Ao contrário da aliança Fiat-Chrysler, o grupo PSA Peugeot-Citroën está com o vento em popa quando o assunto é elétricos. Depois de lançar o iOn (veja aqui), versão Peugeot do acordo com a Mitsubishi que compartilha a fabricação do i-Miev (veja aqui) que ganhou uma versão comercial recentemente (veja aqui) no salão de Tóquio e que talvez seja extendida às marcas do grupo francês. Bem, a Citroën está tentando convencer o consumidor europeu a deixar o seu carro fumacento em casa e optar por um elétrico limpinho quando for fazer algum deslocamento urbano. Os argumentos dos fabricantes do grupo francês são de que a maioria dos deslocamento são feitos em menos de 30 quilômetros por dias e a autonomia de 130 km em ciclo misto cobre isso com folga. E se tiver disponível uma tomada de 400 v, 80% recarga é feita em 30 minutos. Boa dica para donos de estacionamento, shoppings e grandes estabelecimentos comerciais (escrevi isso no post do Twizy e do Zoe, veja aqui).E o C-Zero, nome que aproveita a histérica caça às emissões de CO² é o representante da casa dos chevrons no segmento.
O desempenho não é sofrível para um elétrico: o 0-100 km/h é feito em 15 segundos, o equivalente aos nossos carros "mil", com máxima de 130 km/h sem aquela barulheira de máquina de costura trovejando na cabeça. Quem dirigiu ou viajou em um Fusca ou Kombi sabe do que estou falando. Retomadas são interessantes, 60 a 90 km/h em 9 segundos. Como o seu irmão iOn, estará disponível no final de 2010. E os governos da zona do Euro estão dispostos a pagar até 5500 euros de subsídio em um carro elétrico, fora outras mordomias como não pagar impostos de consumo e emissões e passagem liberada em pedágios urbanos.

