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sábado, 23 de abril de 2011

Chevrolet Malibu: Em seis continentes e nos sete mares

A Chevrolet lança no Salão de Shangai, um dos maiores do mundo, a nova geração do Malibu com a pretensão de ser um carro mundial. Tanto que está anunciando que ele será vendido em seis continentes, mas a única dúvida é se vai ter alguma representação comercial da marca no continente antártico. Outro problema é que na década de 80 foram lançados vários carros mundiais, como o Escort da Ford, e o projeto "J" da própria GM, que acabaram se revelando um fracasso. Com as peculiaridades de mercado de cada um, os modelos foram se distanciando um dos outros em mecânica e design e isso quando vendiam. O "J" era o Opel Ascona, o nosso Monza que chegou a ser campeão de vendas aqui até ser desbancado pelo Gol. Nos EUA virou o Cavalier que ganhou desenho próprio mais adequado ao gosto local que é pra lá de brega.
Agora na década de 2010 os grandes fabricantes estão retomando a idéia, enquanto uns preferem dividir o mercado em emergentes e desenvolvido. Para os primeiros carros sem grande eletrônica embarcada e pouca ênfase em segurança. Para os segundos carrocerias cinco estrelas e conectividade que só veremos daqui a 5 ou 10 anos quando começarem a ficar obsoletas.
O Malibu vendido aqui importado é um exemplo disso. Enquanto que em alguns mercados ele atua como carro intermediário, em alguns mercados como aqui no Brasil ele é vendido como carro de alto padrão.
"O actual Malibu ficou conhecido com um modelo por diversas vezes premiado e alterou a concepção que as pessoas tinham da Chevrolet", explicou a vice-presidente para a área de marketing, vendas e pós-venda da GM International Operations, Susan Docherty. "O novo Malibu continua a proporcionar os atributos intangíveis da geração actual, mas oferece aos clientes ainda mais requinte, eficiência, conteúdo e funções, qualidade de acabamentos e aptidões dinâmicas que rivalizam com os melhores da sua classe". O carro ganhou algumas novidades bem-vindas como maior espaço interno com ênfase nos ombros e maior espaço interno apesar do menor entre-eixos em relação ao modelo anterior. Quando virá? Bem, a Chevrolet não indicou a data exata, mas a partir de 2012 é certa a fabricação em várias instalações da marca pelo mundo. E quando sair, espera-se que não haja grandes estoques do modelo antigo aqui.
O quadro de instrumentos é inspirado no Camaro. O multimídia tem conexão com internet e tela de sete polegadas sensível ao toque.
O interior segue no novo padrão visual com o painel duplo. Sistema tem bluetooh e a direção tem assistência elétrica. Há 4 combinações de cores disponíveis.
Mais eficiência: haverá 10 opções de motores entre 4 cilindros em linha e 6 em "V". A suspensão dianteira é a McPherson e a traseira optou-se por uma multilink (duplo A).
Faróis de HID compostos com LED´s compõem com a grande grade bipartida, mas sem perder a harmonia ou ficar com cara de caminhão.
O Cx é calculado em 0,28, um dos melhores do segmento. As opções de rodas vão de 16 a 19 polegadas.

A tampa traseira tem um aerofólio integrado e as lanternas traseiras são inspiradas no irmão mais esportivo Camaro.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Chevrolet Malibu tenta um lugar ao Sol

Antigamente a linha da GM brasileira era bem simples. Começou com o médio Opala que atendia o segmento de luxo, em seguida veio o Chevette e oito anos depois chegava o Monza. A partir do final de 89 a linha GM começou a ter a cara que conhecemos, com a chegada do Kadett, entre o Chevette e o Monza, depois o Ômega, um dos maiores lançamentos nacionais e um dos melhores carros fabricados aqui quase ofuscando a despedida do Opala. Na linha importada conhecemos as gerações anteriores do Astra e do Vectra que seriam fabricados aqui depois, e a nova geração do Ômega vem da Austrália com assinatura Holden, não mais Opel. O Vectra é substituído pela nova geração do Astra, enquanto a antiga tenta brigar no segmento dos médios. E agora entre o Vectra Astrão e o Ômega autraliano a Chevrolet achou uma brechinha para encaixar mais um importado:
“A proposta da General Motors para o consumidor brasileiro é oferecer a linha mais completa do mercado. Identificamos que no portifólio da Chevrolet, hoje, há espaço entre o Vectra sedã e o Omega. O Chevrolet Malibu chega para ocupar este nicho”, ressalta Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e do Mercosul.
O segmento é concorrido, e terá que disputar com o careiro Corolla Altis, o ignorado Azera (quero ver a Caoa entrar no Conar protestando...) e os médios-grandes bem equipados Honda Accord e o Toyota Camry.
O painel tem o conceito Dual Cockpit (dupla cabine, em português) inspirado no Corvette de 1953 (também conhecido entre os aficcionados como C1) visto no Agile (veja aqui) e no futuro Spark (e aqui) também presente no sedã. O painel em "T" tem duas áreas: O lado do condutor é mais "técnico", focado na visibilidade e com os instrumentos à mão, incluindo os comandos do rádio e do piloto automático no volante; e o lado do passageiro, com foco no conforto graças ao amplo espaço para as pernas e com os porta-objetos e recursos de entretenimento mais acessíveis. O entre-eixos de 2,85 m garante o conforto de quem vai atrás também.
E o carro virá exclusivamente com um câmbio automático seqüencial de seis marchas, com opção Active Select adaptativo, isto é, ele se adapta ao modo de conduzir do motorista.
Conforme a opção escolhida, pode funcionar como um câmbio automático normal, com as tradicionais posições “P” (Parking/estacionar), “R” (Reverse/marcha à ré), “N” (Neutral/neutro) e “D” (Drive/dirigir), ou no modo “M” (manual). No modo manual o motorista, por meio de comandos localizados no volante ou através de uma botão na manopla do câmbio, aumenta as marchas para frente (+) e as reduz dando toques para trás (-), de modo sequencial.
Segurança ativa e passiva é garantida pela sopa de letrinhas: ABS, EDB (Electronic Brake Distribuiction), Panic Assist (assistência de frenagem de emergência), controles de estabilidade e de tração, além de seis airbags – dois dianteiros, dois laterais e dois de cortinas.
“O Malibu reforçará a tradição que a Chevrolet tem no segmento dos sedãs. História de sucesso que começou com a linha Opala, em 1968, passando pelo consagrado Monza e chegando aos atuais Vectra Sedã e Omega”, afirma José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
E eles estão otimistas: “Nossa expectativa de vendas é comercializar cerca de 200 carros por mês. O Malibu é um modelo que além de todas as suas qualidades em termos de espaço, itens de série e tecnologia, tem a exclusividade como outro ponto forte”, diz Marcos Munhoz, diretor geral de Vendas e Marketing da GM do Brasil.
O Malibu será comercializado aqui em versão única, a topo de linha LTZ, ao preço de R$ 89.900,00 e chega na segunda quinzena de junho.
O painel vem com acabamento em madeira, revestimento dos bancos em couro (Os dianteiros possuem aquecimento, regulagens elétricas sendo 8 para o motorista e 6 para o passageiro), regulagem de altura e profundidade do volante e a iluminação em Ice Blue.
Vem com computador de bordo que também traz dados como o monitoramento individual da pressão dos pneus, tem sensor crepuscular, espelhos retrovisores eletrocrômicos (interno e do motorista, que escurecem com a incidência da luz).
Bem completo traz ar-condicionado digital, sistema de som premium com rádio MP3, CD Player, entrada USB e oito alto-falantes da marca Bose. A chave com remote start possibilita ao motorista ligar o carro a distância, permitindo que o sistema de climatização torne o ambiente mais agradável quando for acessado.
O motor é o mesmo Ecotec com duplo comando de válvulas variável que equipa também a Captiva. ele desenvolve 171 cavalos de potência a 6.400 rpm e a oferece torque de 22,1 kgfm a 4.500 rpm, sempre abastecido com gasolina, já que não é flex.
O porta-malas tem razoáveis 428 litros e o tanque de combustível comporta 64 litros.
As rodas são de alumínio e aro 18, com pneus 225/50 R18 e o carro é tração dianteira. Tem direção com assistência elétrica com três voltas de batente a batente e diâmetro de giro de 12 metros.
O bom escalonamento do câmbio automático seqüencial, com a sexta marcha alongada, garante bons números de consumo já que o carro pesa mais de 1500 quilos: na estrada faz 14,5 km/l e na cidade tem média de 9,4 km/l. Em tempo, o carro tem tração dianteira.
A suspensão dianteira é McPherson com barra estabilizadora e a traseira é independente com quatro braços articulados e barra estabilizadora. Os amortecedores são telescópicos hidráulicos pressurizados a gás.
Desempenho: Faz de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos e chega a 194 km/h de velocidade máxima. A distribuição de peso é de 59% na dianteira e 41 na traseira. E para parar freios a disco ventilados dianteiros e traseiros com 296 mm de diametro e 26 de espessura; traseiro tem 270 e 14 respectivamente.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Chevrolet Malibu chega mês que vem

A partir da segunda quinzena de junho o médio-grande Malibu chega às concessionárias Chevrolet. Posicionado entre o Astrão, digo Vectra e o Omega australiano, vem em versão única LTZ, que além de uma grande lista de itens de série, vem equipado com o motor Ecotec 2.4 litros de quatro cilindros (o mesmo da Captiva Ecotec aqui) e o câmbio automático e sequencial de seis velocidades, com a opção de trocas de marchas por meio de aletas atrás do volante.
"A aceitação e os diversos prêmios do Malibu nos Estados Unidos têm sido acima das expectativas e se trata de um dos carros que reforçam a imagem da marca Chevrolet. Aqui no Brasil, o carro terá como alvo os consumidores que gostam de exclusividade, conforto e um conteúdo diferenciado", afirma Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.
O carro apresenta a grade bi-partida que é a nova identidade visual da marca e mostra que os desenhistas brasileiros (veja o Ágile) e mexicanos (Corsa hatch e sedã produzidos lá) precisam aprender a harmonizar com os desenhos dos carros que a recebem.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Suzuki Kizashi - A Volta do Morto-Vivo

Dado como cancelado devido a crise o Suzuki Kizashi apareceu em um evento e deve ser lançado em breve. O sedã recebeu poucas modificações em relação ao concept, como novo desenho dos parachoques e grades, seguindo o padrão visual da marca e faróis e lanternas maiores. Ele compartilha a plataforma do Chevy Malibu e receberá por enquanto motorização a gasolina.