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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Honda Shadow750 2011: A chopper que quer ser custom

A Honda apresenta a nova Honda Shadow 750 repaginada, e para pior. Agora, de "chopper" foi transformada em moto "custom" de desenho "chopper". O resultado é um desenho barroco, em que o moderno entra em conflito com elementos clássicos como o motor em "V" e os cromados típicos da categoria. A antiga lanterna traseira em forma de trapézio de desenho mais classudo dá a lugar a uma lanterna escondida no paralama traseiro, típico das naked´s com personalidade mais esportiva. O tanque de 14,6l ainda está em formato de gota e os paralamas estão mais estreitos. A boa novidade desse ano é o C-ABS, sendo o "C" de Combined, já que a nova assitência de freios é a fusão do, já tradicional nos veículo de quatro rodas, ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System) que evita que uma das rodas, especialmente a dianteira, trave e o condutor acabe ganhando o chão. Lembre que o habitat dessa chopper promovida a naked é as rodovias bem asfaltadas e que o motor de 750 cm³ proporciona velocidades de cruzeiro elevadas e com o chassi do tipo berço duplo confeccionado em aço bem rígido proporciona uma estabilidade e conforto que uma CG 150 a 80 km/h nem sonharia.
A distância entre eixos aumentou, passando de 1.639 mm para 1.655 mm; enquanto a relação entre comprimento, largura e altura agora é de 2430 x 835 x 1125 mm, contra 2.503 x 920 x 1.125 mm do modelo 2010. Todas essas alterações, aliadas ao guidão alto e mais estreito e ao novo assento, com 650 mm de altura do solo, proporcionam uma posição de pilotagem mais confortável para o piloto que quer encarar longas viagens. O centro de gravidade está mais baixo, contribuindo com a maneabilidade e permitindo manobras em alta velocidade, com maior estabilidade.
A moto conta ainda com sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI. O recurso proporciona menor consumo de combustível, segundo a marca que não fornece dados de consumo, e emissão de gases poluentes, além de prometer respostas rápidas e lineares ao comando do acelerador. A suspensão dianteira é telescópica com curso de 115 mm, e a traseira é duplo-amortecida, com cinco posições de ajuste da tensão da mola, oferecem comodidade no uso com garupa. A bateria selada de 12V com 11,2 Ah dispensa manutenção. O tanque em formato de gota
E para ser sincero, a Honda pisou na bola na tentativa de modernizar um desenho bem clássico, acredito que o departamento de estilo deveria ter acentuado o caráter mais vintage do design e para os tecnófilos de plantão fazer uma versão mais moderna como as Harleys Sportsters e VRSC usando o mesmo motor. Aprendam com os mestres da Harley e da Indian crianças...
O modelo está disponível nas cores preta e vermelha metálica, ao preço sugerido de R$ 28.880,00 para a versão Standard sem C-ABS e de R$ 31.880,00 para a versão com C-ABS. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas como frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
O painel de instrumentos é integrado ao tanque de combustível com velocímetro, luzes indicadoras do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, de diagnóstico da injeção eletrônica e H.I.S.S (Honda Ignition Security System).
Na dianteira, a motocicleta possui farol compacto com lâmpada halógena 60/55W, os piscas deviam ter opção de lentes transparentes e lâmpadas âmbar.
O motor ainda segue a escola da Harley, um bicilíndrico em "V" com angulo de 52º e de 745 cm3, quatro tempos, e arrefecimento a líquido. Desenvolve a potência máxima de 45,5 cv a 5.500 rpm e torque de 6,5 kgf.m a 3.500 rpm.
O câmbio de cinco velocidades, é ligado às rodas traseiras por eixo-cardã que proporciona respostas imediatas com mais eficiência, baixa manutenção e conforto, devido à ausência de ruídos mecânicos e vibração do conjunto.
Na traseira, o abandono do estilo mais clássico com a nova lanterna, que agora é embutida no paralama traseiro e os piscas que segundo a marca tem boa iluminação.
A Standard é equipada com freio a disco com cáliper de duplo pistão e diâmetro de 296 mm na dianteira e freio a tambor de 180 mm de diâmetro na traseira. Já a versão C-ABS conta com freio a disco com cáliper de três pistões na dianteira e disco de 276 mm de diâmetro na traseira.
Os pneus largos, com 90/90 - 21M/C 54S na dianteira e 160/80 - 15M/C 74S na traseira, aliados às rodas dianteira de 21’’ e traseira de 15’’, ajudam o conjunto a manter a estabilidade tanto em retas quanto em curvas.
Duas versões: A Standard com freios mais simples e a C-ABS que ganha o ABS com freios combinados, o que evita a travagem de uma das rodas e derrubar o condutor em algumas eventualidades e emergências.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Honda Biz 125 Flex: Um ano novo mais flexível e colorido

Demorou mas chegou, depois da Honda CG 150 Fan que merece uma nota, da Nx 150 Bros (veja aqui), e da Titan, agora é a vez da cub Biz. Preferência nacional para quem está fugindo do desconfortável e caro sistema de transporte coletivo que em São Paulo custa R$ 3,00 a passagem e das mulheres que preferem o baixo peso e a facilidade de manobra, agora o (a) motociclista poderá optar entre a gasolina ou o álcool em qualquer proporção. Se a mistura de álcool no tanque que agora tem 5,5l ultrapassar 80% uma luz indicadora escrito "ALC" acenderá no painel de modo contínuo, mas se a temperatura cair abaixo dos 18º C entrará em modo piscante para avisar que necessita de pelo menos 20% de gasolina para dar a partida. Então, se ficar sabendo que virá uma frente fria nos meses de inverno, coloque um litro de gasolina no tanque, de preferência no posto de combustível.
A marca afirma que o novo modelo, vendido aqui desde 2005, teve 95% das suas peças alteradas, com destaque para os conjuntos óticos que ganharam lentes multifocais e os piscas agora estão separados do corpo do farol e lanterna traseira. O novo banco foi recuado, aumentando o espaço para as pernas do motociclista, e o garupa tem novas pedaleiras afixadas diretamente no novo quadro. A suspensão foi calibrada para o uso urbano e segundo a marca está preparada para aguentar as surpresas que as prefeituras deixam pelo caminho.
O motor ganhou balancins roletados que diminuem perdas e desgates com atrito, e o câmbio rotativo semi-automático é de fácil operação, com as marchas escalonadas na seqüencia N-1-2-3-4, e ainda devendo uma quinta já que ver essas motos em avenidas de transito rápido está cada vez mais comum.
O porém é o preço, já que a Honda e a Toyota acham que o consumidor brasileiro planta dinheiro em casa, mas como a maioria absoluta dos consumidores compram à prazos longos ou no consórsio, a pancada fica bem diluída. Quem quiser uma dessas em casa precisa desembolsar R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES que vem com partida elétrica. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro.
E para proteger o patrimônio conseguido com muito suor dos amigos do alheio a motoneta possui o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e codificação magnética) e comb-lock (trava do guidão associada à chave da ignição).
O painel ganha novo grafismo, e tem velocímetro com escala otimista até 140 km/h e marcador de nível de combustível e indicador de marcha engatada.
Abaixo do banco, além do tanque de combustível, um porta-objetos com capacidade para levar um capacete adicional ou pequenos volumes.
Os piscas deixam de ladear os faróis e agora se localizam na extremidade da carenagem dianteira que está maior. O farol é semelhante ao da Pop.
A lanterna traseira agora não integra mais as luzes direcionais (piscas) e ganha dois refletores adicionais em cada lado.
O motor OHC (Over Head Camshaft), de 4 tempos a ar, de 124,9 cm³, desenvolve 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm.
As rodas, traseira de 14“ e dianteira de 17”, contam com freios a tambor, com 130 mm de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira.
Novidade para as mulheres é a cor rosa metálico, além de verde metálico, vermelho e preto. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Graber melhora rastreador para motos

A Graber, uma das maiores empresas de segurança especializada em rastreamento e bloqueio de veículos, acaba de anunciar melhoramentos no serviço. “O novo rastreador para motos da Graber está alinhado com o que há de mais moderno e eficiente disponível no mercado. Já tínhamos índices bem altos de recuperação de motos com o modelo anterior, que agora ficaram ainda melhores. Essa solução certamente dará ainda mais segurança aos motociclistas usuários”, afirma Alexandre Cifarelli, gerente de Marketing e Comunicação da Zatix, empresa de rastreamento detentora da marca Graber. Uma das novidades é o aplicativo para iPhone que mostra em tempo real a localização do veículo e ainda conta com serviços de pronta-resposta em todo território nacional e também monitoramento da moto pela internet.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Motos de pequena cilindrada poluem mais que carro mil

Vendo um release da Honda em que a fabricante se orgulha de atender com folga o Promot 3, e mostrou uma tabela de emissões, resolvi comparar com carros 1.0. Peguei dois dos mais populares, o problemático Novo Gol 1.0 em nonagésimo com gasolina e centésimo quinquagésimo com álcool no ranking no Programa Nota Verde do Ibama, e o Mille Economy, que figura em exemplar oitavo lugar quando utiliza álcool e décimo-primeiro quando o combustível é gasolina.
Para você ter uma idéia, apesar da moto poluir em alguns itens mais que os carros, em no quesito monóxido de carbono (CO) a moto só emite um terço do índice máximo do Promot 3, em Óxido Nitroso (NOx) menos da metade. Mas comparado com o Gol (veja a tabela abaixo), a moto emite 64,5 % de monóxido de carbono, e quando se compara com o Mille a diferença se torna gritante: 246%. No álcool os números são, em relação a moto, 65% a mais no Gol, mas o Mille é imbatível: 77% a menos. Quando o assunto é Óxido Nitroso, a tabela é favorável aos carros, com emissões a gasolina de 18% a mais que no Gol e de impressionantes 240% no Mille, e no álcool os números continuam exageradamente favoráveis aos quatro-rodas: 410% para o Gol e 240% para o Mille. Na tabela da Honda não foi informado se os hidrocarbonetos são totais ou não-metano, o que inviabiliza qualquer comparação. Mas deixei os números só para constar. Se a CG 150 Titan for a moto que polui menos, nem vou querer ver os números da concorrência (especialmente a chinesa, que não seguem qualquer norma de controle de emissões e talvez passem raspando no Pormot 3) que utilizam mecânicas projetadas nas décadas de 60 e 70, bem defasadas em relação a motores mais modernos. Longe de demonizar as motos, só quis comprovar o que escrevi em outro post (veja aqui), e chamar as motos também para a responsabilidade, já que os carros sozinhos são acusados de serem responsáveis por 90% das emissões de gases estufa. E esses dados importados são aventados por eco-chatos que lêem apostilas de ONG's gringas, sem pesquisar a realidade daqui, como se fossem a mais pura realidade.
Dados da CG Titan Mix fornecidos pela Honda e do Gol e Mille Economy pelo Ibama através do programa Nota Verde (veja aqui)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Moto não é solução para o transporte

Foto: Rob Bouwman - SXCEu não tenho nada contra motos. Mas essa campanha de demonização do automóvel como meio de transporte individual já ultrapassa o limite do aceitável. Nesse último domingo foi mostrado no programa "Momento Moto", apresentada pelo apresentador "joinha" Dinno Benzatti e transmitido em rede nacional pela CNT, uma matéria sobre motos como solução para o meio de transporte.
As razões alegadas são o baixo peso do veículo, a praticidade e o custo de rodagem.
Não foi apresentado os contras, o que por si só já compromete a integridade da matéria.
Vou apresentar algumas razões do porque as motos não são adequadas como meio de transporte e rebater as besteiras que o apresentador explanou:
Segurança: Em nenhum momento o apresentador falou de segurança. Inclusive ressaltou o fato que o os carros são pesados, e adivinhe porque? Enquanto só a peso-pesado Honda Goldwing tem air-bags, somente agora as motos de 300 cilindradas receberam ABS e só algumas das mais caras ganharam sistema de distribuição da força de frenagem. Houve um projeto de air-bag que era usado como colete para o motociclista mas a proposta não saiu do papel. Outro fracasso foi o projeto C1 da BMW que tinha uma "gaiola" e um cinto de segurança de 4 pontos para garantir a integridade do piloto. E 95% das motos rodantes tem menos de 150 cilindradas e a única prevenção de segurança é o capacete que o piloto às vezes ganha quando compra uma nova. E a maioria dos pilotos não usa uma jaqueta de couro e nem calças com joelheiras e o resultado são escoriações, fraturas e às vezes amputação. Tem o fato de que o asfalto se torna escorregadio quando cai uma garoa ou se derrama algum tipo de óleo , e aí entra a regra de ouro da pilotagem motociclística: perdeu a roda dianteira, amigo, é chão na certa. Os carros compactos engordaram 20% de seu peso em 30 anos devido à mudanças de projeto como as células de sobrevivência, zonas deformáveis, inclusão de itens de segurança como air-bags, barras de segurança laterais, dentre outros.
Outra questão é que países como Camboja, Vietnã, Tailândia (que inclusive é o maior fabricante de motos do mundo) só para citar os que tem a maior quantidade de motos nas ruas, já tem uma cultura motociclística e um modo de condução semelhante a um cardume que o projeto Eporo da Nissan quer reproduzir. Isto é, não tem os "cachorros loucos" que quebram os retrovisores e usam covardemente a agilidade da moto e o capacete para garantir o anonimato e impor o seu modo de condução nas ruas. Eles são especialistas em entrar nos pontos cegos e se aproximam demasiado dos carros da frente e tornam os motoristas e até outros motociclistas reféns das suas treslouquices. Já testemunhei acidentes com esse tipo de piloto. Um deles foi em uma rotatória em que uma motociclista com uma criança na garupa vindo de uma avenida parou, já que a preferência é de quem vem pela rotatória. Um "cachorro louco" simplesmente atropelou a mulher que perdeu o controle da moto e foi parar em cima da calçada e a criança caiu no chão, vítima do impacto no choque e da pancada que a moto sofreu ao subir na calçada. Estava em um ônibus, e não pude saber maiores detalhes. Só para constar, a maioria dos médicos que trabalham em emergências e ambulâncias do SAMU ou Resgate estimam uns 100 acidentes todos os dias envolvendo motos só na cidade de São Paulo.
Outro ponto que não foi discutido é que 95% das motos não tem injeção eletrônica e outros meios de controle de emissões como catalizadores. É meu amigo, um carro polui cem vezes menos porque não anda tanto quanto uma moto e é sujeito a um controle mais rígido de emissões, inclusive com as obrigatórias inspeções veiculares que serão obrigatórias em capitais de todo o país. Enquanto a maioria dos projetos de motores automotivos vendidos aqui vem de países do velho mundo que são extremamente exigentes no controle de emissões e eficiência energética, a maioria dos projetos de motos populares tem projetos de 40 anos ou mais praticamente inalterados, ou vindo de lugares em que a preocupação ambiental ou de saúde pública é mínima ou praticamente inexistente. Só esse ano é que foi instituído o Promot, que são as normas de controle de emissões para motocicletas, o que obrigou os fabricantes a instalar injeção eletrônica, mais eficiente no controle do consumo e emissões, ou pelo menos um catalisador caso mantivesse o velho carburador. Mas conhecendo o "jeitinho brasileiro", o que vai ter de gente retirando a injeção eletrônica e o catalisador para ganhar alguma potência não vai estar escrito. E não haverá fiscalização nenhuma. Por isso acho uma tremenda besteira eco-chata quando afirmam que os carros são responsáveis por 90% da poluição nos grandes centros e que são responsáveis por "X" mortes por dia por doenças relacionadas à poluição.
Quanto ao custo de rodagem, sim, é imbatível. Mas fazendo as contas, quem vai da casa para o trabalho e vice-versa em uma distância de 8 quilômetros terá um custo de 29 centavos o quilômetro de ônibus (passagem a R$ 2,30), de moto de 7 centavos, mas que pode subir para 20 caso tenha que pagar o estacionamento. Só que o seguro obrigatório custa na casa do 260 reais, contra 94 reais e quem vai ao trabalho de ônibus normalmente utiliza o vale-transporte que barateia a passagem. Último argumento: Nenhuma proteção contra o clima, a não ser que você tenha um macacão completo ou uma capa de chuva. Ventos laterais imprevistos típicos de chuvas de verão e ondas causadas por passagem de veículos pesados em alagamentos serão o suficientes para provocar uma queda. Mas reafirmo, não tenho nada contra motos, só contra a falácia desse programa de tv que fez uma matéria tendenciosa e incompleta.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Gripe Suína - Até Aqui

A gripe suína está aí e depois de 236 mortes até agora, medidas para coibir o avanço da doença mudam hábitos até a pouco tempo seculares em nome da prevenção.
Saiu no G1 que a prefeitura de Tupã (SP) sugere aos mototaxistas da cidade que se utilize de capacetes abertos ao fornecê-los aos seus clientes.
A população aprovou, mas os mototaxistas reclamaram por causa do custo de um novo, por volta de R$ 70,00. Eu particularmente tenho ressalvas em relação a capacetes abertos, já que a área da boca e do queixo estão desprotegidos. Assista a algum episódio do E-24 e vocês entenderão do que estou falando.

Grupo Chinês compra a nacional Kasinski

A Kasisnki que ficou conhecida por ter fabricado por algum tempo um auto-riquichá, ou triciclo se preferirem, acabou de ser adquirida pelo grupo chinês CR Zongshen. O grupo ja tinha 50 por cento do capital acionário da fábrica, que agora comprou o restante. A Kasisnki começou na década de 90 após Abrão Kasisnky (com "Y" mesmo) vender sua empresa de autopeças, a Cofap. Usava tecnologia coreana para fabricar motos de 250 a 650 cilindradas. Agora, com a CR Zongshen, a marca pretende lançar sete modelos de até 200 cc.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

BMW no Brasil

A BMW é confirmada como nova participante da Zona Franca de Manaus. É para fabricar motos, mas não se sabe o modelo. A Folha deu que a BMW usará a estrutura da Dafra para montar as motos (veja aqui). Veja notícia da Agência Brasil:

Conselho de administração da Suframa aprova mais 41 projetos para Zona Franca de Manaus

Amanda Mota
Repórter da Agência Brasil

Manaus - A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) aprovou na semana passada 41 projetos industriais e de serviços, dos quais 11 são de implantação. Atualmente existem 500 empresas no Polo Industrial de Manaus, que geram 86 mil empregos diretos, segundo dados da Suframa divulgados em maio
A superintendente da Suframa, Flávia Grosso, informou que os novos investimentos ultrapassam a marca dos US$ 524,15 milhões e devem trazer 516 novos postos de trabalho diretos para o polo industrial. A partir da implantação das ações aprovadas, as exportações para primeiro ano estão estimadas em US$ 7 milhões, mas poderão chegar a US$ 10,8 milhões após o terceiro ano.
Cada empresa tem até três anos para por em prática as ações propostas. Flávia Grosso revelou que a BMW irá iniciar a produção de motos em Manaus a partir de dezembro.
“Esses investimentos comprovam que, apesar da crise, as empresas continuam acreditando no Polo Industrial de Manaus. Ao implantar novas linhas de produção, geramos mais emprego e mais renda. Isso sem falar em novos produtos para a região, como é o caso da BMW, que terá em Manaus a primeira e única fábrica fora da Alemanha”, declarou.
Na avaliação do secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, os novos investimentos comprovam o potencial e a capacidade do Polo Industrial de Manaus (PIM) de atrair produtos de alto valor agregado e com características de inovação tecnológica. Para ele, o parque fabril de Manaus consegue manter a confiança dos investidores nacionais e estrangeiros no modelo ZFM e na economia nacional.
“O Polo Industrial de Manaus sempre tem projetos de alta tecnologia e que agregam valor ao que é feito na cidade. Isso mostra que o polo tem a vocação para produzir produtos de alto valor tecnológico, mesmo durante a crise, e não só para o Brasil, mas também para o exterior”, avaliou.
Entre os projetos de implantação aprovados estão os de produção de gravador e reprodutor digital de sinais de áudio e vídeo; câmera de TV para circuito fechado; sensor de movimento para alarme; partes e peças para hidrogeradores, da Voith Hydro da Amazônia, destinados para atender parte da demanda das usinas hidrelétricas que estão previstas pelo governo federal em Jirau, e Santo Antônio no Madeira (RO) e Belo Monte (PA). Já entre os projetos de diversificação estão os componentes para veículo automotores e para eletroeletrônicos e condicionadores de ar; motocicleta acima de 450 cilindradas; aparelho de GPS; porteiros eletrônicos; pen drive; câmeras de vídeo; DVD player Blu-ray.
O CAS também aprovou moção de apoio ao projeto de reforma da BR-319 - que liga Manaus a Porto Velho.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Hoje é sexta feira... Part 25

Sim, faz tempo que não publico nada sobre motos. Essa é para os motoqueiros esperarem o fim sorridentes. Que fim? O Fim de Semana oras. Mais uma da Autoesporte:

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Traxx Vico

Para quem vai para o trabalho e não quer emitir mais emissões e também não quer chegar suado, a Moto Traxx traz uma solução: a motoneta elétrica VICO. Com três marchas e motor no cubo da roda traseira, tem autonomia de 80 km garantido pelas 4 baterias usadas em série. Tem sistema de travamento com alarme e chave geral. E não precisa de óleo lubrificante e a manutenção é mínima, o que é uma grande vantagem. E ainda tem vários porta-trecos. A velocidade máxima é de 35 km/h, então, esqueça avenidas de transito rápido e rodovias.