Li uma vez no Blog do Mulsanne (veja aqui) que a melhor forma de melhorar o desempenho, a estabilidade e a dinâmica de um veículo é reduzir o seu peso. Dos banhos ácidos aos materiais exóticos, a busca pelo menor peso sem abrir mão da resistência e durabilidade atravessou o século passado e se mostra cada vez mais imprescindível nesses tempos em que reduzir o consumo e emissões se torna algo cada vez mais exigido por governos, ong´s e por fim consumidores, mas sem abrir mão do desempenho. Nessa difícil equação em que nem sempre o que se ganha de um lado compensa as perdas do outro, a Mazda tem uma resposta: Zero.
A marca não informa o peso do conceito que dentre os apresentados é o mais sóbrio e viável, mas como a sua construção é feita a reduzir o número de componentes, que em um carro popular bem básico chega a algumas dezenas de milhares de peças, pretende reduzir a massa total do veículo. Com o alto torque instantâneo do motor elétrico que está disponível a 0 rpm, a marca espera uma dirigibilidade inacreditável em um carro de produção e um desempenho surpreendente. Por isso os engenheiros acham que vale a pena a busca pelo zero, já que zero massa é igual a velocidade máxima.
Segue abaixo das fotos um vídeo (em inglês) do conceito...
O MX-0 de lado mostra a suspensão traseira com menos componentes e que lembra o sistema monochoque típico de motos de trilha.
A marca viabilizar o MX-0 para 2020, acreditando que o uso intensivo de materais mais leves e resistentes tendem a cair com a fabricação em massa.
A marca pretende vender pelo menos meio milhão de unidades por ano do MX-0 ou do veículo de produção derivado desse estudo.

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