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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Porsche 911 GT3 RS4: Produção limitada, emoção ilimitada

A Porsche lança em julho desse ano outra versão RS do 911. Desta vez o escolhido foi o 911 "básico" que ganha um poderoso motor de 4.0l de 500cv que o habilita a fazer o 0-200 km/h em humilhantes 12 segundos e o 0-100 km/h em menos de um quarto disso. Além disso, a potência específica é de impressionantes 125cv/l aspirados, levando em consideração que os motores turbos costumam ter potências específicas de 110 cv/l. Quem tem carro 1.0l dificilmente consegue que seu carro chegue aos 100 km/h em menos do que isso. Uma das alterações são o virabrequim que é o mesmo do 911 RSR, além de pistões e bielas forjados em alumínio.
Apesar dos 1.360 kg com tanque cheio, o carro tem boa relação peso-potência em que cada cavalo é responsável por 2,7 quilos. Partes da carroceria são em fibra de carbono como assentos, capôs e para-lamas e a janela traseira é substituída por um composto plástico. Os defletores dianteiros e o enorme aerofólio traseiro são responsáveis por um downforce aerodinâmico de 190 kg.
Preço básico na Alemanha, inclusos impostos e taxas é de 175 mil euros a versão básica e somente 600 sortudos poderão ter um desses em sua garagem, ou se preferir, box.
Essencial: Apesar de ser um esportivo a Porsche manteve o básico. A maçaneta interna da porta é uma fita para ser puxada.
Seguro: apesar do cinto de três pontos, o carro já vem com gaiola de proteção tanto para o piloto quanto para o navegador.
Poderoso: motor aspirado rende 125 cv por litro de deslocamento, são 500 cv no boxer 4.0l de potência e 46,9 kgm/f.
Rápido: faz de 0-100 km/h em 3,9s e de 0-200 km/h em menos de 12s e faz o circuito de Nürburgring em 7m e 27s.
Leve: Apesar dos 1.360 Kg, o uso de materiais leves como fibras de vidro e carbono faz a relação peso-potência ficar em 2,72 kg por cv.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Porsche 911 Carrera Black Edition: O lado negro de Stuttgartut

O lado negro sempre é tentador. Ainda mais se for a Porsche criando edições negras de seus maiores sucessos no mercado. Um deles é o tradicional 911 Carrera que ganha a edição Black Edition limitada a 1911 unidades. E ao contrário do lendário Ford T na qual se podia escolher qualquer cor desde que seja preto, há duas opções de "cores": preto sólido ou a variante metálica preto basalto. Essa edição abrange também a versão cabriolet do 911 Carrera que ganha capota de tecido negro.
A cabine ganha além dos grafismos referentes à serie, som de alta definição surround com 13 alto-falantes no coupé de 12 no cabriolet da Bose, e o multimídia tem GPS, entrada de áudio, "cruise control" e assistente de estacionamento.
A suspensão é 2 cm mais baixa com o sistema PASM e os freios são carbono-cerâmicos.
No capo traseiro o tradicional boxer de 3.6l "pendurado" atrás do eixo traseiro com duas opções de câmbio. Um manual de seis marchas e um PDK de sete marchas e duas embreagens, sendo que o segundo realiza um pequeno milagre que anos antes seria im´possível: aumentar o desempenho e diminuir o consumo. Com o PDK o carro arranca com dois décimos de segundos a menos, o que teoricamente faria o cabrio andar 0,2 segundos mais rápido que o coupé se esse tiver com câmbio manual. E o consumo aumenta em algumas centenas de metro por litro de combustível devido à maior eficiência nas trocas de marcha, já que a marcha seguinte já está engatada, só esperando o acoplamento.
Para quem for se divertir no semáforo há o "launch control", disponível no pacote "Sport Chrono Plus", para arrancar sem queimar o pneu e o filme...
O preço dessa versão é o mesmo do Carrera "básico" que é de R$ 85.538 euros para o cupê e R$ 96.843 Euros para o Cabriolet e as vendas começaram no mês passado.
Os assentos são parcialmente em couro e uma soleira em alumínio com dizeres alusivo à versão dão boas vindas ao condutor e passageiro que adentrarem à cabine, em preto naturalmente.
O quadro de instrumentos permanece em preto, contrastando com detalhes em alumínio no volante, console central e no painel. Tela tem GPS e sistema assistente de estacionamento.
As rodas de 19 polegadas tem desenho "dicróico" para combinar com o carro mesmo em movimento e mostrar os freios, no painel selo indicativo do número da unidade.
Essa versão usa o já conhecido boxer de seis cilindros, com 3.6l e produz 345 cv @ 6.500 rpm, acoplado a uma caixa manual de seis marchas ou a automatizada PDK de sete.
O carro faz de 0-100 km/h em 4,9 s, sendo 5.1s no cabrio, na manual e os números baixam para 4,7 e 4,9 com a caixa PDK no modo "launch control" e alcança a máxima de 289 km/h.
Apesar de toda a cavalaria e desempenho, o carro faz 9,71 km/l na versão fechada com câmbio manual e 10,2 km/l com o câmbio PDK. O cabrio consome algumas centenas de metros a mais.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Porsche 911 Carrera Black Edition: O lado negro de Stuttgart

O lado negro sempre é tentador. Ainda mais se for a Porsche criando edições negras de seus maiores sucessos no mercado. Um deles é o tradicional 911 Carrera que ganha a edição Black Edition limitada a 1911 unidades. E ao contrário do lendário Ford T na qual se podia escolher qualquer cor desde que seja preto, há duas opções de "cores": preto sólido ou a variante metálica preto basalto. Essa edição abrange também a versão cabriolet do 911 Carrera que ganha capota de tecido negro.
Quem entrar no veículo é recebido pela soleira com dizeres alusivos à versão e no painel acima do porta-luvas há uma placa numerada com o número da unidade dessa série especial. Os bancos recebem couro parcialmente, naturalmente negro, e também na empunhadura do volante. Para quem acha que o som do tradicional boxer não é a "sinfonia do universo", há um som Bose de alta definição com sistema surround de 385 watts, com 13 alto-falantes no coupé e 12 no cabrio que sonoriza o multimídia com GPS e com entrada de audio universal.
O carro tem o sistema de controle automático da suspensão PASM que ajuda na estabilidade e junto com o PDK há o "cruise control" opcional e também assistente de frenagem. Aliás, esse câmbio proporciona um pequeno milagre ao melhorar a performance do carro e ao mesmo tempo baixar o consumo, graças às suas sete marchas, uma a mais que a manual, e à dupla embreagem que deixa sempre a próxima marcha pronta para ser engatada. E para quem for se divertir no semáforo há o "launch control", somente nos carros com câmbio PDK, para arrancar sem queimar o pneu e o filme...
E para parar, freios a disco em carbono-cerâmica opcionais com pinça de quatro pistões na dianteira.
O carro está disponível desde abril na Alemanha e custa, com impostos inclusos lá, 85.538 euros para o cupê e 96.843 Euros para o Cabriolet. Aqui não há previsão de vendas por enquanto.
Os assentos são parcialmente em couro e uma soleira em alumínio com dizeres alusivo à versão saúda o condutor ou passageiro que adentrar à cabine, em preto.
O quadro de instrumentos permanece em preto, contrastando com detalhes em alumínio no volante, console central com tela que abrange o GPS no painel.
As rodas de 19 polegadas tem desenho "dicróico" para combinar com o carro mesmo em movimento e mostrar os freios, no painel selo indicativo do número da unidade.
Essa versão usa o já conhecido boxer de seis cilindros, com 3.6l e produz 345 cv @ 6.500 rpm, acoplado a uma caixa manual de seis marchas ou a automatizada PDK de sete.
O carro faz de 0-100 km/h em 4,9 s, sendo 5.1s no cabrio, na manual e os números baixam para 4,7 e 4,9 com a PDK e alcança a máxima de 289 km/h.
Apesar de toda a cavalaria e desempenho, o carro faz 9,71 km/l na versão fechada com câmbio manual e 10,2 km/l com o câmbio PDK. O cabrio consome algumas centenas de metros a mais.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Porsche 911 Carrera GTS: Potência com eficiência germânica

Todas as versões esportivas dos Porsches tem nomes de provas famosas. Exceção é o Cayenne que é um utilitário e foi batizado com o nome da capital da Guiana Francesa. Essa versão mais quente do 911, o Carrera, batizado em homenagem à Carrera Panamericana que trouxe tantas vitória e recordações à casa de Stuttgarth no tempo em que seus carros à época usavam mecânica de fusca envenenada que o primeiro sedan da marca também foi batizado em homenagem à prova mexicana.
A Porsche traz o carro à Paris em primeira mão e promete disponibilizar para a venda em dezembro desse ano. Uma das novidades é o motor, 3.8l na tradicional configuração de seis cilindros contrapostos (boxer) está mais eficiente e potente. Pequenos luxos como Alcântara estão disponíveis a quem possa pagar os 105 mil euros pedidos pelo coupé e 115 pelo conversível, preço na Alemanha.
O interior ergonômico somente é disponibilizado na cor negra e recebe Alcântara no centro dos bancos, no volante e em alguns lugares como as braçadeiras das portas.
O motor rende 408 cv e tem 42,8 Kgm/f de torque e tem no coletor de admissão seis borboletas que disciplinam o fluxo de ar que priorizam o torque ou a potência. O escape tem quatro saídas.
As rodas de 19 polegadas são pintadas de preto e contrastam com as pinças dos freios a disco pintadas de vermelho e a lateral recebe a inscrição "Carrera GTS" em prata ou preto dependendo da cor do veículo.
O desempenho é superlativo, faz o 0-100 km/h em 4.3 segundos com o câmbio de seis marchas manual, ajudados pelos pneus traseiros 305/30 ZR 19 que tracionam o carro.
A máxima fica em torno de 306 km/h, mas se o cliente optar pela automatizada de dupla embreagem, também com seis marchas, o tempo cai um décimo de segundo na aceleração de 0 a 100 km/h.
Mas o consumo é de contidos 9,8 km/l em ciclo combinado europeu e as emissões de carbono ficam em altas 240 gramas por quilômetro rodado, o que significa imposto salgado em alguns lugares na Europa.