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terça-feira, 1 de março de 2011

Recall Toyota Corolla: Sistema de partida a frio pode causar incêndios

A Toyota convoca os proprietários do Corolla a partir de 2008 dos modelos XLi, GLi, XEi, SEG e ALTIS, produzidos entre março de 2008 e dezembro de 2010 para troca do sistema de partida a frio. Segundo a fabricante, a mangueira do sistema apresentou uma não conformidade (traduzindo: fora da especificação exigida pelo fabricante) e pode apresentar fissuras que podem causar vazamentos e risco de incêndio se houver faísca no local. E para piorar a situação, a gasolina pode reagir quimicamente com alguns componentes da mangueira e causar corrosão do selo do eixo da bomba de combustível que também apresentará vazamento.
As unidades chamadas são:
9BRBB42E09~9BRBB42EX9 5000542~5055571
9BRBB48E09~9BRBB48EX9 5000541~5055592
9BRBB42E09~9BRBB42EXA 5055598~5116530
9BRBB48E09~9BRBB48EXA 5055594~5116529
9BRBD48E0A~9BRBD48EXA 2500002~2500007
9BRBB42E0A~9BRBB42EXB 5116534~5151708
9BRBB48E0A~9BRBB48EXA 5116531~5126284
9BRBD48E0B~9BRBD48EXB 2500008~2525074
A primeira coluna é o código do chassi e a segunda é os últimos sete dígitos. Para maiores informações entre no site (aqui) ou pelo fone:
0800 703 0206

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Toyota pode vender Corolla em Minas, mas com recall

Segundo comunicado do Procon-SP a Toyota finalmente concordou em fazer um recall para a verificação da colocação do tapete no assoalho, que pode travar o acelerador em modelos automáticos e causar acidentes. Para o GEPAC (Grupo de Estudos Permanentes de Acidentes de Consumo) "a medida mais extrema não foi necessária de imediato".
“O resultado da reunião foi satisfatório, pois mostrou a força da união dos órgãos de defesa do consumidor, que conseguiram garantir a preservação da segurança dos motoristas”, afirma Roberto Pfeiffer, diretor-executivo da Fundação Procon-SP.
Além da Fundação Procon-SP, compõem o GEPAC: Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Ministério Público Federal em São Paulo, Ministério Público Estadual de São Paulo, Ministério Público do Distrito Federal, Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON), Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC).
A empresa irá comunicar a realização do recall para os próximos dias. É a terceira empresa a ser obrigada a fazer um recall, depois de VW com os fechos dos bancos que decepavam os dedos e a Fiat com os cubos de rodas que quebram.
O Procon-SP continua monitorando a conduta da empresa e, caso constate algum desrespeito ao recall, bem como outro problema que possa causar prejuízo aos consumidores, não hesitará em autuá-la. Não é à toa que que a arrogância de alguns executivos acabam tendo esse tipo de resultado nada agradável, com prejuízo à imagem da empresa.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Toyota proibida de vender Corolla em Minas

Parece que a Toyota não se livrou das acusações de esconder defeitos de seus clientes e dos recalls por causa de acelerações repentinas (veja aqui). Após reclamações no Procon mineiro em que clientes relataram casos de acelerações involuntárias, uma delas resultando em ferimentos em um dos consumidores, a marca foi proibida de comercializar o Corolla no estado de Minas Gerais, fato que considero inédito aqui nesse país.
Veja o que a Toyota diz sobre o caso:
1) A campanha de recall do pedal do acelerador anunciada pelas afiliadas da Toyota Motor Corporation não afeta os modelos vendidos no mercado brasileiro. Os componentes dos modelos usados nas regiões atingidas pelo recall são diferentes dos componentes usados nos veículos Toyota vendidos no Brasil.
2) A decisão do Ministério Público de Minas Gerais é baseada em alguns casos de aceleração involuntária reportados por clientes. Após análise desses casos, a Toyota identificou que o retorno do pedal do acelerador foi afetado pelo mau posicionamento ou instalação incorreta do tapete do motorista, assim como pelo uso de tapetes não genuínos, incompatíveis com o projeto do veículo.
3) A Toyota do Brasil reconhece e lamenta o registro destes casos com o modelo Corolla 2009, lançado em abril de 2008, e fundamentada em intensas avaliações assegura que:
3-A) Os veículos Corolla não apresentam qualquer defeito que possa vir a causar aceleração involuntária;
3-B) Os tapetes genuínos Toyota foram projetados para assegurar perfeita montagem no veículo e desde que instalados corretamente não apresentam possibilidade de interferir no movimento do pedal.
4) Neste sentido, a Toyota do Brasil respeita, mas não concorda com a decisão de suspender as vendas do Corolla no Estado de Minas Gerais e tomará as medidas necessárias que preservem seus direitos.
Enquanto a empresa e as autoridades se pegam, vou dar algumas dicas se o acelerador não voltar ou ficar preso no tapete:
1) Antes de tudo, mantenha a calma e não se apavore;
2) Pise no freio com força e não solte;
3) Passe a alavanca do câmbio de "D" (drive/dirigir) para "N" (neutral/neutro) ou "P" (Park/Estacionamento);
4) Aperte o botão de Start durante três segundos, isso desliga o veículo.
E agora vamos esperar que a Toyota tome alguma providência, ou a Honda pode lhe passar a perna...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Toyota na Reatech oferece Corolla básico com isenção de IPI

A Toyota irá disponibilizar consultores especializados em vendas da marca e uma equipe do Banco Toyota no estande para orientar os clientes e oferecer as melhores condições aos interessados em adquirir um produto da marca.
Para quem quer comprar um veículo com isenção de IPI a Toyota destaca o seu Corolla de entrada, o XLi 1.8 16V VVT-i Flex, com até 136 cv de potência e câmbio automático, que é
vendido a R$ 65.010,00.
O Programa Toyota de Inclusão está disponível nas 130 concessionárias da marca e no site (aqui). “É muito gratificante para a Toyota atender a esse público. É uma forma também de contribuirmos para a melhora na qualidade de vida das pessoas portadoras de deficiência”, diz o gerente de vendas diretas da Toyota do Brasil, Vladimir Centurião.
Para quem quiser experimentar estarão disponíveis cinco unidades do Corolla, sendo duas adaptadas, e uma unidade do SW4. A pista para testdrive estará localizada na área externa do complexo da feira, com acesso direto pelo estande da Toyota.

terça-feira, 16 de março de 2010

Toyota Corolla Altis: Vale o quanto custa?

Post atrasado, já que gerou o comentário postado anteriormente abaixo e por uns probleminhas burocráticos com a assessoria da Toyota que renovou sua página de imprensa obrigando todo mundo a se recadastrar. O motor 2.0 é exclusivo daqui, já que lá fora até o diesel com essa litragem foi descontinuado. Agora a novidade é a versão SE-G que agora ganha, além do motor 2.0, o nome Altis (ironicamente uma versão 1.6 mais esportiva do Corolla tailandês equivalente, apesar da falta de cavalaria, ao Civic Si) e 3 mil reais no preço. Pelo que a Toyota está pedindo, há duas opções interessantes, o Azera e o C4 Pallas.
Veja os preços que a Toyota pede agora, de cima para baixo:
Corolla Altis 2011 2.0 16V Dual VVT-i Flex A/T: R$89.160,00
Corolla XEi 2011 2.0 16V Dual VVT-i Flex A/T: R$75.830,00
Corolla GLi 2011 1.8 16V VVT-i Flex A/T: R$69.670,00
Corolla GLi 2011 1.8 16V VVT-i Flex M/T: R$65.660,00
Corolla XLi 2011 1.8 16V VVT-i Flex A/T: R$65.920,00
Corolla XLi 2011 1.8 16V VVT-i Flex M/T: R$61.890,00
O Azera com 1.000 reais a mais vem com um V6 com caixa automática de cinco marchas e o C4 vem bem recheado com 10 mil a menos. Quer ver ainda se vale a pena comprar o Corolla Altis?
Vem de série com airbag duplo frontal, direção com assistência elétrica, ar condicionado automático e digital com filtro de poeira (anti-pólen), traz travas e espelhos retrovisores externos e os vidros elétricos (com acionamento por um toque nas quatro portas), apoio de braço central deslizante, tomada de 12 volts localizada no console central - dentro do descanso de braços, luzes de leitura dianteira e traseira, pára-sol do motorista com espelho e porta-documento, acabamento do painel central das portas em padrão madeira, além de comando interno para a abertura do tanque de combustível e porta-malas.
Ainda tem alarme, fechamento de vidros e abertura do porta-malas com controle na chave, espelho retrovisor externo com recolhimento elétrico e banco traseiro bipartido (60/40) com porta-copo e descansa braço central. sensor de estacionamento, sensor de chuva, sistema de som que reproduz MP3 e WMA com quatro alto-falantes, dois twiters e capacidade para seis CDs e faróis de xenon com regulagem automática de altura e lavador. A cabine conta com mantas acústicas em dois formatos (curvo e plano) instaladas em toda a região do assoalho. Além disso, há vedação acústica na parte frontal, entre o capô e os pára-lamas, e nas laterais - em todas as junções das portas com os pára-lamas e nos quadros das portas.
O volante de três raios regulável em altura (até 20mm) e profundidade (até 40mm), vem com o comando de todos os controles do computador de bordo e do sistema de som, airbags laterais, acendimento automático dos faróis (assim que o modelo detecta insuficiência na luminosidade externa), luzes repetidoras das setas nos espelhos retrovisores externos, bancos em couro e regulagem elétrica do banco do motorista.
O painel de instrumentos vem com iluminação Optitron (que regula a intensidade das luzes do painel de acordo com a iluminação externa), Cruise Control e computador de bordo com relógio, temperatura externa, consumo instantâneo, consumo médio, velocidade média e autonomia.
O motor 2.0 com bloco e cárter de alumínio desenvolve 153 cv, com álcool, a 5.800 rpm e de 142 cv a 5.600 rpm, com gasolina, e o torque atinge 20,7 kgf.m a 4.800 rpm com álcool e 19,8 kgf.m a 4.000 giros com gasolina. A taxa de compressão é 12,0:1, que é próxima de um motor que funcione exclusivamente com álcool. Utiliza novidades técnicas como utiliza velas de irídio, pistões refrigerados a óleo, tuchos hidráulicos e balancins roletados. Outra novidade é o Dual VVT-i cujo comando de válvulas agora controla também as de exaustão.
A suspensão dianteira do Corolla é independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora e a traseira é de eixo de torção com buchas de correção angular e barra estabilizadora, além de componentes de alta rigidez (perfil ETA – perfil curvo ideal para resistência torcional). As rodas são de liga leve, com 16 polegadas, revestidas com pneus 205/55.
Segundo a Toyota o carro recebe uma "nova" transmissão automática de quatro velocidades Shifttronic, com Super ECT (Eletronic Control Transmission) que tem novo desenho e nova construção, relação de marchas adequadas para o novo motor e opção de trocas sequenciais que podem ser feitas na alavanca de câmbio em posição “S” ou por meio de borboletas localizadas atrás do volante, proporcionando uma condução mais esportiva ao motorista. Só para lembrar os concorrentes tem câmbio automática de 5 ou mais marchas...
Realizado pelo Instituto Mauá de Tecnologia, o teste foi encomendado pela Toyota do Brasil. O veículo acelera de zero a 100 km/h em 11,6 segundos com álcool e em 11,8 segundos com gasolina e retomada de 60 km/h a 100 km/h, é feita em 7,55 segundos com álcool e em 7,64 segundos com gasolina. Para humilhar a concorrência os testes foram realizados com o ar-condicionado ligado e com duas pessoas a bordo.
O consumo urbano foi de 6,17 km/l com álcool e 8,22 km/l com gasolina. No rodoviário, o Corolla 2.0 obteve médias de 10,17 km/l com álcool e 12,84 km/l com gasolina. E as cores disponíveis são Prata Supernova, Preta Eclipse, Bege Aurora, Cinza Galáctico, Branco Polar, Verde Boreal e Azul Orion.

terça-feira, 9 de março de 2010

Toyota Corolla ganha motor 2.0 flex em breve

Depois do Corolla GLi (veja aqui) a Toyota anuncia como novidade a adoção de um novo motor 2.0 flexível agora em março que foi desenvolvido no Japão com a colaboração dos engenheiros brasileiros.
"O Brasil, com sua grande capacidade de produção de cana-de-açúcar e com suas inúmeras usinas é o mercado ideal para o desenvolvimento e utilização da tecnologia Flex Fuel e para a produção de veículos que podem ser abastecidos tanto com álcool como com gasolina, misturados em qualquer proporção", afirma Luiz Carlos Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota Mercosul.
"Uma das premissas da Toyota é 'o consumidor em primeiro lugar'. Isso faz com que a marca lance produtos, no mundo todo, com tecnologias que atendam aos anseios dos nossos clientes. Mas, nesses tempos em que se pensa na substituição gradativa do uso de petróleo e se discute qual fonte de combustível renovável será mais a difundida no futuro, todo esforço em pesquisa relacionada a novas alternativas é válida", completa Andrade.

Se você acha que motor flex só existe aqui, vou parafrasear o presidente Obama que corrigindo o presidente Lula, disse que lá eles tem carros flex, só não tem onde abastecer. Nos EUA a picape grande Tundra e o sedã grande Avalon estão aptos a receber o E85, o álcool vendido nos EUA e Europa e que dispensa o tanquinho por conter 15% de gasolina.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Recall recorde para a Toyota

Dizem que quanto maior a altura, maior é o tombo. No caso da Toyota que se tornou a maior fábrica do mundo com suas divisões Lexus, Scion e a recem adquirida Daihatsu o tombo foi o recall de 3,8 milhões de unidades. As afetadas são a Toyota e a Lexus, divisão de luxo da marca que inclusive era a marca do carro que sofreu um grave acidente fatal matando quatro pessoas da mesma família. Uma das vítimas estava ao telefone com um atendente do 911 tentando encontrar uma solução para o acelerador preso, mas o carro acelerou até alcançar 190 km/h e houve a perda de controle resultando em essa fatalidade. A causa? O tapete. Se o Bob Sharp fosse um dos executivos da marca iria mandar retirar todos os tapetes, mas a fábrica no melhor estilo nipônico de samurai desonrado pediu sinceras desculpas pelo ocorrido e pede humildemente que os clientes vão às concessionárias da marca para efetuarem o reparo, que é a retirada e troca de uma trava do tapete do motorista.
Se o seu Toyota é de importação direta e desconfia que veio dos EUA veja se o seu modelo se enquadra aqui:
Toyota Camry 2007 – 2010
Toyota Avalon 2005 – 2010
Toyota Prius 2004 – 2009
Toyota Tacoma 2005 – 2010
Toyota Tundra 2007 – 2010
Lexus ES350 2007 – 2010
Lexus IS250 e IS350 2006 – 2010
Atenção: O recall afeta somente para os modelos AMERICANOS fabricados nos EUA. Se o seu se enquadra, verifique com o importador.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Toyota Corolla GLi

Adoro assessorias de imprensa brasileiras. Além de escreverem pior do que o Google Translator, às vezes deixam faltar alguns detalhes, o como no caso as fotos. É o primeiro post sobre o carro e adivinhe: Sem foto. A foto aí em cima é da versão XLi, da qual eu não vou escrever. A versão em questão é a GLi, proposta da Toyota para preencher o buraco entre os R$ 65.000,00 e 70.000,00.
O Corolla GLi traz uma extensa lista de equipamentos como vidros, travas e retrovisores elétricos, sendo que os vidros possuem acionamento por um toque e dispositivo antiesmagamento em todas as janelas. O computador de bordo agrega seis funções: relógio, temperatura externa, consumo instantâneo, consumo médio, velocidade média e autonomia. O ar-condicionado, além de acoplar o filtro de poeira, é também automático e digital. O sistema de som de traz CD Player que reproduz arquivos de MP3 e WMA. Já o volante possui comando de todos os controles do computador de bordo e do sistema de som.
Há airbag dianteiro duplo e freios com sistema antitravamento ABS e distribuição eletrônica de frenagem (EBD – Eletronic Break Distribution) que ajuda a segurar o carro nas emergências.
Há também trava automatica para as portas com o veículo em movimento (a 20 km/h). A abertura do tanque de combustível e da tampa do porta-malas é interna.
O painel de instrumentos com iluminação Optitron que regula a intensidade das luzes do painel de acordo com a iluminação externa, alarme, fechamento de vidros e abertura do porta-malas com controle na chave e banco traseiro bipartido (60/40) com porta-copo e descansa braço central.
O GLi vem com o 1.8 VVT-i Flex de 16 válvulas que rende 136 cv de potência máxima a 6.000 rpm, com álcool e 132 cv, também a 6.000 giros, se for com gasolina, com torque máximo de 17,5 kgf.m com álcool e 17,3 kgf.m com gasolina, ambos a 4.200 rpm. A taxa de compressão é de 10:1. E tem disponível nos dois tipos de transmissão: manual de cinco velocidades, e automática de quatro velocidades, defasado em relaçào a concorrência sobretudo externa que disponibiliza câmbios de até seis marchas, com Super ECT (Controle Eletrônico de Transmissão, em português). Essa tecnologia analisa as condições de uso do veículo (ladeira, subida, trânsito, etc) e, em função disso, seleciona e mantém a marcha mais adequada para a condição encontrada.