sexta-feira, 18 de março de 2011

BMW Vision ConnectedDrive: mais um carro "on-line"

Parece que o futuro vai ser plugado na internet, e os carros estão cada vez mais integrados com essa mídia. Um exemplo é esse concept inaugurado no finado Salão de Genebra feito exclusivamente para mostrar as teconologias do sistema ConnectedDrive, que abrangem desde a integração do GPS com sistemas de rede wirelles, além da detecção de objetos em torno do veículo e passando por um sistema que ilumina a carroceria em diferentes cores para mostrar aos outros condutores a intenção do condutor naquele momento. Há três areas de luzes na carroceria, começando com a vermelha que representa a segurança e atenção com que o veículo está sendo conduzido. O cone vermelho demonstra de frente para trás o fluxo de informações e a atenção do condutor à estrada.
A azul, que abrange mais espaço da carroceria e indo até as antenas que ficam no lugar dos retrovisores, mostra a conectividade e as informações trocadas entre motorista e passageiro e dos mesmos para o mundo. E temos a verde que ocupa áreas mais externas da carroceria e mostram o conforto que recebem o passageiro e seu condutor.
Show mesmo é o sistema head-up display, que agora recebe tecnologia 3D e sem aquele óculos chatos que somos obrigados a usar no cinema. Além das informações do sistema de entretenimento, o painel define a prioridade da informação colocando-a em primeiro ou segundo planos, para determinar ao motorista a prioridade da mensagem. O passageiro também tem outro sistema de head-up exclusivo para ele, onde pode navegar, ouvir música e assistir filmes. Tudo em 3D.
Do celular para o volante: realidade aumentada no sistema head-up display em cores e 3D.
Os espelhos retrovisores externos são substituídos por antenas de recepção wireless.
Os faróis que também agregam sensores para detectar objetos à frente e ao lado do veículo.
Superfícies transparentes e condutores de luz iluminam a carroceria com as cores temáticas.
A dianteira mantém os tradicionais faróis redondos e a grade de duplo rim.
Os designers optaram por um roadster para facilitar a visualização do cockpit.
As portas se abrem em duas partes e em sentidos opostos que desaparecem na carroceria.
As rodas são de 20 polegadas e são os únicos dados mecânicos desse concept.
"Antenado" esse concept detecta objetos atrás e à frente e avisa o condutor.
Na parte traseira há cameras e sensores para detectar pessoas e veículos.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Opel Zafira Concept: Salão de festa?

A Opel Zafira, cuja versão Chevrolet tem futuro incerto por essas bandas e talvez um sucessor (veja aqui) em breve já que a maioria das plataformas Opel estão sendo descontinuadas por aqui, ganhou esse concept já com cara de carro de produção no Salão de Genebra. Usará a plataforma mais moderna do Insignia (veja aqui a versão VXR feita pela subsidiária inglesa Vauxhall) enquanto o Orlando usará uma plataforma derivada da falecida Daewoo e que aos poucos substituirá as plataformas Opel que compõem os carros daqui.
"Transpusemos para um automóvel a ideia de uma sala-de-estar relaxante e criámos um oásis de conforto sobre rodas, um lugar para descontrair. Trata-se de um espaço amplo e confortável onde as pessoas gostarão de estar – quer para nas deslocações diárias quer numa longa viagem", afirma Mark Adams, Vice-Presidente de Design da Opel/Vauxhall. "O Opel Zafira Tourer Concept afirma-se também pelo visual moderno e elegante e pela elevada qualidade".
Nesse conceito haverá sete lugares, que podem ser virados um para o outro transformando a cabine, bem iluminada por um amplo teto de vidro com iluminação a LED e controle de iluminação externa, em uma sala de reunião. Mas os dois tablets que podem ser descolados dos encostos dos bancos dianteiros praticamente transformam essa van em uma versão ambulante de lan-house. Se precisar de mais espaço, os bancos da terceira fileira podem ser escondidos no piso e o banco do meio da segunda fileira pode virar um confortável descansa braço. Todos os bancos podem ser deitados, tornando-se uma grande cama, hábito de europeus que adoram viajar.
O interior desse conceito mostra que o antigo sonho da Opel de competir no segmento de alto padrão continua com couro de boa qualidade, detalhes em alumínio e um elegante design ergonomico tipicamente alemão. A tela no console central é sensível ao toque.
Amplo interior com espaço para sete lugares, com o banco central da segunda fila se transformando em apoio de braço. Os monitores afixados nos bancos dianteiros na verdade são tablets, a nova onda da maçã...
Detalhes do concept como o sistema óptico com LED´s e bi-xenon inspirado no híbrido Ampera, as belas e sóbrias rodas de alumínio de 20 polegadas, e o teto de vidro panorâmico que tem partículas metálicas que podem diminuir ou aumentar a luminosidade da cabine.
A motorização segue o conceito de downsizing, no qual um motor 1.4l (na versão brasileira é de 2l) turbo com sistema start & stop. A suspensão tem sistema adaptivo FlexRide com controle eletrônico do grau de atuação dos amortecedores.
As lanternas traseiras são ligadas por uma barra cromada no porta-malas e são integralmente em LED´s. O desenho ascendente da linha de base da janela em formato de taco de hóquei é para dar uma impressão mais dinâmica ao veículo segundo a Opel.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tata Pixel: Futuro do Presente

A indiana Tata marcou presença no Salão de Genebra com seu concept Pixel. A proposta é modernizar o desenho do Nano que vai mal das pernas na Índia e mostrar para os europeus que um city-car pode sim, transportar quatro adultos com algum conforto e sem aperto em pouco mais de três metros. Sem desperdício de espaço e sem soluções mirabolantes como configurações 2+2, 3+1, ou somente dois ou três lugares. As portas tesouras não estão lá para enfeite, mas por questões de praticidade já que as vagas em estacionamentos estão cada vez mais estreitas e os carros atuais continuam com o mesmo tamanho. A sua abertura para cima facilita o acesso dos passageiros ao interior, sem encostar no carro ou obstáculo ao lado. O motor foi pensado para consumir menos é de baixo atrito, além de ter bomba injetora e lubrificante variável. E para contribuir com números mais baixos de consumo e emissões, sistema start&stop e pneus de baixo atrito de rolamento.
O toque "futurista" fica por conta de um tablet, item que virou moda após a Apple lançar o i-Pad, que de modo semelhante à VW Bulli, controla o sistema de entretenimento e configurações gerais do automóvel como ar-condicionado e sistemas de aquecimento e ventilação além de mostrar dados de desempenho do veículo. Acontece que boa parte dos carros de alto padrão tem isso, só não passaram para os tablets ainda. Se esse carro é a visão do futuro da Tata, podemos dizer que quase tudo que foi mostrado aqui já faz ou fará parte do presente do automóvel, só que em um pacote compacto. Talvez porque na India os carros os carros ainda são do século passado.
Outra novidade é o sistema de info-entretenimento que usa um tablet que conecta o usuário com o carro e a internet.
O motor é um diesel de três cilindros de 1.2l turbo com bomba variável posicionado na parte traseira que promete consumos de 30 km/l e emissões de 89 g/km.
As rodas dianteiras e traseiras estão conectadas por um câmbio toroidal de variação contínua que também esterça as rodas dando um diâmetro de giro de apenas 2,6 m.

sábado, 12 de março de 2011

VW Bulli: Reedição da Kombi não irá atender o japonês da feira

A boa e velha Kombi está com seus dias contados por força de decreto. Em 2014, quando for obrigatório a adoção de air-bags e abs, a nossa velha conhecida irá nos deixar para desespero do pessoal da feira, desde o japonês que frita pastel, do baiano da banca de fruta, do paraíba especializado em verdura passando pelo mineiro que traz queijo fresco, meia-cura e aquela goiabada cascão direto da roça.
Foi assim com o Vocho, a versão mexicana do nosso Fusca, que era adorado pelos taxistas de lá mas com o decreto que obriga os táxis de lá a ter no mínimo quatro portas também obrigou o fim da produção de lá. Os tecnófilos estão felizes com esse conceito elétrico, mas com plataforma pronta para receber um mais realista motor a explosão. E se confirmar a sua fabricação no México poderia vir para cá, sem a cobrança de impostos de importação via acordo Brasil-México.
O que eles esquecem é que essa nova versão da Kombi, chamada pelo carinhoso apelido dado pelos alemães, Bulli é só uma minivan quem mesmo em versão comercial não teria todo o espaço e a praticidade que a velha Kombosa tem, mesmo com o motor traseiro praticamente roubando espaço da porta traseira. Uma marca registrada desde os primórdios de sua fabricação em 1950 quando aproveitava o motor boxer do Fusca.
A Volks afirma que a Bulli é a reedição da "primeira van mundial" mas esquecem da Tempo Matador que foi lançada meses antes com o mesmo motor, só que com tração dianteira, cuja empresa foi absorvida pelo grupo Daimler (Mercedes) na década de 60. Outra pioneira, que hoje faz parte do Grupo VW é a DKW com seu F89 lançada dois meses após a Matador, em novembro de 1948. Também tinha tração e motor dianteiros liberando o compartimento o acesso pelo piso da parte traseira do compartimento de carga. E só em março de 1950 é que a velha Kombosa saiu das linhas de montagem e sete anos depois viria para São Bernardo do Campo para nunca mais sair de linha. Pelo menos até agora...
Voltando ao presente, e talvez futuro, essa revisão do conceito Microbus apresentado em 2001 está praticamente pronta para ser produzida. A plataforma flexível poderá receber motores 1.0l e 1.4l a combustão e relativamente potentes graças ao downsizing motorizado e que também poderá ser feita em diferentes tamanhos para se adequar às peculiaridades dos mercados regionais. Em tamanho compacto, esse conceito tem 3,99 metros de comprimento, 1,75 de largura e 1,70 de altura, esse monovolume pode servir de taxi ou furgão comercial com relativa desenvoltura nos grandes centros congestionados das grandes metrópoles.
E voltando aos tecnófilos, meus caros, se a Kombi sobreviveu até hoje e será retirada de produção por decreto, não é o mercado aqui que é atrasado mas o conjunto das qualidades do veículo que se fazem impor. Agora tentem convencer o feirante e o pequeno empresário que há coisa melhor no mercado...
O painel remete a simplicidade de sua inspirado e o multimídia é controlado pela onda do momento, um tablet como o i-Pad afixado no console central que também controla o sistema de climatização e aquecimento. O quadro de instrumentos é composto por um grande velocímetro que circunda um display que exibe informações do veículo e do multimídia controlado pelo tablet.
Apesar de compacta, tem espaço de sobra para seis pessoas e ainda sobra 370l para a bagagem. Se precisar de mais espaço, 1.600l são possíveis com os bancos traseiros rebatíveis na proporção um terço/dois terços (40/60) abaixados ou que podem formar uma confortável cama.
A versão elétrica tem 115 cv e torque de 27,5 kgm/f e leva o veículo aos 100 km/h em 11,5 segundos. A máxima é de 140 km/h e as baterias podem ser recarregadas no modo carga rápida em uma hora e dão 300 km de autonomia.
O entre-eixos é de generosos 2,62 m ladeado pelas exageradas rodas de 18 polegadas, que virão menores em uma possível versão de produção. Essa pintura "saia-e-blusa" que relembra a Kombi Lotação era chamada de "Samba" na Europa.
Faróis, lanternas e luzes indicativas e diurnas seguem a nova linguagem visual da marca e são compostas por LED´s. A tampa do porta-malas segue o mesmo desenho do conceito antecessor Microbus, mostrado em 2001 no auge do sucesso do New Bettle...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Rinspeed Bamboo: Divertido, Conectado e Plugado

Uma das (boas) tradições de Genebra são os carros-conceitos da Rinspeed que sempre tentam discutir o papel do automóvel. Se no ano passado foi o UC? (com interrogação mesmo, veja aqui) que discutia a mobilidade urbana sem a sanha eco-comunista de se tirar o transporte individual das ruas públicas, agora o momento é de relaxar.
O Rinspeed Bamboo pode encarar a a praia numa boa porque parte de sua carroceria é feita de fibra de bambu combinada com componentes plásticos. Esse buguinho que lembra vagamente o saudoso jipinho Citroën Mehari (veja aqui a historia dele no BCWS) misturado com um carrinho de golfe tem outra inovação. Antigamente os "roaders" usavam os dados pendurados no retrovisor interno para comunicar suas intenções, os números que apareciam rentes ao para-brisa indicavam o horário e os dados alinhados a intenção de fazer o "racha". Quando o "roder" queria namorar, já que ninguém é de ferro, os dados ficavam desalinhados. Com o Bamboo é diferente. Como o carrinho é elétrico, no lugar da grade temos o sistema Identiface, que é muito mais versátil que os dados pendurados nos retrovisores. Graças a um tablet conectado à internet e integrado ao carro a "grade" do identiface mostra, para a alegria de "tuiteiros" e "messengeiros" que adoram mostrar as bobagens que andam escrevendo e fazendo, o que se passa no sistema de multimídia e os últimos posts de redes sociais das quais eles participam.
O motor elétrico promete autonomia de 105 quilômetros, mas se a bateria pifar tem uma bicicleta elétrica dobrável no porta-malas guardada em um casulo semelhante que abriga o estepe e pode levá-lo para qualquer lugar por até um quilômetro de autonomia. E como a vocação do carro é a praia, o teto desse bugue pode ser retirado e servir como esteira e os bancos traseiros inflados como espreguiçadeiras. Se o UC? era a vida na cidade, o Bamboo é as férias do sonho de qualquer paulistano...
O "quadro" de instrumentos abrange as luzes de sinalização, o velocímetro realista que marca a máxima de 120 km/h e a carga da bateria, suficiente para 105 km.
Detalhes do painel que esconde um tablet, e o sistema de som com speakers em forma de flor além da interessante webcam afixada no meio do mesmo.
Detalhes dos "docs" que hospedam os tablets com os "apps" do carro, e que também esconde os comandos principais e a chave de partida, relembrando as origens, um canivete suíço.
Uma visão mais ampla da simplicidade do acabamento interno desse bugue, e os bancos com desenhos alusivos ao sexo dos condutores e passageiros, feminino ou masculino.
Na parte traseira detalhes da tampa vazada que dá acesso ao porta-malas e que pode ser abaixada como o banco traseiro. Em caso de arranhão, sem neura, é só colar um adesivo em cima.
Opções, como a lona especial estendida, parcialmente estendida, guardada e com os bancos à mostra, bem no estilo de Saint Tropez.
Atrás, o porta-malas reduzido pelos casulos do estepe e da bicileta elétrica de emergência, pode ser ampliado com o rebatimento dos bancos traseiros que podem ser inflados e servir de espreguiçadeiras.
As várias faces do Indentiface, desenvolvido por uma sucursal do Grupo Daimler, que vão desde o som no FM, passando pelas mensagens no Twitter e Facebook e as intenções e humores do condutor reveladas pelas cores dos passarinhos.
As rodas são aro 17 e o motor elétrico de 73 cv e pouco mais de 14 kgm/f é suficientemente potente para levar o carrinho, que pesa 1.090 quilos, aos 50 km/h em 4,7 segundos e a máxima de até 120 km/h
A autonomia é de até 105 km (a até 90 km/h) de autonomia, o suficiente para a ida e a vinda das praias e ainda fazer mais algum passeio.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Chevrolet Colorado: Sucessora da S10 irá ser apresentada em Bangcock

Em plena ressaca de quarta-feira de cinzas a Chevrolet noticia que será apresentada a Colorado, a nova picape média da marca, no Salão de Bangcock que começa dia 25 de março. No mais, o comunicado afirma que escolheu o Salão do Automóvel daquele país para mostrar em pré-estréia mundial a sua nova picape devido à popularidade desse tipo de veículo por lá, que abrange algo em torno de 43% do mercado. Vale lembrar que a maioria das novidades que vieram para cá, fabricadas no Mercosul ou via México tem origem nos países em desenvolvimento do Oriente como Índia, China e agora a Tailândia. E pelo pouco que foi mostrado nessa foto, o modelo consegue linhas mais equilibradas que o Agile e a Montana. Assim que a GM divulgar mais fotos, iremos postá-las aqui.

sábado, 5 de março de 2011

Mini Rocketman Concept: Essencialmente pequeno

A Mini apresenta no Salão de Genebra um novo concept que retoma a essência do primeiro Mini, lançado a mais de 50 anos na nglaterra. Os novos Minis projetados pela sua atual controladora, a BMW, começaram a ficar cada vez maiores tendo como auge o Countryman (veja aqui) com seus quatro metros e meio. Agora a Mini mostra o Rocketman que se for fabricado deverá ser um dos menores crossovers feito por um fabricante, sem ser um dos microscópicos kei-jidosha que se multiplicaram em seu habitat natural: Tóquio.
A Idéia é oferecer muito espaço interno e facilidades em um pacote de tamanho bem compacto, para três adultos e uma criança. Com 3,40m de comprimento (um Mille tem 3,80m), 1,40 de altura e 1,90 m de largura contando os retrovisores ele deverá ter alguma desenvoltura no trânsito congestionado das grandes capitais. As rodas de alumínio são de exageradas 18 polegadas e recebem, assim como os apliques na lateral que escondem as dobradiças articuladas das portas e os protetores dos paralamas, semicalotas em fibra de carbono. As portas são articuladas para facilitar o acesso em vagas apertadas, quem mora em condomínio tem alguma idéia do que é tentar sair de seu carro com os veículos dos vizinhos estacionados ao lado.
A carroceria é contruída também em fibra de carbono dando leveza e rigidez estrutural à mesma.
As luzes das lanternas traseiras são um show à parte, graças á flexibilidade de se trabalhar com LED´s que não ocupam muito espaço e permitem esse formato inusitado de arco trapeizoidal. Apesar da iluminação, que abrange todas as funções como seta, pisca e luz de freios, ser indireta, os LED´s são fortes o suficiente para iluminar com visibilidade suficiente para manter a segurança.
O teto de cristal que tem o desenho da bandeira unida no teto em barras, tradicional no carrinho, que se iluminam com uma luz de cor branca porcelana e criam uma iluminação indireta no habitáculo junto com os espelhos retrovisores. Outro destaque é o porta-objetos destacável na traseira para levar objetos grandes como bicicletas, pranchas de surf e outras tralhas que os amantes de esportes mais radicais precisam levar para suas aventuras. E de dentro do carro pode-se abrir duas tampas que dão acesso aos objetos que estão no porta-malas. Os assentos podem ser configuráveis de acordo com as necessidades, e um quarto assento pode ser aberto, sendo que o apoio de cabeça pode ser totalmente escondido para poder levar algum objeto ali, apesar de não ser recomendado por motivos de segurança. Os bancos dianteiros podem ser movidos para trás, bom para quem tem pernas grandes e o quadro de intrumentos pode ser regulado para garantir a melhor posição para o condutor. Vemos um DNA BMW nisso...
O painel de instrumentos tem seus mostradores mostrados em 3D com um grande velocímetro que o circunda e no meio uma tela colorida que mostra as demais funções do carro e do sistema de entretenimento. E as teclas estão reunidas perto do volante para evitar o máximo de distrações e facilitar a vida do motorista. E como a conectividade é a ordem da vez, há uma unidade do multimídia que pode ser retirada para gravar novos arquivos de música ou vídeo ou atualizar o GPS. Esperamos que esse carrinho que retoma a essência do passado, mas conectado com o presente, se torne um novo modelo no futuro.


O interior é 3+1 e a iluminação interna pode ser configurada em três cores primárias.
O painel lembra do primeiro mini, inclusive com o quadro de instrumentos em posição central.
Detalhes como as rodas, o bagageiro externo e as luzes de direção das lanternas em LED´s.
As portas são articuladas para facilitar o acesso ao habitáculo.
Não são os faróis que cresceram, mas o capô que diminuiu de tamanho.
O detalhe em fibra de carbono na lateral esconde as articulações que abrem as portas.
As rodas são de 18 polegadas e os paralamas e "semi-calotas recebem apliques em fibra de carbono.
Detalhe do bagageiro que pode ser estendido para levar objetos grandes como bicicletas.
O teto transparente ganha detalhes que lembram a tradicional bandeira do Reino Unido pintada no teto.
Os LED´s permitem formatos criativos de lanternas e faróis como os exibidos pelo concept.