
Qual é a melhor forma de economizar combustível sem abrir mão da potência e torque de um carro de alto luxo? Se disser que é só transformá-lo em híbrido, deu uma das boas alternativas. A outra é o hidrogênio, mas isso exige investimentos maciços dos governos locais, especialmente os europeus. O Obama descartou o uso do gás devido aos custo (e a crise).
Voltando ao hibridismo, a BMW seguiu a sua concorrente Mercedes Benz que já tem essa opção há tempos e oferece essas duas opções:
X6 ActiveHybrid: O misto de SUV com coupé-sedã oferece quase 500 cv e torque na casa dos 80 kgm/f graças à combinação do V8 de 407 cv e dois motores elétricos de 91 e 86 cv que são alimentado por baterias. Até 70 km/h são eles que assumem a condução, acima disso o V8 se liga e quando cai para menos ele desliga automaticamente voltando ao modo elétrico. Apesar disso ele emite 230 gramas de CO² por quilômetro rodado, mas é capaz de fazer 10 km/l.
Série 7 ActiveHybrid: Para os executivos que não abrem mão de um sedã de alta classe, a BMW disponibiliza uma versão híbrida, mais simples que o SUV, na mecânica. Os motores somados, um V8 biturbo e um elétrico de 20cv, somam 465 cv e tem torque na casa dos 70 kmg/f. Mas o CO² ficam em altas 219 g por kilometro rodado e o consumo é quase 11 km/l.