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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dafra Super 50: Quase uma moto

Tanque de moto, pneus de moto, banco de moto, mas é considerado um ciclomotor tanto pela fabricante quanto pelo órgão de registro que homologou a fabricação. Como sou meio xiita na classificação de veículos, considero um ciclomotor as bicicletas adaptadas com motorização elétrica ou a explosão ou motocicletas com pedais ligados às rodas traseiras por corrente, coroa e catraca. Mas esse "ciclomotor" tem partida elétrica, o que dispensa os pedais de partida ou para "pedalar" o ciclomotor (e que pega no "tranco"), quando acaba a gasolina, e em alguns modelos mais lerdos, ajudar na subida.
Outra coisa que diferencia um ciclomotor dessa motinha, é o câmbio de somente quatro marchas com embreagem de acionamento centrífugo, ao contrário da maioria que usa um primitivo câmbio "CVC" (continuamente variável) por correia: “Em pesquisas realizadas com usuários deste tipo de modelo, concluímos que além da economia, eles gostariam de contar com um torque mais efetivo, possibilitando percorrer terrenos íngremes com maior facilidade. Para atender a esta necessidade, a DAFRA desenvolveu uma relação de marchas que proporciona alto torque na roda em baixas velocidades. O desempenho do motor, conseguido com otimizações da curva de ignição e do carburador, também contribuiu para o sucesso neste quesito”, afirma Trisotto, diretor de desenvolvimento da DAFRA Motos. Mas uma marcha a mais ajudaria na economia, mas nessa categoria em que os centavos a menos são preciosos, menos é menos dor de cabeça para um usuário que quer fazer pequenos deslocamentos na cidade. Devido à classificação dessa cinquentinha como "ciclomotor", a velocidade máxima está limitada eletronicamente a 50 km/h por corte nas rotações por marcha: “No caso da Super 50 o sistema é inteligente, isto é, ele realiza o corte de ignição em função da marcha engatada, aproveitando o máximo de torque e respeitando a legislação. Podemos exemplificar da seguinte forma: se o motor estiver em 4ª marcha, o corte é feito a 7.800 rpm. Entretanto, se estiver em 3ª, o corte ocorre a 9.800 rpm. Com esse sistema, a Super 50 apresenta um ganho de cerca de 10% na potência do motor”, explica Victor, mas o blogueiro não entendeu...
...Talvez esteja relacionado com o novo escalonamento que prioriza o torque, queixa comum de quem utiliza ciclomotores: “Em pesquisas realizadas com usuários deste tipo de modelo, concluímos que além da economia, eles gostariam de contar com um torque mais efetivo, possibilitando percorrer terrenos íngremes com maior facilidade. Para atender a esta necessidade, a DAFRA desenvolveu uma relação de marchas que proporciona alto torque na roda em baixas velocidades. O desempenho do motor, conseguido com otimizações da curva de ignição e do carburador, também contribuiu para o sucesso neste quesito”, afirma Victor. O arranque foi otimizado, melhorando a dirigibilidade, com o acoplamento centrífugo da embreagem na rotação de 2.700 rpm: “Além de favorecer o arranque, pois o acoplamento se fará em situação favorável de torque do motor, esta solução evita movimento da moto quando o cliente estiver parado em 1ª marcha”, conclui Victor.
Quanto ao meio ambiente, o motor de quatro tempos não faz tanto estrago, mas resista à tentação de envenenar a bichinha, ainda mais se tiver em cidades com inspeção veicular obrigatória: ela possui sistema de catalizadores e de alimentação que a enquadram nas exigências da legislação nacional mas nível de emissão de CO2 do modelo está 65% abaixo do limite máximo estabelecido e a emissão de Óxido de Nitrogênio e Hidrocarbonetos está somente 26% abaixo do limite estabelecido pela regulamentação.
Segundo a marca os índices de emissão de ruídos da Super 50 seguem as normas ABNT NBR 9714 e ABNT NBR 15145, respeitando resoluções nacionais da Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental) e IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis), o que significa que se mexer no escapamento dela você será um homem morto, afinal queremos dormir ou descobrir se é mesmo o mordomo o assassino.
Donos de empresas concessionadas de transporte coletivo, tremei: Disponível nas cores preta e vermelha, as vendas da Super 50 terão início neste mês de agosto na rede de concessionárias DAFRA e o preço público sugerido à vista é de R$ 3.390,00. O modelo também pode ser adquirido pelo Consórcio Nacional da marca, em plano de 60 meses, com parcelas a partir de R$ 71,45. “Realizamos constantes análises de mercado e entendemos que o novo produto tem um grande apelo entre os motociclistas que buscam maior economia, enquanto que a Super 100 atende aos consumidores que desejam uma motorização mais encorpada, resultando em maior potência e torque”, explica o diretor comercial da empresa, Haroldo Barroso. “Temos a certeza de que este modelo vai suprir uma importante necessidade: um transporte mais econômico e eficiente, especialmente para aqueles que percorrem pequenas distâncias. Nossa previsão é vender 10 mil unidades no primeiro ano de comercialização”, conclui com otimismo o diretor comercial.

O farol dianteiro é de superfície complexa e a lanterna traseira não nega a origem da linha super, já que é praticamente igual ao da saudosa CG 125 da Honda, cuja fabricação foi licenciada para alguns fabricantes chinesas. O painel de instrumentos possui hodômetros total e parcial, indicadores de direção, conta-giros e indicador de seleção de marchas mas falta um indicador de nível de combustível.
A moto vem com motor monocilíndrico de 49,5 cm3 horizontal de quatro tempos e duas válvulas, com potência de quase 3 cv a 8.400 RPM e torque de 0.3 kgm/f a 4.800 RPM. O consumo de combustível é outro ponto forte do produto. Em ciclo controlado segundo normas brasileiras, o consumo chega a 53 Km/l.

A moto é leve com 94 kg, possui suspensão dianteira com amortecedor telescópico, rodas raiadas e pneus dianteiros e traseiros de 2.50/17, e tem de série partida elétrica e câmbio com acionamento automático da embreagem. Além disso, grande parte de seus componentes são nacionais, como guidão, sinalizadores de direção, retrovisores, pneus, manete e bateria.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Dafra Smart: novo scooter da marca nas concessionárias

Para quem precisa de um transporte urbano ágil, prático, simples de usar e beeeem econômico, nada melhor que os scooters urbanos foi inventado. E a Dafra lança o terceiro do segmento, com motorização 125 cm³ e câmbio CVT, o Smart. Fruto da parceria com a chinesa Haojue que em sua terra natal vende modelos próprios e da Suzuki, vem com preço sugerido de R$ 6.150,00 podendo ser financiado em 48 vezes por meio de CDC (Crédito Direto ao Consumidor). Se a grana estiver mais curta, tem o terror de todo dono de empresa de ônibus: o consórcio nacional. O da Dafra tem opções de até 60 meses com preços mais competitivos.
O motor OHC (Over Head Camshaft, comando de válvula no cabeçote) de 124,6 cm3, quatro tempos, monocilíndrico e sistema de injeção eletrônica Mikuni, registra potência máxima de 10,3 cv a 8.000 rpm e torque de 9,6 N.m a 7.000 rpm.
Disponível nas cores preto, grafite, vinho e amarelo, o Smart 125 tem 1 ano de garantia, sem limite de quilometragem, e é produzido em Manaus
O porta-malas pode receber um capacete e nada mais do que isso, se precisar deixar algo mais no scooter, que caiba dentro do "casco".
Painel muito simples não chega a ser o de um fusca, com hodômetro total, nível de gasolina no tanque e relógio digitais, velocímetro analógico e as luzinhas básicas. Hodômetro parcial faz falta.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Dafra em promoção

A Dafra está em festa com o lançamento de sua CUB ZIG (acima), agora com motor novo. A motinha é equipada com motor OHC (comando no cabeçote), quatro tempos, com 7,8 cv aos 7.500 rpm de potência máxima, e já está enquadrada à norma PROMOT 3, nova regulamentação para emissão de poluentes para motocicletas.
"O lançamento da ZIG está alinhado ao compromisso da DAFRA em oferecer ao mercado nacional novas opções de produtos, desenvolvidos e testados para atender ao exigente consumidor brasileiro, com qualidade e tecnologia de ponta", explica o diretor comercial da empresa, Haroldo Barroso. "Além de representar o crescimento de nossa linha de produtos, a ZIG marca a entrada da DAFRA num segmento importante no setor de duas rodas do País, que ainda possui um especial potencial a ser trabalhado", diz.
A espectativa da marca é comercializar 15 mil motinhas.
E para fechar, quem for comprar a Kansas ou a Speed 150 o emplacamento é grátis. A Speed 150 possui preço público sugerido à vista de R$ 4.910,00 e pode ser financiada em até 48 parcelas a partir de R$ 178,00 mensais.
Já a Kansas 150 (abaixo) tem preço público sugerido à vista de R$ 6.110,00 e pode ser adquirida por financiamento em até 48 vezes, com parcelas a partir de R$ 221,00 ao mês. No site da empresa (clique aqui) o futuro cliente pode simular financiamento via consórcio e ver se vale a pena se livrar de vez do ônibus.