Mais um concorrente do Design Challenge do Salão de Los Angeles, a Nissan apresentou o iV, que seria a visão da marca de um carro que seria fabricado em 2.035. Da mesma forma que alguns outros conceitos concorrentes anteriormente apresentados, a sua carroceria é feita também de componentes biológicos de origem vegetal. O diferencial é o sistema de tração, que além de ser integral, esterça as quatro rodas e ainda faz a função de suspensão. Como? Por meio da flutuação magnética, o "eixo" não entra em contato com a roda que recebe imãs permanentes e com a ausência de atritos de tração e de transmissão de força o carro está apto a alcançar altas velocidades com pouco gasto de energia.
Baseado no seu programa Eporo (veja aqui) que se baseia no comportamento de cardumes de peixes, o sistema de segurança Safety Shield™ permite que o veículo preveja eventualidades e evite acidentes independentemente da vontade do condutor. Por isso os designers da marca abriram mão de itens de segurança como para-choques, vigas e colunas de reforço estrutural e air-bags, diminuindo o peso final do veículo. E para armazenar a energia coletada de painéis solares espalhados nas janelas de bio-polímero há uma bio-bateria que em conjunto com um supercapacitor que recupera e armazena até 60% energia cinética obtida com as frenagens e que de outra forma seria desperdiçada. Orgulhosa por lançar o Leaf nesse ano que finda (agora aqui), a Nissan afirma o seu mantra com convicção: inovação pata todos!
A carroceria é composta por painéis vegetais unidos com cola derivada de teia de aranha que garante uma carroceria leve e super resistente.
A cabine tem espaço suficiente para quatro ocupantes usufruirem com bastante conforto e os parabrisas permitem a sensação de vento no rosto sem nenhuma abertura.
Segundo a Nissan, o conceito tem um bom desempenho com praticamente zero de culpa, já que a fabricação do carro não emite gás carbônico, o temível CO².
