonomia extendida.
Ele tem autonomia de mais de 1040 quilômetros. Um gerador térmico situado no coletor de exaustão do motor recupera parte da energia perdida em calor para armazenar nas baterias e os freios são regenerativos.
Uma das novidades, lançados pelo Elantra LPI Hybrid Electric Vehicle (HEV) que foi colocado à venda na Coréia ano passado e também estará disponível no novo Sonata híbrido que virá ao mercado americano são as baterias de polímero de lítio.

Fabricantes travam guerra dos motores

Uma boa notícia para quem trabalha na Ford é que o motor 1.6 do novo Focus e do novo Fiesta virá do Brasil, será montado no carro no México que depois será exportado para o Canadá e EUA. Segundo informações do Jornal Valor Econômico, serão investidos 600 milhões de reais para ampliar a produção em Taubaté.
Em compensação os meios jornalísticos dão como certa a (tardia) aposentadoria do beberrão 1.8 GM Powetrain nas linhas da Fiat que seria substituído por um motor também de 1.6l de 16 válvulas com generosos 128 cv desenvolvido pela Tritec, que foi comprada pela Fiat e até então fornecia os motores para a Mini. Os primeiros a ganharem esse motor serão o Punto e a Dobló.
Haverá uma versão 1.8l 16v que será usado no Línea e aposentará o "chocho" 1.9l 16v.
A novidade da GM que chegará tardiamente é uma nova versão do 1.8 GM Powetrain que tentará ser menos pinguço e terá 148 cv, contra 118 cv do atual, mas ele virá somente em 2012.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ford Focus: uma (Des)agradável surpresa

Não é o Fiesta bromatizado, mas sim a nova geração do Focus. Veja o que Alan Mulally, presidente e CEO da Ford disse sobre o novo carro "mundial" da marca: "O novo Ford Focus é uma clara demonstração de que a nossa estratégia ONE Ford está oferecendo aos clientes ao redor do mundo alguns produtos fantásticos que utilizam o melhor da Ford Motor Company". e acrescenta: "Os ganhos gerados pela nossa nova plataforma global do segmento C de automóveis novos nos permitirá oferecer aos clientes Ford uma oferta de qualidade a preços acessíveis, um consumo de combustível notável, segurança e tecnologia que irá exceder as suas expectativas".
Tudo lindo, tudo bonito, mas abaixo da linha do equador a conversa é outra. Parece que está virando moda mandar ferramental velho para os países subdesenvolvidos. Nosso caso é um exemplo, depois da Dobló, agora temos a desagradável surpresa de saber do lançamento simultâneo do Focus nova geração nos EUA e Europa. O nosso Focus vai ter uma sobrevida de mercado de uns oito anos, então essa geração deverá ser pulada ou vendida via México como uma unidade mais "chique" que seu primo pobre brasileiro (como acontece com os atuais Astra e Vectra, que são o mesmo modelo, mas de gerações diferentes). E milagre, a Ford norte-americana promete não estragar mais o Focus a ser vendido em seu território. Desde quando era chamado de Escort na longínqua década de 80, o carro sempre foi enfeado para se adaptar ao (duvidoso) gosto local, usou plataformas Mazda e agora esperemos que a Ford americana sossegue o rabo de vez.
A Ford pretendeu dar uma ar de carro grande mas sem perder a esportividade ao desenhar o interior do novo Focus. Inovações da geração anterior (vendida aqui) como partida sem chave continuam, tem um assistente de estacionamento que gira as rodas ao estacionar e uma câmera de ré para evitar os tradicionais amassadinhos.
Sistema multimídia MyFord está disponível em uma tela sensível ao toque de 8 polegadas e que aceita comandos de voz, aceita Bluetooth, navegação por satélite, e é compatível com a maioria dos dispositivos de áudio do mercado.
“O novo Focus é o ponto de convergência das tendências na indústria automotiva”, diz J Mays, vice-presidente do Grupo de Design e chefe de criação da Ford. "Criamos com uma clara compreensão dos clientes globais, mas é adaptado para cada região. O Focus combina o melhor da Europa, América do Norte e na Ásia para fornecer um nível de satisfação emocional ao volante nunca antes experimentado ao dirigir um carro desse porte. "
Segundo os marketeiros e designers da Ford, o estilo Kinetic ganha um novo nível ao utilizar linhas esportivas e ousadas para "capturar a sensação de energia em movimento" para dar a impressão de que o carro está sempre em movimento. Não sou físico, mas a única sensação de "energia em movimento" que eu conheço é quando se toma uma descarga elétrica...
Os faróis ganharam um desenho mais suave, mas nada de modernidades como xenon ou LED's. O modelo é o primeiro de dez produtos de gama global a ser lançados pelo projeto ONE Ford usando a nova plataforma C.
Rodas de liga, não foram informados os diâmetros da roda, disco de freios e outros dados, mas a julgar pelo o que vem no i-30, pode se esperar jogos de 17 polegadas.
Lanternas traseiras da versão sedã estão mais afiladas e horizontais que as do modelo anterior que era simplesmente um trapézio com uma esfera branca no meio onde se espremiam o pisca direcional e a luz de ré.
Por enquanto o Focus virá somente nas versões hatchback de 5 portas e sedã de 4. Está previsto a produção de um carro totalmente elétrico para o mercado norte americano já em 2011.
Carroceria mais rígida em 25%, usando a combinação de aços de diferentes resistências para garantir a segurança dos ocupantes em uma eventualidade. E ao mesmo tempo reduzir o peso do veículo o que garante um menor consumo de combustível.
"Os clientes mundiais querem cada vez mais carros com menores consumos de combustível, mas sem sacrificar o estilo, a tecnologia, a conectividade e a qualidade de condução exigidos em veículos maiores", disse Derrick Kuzak, vice-presidente de Desenvolvimento Global de Produtos Ford. "Nossa nova geração de automóveis C-liderada pelo novo Focus, demonstrará claramente que a Ford está pronta para enfrentar esse desafio", disse Kuzak.
Os lançamentos serão simultâneos na China, Europa e EUA no começo de 2011, depois os outros mercados serão progressivamente atendidos como o resto da Ásia, África e America do Sul. Preste atenção no desenho do bocal de combustível do hatch.
Nova geração: um novo carro, um novo motor. Haverá como opção inicial motores, um 1.6 Ecoboost turbo com injeção direta e várias opções diesel de tecnologia common rail. Todos com promessas de baixas emissões de CO² e redução de consumo entre 10 e 20 por cento.
No Salão de Detroit será mostrado um novo motor 2.0 Ti-VCT (com comando de válvulas de admissão e exaustão independentes) que promete ser 20% mais potente que o Duratec 2.0 e mais econômico no consumo de combustível em 10%.
Finalmente nós, pobres mortais, poderemos ter uma automatizada de gente grande (isto é, desde que você more nos EUA, Europa e China), com dupla embreagem e seis marchas. Só essa transmissão já economiza 9% no consumo de combustível em relação a um câmbio automático normal de quatro marchas (viu Peugeot, Citröen, Nissan...) e é mais leve já que não tem o pesado conversor de torque.
Vamos torcer para que a Ford americana resista à tentação e não estrague o desenho, já que os componentes mecânicos foram projetados em Dunton (Inglaterra) e o desenho foi feito no centro de desenvolvimento da Ford em Merkenic (Alemanha) e teve o apoio do Centro de Engenharia de Dearborn (EUA).