Mostrando postagens com marcador Terrafine. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terrafine. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de julho de 2010

VW Terrafine: Baratinha sustentável

Sustentabilidade: essa palavra de cunho ambiental virou lugar comum. Vai desde as sacolas feitas de garrafas PET vendidas no supermercado para que você não precise das feitas de plástico descartável para levar as compras e que levam trocentos anos para se decompor na natureza ao modo de como se locomove por lazer ou necessidade.
Também diz sobre o modo com o qual o produto se relaciona com o meio ambiente, isto é, se ele não retira matéria prima demais do lugar ou contamina o solo e água com produtos químicos e dejetos industriais ou se não pertuba o cliclo de vida de algum animal ou planta das redondezas.
Bem, para você que adora o verde e por incrível que pareça atualmente, ainda tem um jipe ou algum tipo de utilitário valente com tração nas quatro, meu amigo, o seu veículo não é sustentável.
Afinal, a maioria são beberrões e poluentes, usa uma quantidade grande de material e por isso são pesados e pouco eficientes como meio de transporte. E as emissões que eles emitem, com grandes quantidades de CO², óxidos nitrosos e hidrocarbonetos, sendo que esses dois últimos, muito presente em carros diesel e a gasolina com carburador são responsáveis pela chuva ácida que afeta o desenvolvimento de plantas e alguns animais, especialmente anfíbios. Sem contar as emissões de monóxido de carbono e ozônio, produtos altamente tóxicos.
Agora se você não liga para a chamada "sustentabilidade" e nunca vai comprar um veículo sem condições de enfrentar uma trilha ligth, como a maioria dos "aventureiros", você é um cara feliz e sem neuras. Agora se você já está pensando em vender o seu véio Bandeirante ou Jeep CJ (Ford ou Willis), o designer industrial sueco Niklas Palm tem uma solução, mas que dificilmente sairá do papel: o Terrafine.
O interior para quatro pessoas é ao mesmo tempo minimalista, retrô e futurista. A falta de teto ou barras anticapotamento obriga o uso do capacete.

Um dos sketches já previa o uso de rodas orbitais, uma obsessão abandonada na década passada pelos designers. O problema é a questão da massa não suspensa, que pode comprometer a estabilidade.
Os motores de tamanho reduzido e a caixa de redução ficam dentro do "cubo" da roda. Como não saiu do papel não temos a potência e nem torque.
O projeto não tem nada a ver com a casa de Wolfburg, cuja marca foi escolhida pelo designer para dar um nome a ele. Poderia ser qualquer outra.
A suspensão usa barras longitudinais para cada roda que podem ser abaixadas ou elevadas para uso em asfalto ou fora dele.

E para terminar, postos de recarga de preferência que utilizem energia limpa, ou o usuário pode comprar um painel solar e instalar em sua casa...