Quem diria, há algum tempo atrás se alguém ousasse vender um sedã médio (para os nossos padrões) com motor 1.4 seria alvo de chacota e todos os filmes comerciais de Hollywood o elegeriam como o meio de transporte preferido dos "loosers".
Mas depois da gasolina a quatro dólares o galão em 2008 (o que daria R$ 1,70 na cotação da época), com projeções para sete pra o final desse ano (o que daria inacreditáveis R$ 3,32) os V8 e V6 gastões estão com os dia contados como meros transportadores de pessoas na terra do tio Sam.
A GM pretende vender o Cruze com sobrenome Eco com o mote: "Eficiência de híbrido, mas sem o preço na etiqueta". Lembre que um híbrido custa no mínimo 30% a mais que um modelo equivalente convencional. Para deixar o carro mais econômico, que promete consumo na casa dos 17 km/l em ciclo rodoviário segundo a GM, ganhou algumas novidades como defletores traseiro e no assoalho para diminuir a resistência aerodinâmica e pneus e rodas de 17 polegadas de baixo atrito de rolamento.
Downsizing: O Cruze virá com o novo motor Ecotec de 1.4l turbo com comando de válvulas variável. Ele rende 138 cv e tem torque de 17 kgm/f.
Apesar de pequeno, o Ecotec promete agilidade de motor grande com o câmbio de seis marchas, que ajudará na contenção do consumo: 0-96 em 9 segundos.
Para quem não está nem aí economia, tem o pacote "esportivo" RS que pode ser aplicável aos modelos LT e LTZ.
E para finalizar a parte interna ganha alguns detalhes cromados, que são extendidos ao painel de instrumento com anéis também cromados.


