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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mini Clubman Hampton: Bairro suburbano homenageia os 50 anos da Traveler

Hampton é um tradicional bairro londrino localizado no subúrbio. E ao contrário do que os corinthianos imaginam, quem mora em bairro "da periferia" é o pessoal da classe média. Os ricos ingleses preferem as fazendas, se bem que há alguns que tem casas na capital e arredores. E aqui no Brasil foi anunciado pela subsidiária brasileira da Mini essa edição que comemora os 50 anos da perua derivada do Mini clássico (para quem não sabe, ou não conhece, é o carro do Mr Bean...), a Traveler, que foi lançada em 1961, dois anos do pioneiro da configuração de tração dianteira combinada com motor transversal.
A sua sucessora, a Clubman, ganha essa edição especial com fabricação limitada a um ano com alguns diferenciais em relação às outras Clubmans: Interior com costuras e acabamentos em vermelho, espelhos retrovisores e parte do painel com listras vermelhas com fundo negro e inscrições "Mini 50 Hampton" no acabamento prateado que emoldura as repetidoras laterias da seta, plaquinha "Mini 50" na grade e uma medalhinha escrita "Hampton" na coluna "B". Aqui no Brasil será vendida somente 100 unidades baseadas na Clubman Cooper S que custará custará a partir de R$129.950,00. O anuncio da venda dessa edição limitada foi na "Casa Cor", evento o paraíso de vendedores de móveise utilidades domésticas, decoradores e arquitetos em geral que mostram as suas propostas de trabalho e produtos. Em tempo, o carro das fotos é uma Clubman Cooper SD, uma unidade a diesel que não será vendida por motivos legais. Para nosso desespero, isto é, de quem quer um carro potente, rápido e econômico, o carrinho tem um 4 em linha turbodiesel de 2l que rende 140 cv a 4.000 rpm com torque de 31,5 kgm/f. Faz o 0-100 km/h em 8,1 segundos e a máxima fica em torno de 215 km/h. A versão nacional é o 1.6l turbo que faz na estrada algo em torno de 8 km/l em circuito rodoviário contra 22 km/l na versão com tração dianteira.
Interior em couro e detalhes negros recebe costuras e detalhes em vermelho.
Na parte traseira dois lugares reais, com 3ª porta lateral para facilitar o acesso.
As inscrições alusivas às séries e o retrovisor exclusivo com listras vermelhas.
Pode-se pedir faróis em xenon opcional nas versões européias, na brasileira item não consta.
O motor da versão brazuca é o conhecido 1.6l turbo de 184 cv das versões Cooper S.
O carro ganha bonitas e exclusivas rodas de liga em cor negra de 17 polegadas.
A versão a gasolina faz o 0-100 km/h em 7,7 segundos, 4 décimos a menos que a diesel.
Virá ao mercado brasileiro nas cores Preto Noite, Cinza Eclipse, Azul Reef e Branco Pepper

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mini Folding Bike: Zero emissões em duas rodas

Essa os paulistanos descolados vão adorar: uma bicicleta dobrável da Mini. A bicicleta tem rodas de 20 polegadas, banco em gel, corrente revestida de teflon para não manchar a roupa durante as pedaladas com graxas e óleos e para-lamas para ignorar a chuva.
E para evitar alguma eventualidade noturna, vem com refletores nos pedais, se bem que é recomendável usar um colete com faixas reflexivas, e que me perdoem os tímidos, com roupas de cores claras e berrantes. Ser visto é tudo, ainda mais em um veículo lento como uma bicicleta.
E para manter a identidade Mini, no garfo traseiro o símbolo "Union Jack" do Reino Unido e o logotipo Mini em prata. A bicicleta custará 499 euros (não se assuste, tem bicicleta dinamarquesa que custa 10 vezes a mais que isso e não é de grife) e estará disponível a partir de agosto junto com alguns acessórios. Aqui por enquanto é ainda sem previsão.
Feita em alumínio, a bicicleta pesa somente 11 quilos e conta com 8 marchas.
A bicicleta pode ser dobrada ao meio. Só assim para caber no porta-malas de um Mini.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mini Inspired by Goodwood: Grande requinte em pacote compacto

Os brasileiros ainda não se acostumaram com carros compactos com acabamento luxuoso. Desculpas como ar-condicionado e travas elétricas sendo transformados de itens de comodidade e conforto para acessórios de segurança são comuns. Há mais ou menos uns 10 anos alguns carros 1.0l, que perto de alguns europeus nem podem ser chamados de compactos, começaram a receber itens de conforto e conveniência. Essa nova estratégia ajudou a alavancar as vendas de alguns modelos "1000", mas sob a saraivada de críticas que apontavam como uma incoerência esses carros "populares" com acabamento luxuoso sendo subsidiados por uma alíquota menor de impostos. Como se o consumidor desses veículos não tivessem direito a um mínimo de conforto.
A Mini que já foi popular reedita uma versão que não vendeu muito em sua terra natal, recebeu críticas por causa de seu design estranho com sua dianteira semelhante às limousines Jaguares e Daimlers e um meio-volume bem antes do surgimento da versão do Escort que foi fabricada aqui no Brasil: a Wolsely.
50 anos depois surge um modelo da Mini limitada a 1.000 unidades que repetem o requinte no acabamento aliado à agilidade de um carro compacto. A versão se chama Mini Inspired by Goodwood homenageando a atual casa da Rolls-Royce, pertencente ao mesmo grupo BMW, que se encarregou de colocar os melhores materiais nessa versão. Vem com alguns luxos como faróis xenon adaptativos, e outros detalhes listados abaixo como acabamento em nogueira e acabamento no padrão que é visto em Rolls-Royce, apesar de ser fabricado na planta de Oxford. O motor tem potência suficiente para levar o carrinho aos 100 km/h em 7 segundos e ainda sim fazer um consumo em ciclo europeu combinado de até 17 km/l e emitir 136 g por km rodado, dentro das normas Euro V de emissões, graças aos câmbios, manual de 6 ou automático com o mesmo número de marchas que pode ser encomendado caso se prefira. Se o Mini atual é um conceito "cool" em sua versão normal, agora em sua versão luxuosa mostra que ser moderno pode sim, combinar com bom gosto e requinte.
Excetuando-se a seção superior do painel em negro e em detalhes com acabamento em nogueira, o carro recebe acabamento na cor "milho sedoso".
Os mostradores agora ganham a cor preta, como o conta-giros e o grande velocímetro central que abriga a tela do multimídia.
Bem equipado, vem com sistema auxiliar de estacionamento, ar automático digital que poderia ser dual-zone, computador de bordo e som de alta definição Harman Kardon.
Alguns detalhes como a soleira alusiva a série, comandos e botões em black piano, console central com etiqueta numerada da unidade na alavanca de câmbio.
Na dianteira para-choques e grade da versão Cooper-S, mas o capô é da Cooper-D para dar uma impressão mais imponente ao carro e uma fluidez maior nas linhas.
As rodas raiadas são de 17 polegadas e ao lado do indicador de seta lateral há um logotipo referente à série.
O motor é o conhecido 1.6l com turbo Twin Scroll que rende 184 cv e torque de 24,5 kgm/f que pode chegar a 26,5 com "overboost".

sábado, 5 de março de 2011

Mini Rocketman Concept: Essencialmente pequeno

A Mini apresenta no Salão de Genebra um novo concept que retoma a essência do primeiro Mini, lançado a mais de 50 anos na nglaterra. Os novos Minis projetados pela sua atual controladora, a BMW, começaram a ficar cada vez maiores tendo como auge o Countryman (veja aqui) com seus quatro metros e meio. Agora a Mini mostra o Rocketman que se for fabricado deverá ser um dos menores crossovers feito por um fabricante, sem ser um dos microscópicos kei-jidosha que se multiplicaram em seu habitat natural: Tóquio.
A Idéia é oferecer muito espaço interno e facilidades em um pacote de tamanho bem compacto, para três adultos e uma criança. Com 3,40m de comprimento (um Mille tem 3,80m), 1,40 de altura e 1,90 m de largura contando os retrovisores ele deverá ter alguma desenvoltura no trânsito congestionado das grandes capitais. As rodas de alumínio são de exageradas 18 polegadas e recebem, assim como os apliques na lateral que escondem as dobradiças articuladas das portas e os protetores dos paralamas, semicalotas em fibra de carbono. As portas são articuladas para facilitar o acesso em vagas apertadas, quem mora em condomínio tem alguma idéia do que é tentar sair de seu carro com os veículos dos vizinhos estacionados ao lado.
A carroceria é contruída também em fibra de carbono dando leveza e rigidez estrutural à mesma.
As luzes das lanternas traseiras são um show à parte, graças á flexibilidade de se trabalhar com LED´s que não ocupam muito espaço e permitem esse formato inusitado de arco trapeizoidal. Apesar da iluminação, que abrange todas as funções como seta, pisca e luz de freios, ser indireta, os LED´s são fortes o suficiente para iluminar com visibilidade suficiente para manter a segurança.
O teto de cristal que tem o desenho da bandeira unida no teto em barras, tradicional no carrinho, que se iluminam com uma luz de cor branca porcelana e criam uma iluminação indireta no habitáculo junto com os espelhos retrovisores. Outro destaque é o porta-objetos destacável na traseira para levar objetos grandes como bicicletas, pranchas de surf e outras tralhas que os amantes de esportes mais radicais precisam levar para suas aventuras. E de dentro do carro pode-se abrir duas tampas que dão acesso aos objetos que estão no porta-malas. Os assentos podem ser configuráveis de acordo com as necessidades, e um quarto assento pode ser aberto, sendo que o apoio de cabeça pode ser totalmente escondido para poder levar algum objeto ali, apesar de não ser recomendado por motivos de segurança. Os bancos dianteiros podem ser movidos para trás, bom para quem tem pernas grandes e o quadro de intrumentos pode ser regulado para garantir a melhor posição para o condutor. Vemos um DNA BMW nisso...
O painel de instrumentos tem seus mostradores mostrados em 3D com um grande velocímetro que o circunda e no meio uma tela colorida que mostra as demais funções do carro e do sistema de entretenimento. E as teclas estão reunidas perto do volante para evitar o máximo de distrações e facilitar a vida do motorista. E como a conectividade é a ordem da vez, há uma unidade do multimídia que pode ser retirada para gravar novos arquivos de música ou vídeo ou atualizar o GPS. Esperamos que esse carrinho que retoma a essência do passado, mas conectado com o presente, se torne um novo modelo no futuro.


O interior é 3+1 e a iluminação interna pode ser configurada em três cores primárias.
O painel lembra do primeiro mini, inclusive com o quadro de instrumentos em posição central.
Detalhes como as rodas, o bagageiro externo e as luzes de direção das lanternas em LED´s.
As portas são articuladas para facilitar o acesso ao habitáculo.
Não são os faróis que cresceram, mas o capô que diminuiu de tamanho.
O detalhe em fibra de carbono na lateral esconde as articulações que abrem as portas.
As rodas são de 18 polegadas e os paralamas e "semi-calotas recebem apliques em fibra de carbono.
Detalhe do bagageiro que pode ser estendido para levar objetos grandes como bicicletas.
O teto transparente ganha detalhes que lembram a tradicional bandeira do Reino Unido pintada no teto.
Os LED´s permitem formatos criativos de lanternas e faróis como os exibidos pelo concept.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mini Paceman: Countryman coupé aparece em Detroit

A BMW o define como um muscle car "masculino" e que está fazendo o primeiro "SAC" compacto do mercado. Mas para o blogueiro aqui é só mais um crossover compacto de "imagem" para brigar em um mercado que está começando a ficar saturado de opções, que vão desde o básico e popular Ecosport (veja aqui) ao mais chique DS High (por aqui) passando pelo récem-lançado Veloster (agora aqui). Se em algum salão de automóvel chinês aparecer um clone, talvez eu me retrate aqui. No mais é um crossover com as qualidades típicas de um Mini, como a direção divertida e ágil que os mais experientes associam ao kart. O alvo típico é o jovem descolado que prefere ser associado a produtos "cool".
A cabine bem desenhada é feita para até quatro pessoas preza pela funcionalidade, lembrando que as vezes design e praticidade não andam juntos. A motorização é a mesma das versões mais bravas John Cooper Works, cujo quatro cilindros de 1.6l turbinado desenvolve 211 cv e tem torque de 26 kgm/f e que pode chegar aos 28 dependendo da solicitação. Lembre que isso é potência e torque de V6 de 3.0l e de repente o T-Jet 1.4 de 155 cv deixou de ser tão legal...
A tração Mini All 4 tem um diferencial central magnético que transfere cerca de 50% de torque para cada eixo, sem dar preferência para uma tração mais dianteira ou traseira como alguns fabricantes fazem. Em compensação, dependendo do uso, o diferencial pode transferir todo o torque para um dos eixo. E contribuindo para a condução mais ágil está a suspensão com a tradicional MacPherson na dianteira e a traseira é multilink e a direção é assistida eletromecanicamente com regressão (muitos publicam, e eu fui nessa, como direção assistida [hidráulica ou elétrica] progressiva, mas se a direção diminui a assistência à medida que aumenta a velocidade, então mestre Bob Sharp tem razão: é regressiva!).
A BMW considera o Paceman mais "vertical" que o Countryman e adequado para motorisas que fazem questão do "command view", bem adequado à terra das picapes, trucks, SUV´s e outros veículos grandes apesar da grita geral dos ecologistas que querem obrigar um corpulento americano a andar de Tata Nano. E o concept comemora com grande estilo os 10 anos do ressurgimento da marca Mini que se apresentou...
...Em Detroit.
Sketche do interior que pode comportar até 4 pessoas, tem todas as características de um Mini.
Talvez os detalhes em couro na maçaneta e no bocal de combustível não saiam na versão de produção.
Interessante são alguns detalhes cobreados nas rodas 19 polegadas e na barra que liga a coluna "A" à caixa de rodas.
Deverá vir com a mesma motorização da versão John Cooper Works e também com a tração MINI ALL4 do Countryman.
Apesar do motor ser um quatro cilindros, escapes duplos na traseira demontra um caráter mais esportivo.
A grandes lanternas redondas substituem as lanternas elípticas e acanhadas do Countryman.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mini Scooter E Concept: a "lambretinha" elétrica da Mini

Duas rodas, zero emissões. Com essas palavras a Mini pretende mostrar a sua nova motoneta elétrica no Salão de Paris como nova opção de mobilidade urbana. O foco é a conectividade e redes sociais. Um dos exemplos é o fato do smartphone ficar em um nicho preparado no painel, onde se conecta com a moto através de um programa fornecido pelo fabricante. E o smartphone pode ficar conectado na internet e usando um aplicativo que faz às vezes de GPS, pode indicar qual amigo está próximo e chamá-lo para "dar um rolê" por aí. As cores e grafismos tentam dar um ar retrô e ao mesmo tempo descolado à motoneta. A tração é traseira com o motor elétrico integrado à roda.
Detalhes da dianteira que recebe o brasão da Mini e os piscas que lembram a versão antiga do simpático carrinho. O farol que lembra o moderninho, ganha um anel transparente colorido que pode ser azul, verde ou vermelho.
Assim como a smart escooter, a Scooter E integra um smartphone via Bluetooth que fica em um nicho no painel de instrumentos que engloba o grande velocímetro e um medidos de carga de bateria líquido no guidão.
Totalmente elétrico, para reabastecer é só colocar na tomada. A Mini não passou detalhes como tempo de recarga, autonomia e desempenho. Detalhes cromados lembram os novos e velhos Minis.
Três opções de cores e acabamento e versões de um (a verde) e dois lugares (as demais) são apresentados, agora é torcer para a fabricação em série.

quarta-feira, 17 de março de 2010

BMW confirma nova plataforma com tração na dianteira

Fãs fanáticos da BMW que respiravam aliviados com a saída de Chris Bangle estão tendo agora pesadelos com as recentes declarações do CEO Norbert Reithofer que durante as apresentações dos resultados financeiros afirmou que a marca pretende lançar uma nova plataforma de tração dianteira. Essa plataforma seria para montar até vinte novos modelos, entre Minis e BMW's. A Mini se beneficiaria de uma nova plataforma para lançar a terceira geração mas concorreria com as novas crias da casa bávara agora em 2013.
Elas seriam um compacto premium ou algum carro-imagem e um micro-utilitário que ganharia tração integral, e essa plataforma se estenderia para a nova geração da série 1.
Bem, os fã da marca podem espernear, muitos podem chorar que o dinheiro virou prioridade deixando a paixão de lado, mas novos consumidores sempre são bem-vindos, mas só o futuro dirá se essa tática a lá Porsche dará certo.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mini Countryman: A Volta do Moke

Depois de toda a onda ecológica que pregava contra os SUV's em geral por serem mais pesados, gastões e em casos de acidentes quem sofria mais os danos eram os passageiros de carros menores, parece que esse tipo de veículo está longe de ser extinto. A Mini finalmente lançou o seu, no mesmo molde dos outros lançamentos: moderniza uma versão que era existente na linha do Mini clássico e a renomeia. Assim a Traveler virou a Clubman e a derivação 4X4 que ganhou o nome de Moke agora é a Countryman.
O interior mantém o mesmo desenho básico dos Minis modernos. Os bancos traseiros vem com regulagem de inclinação e podem ser deslocados em 130 mm e todos os bancos, inclusive o central vem com cinto de três pontos com pré-tensionadores. E a iluminação indireta, que é servida por um sistema de fibras ópticas, pode mudar as cores de forma contínua de um laranja quente para um azul de tom mais esportivo. Outro toque que remete ao Mini mais clássico é o cromado que engloba o pisca lateral e desce da linha da coluna"A" e é também complementado por uma saída de ar integrada.
Para encarar estradas mais difíceis há o novo sistema de tração integral Mini 4ALL que utiliza um diferencial eletrohidráulico que distribui a força entre os eixos na proporção de 50% pra cada eixo, mas que pode chegar a 100% caso uma das rodas tracione melhor. E vem com sistema DTS que também atua no diferencial autoblocante do eixo dianteiro.
E o chassi é completamente novo. Nessa versão, a Cooper S vem com um motor 1.6 de quatro cilindros de injeção direta de combustível, controle variável de vávulas e o sistema de turbo Twin Scroll emprestado da BMW que rende 184 cv e torque que pode chegar a 27 kgm/f. As aceleração vai de 0-100 km/h em 7,6 segundos com máxima de 215 km/h. E o consumo é de quase 16 km/l e as emissões de CO² ficam em razoáveis 145 g/km.
Os faróis combinam xenon com LED's que podem ser, opcionalmente, de fachos direcionais que acompanham o interior das curvas. E em relação ao concept Beachcomber, as luzes de milha migram para a saia inferior e dividem o lugar com as luzes de milha em duplo refletor, ao contrário do CrossFox que usa uma lâmpada de duplo faixo na mesma lente para executar as duas funções.
As versões One e Cooper vem com motores a gasolina com quatro cilindros com o sistema valvetronic, mas sem turbo, que tem potências de 98 e 122 cv, torque de 16 e 17 kgm/f e acelerações de 12,7 a 10,5 segundos respectivamente. E os consumos e emissões ficam em 16,9 e 16,4 km/l e 137 e 142 g/km de CO². E para a alegria dos europeus que adoram esse tipo de motor, há os diesel com quatro cilindros commom rail, com turbo de geometria variável, que rende potências de 90 e 112 cv, torque de 22 e 28 kgm/f e acelerações de 13,2 a 10,9 segundos respectivamente. E os consumos e emissões ficam em surpreendentes 23,2 e 22,7 km/l e 113 e 116 g/km de CO².
Pelas reações em blogs gringos, não estranhe se ele competir com a Dobló pelo posto de carro mais feio. Mas gosto é gosto e coisas subjuntivas são difíceis de medir. Mas ao analizar o desenho, podemos ver que não deixa de ser um Mini.
O interior é típico dos minis, com o grande velocímetro central que abriga o multimídia e o GPS.
Os assentos estão um pouco mais elevados que um Mini normal, mas sem perder as características de conforto e dirigibilidade típicas da marca.
O primeiro Mini de quatro portas tem quatro lugares, mas pode ser adquirido com banco traseiro para três lugares, mas aí perde o console central na traseira.
Esse console central pode ser configurado para colocar vários porta-objetos, com clipes de fixação podendo movê-los para a frente ou atrás ou mudar a disposição destes.
O porta-malas tem 350 que pode ser ampliado para 440 litros de capacidade ao deslocar os bancos para frente, mas quando são rebatidos alcança 1730 litros.
E agora virou moda: primazia dos tunners, a iluminação indireta agora é item obrigatório em todos os grandes lançamento.
As lanternas traseiras estão mais afiladas e verticais, "alargando" o veículo.
Esse é o interior em couro da versão Cooper, que recebe também detalhes cromados.
Novidade é o pisca direcional ser posicionado no paralamas dando continuidade à linha do parabrisas, que era a linha de solda do clássico Mini.
O símbolo da Mini agora é a maçaneta do porta malas do Coutryman.
Essa é a Cooper S, que ganha desenho diferenciado na grade e novas entradas de ar para refrigerar os freios.
Outro diferencial é as saídas de escape duplo e aberturas de ar nos parachoques traseiros.
As rodas de liga leve podem vir de 16 a 20 polegadas e é de série nessa versão "S" da Cooper.
O mais alto, mais comprido ao ficar com mais de 4 metros e largo dos Minis não perdeu o visual típico da marca.
O teto solar translúcido é outro grande opcional do crossover que contribui para clarear ainda mais o interior.
Os faróis dianteiros ganham aros cromados e a grade é em peça única na versão One.
Por enquanto somente motores de quatro cilindros com potências entre 98 e 122 cv.
As versões One e Cooper "D" vem com motores a diesel, mas sem reduzida então, pode esquecer dificilmente será vendido aqui por motivos legais.