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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

VW Amarok: Agora com cabine simples

Finalmente uma estréia mundial no Salão de São Paulo, que apesar de representar o 5º maior mercado do mundo, não faz jus ao esforço do organizador que tenta fazer esse evento com a mesma grandiosidade que os números do nosso mercado sugerem. Mas a preguiça e a má vontade dos expositores põe tudo a perder.
A VW mostra a Amarok cabine simples no Salão de São Paulo, que antes havia sido mostrada no inexpressivo Salão de Hannover em setembro último. Continua com duas opções de motorização, todas a diesel common rail e injeção direta. Segundo a marca o motor mais modesto leva a picape para os 160 km/h de máxima e o 0-100 km/h é feito em 13,4 segundos, marcas interessantes para um veículo desse porte, já que o motor 2.0 tem 122 cv de potência e 34,7 kgm/f de torque. Estará disponível também o biturbo-diesel de 163 cv com 40,8 Kgm/f de torque que não teve os números de desempenho divulgados, mas os 41 cv e 5,3 kgm/f deixarão os números acima um pouco mais alegres. Haverá opção de tração 4X2 exclusiva para a cabine simples e 4X4 4Motion selecionável com alguns recursos para enfrentar o off-road sem precisar fazer um curso. Para isso tem facilidades como o câmbio de seis marchas que ganha redução, sistema que controla descidas em ladeiras íngremes em um ângulo de até 45º e com o veículo totalmente carregado ajudado pelo ESP que entra em ação a velocidades inferiores a 30 km/h, evitando a aceleração acidental do veículo em descidas extremas, através de frenagens controladas. O ABS recebe adaptação off-road, que é ativado através de uma tecla ao lado da alavanca do câmbio e reduz a distância de frenagem em piso solto, situação extremamente crítica para quem dirige nesse tipo de situação. E o diferencial pode ser bloqueado eletronicamente.
E por falar em carga, a caçamba ganha 65 cm a mais no comprimento e agora tem 1800 litros e pode carregar 1.26 tonelada de carga.
A picape estará disponível nos concessionários da marca a partir do primeiro semestre do ano que vem.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VW Amarok Trendline: um pouquinho mais acessível

A VW lançou a versão mediana de sua picape média-grande Amarok, a Trendline com preços a partir de 102 mil reais, 16 mil abaixo da topo de linha Highline (veja aqui). Em relação a topo de linha perde alguns frus-frus e o ar digital Climatronic, substituído por um mais modesto Climatic.
No mais o departamento de depenação não teve muito trabalho, mantendo a tração 4motion que conta inclusive com o HDC (assistente de descida ladeira) que mantém o carro engrenado e mantém os freios funcionando a até no máximo 30 km/h e o HSA (arranque em ladeira) que mantém o freio pressionado por três segundos, dando tempo do motorista de pisar no acelerador e arrancar sem tranco e sem rezinha involuntária.
A picape ainda tem capacidade de carga para 1.044 kg e área útil da caçamba de 2,52 m². A Volk garante que a caçamba transporta paletes no padrão europeu, se é que alguém que compra esse tipo de picape vai usá-la para isso. E para facilitar a amarração tem quatro pontos nos cantos da caçamba. E para os amantes de trailers a picape pode rebocar até 2.400 kg mas aí terá que precisar de uma carteira "C", já que a soma do reboque mais a picape ultrapassa facinho os 3.500 kg. Quanto à segurança ela conta com airbags do motorista e do passageiro dianteiro e cintos com pré-tensores nos bancos dianteiros. Sistemas de auxílio ao motorista como o BAS (Sistema de Assistência à Frenagem ou ABS), TCS / ASR (Sitema Controle de Tração) e EDL/ (Bloqueio Eletrônico do Diferencial) são equipamentos de série da pick-up. Comercializada no início desse mês, oferece ainda como opcionais um rádio RCD 510, que reconhece arquivos MP3 e aceita SD card, CD changer para seis CDs e tela sensível ao toque (touch screen), ESP (Sistema Eletrônico de Estabilidade) e travamento manual do diferencial traseiro. Para diferenciar uma Highline dessa versão ela vem com um novo pacote de itens externos pintados na cor do veículo, como as carcaças dos retrovisores, maçanetas, molduras da caixa de roda e parachoque dianteiro. Os frisos são cromados e o para-choque traseiro é preto. Os pneus são 245/65 e rodas de liga-leve aro 17.
O motor é o mesmo da versão Highline um diesel 2.0 TDI, com 4 cilindros em linha e 16 válvulas, com sistema de injeção direta common-rail e alimentado por dois turbocompressores. Tem potência máxima de 163 cv e com torque máximo de 40,8 kgfm a 1.750 rpm. A pick-up tem tração 4x4 selecionável (4Motion) através de um botão, além da redução que facilita subidas com ângulo até 45º com a picape carregada.
A picape vem equipada com piloto automático e display multifuncional, ar-condicionado Climatic, direção hidráulica, travamento, espelhos retrovisores com acionamento elétrico e antena integrada. O sistema de sonorização vem com quatro alto-falantes e dois tweteers e rádio CD/MP3, com entradas para SD Card, USB e Bluetooth. Apesar da versão ser mediana pode receber opcionalmente acabamento em couro nos bancos, volantes, painéis de portas e alavancas de câmbio e freio.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

VW Amarok: a primeira picape convencional da Volks

Tem um monte de "especialistas" em automóveis afirmando que a picape Amarok é o primeiro veículo do gênero da Volks. Ledo engano. Enquanto a Ford e a GM dominavam o mercado, seguida da finada Dodge com as grandalhonas, a Volk se virava e bem com a derivação da Kombi que inclusive chegou a ganhar uma versão (problemática, coisa rara na linha) a diesel. Houve até uma versão cabine dupla (crew cab para os gringos). Com a invasão da linha média capitaneada pela S10 e com a companhia da Ranger, L200, Dakota e linha importada na década de 90, a Volks preferiu manter em fabricação somente a versão furgão e passageiros da véia Kombosa que recentemente ganhou um motor 1.4 refrigerado a água.
Se você está pensando em por a picape para trabalhar esqueça, a véia Kombi agüenta mais tranco que ela. Destinada a aquele público que usa somente para carregar as tralhas aventureiras do final de semana, ela está mais para um carro do que um valente veículo de carga.
Dois motores a diesel como de praxe para esse tipo de veículo: Um turbo diesel com injeção direta, dupla turbinação e common rail: um 2.0 de quatro cilindros com 163 cv e torque de 41 kgm/f a 1750 rpm e uma segunda unidade mais modesta, no segundo semestre de 2010 com 122 cv e 35 kgm/f a 2000 rpm. Os dois tem promessas de consumo de 12,8 e 13,1 km/l respectivamente.
A primeira versão será a de cabine dupla, e depois a simples em 2011. O cambio é de seis marchas e terá uma versão com tração 4X4 não permanente com reduzida.
As rodas poderão ter 18 ou 19 polegadas à escolha do freguês e na versão top Highline, que estréia a linha, espelhos parcialmente cromados e detalhes cromados no exterior e interior e molduras das caixas das rodas alargadas, pintadas na cor da carroçaria.
O painel lembra o do Fox (veja aqui), com o computador de bordo fazendo o papel do medidor de combustível e temperatura, além dos "relógios" velocímetro e conta-giros. Além do conforto topo de linha com itens como o ar digital Climatronic, a picape conta com 4 airbags, ESP, ASR, ABS, assistente de descida e de subida.
Para os comentadores da Autoesporte, sugiro que não se ofendam quando descobrirem que o mercado da picape é América do Sul, Austrália e África do Sul, onde a preferência por esse tipo de picape é grande e será lançada ainda no primeiro semestre desse ano. Depois é que irá para a Europa. Preços: Pegue a tabela da L200 da Mitsubishi, vai ser um pouco mais cara...