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sábado, 28 de maio de 2011

Yamaha Neo 2011: De novidade só a cor vermelha

A "underbone" Yamaha Neo ganha na edição 2011 novos grafismos e a cor vermelha. Eterna concorrente da CUB Honda Biz (veja aqui), tem em comum com ela o fato de ser uma "crossover" (Quadro de motocicleta com posicionamento do piloto tipo motoneta, como a lambreta) de baixa cilindrada para pequenos e médios deslocamentos urbanos. Por serem menores e mais leves acabam sendo preferência do público feminino que a utiliza para fugir do ineficiente e caro transporte coletivo das grandes cidades para desespero dos "cachorros loucos" que não entendem porque aquele ser de capacete rosa decidiu parar em vez de tentar passar naquela fresta entre dois carros de 2 mm de espessura.
A moto vem, como mostrado na edição 2010 (veja aqui) com câmbio CVT, de relações de variação contínua que ao contrário da concorrente que usa um câmbio rotativo de quatro marchas (agora aqui). O CVT tem a vantagem de trabalhar com o motor em seu pico de torque e potência máximos, otimizando o desempenho e a economia. E a transmissão é por uma correia em "V" que tem vantagens sobre a tradicional transmissão por coroa e pinhão ligados por uma corrente, como ausência de ruídos e de sujeira causada pela mistura de poeira e graxa. O motor é um monocilíndrico de quatro tempos e 114cc, OHC (Over Head Camshaft, ou árvore de comando no cabeçote) de arrefecimento forçado a ar, que desenvolve a potência 8,3 cv a 8.000 rpm e 0,80 kgf.m de torque a 7.000 rpm, que conta além de Sistema de Indução de Ar, com catalisador. A alimentação deste propulsor é feita por um arcaico carburador Mikuni com afogador eletrônico, o que inviabiliza uma versão flexível em combustível. A marca garante que o torque já está disponível a baixos e médios regimes de rotação, que facilitaria acelerações crescentes e constantes. O painel de instrumentos vem com velocímetro, hodômetro total, marcador do nível de combustível, luzes espia de indicadores de direção, farol alto e anomalia do motor.
A praticidade vem com dois porta objetos e um gancho para sacolas e bolsas. O preço público sugerido é de caros R$ 6.459,00 e tem um ano de garantia da Yamaha, sem limite de quilometragem.
A primeira opção é a nova cor vermelha, na foto que abre esse post, na foto acima a segunda opção prata. A suspensão é composta por um garfo telescópico com 90 mm de curso na dianteira. E na traseira, conta com braço oscilante composto por dois amortecedores com 75 mm de curso. O entreeixos de 1,28 ajudam na estabilidade e na dirigibilidade.
Terceira opção é o preto. A moto vem com rodas em liga leve de cinco raios e pneus na medida 70/90 16 36 P na dianteira e 80/90 43 P na traseira. Para frear, na dianteira freio a disco com 220 mm de diâmetro, com pinça com dois pistões, e tambor com sapatas auto-ajustáveis de 130 mm de diâmetro, na traseira.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Yamaha Neo 2010: Continuamente variável

A Neo CVT 2010 chega com algumas alterações em relação ao modelo 2009, algumas são sensor de temperatura com afogador eletrônico, acionamento do carburador por dois cabos, lâmpada de aviso do corte de combustível, um novo CDI de maior capacidade e nova configuração, amortecedores mais robustos. Vem nas cores preta, prata e azul e recebe grafismos novos. Já disponível nos concessionários com preço público sugerido de R$ 6.030,00 e um ano de garantia sem limite de quilometragem.
A motinha vem com motor a quatro tempos e 114cc, OHC (Over Head Camshaft - comando de válvulas no cabeçote) de arrefecimento forçado a ar, que desenvolve 8,3 cv a 8.000 rpm e 0,80 kgf.m de torque a 7.000 rpm, além de Sistema de Indução de Ar e catalisador. A alimentação deste propulsor é feita por um carburador Mikuni com afogador eletrônico. A Yamaha destaca, ao contrário da Honda, o torque presente a baixas rotações garantindo melhores acelerações.
O motor está em acordo com o Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot), fase III. O destaque fica pelo câmbio CVT, de variação contínua que aproveita bem o torque do motor e reduz o consumo já contido dessa moto.
O compartimento de bagagens tem 17 litros que pode ser aberta com a chave de contato e as rodas de liga são de série.
Essa cub vem com cambio automático CVT e para frear ela conta com freio a disco na roda dianteira
Os faróis com lentes lisas em policarbonato em conjunto com os multirefletores agora receberam um tratamento na cor azul.
O painel de instrumentos tem velocímetro, hodômetro total, marcador do nível de combustível, luzes espia de indicadores de direção,farol alto e a nova luz espia do corte de combustível.