"O Hyundai Sonata Hybrid é o novo garoto do quarteirão, mas não é somente um seguidor", diz John Krafcik, presidente e CEO da Hyundai Motor América. "Sua configuração híbrido-paralelo completa e as baterias de polímero de lítio oferecem uma inovação no tradicional esquema híbrido, enquanto seu design único estabelece um novo padrão no pacote híbrido de tamanho médio".
Com um design diferente do Sonata só a combustão, que recebe o focinho no padrão do ix-35 (novo Tucson), oferece um pacote que ao contrário do que diz o presidente da Hyundai da divisão americana, já está ficando comum na oferta de híbrido.
O sistema Hybrid Blue Drive é um motor Theta II 2.4 ciclo Atkinson com desempenho de 2.0, e a única novidade são as baterias que usam polímeros em vez de íons. A base é um gel que garante uma boa estabilidade à bateria que ganhou uma garantia recorde.
Já está virando moda isso, se o carro está sendo conduzido de modo mais "verde" aparece essas folhas no painel que vão ficado cada vez mais azuis. Informa também o modo de condução que o carro está usando no momento.
Os faróis ganham novo desenho com os LED's de luz diurna fazendo esse desenho interessante ao separar os elementos da peça.
O traseiro ganha esse lindo desenho que lembra uma rosa, feito por LEd's e fibras óticas.
O motor é o Theta II 2.4 com DOHC (duplo comando de válvulas) e CVVT (comando de válvula continuamente variável) que rende 169 cv e tem 26,9 Kgm/f que é auxiliado por um elétrico de 40 cv e torque de 20,9kgm/f. O câmbio é um automatico de seis marchas.
Economia medíocre, já que promete em ciclo combinado (acho que americano) 16,2 km/l, já que há híbridos que fazem mais quilômetros por litro. Tenho dúvidas se esse motor usa ciclo Atkinson mesmo...
A única inovação é as baterias que ao invés de usarem íons de litio, usam polímeros do mesmo metal que aguentam mais energia condensada e é mais leve. Além disso é mais resistente às mudanças de temperatura que a convencional de íon de lítio e pode receber um quarto de carga a mais.
Os polímeros tem a vantagem de ocuparem menos espaço e podem ser confecionados em outros formatos além do tradicional tubo (pilha). Suporta mais o calor e a Hyundai e a sua parceira no desenvolvimento das baterias, a LG Chem, garantem o funcionamento por 10 anos contra 3 das baterias de íons de lítio.

