Duas rodas, zero emissões. Com essas palavras a Mini pretende mostrar a sua nova motoneta elétrica no Salão de Paris como nova opção de mobilidade urbana. O foco é a conectividade e redes sociais. Um dos exemplos é o fato do smartphone ficar em um nicho preparado no painel, onde se conecta com a moto através de um programa fornecido pelo fabricante. E o smartphone pode ficar conectado na internet e usando um aplicativo que faz às vezes de GPS, pode indicar qual amigo está próximo e chamá-lo para "dar um rolê" por aí. As cores e grafismos tentam dar um ar retrô e ao mesmo tempo descolado à motoneta. A tração é traseira com o motor elétrico integrado à roda.
Detalhes da dianteira que recebe o brasão da Mini e os piscas que lembram a versão antiga do simpático carrinho. O farol que lembra o moderninho, ganha um anel transparente colorido que pode ser azul, verde ou vermelho.
Assim como a smart escooter, a Scooter E integra um smartphone via Bluetooth que fica em um nicho no painel de instrumentos que engloba o grande velocímetro e um medidos de carga de bateria líquido no guidão.
Totalmente elétrico, para reabastecer é só colocar na tomada. A Mini não passou detalhes como tempo de recarga, autonomia e desempenho. Detalhes cromados lembram os novos e velhos Minis.
Três opções de cores e acabamento e versões de um (a verde) e dois lugares (as demais) são apresentados, agora é torcer para a fabricação em série.
